Nine Little Kicks.( Nove Chutinhos)- Errorink preg
8 Eighth Kick- It's so quiet now.
— Inky.... Você não tem mais ninguém pra perturbar não?— Perguntei segurando o controle enquanto Ink me beijava as bochechas.
— Nãozinho~ — Cantarolou rindo me beijando a bochecha adoro carinhos do meu amado, mas aquilo na estava irritando, ele está assim desde o começo do episódio eu não consigo me concentrar.— Hm~ Ruru que bochechas macias pra um esqueleto~— Disse com uma voz manhosa segurando meu rosto com as mãos e me beijando nos lábios.
— Hm! Inky! Eu quero ver tevê!— Reclamei para meu amado que se pôs a rir, eu sorri de volta e desliguei o televisor derrotado, Ink estava bem agitado esses dias, creio eu que seja por causa do bebê, ele vem estado bem quieto, science disse que é normal.
Afinal, nosso pequeno está gostando forças e magia para o parto que só faltava um mês para chegar, o quarto já está posto, já temos roupas e os brinquedos prontos para serem usados só precisamos agora esperar nosso Miluz vir ao mundo, sei que além do meu sogro kiky também gostou desse nome, apesar de que virá um Paper Jam, seremos o primeiro casal a quebrar esse ciclo de dar esses mesmos nomes não importa a linha do tempo ou au. Até por que seria uma confusão já que raramente Pj vem nos visitar e não o culpo, nem Ink visita os pais tanto.
Mas uma coisa não mudou, foram os chutes, sei que estar tudo quieto não significa que estava tudo calmo, ok bebê estava juntando forças e claro que ele continuaria puxando a magia de Ink de onde já não tinha.
Os chamamos de chutes, pois é o que Ink descreve para mim, chutes fortes em seu peito que deixavam uma dor aguda e um incômodo forte no peito, mas assim como eu não estou totalmente curado da minha afefobia, Inky não está da sua falta de alma, ele ainda sofre muito com isso, principalmente depois de todas as palavras frias que ouvimos de scientist que apesar de ser apenas verdades, magoou muito o coração de tinta do meu pintor.
Claro que eu ajudei como eu pude, tentei o alegrar de todas as formas possíveis e o assegurei antes mesmo de nos casarmos de que eu o amava independente se ele poderia não me amar de volta pela falta de sentimentos, e eu realmente não ligo pra isso, eu o amo por inteiro, Ink ficou imensamente feliz e por um tempo foi assim, eu o ajudava com a falta da alma e ele com minha afefobia, fico orgulhoso em dizer que hoje em dia sou capaz até de segurar a mão do bluberry e as vezes do Dream, já consigo até abraçar meus irmãos (sim, o Fresh conta, aquele dia foi o dia mais feliz da vida dele, a minha nem tanto ele me abraçou muito forte e eu comecei a glishar, mas foi um bom começo), ou aceitar um cafuné ou até um aperto de mão dos meus sogros.
Infelizmente, por mais feliz que agora estejamos por ter um bebê, todos meus esforços de ajudar inky com seu problema estão indo por água abaixo.
— Ah! —Gritou meu amado se sentando na cama com aqueles olhos vazios encarando o nada, lê ofegava com dificuldade pra respirar, ele estava chorando.
Eu me sentei rápido na cama e lhe segurei a mão, estava mais gelada que o normal.
— Ink! Inky, amor, olhe pra mim!— Chamei lhe segurando o rosto e o fazendo virar pra mim ele tremia.
— E-Error, Error.— Me chamou chorando, ele soluçou e com as mãos trêmulas ele tocou o peito.— S-Senti, senti, dói, dói, mas, mas não tem— Ele babuciava tateando o peito tentando achar sua alma entrando em desespero.— Cadê? Cadê?!
— Ink! Meu amor, olhe pra mim, não tem nada aí dentro nada.— Falei meio alto para que ele parasse de olhar para seu peito, eu limpei seu rosto usando o lençol que estava apoiado em seu ventre que estava enorme.— Respire, aqui, respire com ninho venha, puxe o ar....— Eu puxei o ar e ele fez o mesmo tremendo.— Agora solta...— Soprei e ele fez o mesmo.— Muito bem, de novo amor.— Repeti o gesto e inky me imitou, aos poucos ele foi parando de tremer, quando ele parecia mais calmo eu lhe beijei os lábios.— Pronto, já passou.
