Never It's Late.

39 Nunca é tarde para superar.


Notas iniciais
Eeei, meus amores! Retornei, finalmente, hein?! Perdoem-me por ficar sem postar, mas acontece que minha inspiração anda terrível, por mais que eu esteja de férias, nada de ajudar-me com a escrita, afinal, do que adianta estar descansada e não ter inspiração, não é?! Eu tentei durante a semana toda escrever e tive ajuda de uma leitora maravilhosa, mas ainda não foi o suficiente para postar antes. Consegui terminar hoje e venho postar para vocês, espero muito que gostem desse capítulo, eu verdadeiramente amei escrevê-lo. Ah, eu os deixarei sob aviso, que como eu disse, minha inspiração não anda ajudando, então talvez eu poste uma semana sim e outra não, para ver se ajuda. Enjoy ;) ~~02/12/17~~

Nunca é tarde para superar.

Pov Bella.

Soltei um suspiro baixinho e sorri de olhos fechados, firmando meus braços em volta do pescoço de Edward, enquanto embalávamos-nos com a música calma que preenchia o ambiente totalmente decorado. Assim como foi realizado a cerimônia, o outro lado do parque foi reservado para realizarmos uma pequena festa, onde cortamos o bolo, dançamos a primeira valsa dos noivos e agora encontrávamos calmos com a música que soava.

Eu ainda não sabia o que pensar diante de tudo isso, para ser bem sincera. Durante toda a cerimônia, ou quando nossos familiares nos cumprimentaram após sermos finalmente declarados como marido e mulher, eu ainda parecia estar em uma nuvem de anestesia, porque não sabia como raciocinar com tudo o que tinha acontecido. Claro, eu não poderia estar mais feliz do que estou, tanto que meus sentimentos não deixam-me ficar sem sorrir. A alegria e a euforia preenchem-me de uma forma inexplicável, fazendo com que eu sinta todas as coisas boas ao mesmo tempo. Não consigo pensar no que está acontecendo, talvez por estar anestesiada com todos os sentimentos perfeitos que estão em mim a todo momento, porém consigo chegar a um resultado totalmente positivo, afinal eu estou casada com o homem da minha vida.

Edward deu-me tudo. Poderia soar clichê ou qualquer outra coisa dos contos de fadas, mas o que eu posso fazer se eu realmente sinto que vivo em um? Tudo bem, coisas terríveis aconteceram conosco, entretanto nada disso abalou-nos totalmente, caso contrário não estaríamos aqui e agora, comemorando mais uma vitória em nossas vidas. Eu posso ser uma romântica boba, como fui durante toda a minha vida, e continuo sendo ainda mais agora, após passar por todas as provas de amor que são conhecidas, mas eu não desistiria de nada do que aconteceu, sendo algo bom ou ruim. Edward entrou em minha vida no momento certo, exatamente quando eu começava a repensar na história de seguir em frente e lutar pelo o que eu queria, afinal eu perguntava-me, como eu faria isso sozinha e sendo que ninguém amaria uma pessoa como eu? Eu começava a destruir-me por dentro, da mesma forma que Amber, a única pessoa do orfanato que acreditou em mim, disse-me uma vez. Eu estava negando-me a acreditar em minha vida, ao menos começando, e então Edward surgiu naquela loja, quebrando qualquer barreira que pudesse existir dentro de mim.

— Está tudo bem, querida? – Senti as mãos grandes queimarem em minhas costas, conforme ele massageava minha coluna. Abri meus olhos, piscando várias vezes para retornar à realidade. – Está quieta há algum tempo. – A voz rouca soou novamente e eu sorri, dando um beijo em seu peito coberto pelo fraque absurdamente bonito. Afastei-me para conseguir olhar em seu rosto, encontrando-o com aquele sorriso sexy.

— Estava apenas absorta em alguns pensamentos. – Dei de ombros, inclinando-me para dar-lhe um beijo em seu maxilar. – O que eu posso fazer se meu marido faz de tudo para fazer-me feliz, e surpreende-me da melhor maneira possível? – Retruquei-o, arqueando uma sobrancelha, fazendo-o soltar uma risada baixa. – Marido. – Experimentei a palavra em minha boca outra vez, mordendo meu lábio inferior, para em seguida sorrir e olhar novamente nos olhos de Edward. – Gosto da maneira que soa. – Subi minhas mãos de seu pescoço até os fios da nuca, massageando seu cabelo.

