Nine Little Kicks.( Nove Chutinhos)- Errorink preg
4 Fourth kick-It's ok, not to be ok.
Um mês... Se passou um mês desde o mercado que fizemos, e pensar que a quatro meses tem um ser vivendo dentro de mim, como isso é possível? Pelos criadores juro que não sei, não deveria viver nada dentro dessa casca vazia que chamo de corpo, nem eu deveria estar vivo para começo de conversa, mas eu estava e vivendo a base de tinta, mas aquela criança de que vivia?
Eu não sei, entretanto , pela primeira vez em toda minha vida vi Scientist ser o médico mais atencioso e preocupado do mundo para comigo, nós nunca tivemos uma relação lá muito legal, até por que depois das minhas falhas tentativas de ter uma alma ele tomou ódio de mim e do meu marido, porém agora era diferente, havia uma alma dentro de mim vivendo do nada, e science sans estava louco para pesquisar sobre e também muito preocupado, lista maior do que a de Ruru naquele dia do mercado era a lista de remédios e cuidados que eu deveria tomar para preservar a criança.
Não sei quem passou mais mal naquele dia, se foi eu ou Error, pois cada vez que Scientist falava a palavra " bebê" ou " Alma" eu via tudo ficar preto e se não era eu, era meu Ronry travando ou simplesmente se sentando na cadeira ao lado da maca que eu estava deitado tão trêmulo quanto grama ao vento.
A notícia foi realmente um choque para nós, e para swap que estava em casa aflito por nós arrumando nossas compras, afinal por eu ser um monstro sem alma eu deveria ser estéril, já que gerar uma criança era necessário uma fusão de almas, então como aquilo havia acontecido eu e Error não sabíamos e estávamos apavorados, os dias que sucederam a este foram piores do que quando eu e meu marido tínhamos quando éramos inimigos, não só por eu estar botando tudo que eu comia pra fora sem ser iorgute barato e os tacos horríveis do bluberry que por milagre e maldição de Toby Fox era uma das poucas coisas que essa criança não me fazia por pra fora, o motivo daqueles dias ruins era por que Ruru e eu ficamos distantes.
Ele ainda cuidava de mim, dormíamos juntos e as vezes trocamos palavras, infelizmente nada mais além disso, eu sentia falta dele, de rir com ele, de ouvir um eu te amo as vezes ou fazer piadas e brincadeiras, mas a última que tentei eu bati com a cintura na estante da cozinha e ele entrou em desespero e começou a gritar comigo.
- Ink! Pelos criadores o que foi que você fez?!- Berrou me segurando pelos braços e me olhando dos pés a cabeça.
- Ah! — Gritei me assustando por ele me segurar assim de repente.- N-Nada eu-
- Ink pelo amor de Toby Fox tenha mais cuidado!
- Mas eu tô tendo cuidado só foi uma batidinha! Não tem nada!
Quando falei isso ele me soltou e desligou o fogão aonde estava fazendo uma sopa para o jantar apesar dele ter acabado de fazer o almoço e ainda não o vi comer.
- Não em você! Mas nela pode ter! Eu sei que você tá acostumado a brincar e a se bater e fazer besteira, mas agora tem uma alma aí dentro que depende de você! E qualquer coisa pode mata-la!
- M-Mas eu tô tomando cuidado, não precisa me falar o óbvio Error! Eu sei que eu preciso ser mais cuidadoso e de que tem uma criatura frágil dentro de mim, mas não precisa de todo esse exagero!
- Exagero?! Não foi o que vi! Não fui eu que me joguei assim do nada contra a estante!- Rosnou apontando pra mim.
- Eu só tava brincando! Eu nem me bati de verdade! Você está exagerando sim!
- Chega! Por causa dessas brincadeiras que a gente vivia brigando! E eu não quero ficar discutindo com você o óbvio! Vê se se senta e fica quieto!- Ele se virou de costas e tampou a panela.