Ele continuava com aqueles olhos vazios, porém ao menos ele estava me encarando, não deixa de ser assustador, entretanto é melhor que ele olhar o peito vazio e surtar de novo.
— Fique aqui, não se mexa tá bom?— O beijei e me levantei indo até o banheiro.
Fui até a estantezinha do banheiro e abri a gaveta do banheiro havia uma caixa com vários frascos de tinta de Ink, eu peguei cada um de uma cor e botei eles na pia, que bom que eles são maiores que o ralo, olhei pra trás e vi os olhos brancos de Ink me encarando no escuro, ele estava mesmo focando em mim.
Senti meus ossos das costas gelarem, me arrepiei todo e tentei lembrar que quem estava me encarando fixamente era meu amor, peguei uma caneca que agora deixamos no banheiro pra Ink não ter de descer as escadas pra ir na cozinha e lavei na pia, logo sacudi a secando e comecei a botar um pouco de cada tinta ali, quando terminei as guardei no lugar e mexi com meu mindinho, novamente olhei pra trás e já não vi Ink na cama.
— Ink?— Perguntei pegando a caneca e fui até o quarto e o vi na janela encarando a árvore torta do nosso jardim, ela é aterrorizante a noite, parece até que tem rosto no caule, eu suspirei e botei a caneca em suas mãos e até fechei seus dedos para ele segurar direito e o beijei.— Aqui beba tudo, sem pressa.— Disse olhando meu mindinho sujo e provei, tem um gosto ácido, é horrível.— Coff! Coff, Argh, como aguenta tomar isso amor?
— .... Eu não sinto muito o gosto ácido, perdi o paladar.— Disse seco, tomando o copo de tinta sem desviar da árvore.
— Hm, por isso você comia limão tão normalmente, se duvidar pode até comer a casca sem fazer careta haha...— Eu ouvi ele dar uma leve risada seus olhos estavam voltando a ter cor, eu alisei a sua bochecha manchada com um sorriso doce.— Se sente melhor?
— Meus pés doem...— Reclamou ainda sem fazer expressão alguma apesar de que seus olhos estavam lentamente tomando a cor verde, ele estava incomodado com algo.— Que enjoo.
— Hmhum, faz parte amor, é por causa do bebê...— Eu lhe alisei as costas com cuidado e olhei a árvore.— Vai fazer algo amanhã?
— Seu irmão me chamou pra ir no shopping, ele está mal em não ter vindo no natal mês passado.
— A gente nem fez nada demais no natal.— Ele afirmou com a cabeça aos poucos ele suspira e pisca, finalmente meu Inky voltou.— Ele quer lhe mimar, vá com ele, eu vou infernizar o Reaper, aposto que ele não veio por causa de problemas com ele.
— Eles vivem brigando, por que ainda estão juntos?— Perguntou bebendo o restante da tinta e me dando a xícara vazia.— Isso não parece saudável.
— Ink, somos os últimos que podemos julgar, eu já lhe amava a um bom tempo e mesmo assim vivíamos brigando entre si.
— É diferente, eu não lhe entendia, mas eles se entendem por que brigam tanto, geno nem parece que o ama.
— Isso você tem razão, me pergunto se Geno ficou com ele por pena, já que , você sabe, sem ser você por causa... Daquilo.— Me referi a falta de alma.— Reaper só pode tocar em Geno por já estar morto... É de dar pena de certa forma.
— Hm, eu não sentiria pena dele não.— Fez um bico alisando a barriga.
— Eu sei haha, você não sentia pena de mim amor, você é muito ruim quando quer! Haha!— Ele me olhou e eu parei de rir e fiquei lhe olhando suave.— Está incomodado ainda não é?— Ele afirmou com a cabeça em silêncio e eu me aproximei mais e lhe beijei a testa.— Pare de pensar nisso, já disse que não tem diferença, com ou sem as tintas eu te amo, você ainda é o amor da minha vida.