— Entendo perfeitamente isso. – Ele abaixou-se o suficiente para encontrar a minha boca, mordiscando meu lábio inferior e chupando o superior em seguida. Segurei o forte suspiro que queria deixar escapar e olhei-o sob os cílios, vendo-o sorrir novamente. – Ainda não tive a oportunidade de ressaltar o quão linda você está. – Piscou em minha direção, apoiando suas mãos com mais firmeza em minha cintura, uma em que lado de meu quadril. – Parecia um sonho vê-la caminhar naquele corredor, diretamente em minha direção, para tornar-se oficialmente minha. – Sorri e Edward encostou sua testa na minha, olhando diretamente em meus olhos. – Você está perfeita. – Sussurrou contra meus lábios e senti sua mão mover-se, parando em cima de minha barriga. – Sempre foi, devo lembra-la, porém eu vejo uma beleza a mais cada vez que vejo a protuberância em seu estômago ou a sinto. – Deu-me um beijo na bochecha, pressionando minha barriga. – Eu te amo demais, Sra. Cullen. Talvez minhas palavras não sejam o suficiente para expressar tudo o que eu sinto por você, entretanto sempre tenha em mente que você é a mulher da minha vida e uma das pessoas mais importantes da minha vida. – Pisquei meus olhos rapidamente, tentando afugentar as lágrimas que estavam começando a formar-se, olhando diretamente nas orbes esverdeadas, notando toda a verdade sobre seus sentimentos. Sorri emocionada e Edward espelhou-me, tirando a mão que estava em minha cintura, levando-a até meu rosto, tocando em minha bochecha com toda a delicadeza que podia. – Amo você. – Sussurrou outra vez.

— Assim como eu te amo. – Fiquei na ponta dos pés, fazendo com que Edward ficasse ereto novamente, ainda olhando em meus olhos. – Você não sabe o quanto eu te amo, Edward. Você é o homem da minha vida.— Toquei seus lábios com os meus, não resistindo mais àquela distância que tínhamos um do outro.

Todo os sentimentos explodiram com mais intensidade assim que nossos lábios tocaram-se. Eu amava demais Edward, tanto que eu temia o que poderia vir no futuro, afinal nós não temos controle do tempo e nem de como nossos destinos acontecerão. Às vezes, sinto-me tão feliz e amada que tenho receio do que aconteceria, não deveria pensar em coisas assim, mas torna-se inevitável quando sua vida muda de uma hora para a outra, como se girasse em 360º. Eu nunca poderia perder Edward ou tudo o que construímos, isso acabaria comigo. Eu amo demais o que vivemos, e é por isso que tenho um medo absurdo do futuro, porque tudo é tão incerto, nunca sabemos o que o dia de amanhã nos reserva.

— O que foi, Bella? – Edward separou-se de mim, tocando meu rosto rapidamente. Ofeguei em busca de ar e abri meus olhos, vendo a forma que Edward olhava-me. – Você estava beijando-me com tanto desespero, parecia sentir medo diante de alguma coisa. – Engoliu em seco e tocou meu rosto. – E também derramou uma lágrima. – Seus olhos olhavam-me intensamente, tentando decifrar o que eu pensava ou o que eu estava sentindo.

— Eu... eu... – Engoli em seco outra vez, puxando o ar lentamente para meus pulmões. – Só... tenho medo. – Confessei, movendo minhas mãos para seus ombros, apertando-os sobre o fraque.

— De quê? – Ele olhou-me mais confuso e eu ergui uma mão até seu rosto, tocando seu queixo que possuía uma barba rala.