- Quieto?! — Eu vi ele indo pra a sala praticamente fugindo de mim.- Não me mande ficar quieto! Error! Volte aqui!
Eu fui atrás dele chateado, mas quando cheguei na escada o vendo subir tropecei, por pouco não cai de cara nos degraus pois as cordas de Error que me agarraram e me botaram em pé, o mesmo desceu e me olhou nos olhos.
- Fica! Quieto! Você é um desastre ambulante Ink! Se você ficar andando por essa casa assim se motivo vai fazer a gente perder essa criança!
- Eu nem queria a ter! — Lacrimejei tentando me soltar das cordas dele, mas parei ao ver ele me olhando trêmulo, ele parecia meio triste com o que eu falei.- R-Ruru
- Vá comer, já passou da hora de você almoçar.- Ele usou as cordas pra me por no sofá e depois as usou para me dar o prato com o almoço que já estava na cozinha, depois ele subiu.
Eu sei que ele não brigou comigo e me disse palavras tão frias pra me magoar, mas doeu, doeu muito, e eu sei que doeu nele também o que eu disse, mas não era mentira, eu não queria essa criança, na verdade, aceitei que não teria como termos uma.
Mas agora tínhamos e eu precisava tomar o triplo de tintas que eu tomava antes para meu corpo aguentar aquela criança não ajudava nem um pouco, como se já não bastasse sensibilidade que faz parte da gravidez, beber mais de três frascos de tinta azul por dia sem contar as outras cores me faziam ficar mais triste, mais irritadiço, as vezes do nada eu dava risada enquanto chorava quando eu estava passando mal, fazendo Error acordar no meio da noite assustado e as vezes com medo achando que era algum espírito até me ver no chão do banheiro de novo.
Claro que com esse desperdício de tinta não demorou para meus potes ficarem vazios e Error teve de correr até o universo de Undertop falar com meus pais para pedir por mais tinta, já que meu reservatório era próximo ao universo deles então só eles sabiam a localização, eu quero só ver como o senhor bugado vai contar para Top e Zephy que o filho sem alma deles está carregando um feto.
Chega a ser irônico pensar nisso, na verdade, é normal eu rir da minha miséria, mas agora Error saiu eu não tenho nada pra fazer sem ser ficar parado em algum canto até o vírus 404 aparecer, me levanto da cadeira de balançar da varanda e vou até o jardim deitando sobre as raízes daquela árvore torta e triste como eu.
- Sniff, Sniff ....- Eu chorava, realmente triste por tudo que estava acontecendo, se eu pudesse, não... Minto eu não poderia amaldiçoar aquela criança que estava tão desesperada pra viver que estava se agarrando no meu corpo sugando o máximo que poderia de magia vinda das tintas que eu tinha que beber a mais por causa dela, eu quase poderia sentir pena se não estivesse com tanta raiva.- A gente estava tão bem! Droga! Porque?! Porque você tinha que aparecer?!
Gritei com a criança que não parecia me responder, afinal não deve nem ter formado o crânio pra se quer pensar, na verdade eu nem sei o que já está formado no quarto mês, mas seja o que for creio que não seja da parte auditiva, e se for ela já puxou ao Error, ótima em me ignorar que lhe convém.
- Merda, porque eu?! De tanta mãe boa que você poderia escolher pra nascer você vem justo pra a que não queria se quer tem um bebê?!
Era verdade, eu não queria ter filhos, digo, já senti vontade de ter quando eu e Error ainda estávamos organizando nosso casamento, queríamos uma família grande e feliz como Ruru merecia, mas depois de todo o fiasco com science sans e a minha alma artificial isso se tornou menos que um sonho, apenas um mero capricho que nós não tivermos condições de concretizar.
Querendo ou não, não estávamos prontos pra ter um filho, tínhamos muitos anos juntos, nosso relacionamento deixou de ser segredo no segundo ano, de relação temos séculos, mas como um casal eram dez, de casamento só havia alguns meses e eu já sentia que estava pra desmoronar por causa dele!
