Nightmares Tormentors

2 Capítulo 2 - The mysterious diary


Notas iniciais
Mais um capítulo disponível.

Na segunda- feira, o clima não estava tão frio como no dia anterior. Naquele dia era Halloween, a época mais temerosa do ano. Me arrumei, fiz minha refeição do dia, e fui ao colégio com a minha bicicleta. No meio do caminho, passei por uma mansão que me dava calafrios e dentro dela, havia uma imagem de um garoto saindo com uma mochila e atrás dele um homem, era ele, o Corey. Pedalei rápido para que ele não pudesse me alcançar, ou me ver. Chegando no colégio, acorrentei minha bicicleta e fui para a classe. Era aula de história, o professor não havia chegado. Sentei perto da Lindsey e conversei com ela até o professor chegar, quando chegou ele deu aula. Na hora da aula, eu estava avoada e nem percebi o professor apresentar o novato. — Bem alunos, esse aqui é o novo aluno, Corey. – Vi a Lindsey contemplar o novato sem saber o por quê. — Lindsey, por que... – Olhei para frente e vi o novato me olhando com um sorriso contemplador no rosto. Eu não acredito, sussurrei incrédula. Olhei para os lados e observei todas as outras garotas ficarem com a mesma expressão da Lindsey. Ai não, sério mesmo?, sussurrei novamente para mim mesma. — Aluno Corey, sente-se onde desejar. – O Corey sentou atrás de mim e falou: — Surpresa! Achou mesmo que iria se livrar fácil de mim? — Eu não acredito que você estar na mesma classe que eu! — É o destino, eu disse. – Comecei a debochar. — Destino? Isso nem existe! — Por que não acredita? — E eu devia acreditar?

Narração do Corey:

Caitlin se virou para frente e ficou prestando atenção na aula. Quando todas as aulas acabaram, voltei para a mansão com o Bob. Na mansão havia uma pequena porta escondida debaixo da escada que dá acesso aos quartos. Abri a porta por curiosidade, e era um porão velho e abandonado. Entrei naquele lugar obscuro e repulsivo aos poucos. De repente, um diário velho e empoeirado surgia diante da minha vista. Assoprei-o para tirar a poeira, abri e reparei que não havia nenhuma palavra, ou seja, todas as suas folhas estavam em branco. Mas quem iria deixar um diário abandonado em um porão?, pensei um pouco confuso. Sair do porão e minha irmã estava na minha frente com uma expressão meiga. — Corey, me leva para pedir doces? – Perguntou ela. Shelby tinha apenas 8 anos de idade e era idêntica a mim. Como negar um pedido de uma criança como ela? — Claro, Shelby. Vá se trocar para irmos. – Minha irmã se trocou rápido, a sua fantasia era de bruxa. – Que garotinha linda! – Peguei – a no colo e beijei seu rosto carinhosamente. — vamos! Temos muitas casas para ir! – A Shelby estava muito empolgada. Fomos em cada residência pedir doces ou travessuras. A quinta casa era justamente da Caitlin. Shelby tocou a campainha, Caitlin abriu e minha irmã perguntou: — Doces ou travessuras? – A Caitlin olhou ela, pegou um saco de doces e a entregou sorrindo. Falei com tom de ironia: — Será que eu poderia ganhar doces também? Ou vai preferir travessuras? — Nossa, Corey, que engraçado. Foi tão engraçado que até esqueci de rir. – Minha irmã riu e parou logo em seguida que viu minha expressão. — Podemos pelo menos entrar? – Perguntei envergonhado. Caitlin olhou para a Shelby e depois para mim, e respondeu: — Claro, entrem. – Entramos e sentamos em um sofá. Minha irmã pegava cada doce que saboreava. – Querem água? – Perguntou Caitlin sendo educada e indo em direção à cozinha. — Já que você estar indo, quero sim. – Quando ela voltou da cozinha, ficamos conversando por muito tempo. Minha irmã já havia voltado para a Mansão. Já estava de noite e eu havia desistido de conquistar a Caitlin como todas as outras garotas, pois percebi que ela era diferente. Caitlin contou algo que me fez mudar totalmente de conquistá-la: — Sabe, eu moro aqui em Nova York com a minha irmã mais velha Frie faz anos. Desde pequenas. — O que houve com os seus pais? – Perguntei olhando no fundo dos seus olhos. — Eles partiram. Em uma tragédia de cruzeiro, nossos pais foram passar uma semana para se divertirem nesse cruzeiro e... Nunca mais voltaram. O pior é que nesse dia eu havia brigado com eles e nem me despedi deles. Foi horrível a briga, naquele dia eu estava com vontade de sair de casa e nunca mais voltar. Se pudéssemos voltar no tempo, eu jamais teria discutido com eles e me despederia. – Seus olhos ficaram cheios d’água, e ela ancorou a sua cabeça. — Quando foi que vocês discutiram e aconteceu isso? — Faz um tempo. Eu tinha 14 anos de idade e minha irmã 16. – A Caitlin deixou suas lágrimas fluírem. Me aproximei dela, coloquei-a no meu colo e a consolei. Depois de um tempo consolando-a. quando ela já estava mais calma, contei sobre o porão abandonado e sobre o diário misterioso encontrado dentro dele. Caitlin pareceu amedrontada. Voltamos para a minha residência, entramos no porão e abrimos o diário onde suas páginas estavam todas em brancas. — Esse diário é o mesmo que a minha irmã utilizava. Já moramos aqui e todos os pesadelos que ela tinha, minha irmã escrevia nele e todos os pesadelos acabavam acontecendo. — Para com isso, que bobabem! Isso parece até um filme de terror ou um mito. Você não me assusta com isso, só porquê é halloween. — Não acredita em mim? Então se pergunte o por quê desse diário estar todo em branco se a minha irmã já escreveu nele e se você decidir escrever nele, não diga que eu avisei. – Caitlin saiu depressa daquele lugar, só não entendi o motivo daquela pressa. Fiquei observando o diário que me parecia muito misterioso. Depois de um tempo sair do porão levando junto comigo o diário, fui para o meu quarto, coloquei-o ao lado da cama e fui dormir. Naquela noite tive meu primeiro pesadelo naquela mansão. Fazia tempo que não tinha pesadelos, mas esse era estranho e assustador.

Notas finais
E agora? Qual será esse pesadelo estranho e assustador que o Corey teve? Mereço reviews? Continuo? Há algum erro ortográfico?