— Do futuro. – Respondi, conforme respirava fundo. – Já tivemos provas o suficiente que nada pode ser sempre perfeito. E agora estamos vivendo alguma maravilhosamente perfeito, há algum tempo para falar a verdade. Eu só... acho que tive cotas o suficiente de dor, e de como tudo muda quando as coisas parecem ir perfeitamente bem. Acho que isso dá-me medo do que pode acontecer daqui um dia, uma semana, um mês ou até um ano. Eu só temo. – Olhei-o com lágrimas nos olhos, vendo minha vista embaçar por causa disso. Edward suspirou longamente e aproximou-se, dando-me um demorado beijo na boca, para em seguida encostar sua testa na minha.

— Consigo entender seu medo. – Respirei profundamente, fungando baixinho. – Assim como você, eu também temo o que pode vir a acontecer, afinal tudo é incerto, não é mesmo? – Assenti devagar e Edward aproximou-se mais de mim, segurando meu rosto com suas duas mãos. – Uma vez eu lhe disse que apesar de eu parecer confiante diante de tudo, também tenho meus medos e receios. O medo do desconhecido sempre estará em nós, porque é a nossa natureza, ter medo do que está por vir. — Disse-me as exatas palavras que falou quando eu confessei-lhe pela primeira vez que tinha medo do futuro, assim que descobrimos sobre minha gravidez. – Sim, eu lembro-me quando contou que estava com medo pela primeira vez. – Sorriu para mim e eu suspirei, sentindo uma lágrima deslizar rapidamente por meu rosto. – Eu entendo perfeitamente isso, Bella, não vou negar que também sinto isso as vezes, no entanto eu sei que devemos viver o agora, nada adiantará se ficarmos remoendo o que poderá acontecer em seguida. – Ele ergueu meu rosto, obrigando-me a fixar meus olhos nele. – Deixe para pensar no futuro quando ele chegar, por enquanto foque no presente, aqui e agora. – Sorriu para mim, dando-me um selinho. – Pense em nossos filhos, familiares e em mim.

— Obrigada. – Enlacei meus braços em seu pescoço. – Talvez sejam os hormônios começando a brigar comigo. – Soltei uma risada, exatamente quando outra lágrima caiu. – Eu compreendo o que quer dizer-me e agradeço por sempre estar sendo compreensível, dizendo as melhores coisas nos momentos certos.

— Você não tem que me agradecer por isso. – Piscou, fazendo-me sorrir. – Eu tenho uma coisa para você.

— Mais? – Levantei uma sobrancelha e ele sorriu para mim, deixando um beijo em minha testa. Edward afastou-se, começando e mexer em seu fraque internamente, buscando por algo. – Edward, você deu-me todo o mundo, o que mais quer deixar comigo?

— Eu fico feliz por fazê-la feliz, Bella. – Tirou algo de seu fraque, fazendo-me franzir o cenho ao encontrar uma caixinha de veludo preta em sua mão. – Talvez eu tenha sido precipitado ao realizar todo o casamento surpreso, e quem sabe você ficaria mais satisfeita se participasse de todos os preparativos. Acontece que, Bella, eu não sou conhecido por ser um homem paciente e eu já não via a hora de formalizar tudo o que estava acontecendo entre nós dois. – Edward pegou em minha mão com a aliança e levou-a até sua boca, depositando um beijo em meu dedo anelar. – Nós já morávamos juntos e já estávamos construindo uma família incrível, tudo o que faltava era colocar isso no papel. Eu já esperei demais somente por precisar realizar tudo com o máximo de cuidado e da forma mais perfeita possível, então não aguentaria se demorasse ainda mais que isso. – Funguei e olhei em seu rosto, vendo-o sorrir perfeitamente para mim. – Tudo aconteceu depressa entre nós, entretanto se fosse em outros tempos ou se nós dois fôssemos pessoas diferentes e com passados menos remotos, eu iria namorá-la calmamente. Logo descobriríamos a paixão e o amor inexplicável que está em nós, e então eu não conseguiria deter-me apenas no namoro. – Franzi meus lábios, sentindo algumas lágrimas começarem a queimar em meus olhos, quando as orbes esverdeadas encaram-me brilhantes, com lágrimas transparecendo. – Se tudo fosse de outra forma, eu primeiro pediria a permissão a alguém responsável por você e então pegaria em sua mão, daria um beijo e ficaria de joelhos em sua frente. – Edward realizou todos os passos citados, ajoelhando-se e segurando firmemente em minha mão, olhando a todo instante em meus olhos. Senti nossos familiares aproximarem-se de nós e soltei um sorriso com lágrimas caindo, sem conseguir tirar meus olhos do meu marido ajoelhado diante de mim. – Dessa forma, eu citaria o quanto eu te amo e que nada da minha vida valeria sem você. – Sussurrou, seus olhos lacrimejados. – Ressaltaria a mulher incrível que você e o quanto é importante para mim. Diria, mais uma vez, que você é a mulher da minha vida e que eu te amo com todo o meu coração. Em seguida, abriria essa caixinha. – A caixa de veludo foi aberta e eu arregalei meus olhos ao ver o bonito anel presente ali, decorado com bonitas pedras em volta de um coração, que tinha em seu centro uma linda pedra azul. – E então eu pediria: Aceita ser minha para toda a vida? Case-se comigo. – Sussurrou e sorri emocionada, encarando a lágrima deslizando em seu rosto perfeito.