Eu soluçava fortemente apertando a grama, sentindo emoções tão intensas que eu só experimentei no dia da cerimônia de casamento, mas que agora se faziam presentes ali de novo mas de forma negativa e feita pelas várias tintas, aquela sensação horrível fazia meu peito vazio doer, doer a cada pulsação mais parecida com um chute que eu sabia que era da alma da criança que remexia e mexia meu peito a procura de uma fonte para sobrevivência como um parasita, sim... Um infeliz parasita.
Eu escutei o chamado de Error vindo de dentro da casa, porém não lhe respondi e continuei chorando me encolhendo, enfiando a cara dentro da camisa folgada do Totoro que eu usava, não demorou pra eu ouvir a voz dele mais perto me chamando.
- Ink... — Eu o espiei de leve pelo canto do meu olho, ele estava exausto, cansado ao nível de esquecer de tirar aqueles óculos da cara, assessório que ele odiava usar toda hora mesmo sabendo da miopia grave que tinha, já estava acostumado com os borrões e gostava mais deles do que ver nitidamente.- Ah pelas aus o que eu faço com você?
Ele se perguntou se abaixando e me pegando no colo e me levou pra dentro.
{Alguns minutos depois}
Eu encarava Ink tomar a sopa que fiz pra ele entupida de carne e legumes por recomendação de science, ele precisava de nutrientes, muitos até por que já era milagre a criança ter sobrevivido por três meses e meio da forma que nós estávamos nos alimentando a base de industrializados e gordura, não que fosse ruim para nós, mas para uma criança em desenvolvimento era péssimo, para Ink mais ainda que era quem estava carregando, e por não ter alma, o bebê estava sugando a única fonte que encontrara de magia vinda da tinta que compunha todo o corpo de kiky, aquilo foi um tiro no peito pra mim, pensar que aquele serzinho estava já desde cedo tão apegado a vida que estava sendo capaz de consumir a energia vital da mãe só para sobreviver.
- Urgh.- Ouvi ele gemer enquanto botava um pedaço de carne de cordeiro na boca.
Carne, tá aí uma coisa que eu sei que Ink detesta, não por que ele liga para os animais ou que era vegano, ou algo assim, ele apenas odiava a textura, de acordo com ele aquele alimento lhe dava ginge pois lhe encostava nos dentes e ficavam presos, odiava, odiava mais do que as tortas de maçã do Dream ( não contem isso a ele, mas até os tacos de swap são melhores) era melhor que o gosto de qualquer carne sem ser a sintética dos pacotes de cupnoodles, fora isso ele não comia nada, sem ser bacon ou muito raramente um pedaço de coxa de frango, mas tinha que estar tão bem passada que quase estaria seca e dura, mas aves, ruminantes e outros animais que dava para botar na panela ou na churrasqueira nunca foram sua praia.
Eu nunca liguei muito pra isso, diria que sou pior do que os seres humanos que comem de tudo, eu como até o que não deveria ser comido se eu estiver com fome, mas Ink não, ele não era assim, afinal poderia viver um bom tempo só pelas tintas dele que lhe serviam de alimento também, mas agora ele estava ali a meia hora só bebendo o caldo e puxando as poucas cenouras que a sua pequena língua conseguia alcançar da borda da cuia, enrolando como podia para não comer um pedaço de carne animal que constituía mais a sopa que o caldo.
Eu sei que ele está se esforçando, sei que ele está chateado, até por que reconheço que venho ficado distante, mas não é por causa dele, era a criança, eu temia a ferir, temia de verdade.