— ... Mas você tem medo de mim as vezes.
— Verdade, mas até você tem medo de mim quando eu fico muito tempo parado e travado, com aqueles meus olhos vermelhos cheios de dígitos dentro.
— Urgh— Ele fez uma careta.— Céus não me lembre disso, você fica muito estranho, até começa a falar um monte de coisa bugada da arrepio!
— Eu disse hahaha! Parece que estamos kits amor.
— Heh... É, verdade...— Alisou a barriga de novo e nos dois olhamos a árvore.— Não vai mesmo com a gente?
— Ele chamou você amor, amém disso odeio ir no shopping tem gente demais...— Ele me olhou e eu o olhei de volta nos olhos.— Vai ficar tudo bem tá?
— Hmhum...— Ele encostou a cabeça no meu peito e ficou ouvindo o som da minha alma batendo, eu fechei os olhos e comecei a passar parte da minha magia pra ele, pra o bebê o deixar em paz por um tempo, logo lhe senti pegar minha mão e depois algo molhado no meu mindinho, abri de leve o olha e vi ele chupando a tinta que sobrou no meu dedo, eu corei muito e ele me olhou.— Hm?
— .... Será que... Quando você tiver parido, eu posso botar suas tintas no— ele me Interrompeu batendo na minha cabeça.
— Não! Seu! Grr! Pervertido! Vamos ter um bebê e você tá pensando nisso!
— Você que chupou meu dedo do nada! E ainda me olhou com aquela carinha que você sabe que eu adoro! Como eu não pensaria nisso?!
— Você é um tarado Error! — Gritou se afastando e indo até a cama e se deitando puxando o lençol pra cobrir o deu rostinho corado.— E eu não lhe olhei com olhar nenhum!
— Olhou sim!— Ri indo até ele.
— Error! Saia já daqui! Nao quero que nosso filho veja seu sabre!
—Sabre? Eu nem tirei minhas calças! Haha!— Comecei a rir do desespero de ink.— Eu só vim deitar... Inky~ está pensando nessas coisas que feio~
— Seu! — Ele jogou o travesseiro na minha cara.— Você que é o pervertido aqui!
E assim passamos a noite, entre pequenos tapas e beijos até Ink cansar e simplesmente dormir no meu peito, até que fora divertido e sim... Eu havia ficado excitado, mas não pretendo fazer nada agora, só de olhar pra aquela barriguinha da vontade de botar Ink em um pote longe de qualquer perigo até da casa que possa atingir ele.
Sinto saudades de deixar meu pintor com o rosto tão colorido quanto o arco íris, mas venho curtido esses meses sem essas carícias carnais.
[...]
— Oh! Ink! Olhe!— Exclamou bluberry apontando para uma loja de roupas.
Eu estava morrendo de sono, pois ontem eu e Ruru dormimos tarde trocando carícias e elogios bobos, mas agora eu estava num shopping usando uma camisa velha do Error e o meu famoso cachecol que estava cheio de anotações, como algumas compras que meu marido me pediu, também usava meu macacão novo que ia até meus pés que estavam com as pantufas do meu Ronry, parece que as roupas dele são ótimas para gestantes.
Bom, devem estar se perguntando como diabos havia um shopping em que pudéssemos andar assim livremente, bem, é igual a aquele mercado enorme que supria várias áreas do multiverso, havia esse shopping, o Multi-shopping! É, eles não tinham muita ideia para nome, mas depois que entre aspas me aposentei o void ficou vazio, então os personagens que perderam suas casas para sempre tomaram aquele espaço vazio e literalmente criaram uma cidade inteira lá dentro, com casas, condomínios, delegacias, prédios empresariais e hospitais, inclusive talvez darei a luz nele já que é um lugar muito bem avaliado e algumas versões do Scientist trabalhavam lá e já sabem de mim.
De qualquer forma esse shopping era enorme, se comprará a um castelo de tão grande, cheio de lojas e claro muitos restaurantes com comida gostosa, fico feliz, em ver que esses monstros e humanos sem esperança tiveram força para levantar tudo isso literalmente do nada, claro que eu e algumas versões minhas com Error demos ajudas na hora de entregar os materiais para a construção dessa cidade, mas ainda sim o mérito é todo deles!