Olhei fixamente para o amor da minha vida e sem importar-me com qualquer coisa, ajoelhei-me com ele, ficando praticamente de sua altura enquanto eu olhava em seus bonitos olhos brilhantes.

— Eu digo mais uma vez que não importo-me de você ter feito tudo isso escondido, tendo ajuda apenas de Rose e Alice. – Olhei para ambas, vendo-as sorrir para mim. – Seria ótimo participar de tudo, porém eu sei que acabaria estressando-me demais e ficaria brava muito rápido, meus hormônios oscilam a cada segundo. – Ri baixinho e com a mão vazia toquei em seu rosto, soltando um suspiro baixinho. – Eu te amo demais, Edward, e não tem como o dia de hoje ter sido mais perfeito. Adoro a forma que você faz-me feliz e fico ainda mais contente por sempre pensar em mim. E, se as coisas tivessem acontecido de alguma forma diferente, eu faria a mesma coisa que agora. Ficaria de joelhos com você, sorriria com toda a emoção que estou sentindo, diria que amo você mais do que qualquer coisa em minha vida e diria sim. – Sorri em sua direção, fungando baixinho. – Não teria outra resposta diante de tal pergunta, amor. Você é tudo o que eu quero. – Edward sorriu radiante e beijou-me delicadamente, pegando com cuidado em minha mão que estava na sua, fazendo com que eu esticasse meus dedos.

— É de safira. – Disse-me, segurando o anel com cuidado, deslizando-o em meu dedo anelar, juntamente com minha aliança. – Eu tenho a cor azul como a minha preferida. – Comentou, suspirando. – E você é a mulher que eu amo. – Seus olhos ergueram-se novamente para os meus. – Eu juntei o útil ao agradável ao mandar fazer esse anel. – Joguei-me contra ele, apertando-o contra mim e sentindo seus braços fortes circularam-me.

— Vocês são as pessoas mais românticas que eu conheço. – Ouvi a voz emocionada de Lilian soar e deitei minha cabeça no ombro de Edward, olhando de relance para ela, sorrindo em sua direção.

— Meus pais são os mais perfeitos! – Duas vozes soaram ao mesmo tempo e eu arregalei meus olhos, afastando-me apressadamente de Edward, olhando para o lado direito, encontrando Chloe e Andrew juntos. A ruiva sorria, porém quando encontrou meu olhar, seus olhos arregalaram-se de repente e sua boca abriu-se em um ‘O’ perfeito, como se estivesse dando-se conta do que acabara de nos dizer.

— Bella, Edwald, eu... eu... – Ela torceu suas mãos unidas, respirando fundo enquanto olhava para seus próprios pés. Engoli em seco e olhei de relance para meu marido, vendo-o sorrir emocionado, deixando mais lágrimas caírem em seu rosto. Toquei-o e limpei as manchas, respirando profundamente enquanto sentia meu peito apertar-se, conforme as batidas de meu coração estavam tornando-se erráticas. — ... não queria dizer isso. – Meus olhos voltaram-se para a ruiva. – Sei que só o bebê da barriga da Bella e Andrew podem chamar vocês assim, mas é que... talvez eu já os ame dessa forma. – Ela ergueu os bonitos olhos verdes, fazendo-me notar as lágrimas ali. – Desculpe.