Por que ora, eu não sou o melhor do mundo quando o quesito é criar coisas, ou mantê-las, aquela árvore do jardim e algumas plantas que fiz estou realmente surpreso que estejam vivas, mas cada mobília desta casa, do chão ao teto principalmente nas nossas noites de núpcias ou quando começamos a morar aqui antes mesmo de nos casar já foram destruídas pelas minhas mãos, seja por raiva, sem querer, ou até uma besteira como só encostar danificava e Ink tinha que vir correndo consertar ou fazer um novo.
Por isso minha casa no anti-void não tinha móveis e nem paredes, eu sabia que eu as quebraria sem ter a intenção, mas agora era algo mais sério, não era uma mesa que poderíamos botar cola e fita, não era um quadro que a gente poderia comprar um vidro novo, era uma criança, um bebê, um ser tão frágil que eu me sinto mal até de estar deitado ao lado de Ink quando dormimos, a barriga dele já estava aparecendo, eu queria ter, nem que seja só um pouco de coragem pra alisar aquela pequena protuberância que nasceu ali no ectobody do meu amado Ink.
Mas cadê a coragem? Eu mal segurava a mão dele achando que eu só por encostar eu o faça acabar perdendo a criança, mas sei que isso está machucando ele, demais, pois eu estou machucado também.
- Error...
- Ink?
- E-Eu... Tô nojento?- Perguntou puxando a colher comendo a pulso aqueles pedaços de carne que estavam na colher, após um tempo mastigando tentando desfarçar a cara feia que fazia.-Eu sei....- Engoliu.- Que eu vômito todo dia, acordo cedo... Lhe incomodo com meus choros e risos, mas, eu sinto sua falta.
-....- eu não consegui falar nada o vendo limpar as lágrimas do rosto com a manga da camisa triste.
- E-Eu sei que eu sou um desastrado, que eu sou teimoso e um péssimo contador de piadas, mas eu, eu queria lhe fazer rir, a gente tem estado tão distante que nem parece que a gente é casado...- ele olhou a sopa sem vontade nenhuma de comer, as lágrimas pesadas dele caíram no caldo com legumes e ele soluçou.- A-Acaso você já cansou de mim? V-Você disse pra mim que não ligava de que eu não conseguiria lhe amar como você me ama, você jurou que me amaria pra sempre mesmo sem alma, mas você não me ama mais.
Eu olhei aquela carinha triste vinda do meu amado, com aquele olhos cheios de lágrimas e lembrei das nossas discussões, esses dias todos ele vem tentando chamar minha atenção, vem tentando brincar e se aproximar de mim e eu venho fugindo, meu coração aperta tanto em fazer o que eu fiz para a segurança deles, mas aperta mais em ver aqueles lindos olhos se tornarem azuis com uma forma de lágrima e bola cheios de água.
- ... Inky, não fale isso, você não é nojento.- Disse me levantando e me sentando ao lado dele no sofá.- Eu só...- Eu parei escolhendo as palavras vendo ele comendo mais um pecado de carne.- Eu só tô tentando proteger vocês, eu, eu não estava preparado pra ter uma criança Ink, eu não sei de nada sobre crianças, eu não gosto delas, as acho irritantes, seres que apenas choraram por tudo e cagam na própria cama... Mas eu vou ter esse ser inútil com você e eu não sei, não sei o que fazer!
Falei desesperado o olhando nos olhos, que desvia de mim limpando o rosto.
- Não chame ele ou ela de inútil! E-E você acha que eu tô?! Eu achei que eu morreria do seu lado sozinho e a gente não teria filhos.- Soluçou- Que a gente viveria só nós dois nessa casa, mas olha só, advinha?! Vamos ter um bebê! E agora?! O que eu faço com esse criança que eu quase mato por negligência!-Ele largou a sopa no apoio de pés da mesa tremendo.- Eu só queria o apoio do meu marido, o único com quem posso contar, mas você não estava aqui pra mim! Você me afastou! Brigou comigo, e apesar de entender o porque fez isso, ainda sim eu preciso de você! Eu tô perdido também!.. e... Eu tô com medo... M-Muito medo!
