Nightmares Tormentors
3 The Attack
Notas iniciais
Na terça-feira após acordar, peguei o diário que estava ao lado da minha cama e comecei a escrever o meu pesadelo só para testar se era mito da Caitlin ou verdade.
Querido diário misterioso,
Essa é a primeira vez que escrevo em um diário e eu não sou tão bom em escrever em um diário. Aqui nessa mansão tive meu primeiro pesadelo estranho e assustador. Nessa noite, sonhei que acordara em um cemitério no dia do halloween. Nesse cemitério, alguma criatura estranha surgira diante dos meus olho. Essas criaturas me seguiram até a casa da Caitlin. Se esse pesadelo acontecer que é impossível, passarei a acreditar nesse mito. Após escrever, fechei o diário, guardei na gaveta ao lado da cama, fui me arrumar e fiz minha refeição e depois, fui para a casa da Caitlin. Chegando lá, toquei a campainha e esperei ela abrir. Quando a Caitlin abriu, ela ainda estava de pijama.
— Ainda de pijama? – Perguntei com um sorriso no rosto.
— Claro que sim! Ainda são... – A garota olhou o meu relógio e falou expontaneamente :
— Ai meu Deus! Já são 7h! – Caitlin bateu a porta sem ao menos me deixar entrar e demorou mais ou menos 15 minutos para retornar. As aulas começam as 8h15min.
— Demorou 15 minutos para você se arrumar e já está linda! Fiquei admirado.
— Deixa disso, Corey. Ainda falta arrumar meu cabelo. Entre, só vou finalizar e já venho falar com você. – Entrei na residência da Caitlin, sentei no mesmo sofá que sentei no dia anterior e a esperei finalizar tudo. Naquele dia, a temperatura estava quente e o dia ensolarado. Vi uma imagem saindo de um dos quartos e pensei ser a irmã da Caitlin. A jovem – adulta veio em minha direção, se aproximou de mim, e perguntou:
— Você é namorado da minha irmã? – Ri e logo em seguida respondi:
— Não, só somos apenas amigos. – Sorri.
— Ah, certo. E seu nome é...?
— Corey, Corey Light. – A jovem sorriu para mim.
— Me chamo Frienny, mas pode me chamar de só de Frie. Quer suco de laranja?
— Seu nome é lindo! Se não for incomodo, quero sim. – Frie sorriu, foi em direção da cozinha, demorou uns 5 minutos e voltou com um copo de suco de laranja e o me entregou. Fiquei saboreando aquele suco que estava uma delícia. Olhei a hora e vi que já eram 7h30min.
— Sua irmã demora tanto assim? — A Frie se pô a rir e respondeu logo em seguida:
— Só de vez em quando. – A Caitlin saiu de um dos quartos que deveria ser o dela com os cabelos encaracolados nas pontas e toda a parte de cima lisa com uma mecha azul. Sua irmã olhou para ela admirada e perguntou:
— Irmã, fez babyliss? Você está linda!
— Fiz sim! Obrigada, Frie.
— Acho que eu sei o motivo do babyliss. – Frie olhou para mim e piscou. A Caitlin ficou calada apenas me olhou e sorriu.
— Corey, você não devia estar no Colégio Halls? Veio por quê? – Seu tom era duvidoso.
— Vim porque tive um pesadelo estranho e assustador e tenho pressentimentos que o pesadelo vai acontecer.
— Seu idiota! Escreveu no diário, não é? – Grunhiu ela vindo para cima de mim revoltada. Sua irmã estava observando tudo em silêncio e dando uns risinhos.
— Só achei que o que você falou fosse mito! Calma, Caitlin! Eu nunca imaginei que pudesse ser realmente verdade!