— Você não precisa pedir desculpas. – Sussurrei e estiquei meus braços para ela, fungando. – Vem cá, querida. – Ela saiu do braço de Andrew que a circulava, como se estivesse dando-lhe apoio, caminhando lentamente até onde Edward e eu ainda estávamos ajoelhados. – Não precisa pedir desculpas. – Avisei, quando a mesma parou em nossa frente. Levei minha mão direita até seu rosto, tirando as lágrimas que estavam caindo por ali. – Você pode nos chamar assim quando e quantas vezes quiser, Chloe, já a amamos da mesma maneira. Edward e eu não conseguimos mais imaginar nossas vidas sem você conosco. – Sorri para ela, segurando seu rosto com minhas duas mãos. – Andrew já a admira como uma irmã, eu ensinarei meu bebê a admirá-la da mesma forma. – Toquei minha barriga, vendo-a descer seus olhos para o local e sorrir. – Você faz parte da família Cullen, querida, e isso não vai mais mudar. Nós batalharemos para tê-la sempre ao nosso lado, filha. — Os bonitos olhos encararam-me emocionados. – Eu te amo muito.

— E eu faço das palavras de Bella as minhas. – Edward falou, fungando e tocando os cachos ruivos de Chloe. – Sei todo o desespero que passou, Chloe, mas nada disso voltará a acontecer. Você nos tem por perto a todo momento e nunca iremos abandoná-la. – Meu marido sorriu para ela. – E chame-me de pai a hora que quiser, porque eu também te amo como uma filha e jamais abriria mão de chama-la dessa forma.

A pequena jogou-se contra nós e sorri, sentindo Edward abraçar-nos ao mesmo tempo. Olhei para trás de Chloe e pisquei um olho para Andrew, vendo-o sorrir animado e correr até nós, fazendo-nos formar o nosso abraço quádruplo. Meu sorriso aumentou quando pude circular meu braço ao redor de meus pequenos e Edward apertou-nos contra ele. Fechei meus olhos ao aconchegar-me naquele abraço perfeito e pressionei minha mão com mais força em meu estômago, desejando que meu bebê viesse com todo esse amor que nossa família possuía.

[...]

— Edward! – Soltei um gritinho, rindo quando ele puxou-me rapidamente para o elevador de nosso prédio. – Você parece muito apressadinho. – Bati em seu ombro, ouvindo as portas da caixa de metal fecharem-se.

— Eu sempre sou apressado quando o assunto envolve você. – Piscou, rodando-me e imprensando-me na parede do elevador, fazendo-me ofegar ao encarar os olhos luxuriantes. – Peço desculpas mais uma vez por não conseguir viajar com você em nossa lua de mel. – Encostou sua testa na minha. – Infelizmente, não podemos sair da cidade enquanto os papéis da adoção de Chloe estiverem saindo, sem contar que um assistente social pode vir a qualquer momento. – Deu de ombros e meus olhos arregalaram-se quando sua frase fez sentindo em minha mente. Edward sorriu brilhantemente, entendendo a pergunta muda em meu olhar. – Sim, Jenks ligou-me hoje e disse que nosso pedido para adotá-la foi aceito.

— Oh, meu Deus! – Pulei em seu colo, abraçando-o apertado e ouvindo-o rir contra meu pescoço. – Isso é maravilhoso, Edward! – Ofeguei impressionada, ganhando um beijo em minha pele. – Não teremos nenhum tipo de problema, não é?

— Não. Encontraram evidências terríveis sobre o pai verdadeiro dela, e é questão de horas para a polícia encontra-lo e leva-lo preso, assim como a noiva que parece ser cúmplice. – Edward afastou-se para olhar-me nos olhos. – Ela será oficialmente nossa em poucas semanas. – Tocou meu rosto e eu sorri maravilhada para ele, suspirando alto.

— Você é incrível. – Ele sorriu para mim e eu aproximei-me, beijando-o fervorosamente, apertando meu corpo contra o seu. – Eu te amo. – Afastei nossos lábios, sussurrando mais uma vez essas três palavras. Talvez elas não fossem o suficiente para expressar tudo o que eu sentia por Edward, então eu as diria quantas vezes necessário.