Eu o olhei surpreso, que ele sentia medo eu sabia, era óbvio, mas ainda sim, estou surpreso dele admitir isso sem me xingar antes... Céus eu realmente tratei mal do meu pobre potinho de tinta?
Eu enxuguei seus olhos, peguei a sopa e lhe entreguei depois beijei a testa de forma demorada lacrimejando, não queria que ele se sentisse assim tão miserável, afinal era o Ink, eu estava acostumado a ele me ignorar de volta a fazer birra, mas aquilo era diferente ele se fechou e depois se abriu todo pra mim assim, era algo que eu não estava acostumado e era por causa daquela criança, devo agradecer a ela ao menos por me mostrar que a mãe dela tem sentimentos apesar das tintas, afinal ele não era de demonstrar o que sentia, os olhos denunciavam e os gestos também era a única forma de eu saber o que se passava naquela cabecinha oca, mas ele era difícil.
Mas agora estou diante daquele pintor carente e assustado e eu estava era acostumado com o guardião egocêntrico, irritante e meio egoísta como eu, eu diria que ele estava morrendo se não soubesse do ser que estava sugando literalmente o lhe mantinha vivo.
- Eu também estou com medo amor... Muito...- Respirei fundo e beijei a testa dele e depois os lábios lhe roubando um pedaço de carneiro cozido que ele acabara de por na boca e mastiguei a carne e ink afastou a cuia com sopa e me olhou nos olhos nem aí para a carne que engoli.- Principalmente de, machucar você ou ele, por que science passou tanta coisa, você vai ter que tomar tanto remédio quanto o Asgoro quando descobriu o chifre que levou!- Brinquei um pouco conseguindo fazer ele abrir um mínimo sorriso.- Eu só, não quero lhe machucar amor, eu te amo, te amo muito e agora você está assim, frágil e vulnerável.
Disse abraçando ele e com muito cuidado alisei a barriga dele, na mesma hora senti um arrepio, algo forte, sim aquele era meu filho mesmo eu pude sentir a ligação que tínhamos, senti parte da minha alma lá dentro, mas também sentia parte do ser do meu amado ali, sentia ele sugando as forças do meu artista, mas também as minhas quando eu ficava assim colado no meu marido, até acabei me sentindo meio zonzo, pobre Kiky sente isso a noite e o dia inteiro deve ser terrível pra ele, ele precisa de mim, eu respirei fundo e continuei falando.
- Eu só não quero machucar essa criança ink, nem você sem querer.- Disse-lhe com lágrimas nos olhos.- Eu não quero lhe perder Ink, eu tenho medo, de ficar sozinho de novo.
Ink me olhou por um tempo até que ele entralaçou os dedos da sua mão com a minha mão que estava repousada sobre seu ventre, deixando a sopa afastada em algum canto do sofá.
- Você não vai me perder, principalmente com todos esses cuidados... Eu vou ficar bem, eu juro.- Ele olhou a própria barriga e fechou os olhos deixando algumas lágrimas caírem, respirando fundo.- E ele também, nós estaremos bem.
Eu respirei fundo e alisei levemente a barriga dele sentindo ali tão quentinho e aconchegante, era como se eu pudesse sentir o conforto da criança lá dentro, eu encostei a minha cabeça na clavícula dele e desci de leve até minha cabeça estar nas últimas costelas, perto o sufiente do ventre dele sem mesmo tirar a mão, ele limpou as lágrimas do rosto e depois limpou as minhas, respiramos bem fundo juntos e abrimos um leve sorriso.
Ele me abraçou a cabeça me puxando um pouco pra cima na altura do seu peito e encostou a seu crânio no meu
- Você vai ser um bom pai Error.
Eu ri nasalando e fechei os olhos sentindo um leve cafuné.
- Não serei melhor que você kiky.- Disse alisando a barriga dele podendo ouvir de seu peito vazio o bater da alma que vinha ali de baixo aonde minha mão estava repousada.
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