— Então você duvidou de mim, é isso? – Corey, sai daqui agora! E nada de mas! – Caitlin me empurrou até fora da sua casa e bateu a porta com toda a sua raiva. E lá eu estava, expulso da residência da pessoa que eu havia me apaixonado. Decidi ir ao colégio um pouco chateado com aquela situação. Chegando no Colégio Halls, as aulas foram normais. As aulas aconteciam e nada da Caitlin chegar, ela havia faltado. É tudo minha culpa. Pensei. Na última aula, houve um passeio para visitar o cemitério da cidade para vermos a decoração e saber um pouco dos mitos que haviam naquele cemitério na época de halloween. No cemitério, todos estavam unidos para que ninguém se perdesse. Parei para descançar e aproveitei e amarrei o cadarço do meu tênis. Quando olhei para frente, não havia ninguém, todos haviam ido embora e eu havia me perdido do grupo. Estava começando a pensar que o meu pesadelo estava prestes a acontecer. O dia foi escurecendo e alucinações tomaram conta da minha mente. Um vulto estranho surgira rápido diante dos meus olhos. Não deve ser nada. Pensei. O mesmo vulto passou novamente diante da minha vista. Deve ser só a minha alucinação. Pensei novamente. E mais uma vez o vulto passou por mim. Na terceira vez que o vulto passou por mim, uma imagem estranha me observava atrás de uma árvore do cemitério. O meu pesadelo estava prestes a acontecer eu pressentia isso. A Coisa estranha pulara até a minha vista, comecei a correr como nunca corri antes. A Coisa me perseguia igual ao meu pesadelo. Não pensei duas vezes e corri para a casa da Caitlin para se livrar daquilo mesmo ela estando revoltada comigo. Toquei a campainha várias vezes assustado e quem abriu a porta foi a própria caitlin assustada e pálida.
— A Coisa veio aqui em casa lhe procurando, ela repetia seu nome várias vezes e me ameaçou de sequestrar a Frie. Estou com medo, Corey. – Falou ela abrindo seus braços para me abraçar. Abracei –a forte e falei:
— Não se preocupe, eu não escreverei naquele diário novamente, eu prometo.
— Não é o suficiente,depois de escrever pela primeira vez, todos os seus pesalos acontecerão, mesmo você não escrevendo mais.
— Então, como vou me livrar dos pesadelos?
— Se mudando de residência. Fale com a sua mãe sobre isso e se mude que é o único jeito. — Aquelas palavras deram um “nó” em minha garganta.
— Minha mãe jamais acreditaria nessa história. Ela acharia tudo isso uma mentira de halloween e meu pai?, bem ele morreu.
— Ele morreu? Você tinha quantos anos? Eu... Sinto muito. – Caitlin se aproximou de mim e me abraçou um pouco forte.
— Ele morreu há cinco anos atrás e ninguém sabe o motivo. Ele foi encontrado morto logo após ter desaparecido misteriosamente.
— Agora está ficando mais claro para mim, você tem o destino que será difícil os pesadelos pararem, talvez você não sairá da sua residência até esse mistério ser resolvido.
— Mistério... Essa palavra ultimamente está na minha mente.
— Corey, descubra esse mistério se não quiser morrer. – Depois das últimas palavras, um medo dominou meu corpo inteiro.
— E agora? O que faremos? – Perguntei com um tom de medo.
— Vamos ficar aqui hoje. – Respondeu Caitlin com tom de confiança.
— Você ficou louca? Eu preciso voltar para a mansão! Minha mãe ficará preocupada!
— Certo, se quiser morrer vá! Só não diga depois que avisei! – Sua voz estava preocupante e chorosa. Seus olhos começaram a se encher de lágrimas.
— Calma, eu não voltarei. Posso ligar pra lá? Só pra avisar que ficarei aqui hoje. – Sem responder, ela pegou o telefone da sua residência e o me entregou. Tentei ligar várias vezes, mas sempre dava caixa de mensagens. Resolvi deixar uma mensagem no correio de voz.
— Alô, mãe? Só liguei para avisar que estou bem e que hoje passarei a noite na casa da Caitlin.
Ficamos sentados em sofáres diferentes e sem nos falar, pois a Caitlin não queria saber de mim. Quando deu 15h, sua irmã finalmente acordara, ela já estava arrumada. – Ela olhou para mim com uma expressão de dúvidas e perguntou:
— Corey, você aqui nessa hora? Faz quanto tempo que você estar aqui?
— Faz um tempo, temos que ficar trancados aqui.
— Por que? – A Caitlin se pôs a responder.
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