Edward olhou-me nos olhos por alguns segundos, demonstrando-me toda a intensidade de seus sentimentos por mim. Suspiramos ao mesmo tempo e logo em seguida sua boca estava na minha novamente, conforme ele apertava-me contra a parede fria do elevador e tocava-me com suas mãos quentes, explorando cada parte de meu corpo.

Toquei seu peito, beijando-o com toda a fome que eu estava sentindo dele nesse momento. Fazia alguns dias que não estávamos ficando juntos, como eu tinha dito, meus hormônios estão uma loucura, e apesar deles deixaram-me excitada demais, querendo sempre o toque de Edward em meu corpo, nos últimos dias eu ficava muito enjoada com o cheiro pós sexo que sempre ficava em nosso quarto. A última vez, há alguns dias, eu quase vomitei sobre o Edward e jurei não ficar com ele até aquele enjoo ridículo passar. Era difícil, afinal eu podia ver o desejo em seus olhos e eu mesma o desejava muito, entretanto não tinha condições de ir para cama com ele naquele estado.

— Está tudo bem? – Perguntou ofegante. Abri meus olhos e mais uma vez encontrei toda a luxúria presente ali, convidando-me para pecar com ele, o que não seria sacrifício algum.

— Mais do que bem. – Segurei-me em seus ombros e beijei seu pescoço, mordiscando sua pele. Ouvi-o grunhir e apertar minha cintura com força, puxando o meu corpo para mais perto do seu. Arfei contra sua pele e chupei-a com mais força.

— Merda, Bella. – Ofegou.

Antes que fizéssemos qualquer outra coisa, ouvi o barulho do elevador e franzi o cenho, olhando para o painel que piscava. Indicava que não tínhamos inserido a senha da cobertura. Edward resmungou e digitou os números necessários, e em seguida virou-se em minha direção, olhando-me com um sorriso enorme.

— O que foi? – Arqueei uma sobrancelha, vendo-o aproximar-se de mim novamente. Arregalei meus olhos ao sentir suas mãos descerem para trás de meus joelhos e puxarem-me para cima com rapidez e força, fazendo com que eu soltasse um gritinho de surpresa. – Edward! – O adverti e ele riu, segurando-me no estilo noiva, no mesmo instante que as portas do elevador abriram-se, revelando-nos o nosso hall de entrada. – É realmente necessário? – Enrolei meu braço em seu pescoço e ele depositou um beijo em minha testa, caminhando comigo para fora da caixa de metal.

— Eu sou muito tradicional, Sra. Cullen. – Piscou em minha direção, fazendo-me sorrir para ele.

Segurando-me no colo todo o tempo, Edward caminhou em direção das escadas, subindo todo os degraus com cuidado, para levar-nos até o último andar. Olhei para as portas e fomos em rumo ao nosso quarto que estava com sua porta aberta, fazendo-me abrir a boca em choque e olhar rapidamente para meu marido, ganhando apenas um sorriso como resposta. Ele entrou no cômodo e foi até a ponta da cama, colocando-me de pé em seguida, cuidando para eu estar firmada no chão.

Respirei profundamente, olhando cada mínimo detalhe em nosso quarto, vendo todas as pétalas de rosas jogadas pelo chão, assim como na cama. Pelo quarto, as pétalas eram brancas, porém na cama, sobre o lençol branca, eram vermelhas. Suspirei emocionada com a decoração e olhei para Edward, vendo-o olhar-me curiosamente.

— Você é incrível. – Suspirei longamente, caminhando até estar em sua frente, abraçando-o pelo pescoço. – Quando eu penso que não pode surpreender-me mais, você aparece com novas artimanhas. – Pisquei e ele sorriu, circulando-me com seus braços.

— Eu faço o que está em meu alcance. – Deu-me um selinho. – Gostou?

— Amei demais, obrigada pela dedicação, amor. – Soltei um novo suspiro, beijando seu maxilar. Subi meus beijos com cuidado por todo o seu rosto, e por último, tomei sua boca novamente na minha com urgência, ganhando um gemido entre o beijo.