— Hm, Ink, se sente bem? — Perguntou-me Dream que estava ao meu lado usando um casaco jeans escuro e uma camisa preta com letras em amarelo escrito " Shattered Dreams are made of this", adorei a camisa dele, pena que não cabe em mim para eu poder pegar emprestado pra sempre, ele também estava usando uma calça jeans rasgada e suas botas amarelas e claro sua inconfundível coroa na cabeça, quem o conhece sabe que de bad boy ele só tem as roupas, apesar de eu saber que pisar na unha encravada no pé daquela bolinha amarela é pior que dizer ao Reaper que sua roupa é cafona.
Nesses dois casos é melhor preparar um caixão.
— Ink, aquela lojinha ali tem roupinhas pra bebê, sei que já lhe dei várias, mas algumas a mais nunca é demais!— Disse bluberry.
— Concordo, e eu ainda lhe devo um presente de natal.— Falou o sans com um glish no olho né olhando enquanto abaixava a máscara para tomar de booba.
Logo olhei meus amigos e meu cunhado, tínhamos acabado de sair de um fast food e eu ainda tomava meu milkshake com Geno que tomava um booba tea, olhando a loja que Bluberry nos apontou, meu amigo azul estava vestido com uma camisa estampada com as frutas de seu apelido, usando uma calça moletom e suas botas azuis, já Geno utilizava uma bermuda preta, tênis preto e uma camisa branca escrito " eu odeio segundas-feiras" com a imagem de um gato branco irritado, a camisa estava manchada com um traço vermelho, não importa o quanto ele enfaixe seu ferimento, aquilo iria sangra eternamente, se eu não tivesse de máscara eu sentiria o cheiro de sangue que vinha dele, e com certeza estaria vomitando agora.
— Ah, Ink, podemos entrar pra ver alguma roupa pro bebê.— Disse meu cunhado sorrindo me encarando enquanto mexia o canudo do seu booba.
— Ah, pode ser, claro.— Sorri por debaixo da minha máscara olhando meu milkshake que já estava derretendo, levantei um pouco a máscara e entramos na loja aonde uma Frisk tomada por flores nos atendeu, deixei geno falando com ela enquanto me sentava para descansar.— Au meus pés estão me matando...— Gemi tentando me abaixar para alisar os meus pés, mas eu nem se quer os alcançava graças a minha enorme barriga.— Não acredito que você ainda vai crescer mais filhote.— Disse ao meu filho que ainda estava quieto.
Ele tem estado tão quieto, sei que é pra descansar, mas aquele pipoquinha tão quieto me faz desconfiar, parece que eu já adquiri aquele sensor de mãe antes mesmo dele começar a aprontar de verdade.
— Ink! O que acha dessa aqui? É uma gracinha.— Disse-me geno me mostrando um macacão de bebê escrito " Error-404".
— Oh! Vai ficar a cara do papai! — Sorri afastando o copo quase vazio de milkshake e pegando a roupinha.— Onw, já temos uma roupinha para ele vestir quando chegar no mundo.
— Verdade? Gostou tanto dessa?
— Sim! Até consigo imaginar Ruru segurando o Miluz no colo com ela.
— O nome do bebê vai ser Miluz mesmo?
— Blue! O bebê é dele.— Reclamou o sonhador.
— Ué, eu não posso perguntar? Miluz é fofo mas parece de mulher.
— Pj's geralmente são gêneros fluidos, esse aí nascerá como menino mas pode virar uma menina, eu acho Miluz um nome versátil.— Disse geno sorrindo, enquanto pegava um kit para recém nascido para colocar na minha bolsa na hora de ir ao hospital.
— E é, meu papa Zephyr queria uma garota, mas como eu sou sem gênero ele me deu um nome realmente feminino, meu pai manteve o nome que Comyet havia me dado só que com um adicional.— Sorri alisando a roupinha.
— Ah, entendi, bom, que bom que já pensou em tudo isso, e não se preocupe Ink, eu serei a babá mais incrível do mundo se precisa de mim!— Ele fez uma pose heróica sorrindo.— Eu o grande sans lhe garanto isso!
