Nightmares Tormentors
1 Welcome to NY
Notas iniciais
– Corey, meu “gatinho”, você não vai me abandonar aqui, né? – Essa daí é a Krysta. Ela é muito esnobe, mimada e patricinha. Essa garota é líder de torcida, morena em pele, seus cabelos são castanhos escuros e seus olhos são verdes.
- Krysta, de qualquer jeito eu iria lhe abandonar, o trato é todo mês uma garota diferente e já passou o prazo de validade com você. – Todos os meses fico com uma garota diferente. Todas elas são apaixonadas por mim, deve ser pelo motivo de eu ser da família mais importante da Europa. Seus olhos começaram a se encher de lágrimas e a Krysta começou a correr. Ela vai ficar bem, falei para mim mesmo.
- E aí, cara? Tudo beleza? Já que você vai se mudar para Nova York hoje, topa uma partida de basquete depois que as aulas acabarem? – Esse daí é o meu “brow” Cody. Ele é rico, mas sua família não é nada importante na Europa. Pelo menos o Cody é um ótimo amigo.
- Vish, cara nem posso. Na boa, vou ter que ajudar a minha mãe e a minha irmã na mudança, por isso vou sair mais cedo das aulas hoje. Deixa pra quando eu voltar. – Fomos para a sala de aula. Quando todas as matérias já haviam terminado, voltei para casa com o meu motorista Bob, arrumei minhas coisas e a minha irmã, coloquei tudo no caminhão de mudança, tomei banho, almocei, entrei no helicóptero com a Debby e a Shelby e fomos à caminho de Nova York. Lembro de ter cochilado e ter acordado quando senti meu corpo pular da cadeira. Havíamos chegado, o helicóptero pousara no telhado de uma mansão. Descemos. Fiquei uns segundos apreciando àquela linda imagem, depois desci e ajudei a despachar as malas e os móveis. Em Nova York estava escurecido e seu clima estava frio. Decidi dar uma volta pela cidade com o motorista só para desfrutar um pouco daquela belíssima cidade. Bob me levou à um restaurante cinco estrelas bem agradável e elegante. Sentamos numa mesa, fazemos o pedido, quando a comida chegou saboreamos. Os garçons eram muitos simpáticos. No canto do restaurante, sentada ao lado de uma janela, com os cabelos voando, uma linda imagem de uma linda menina com cabelos loiros, olhos verdes e alta. Seus cabelos eram lisos e havia uma franja do lado. Na hora que eu iria falar com ela, a garota saira do local. Decidi seguí-la, porém Bob me chamava para voltarmos à mansão. Voltando para a mansão, peguei meu Ipad, e entrei no bate-papo. Droga, a Krysta está on!,sussurrei para mim mesmo.
- Oi, gatinho. Td bom? Sinto tanto a sua falta =( — Digitou ela.
- Olá, Krysta. Estou bem sim, obg ¬¬’ — Sair rapidamente do bate – papo antes que a Krysta falasse mais algo, deitei na cama, virei de lado e fui dormir. Na manhã seguinte era um sábado. O dia estava frio e chuvoso. Me arrumei, tomei a minha refeição do dia, e fui para o Colégio Halls com o Bob para me matricular. Chegando no colégio, fiquei na fila enquanto o motorista iria tomar algo para tirar aquele frio. Na fila da matrícula, encontrei a mesma garota que vira no restaurante. Assim que eu fizesse a matrícula eu falaria com ela, porém o plano não deu certo. Pelo menos ela estuda aqui, segunda-feira ela não me escapa, pensei.
Fui dar uma volta na praça do centro da cidade que por destino, ou meras coincidências, a garota que eu tanto queria conhecer também estava lá, sentada num banco, saboreando um picolé de creme com flocos de menta pelo o que parecia ser. Me direcionei até ela e falei com tom de irônia:
- Saboreando um picolé nesse frio, garota? Você não tem medo de adoecer? – Ela riu e logo em seguida respondeu:
- Esse clima não me impede de saborear coisas geladas, nem me afeta, já estou acostumada. – A garota sorriu delicadamente.