Com uma mão agarrei os fios de cabelo de sua nuca e o beijei com mais vontade, sugando seus lábios nos meus. Meu marido puxou-me com força para perto de seu corpo, pressionando-se contra mim, aumentando a pressão de nosso beijo, conforme suas mãos começavam a passar por mim, tocando-me e fervendo-me com seus toques urgentes.

De repente sua boca saiu da minha e ele começou a espalhar beijos por meu rosto, descendo com seus deliciosos lábios para meu maxilar e em seguida pescoço, mordiscando e chupando a minha pele. Continuei com meus olhos fechados e torci os fios de seu cabelo contra meus dedos, gemendo baixinho ao sentir sua boca em mim, como há dias não sentia. Edward movia suas mãos para minhas costas e assim que encontrou o feixe de meu vestido, senti seus dedos trabalharam com cuidado e deslizarem o zíper, abrindo o belo vestido branco que eu usava. O tecido ficou pesado em meus braços, assim que as alças caíram de meus ombros. Separei-me de meu marido e ele olhou-me com seu lábio inferior preso entre seus dentes, avaliando-me com seu olhar quente. Engoli em seco e suas mãos vieram para frente do meu corpo, segurando nas alças do vestido e as puxando por meus braços. Arrepiando-me diante de seu olhar, estiquei meus braços e o deixei puxar o tecido de mim. Assim que as alças saíram do meu corpo, todo o pano branco deslizou e caiu no chão do quarto, formando um monte em meus pés.

Abracei-me ao Edward e tirei meus saltos do monte, indo até ele somente de lingerie branca. Sorri ao ouvir seu grunhido e logo seus braços estavam apertando-me contra ele, no mesmo instante que sua boca voltava com fervor e fome para a minha. Retribui seu beijo sôfrego e agarrei-me ao seu cabelo, puxando os fios conforme beijava-o e sentia-o apertar minha bunda, esfregando-me contra ele.

Senti Edward caminhar comigo e logo a parte de trás de meus joelhos bateram contra a cama. Ele tirou sua boca da minha e beijou meu pescoço, fazendo-me suspirar com seu toque, jogando a cabeça de lado para deixar o acesso facilitado para ele. Mais uma vez Edward soltou-me, olhando com toda a luxúria presente em seu olhar, avaliando cada parte de meu corpo com seus olhos brilhantes. Suspirei com o sorriso torto que ele dirigiu-me e ganhei mais um beijo na boca, para logo em seguida senti-lo segurar em minha cintura e empurrar-me para a cama, subindo sobre o meu corpo no mesmo momento. O mesmo abaixou sua cabeça e depositou beijos em cima de meus seios que ainda estavam cobertos pelo sutiã, mas isso não demorou muito, pois logo Edward encontrou o feixe na frente e soltou a peça, jogando-a para o chão.

Suas mãos apertaram minha bunda e ele friccionou nossos corpos, fazendo-me gemer contra seus lábios. Com pressa e ainda o beijando, levei minhas mãos para os botões de sua blusa e fui os abrindo, mas como eu mais me atrapalhava do que abria os botões, eu peguei em cada lado de sua camiseta e puxei com força, fazendo-a abrir e alguns botões voarem longe.

Edward separou nossos lábios e olhou para sua camiseta, direcionando seu olhar para mim em seguida e arqueou sua sobrancelha. Soltei uma risadinha e passei minhas mãos para seu peitoral.

— Me desculpe, não resisti. – Mordi meu lábio inferior e ele riu, sentando-se e ficando cara a cara comigo.

— Não se preocupe, toda vez que quiser rasgar minhas roupas, se sinta à vontade. – Piscou e depois mordeu meu pescoço, fazendo-me grunhir.

Não tive tempo de reagir, porque suas mãos movimentaram-se em meu corpo e ele logo encontrou o elástico da minha calcinha, puxando-a com força. Isso fez com que o elástico ricocheteasse em minha pele, causando uma dorzinha, mas em seguida gemi de excitação e o elástico se soltou, fazendo com que a calcinha se rasgasse. Edward puxou o pano e sorriu malicioso, jogando-a em algum canto da sala, para depois cobrir minha boca com a sua.