— Hehe! Eu sei que vai.— Eu senti um pequeno chute do bebê e sorri doce alisando minha barriga fechando os olhos enquanto ouvia o som do caixa enquanto Geno passava as roupinhas e mais alguma coisa que eu não consegui ver.— Hm...
— Ink? Não vai passar mal né?— Perguntou se sentando ao meu lado.
— Não, só estou sentindo ele chutar...— Sorri alisando a barriga, logo senti o telefone vibrar e peguei o mesmo.— Alô? Ruru?
— Oi inky, cadê vocês? Eu tô na entrada do shopping com Reaper.
— Oh, estamos numa loja de bebês no terceiro andar, qual o nome daqui blublu?
— Ah...— Ele saiu da loja e olhou a faixada e entrou.— Little buttercup.
— Ah, pequeno botão de ouro.
— Certo, estarei aí eu te amo— Ele desligou.
— Te amo...— Sorri alisando a barriga, eu olhei geno que veio até mim com a sacola decorada.— Ruru e Reaper estão aqui, vieram nos buscar.
— ah! Que bom! Vou ligar pra Dusty vir me buscar.
— Espera blue, você não estava com o fell?— Perguntou Dream se levantando.
— Estava, mas hoje é a vez do dusty~
— Mais rodado que Lust no cio.— Falou geno arrancando risos meus e de Dream.— Aqui Ink eu vou lhe ajudar.— Ele segurou meus braços e me ajudou a levantar.
— Valeu Gezin^^ — Agradeci ainda meio curvado, eu Suspirei e alisei minha barriga sentindo um pouco de falta de ar.— Huff filho.— Reclamei com o bebê que estava um tanto agitado.— Calma papai já vem.
— Error!— Exclamou geno já fora da loja com os outros ele estendeu a os braços e deixou Error lhe abraçar com calma.— Ah, eu me emociono toda vez que você me abraça irmão.
— Não se acostume — Ronry riu pirraçando o irmão e se afastou deixando Reaper com ele, logo meu amado comprimentos meus amigos e se virou para mim que estava meio encolhido na gente da lojinha.— Amor? Está bem?
—....— Eu não consegui responder o ar me faltava, eu estava sentindo algo estranho, quando me toquei senti algo molhando minhas calças.— H-Hm.
— Hehe— Blue parou de rir quando notou minhas calças ficando molhadas.— Ink, o que, está acontecendo?
— C-Cachorro quente... — Disse o mais alto que poderia, entregando saiu como um sussuro alto e forçado, na mesma hora que ouviu a palavra Error travou, meus amigos estavam confusos, mas Reaper entendeu.
— Ah! Okay! Cachorro quente, um codigo! Geno! Abra um portal lá fora e vamos pro hospital já que não podemos abrir portais aqui!
— Mas como vamos descer com ele?! Ele está dando a luz! — Chorou bluberry desesperado.
— Podemos abrir um portal aqui! — Disse Dream chegando com um segurança que disse que podia enquando puxava até mim uma cadeira de rodas do shopping.— Ink! Senta aí! Error!
— 44@ah! — Ele destravou a força ele parecia estar sentindo muita dor.— C4ch0rr0 quente! — Berrou o código bugando e pegando o telefone.— Cachorro quente! Reaper vá pra minha casa e pegue a bolsa com o nome Miluz que está no quarto!— Ele me segurou pela cadeira.— Por Toby faltando apenas um mês ele decidiu vir antes! Calma amor respire!
Em meio a todo aquele caos e aquela pressão horrível e da dor que eu sentia na minha pélvis eu era o mais calmo do que meu noivo, cunhado e amigos juntos todos iam para lá e pra cá abrindo portais que não iam a um lugar concreto, eu respiro bem fundo e senti minha bacia sendo pressionada pelo bebê que estava tentando sair a força, eu suspirei e fechei meus olhos..."fudeu"... Pensei enquanto escutava a confusão generalizada que eles estavam causando no shopping enquanto meu sangue começava a manchar minha calça além do líquido amniótico.
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