- Compreendo, e pelo visto visto o destino quer nos unir, né? — E mais uma vez ela riu.
- Você deve ser do tipo de garoto que só faz cantadas para conquistar as garotas, não é mesmo? Como se chama?
- Claro que não, eu sou uma boa pessoa. Me chamo Corey Lights, e você?
- Bom... Se diz. Meu nome é Caitlin Stiller. Bem, está bom demais aqui, mas preciso ir. Até mais... Corey. – Caitlin sorriu e foi embora. Seu sorriso era delicado como uma flor e seu riso contagiante como se fosse riso de uma pessoa alegre. Naquele dia ela estava vestida com uma camisa branca, cachecol roxo enrolado em volta do pescoço e a sua toca de frio era roxa. Ela também usava um casaco roxo e branco nas mangas. Bob havia acabado de chegar na praça. Entrei no carro e voltamos para a mansão. Chegando lá, coloquei meu pijama, deitei na cama e dormir, porém antes de dormir, meus pensamentos se voltaram com os da Caitlin
Narração da Caitlin:
Hoje conheci um garoto chamado Corey. Seus cabelos são lisos e ruivo, os cabelos dele são meio espetados. Seus olhos são azuis e ele é alto. Corey é do tipo de garota que fica com todas e tem uma péssima reputação, acho que ele quer é me conquistar e esse garoto está muito enganado! O Corey nem faz meu tipo. No domingo, encontrei ele no mesmo clube que eu. Me aproximei dele, e falei:
- Não cansa de me seguir, garoto?
- Até canso, mas não é culpa minha se o destino quer nos unir. – Falou ele sorrindo sarcásticamente.
- Acredita mesmo nessa bobagem de destino? – Debochei.
- Claro que acredito. Você aqui, eu aqui... – A cada palavra formada o Corey se aproximava mais de mim. Não entendi o que ele queria com aquilo.
- Ei, o que você pensa que está fazendo? – Perguntei se desviando dele.
- Na... Nada. – Respondeu ele sem palavras para usar.
- Não parece. Bom, já vou. Não quero ficar no mesmo lugar que você. – Voltei para casa, entrei no meu quarto, deitei na minha cama e comecei a pensar nele com um sorriso bobo no rosto. Mas o Corey era tão... Atraente! Droga Caitlin! Pare de pensar nele e tire esse sorriso bobo no rosto!
- Caitlin, o almoço está pronto! – Minha irmã me chamava.
- Já estou indo, frie! – Minha irmã se chama Frienny, mas todos chamam ela de Frie. Na hora da refeição, meus pensamentos estavam direcionados à Corey. Frie percebeu e logo em seguida falou rindo:
- Caitlin? Terra chamando Caitlin! – Minha irmã era dois anos mais nova que eu, ela tinha 19 anos e eu 17. – Onde você estava com os pensamentos? Pensando em algum menino, não é? Quem é ele? — Não tive alternativa a não ser negar para mim mesma que não estava pensando nele.
- Ninguém, irmã. Por quê as interrogações? Eu não sou mais criança, tá?
- Não sei... Talvez você tenha conhecido algum menino no clube. Faz tempo que você não fica assim, toda fora da Terra. – Sem ter o que falar, me levantei da mesa, fui ao meu quarto, peguei meu Ipad, o liguei, entrei no bate- papo e fiquei conversando com a minha melhor amiga Lindsey.
- Então esse tal de Corey tentou lhe dar um beijo? Que inconveniência!
– Não foi bem assim... Amanhã vou ver ele novamente, o Corey estuda no Colégio Halls também. Vi ele na fila da matrícula, que revés! – Lá no fundo do meu coração, essa ideia de ver ele todos os dias me satisfazia. Desliguei tudo, deitei na minha cama, pensei novamente no Corey, e fui dormir.
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