Empurrei sua camiseta aberta para trás e o beijei com fervor, tirando aquela peça de roupa do seu corpo, junto com o terno que ainda estava em seu corpo. Com uma força que eu nem conhecia, girei-nos sobre a cama e sorri para meu marido, ficando sobre seu colo. Edward olhou-me com aquele sorriso malicioso incrível e tocou minhas coxas, fazendo com que eu me movimentasse em seu colo, inclinando-me e engolindo seu gemido quando o beijei urgentemente. Edward agarrou minhas costas, pressionando fortemente seus dedos contra minha pele, puxando-me com força contra seu peito, enquanto colava sua boca na minha fervorosamente, mordiscando meus lábios e acendendo ainda mais meu desejo por ele.

Nos beijamos profundamente, sua boca pecaminosa buscando a minha com fervor e determinação. Maldição, como esse homem beijava bem, acho que nunca me acostumaria com aquela boca deliciosa contra a minha. Me remexi em seu colo procurando algum atrito e gememos em uníssono, ao sentir nossas intimidades se tocando, mesmo com o tecido de suas roupas atrapalhando, afinal eu já encontrava-me nua há algum tempo.

Edward serpentou uma mão entre minhas coxas e gemi alto sentindo dois de seus dedos invadiram-me com força. Soltei meus lábios dos dele e lambi seu pescoço, grunhindo ao sentir seu dedão esfregar meu clitóris e os dedos que estavam em mim, movimentarem-se com mais força e precisão. Apertei seus braços com ambas as mãos e balancei meu quadril em direção a sua mão, querendo minha libertação, merda, eu estava tão desejosa dele. Nós sempre éramos desesperados um com o outro, agora que ficamos alguns dias longe, parece que o desespero tornou-se mais do que já era.

Meu marido mordeu o lóbulo da minha orelha e com rapidez, nos virou no sofá, deixando-me por baixo dele. Ofeguei com a troca de posição rápida e arqueei uma sobrancelha em sua direção e o mesmo apenas sorriu maliciosamente. Suas mãos afastaram minhas pernas e joguei minha cabeça para trás, quando seu dedo voltou a esfregar meu clitóris e sua boca encontrou-se contra a minha entrada.

Gemi agarrando os fios cobre de seus cabelos e o empurrei contra minha entrada necessitada, sentindo-o penetrar-me com sua deliciosa língua. Coloquei minhas pernas ao redor de seus ombros e arqueei-me em sua direção, sentindo sua língua lamber toda a minha entrada e seus dedos beliscarem meu botão com força, causando uma dor deliciosa. Oh, merda! Ele me faria gozar só fazendo isso.

— Edward... – Seu nome escapou sofregamente de meus lábios e o senti sorrir contra minha intimidade.

— Eu sei que está perto. – Seu hálito bateu lá e grunhi fechando meus olhos com esse ato. Ele riu e chupou meu clitóris. – Você gosta disso? – Soprou meu sexo e um gemido mais alto escapou do fundo da minha garganta e ele riu novamente.

O senti chupar meu botão com força, para depois deslizar sua boca para minha entrada, brincando com sua língua por lá. Minhas pernas circularam seu pescoço e meus dedos começaram a doer com a força que eu os apertava em torno dos fios cobre. Edward beliscou meu clitóris contra seu indicador e polegar, no mesmo momento em que sua boca chupava minha entrada e depois ele deslizava sua língua para dentro de mim.

Arfei sentindo a velocidade de sua língua aumentar com precisão e meus gemidos tornaram-se mais altos, tanto que agarrei seu cabelo com mais força, sem conseguir pensar que ele poderia sentir alguma dor, mas eu apertava e empurrava seu rosto contra meu sexo. Suas mãos direcionaram-se para cada uma de minhas coxas e apertaram minha carne com força, fazendo-me delirar com a brutalidade. Céus, adorava quando ele era selvagem deste jeito. O senti chupar minhas dobras e quando ele endureceu sua língua e penetrou-me novamente como se fosse seu pau ali, eu enlouqueci. Meus olhos reviraram-se de prazer, grunhi alto, arqueei meu corpo contra sua boca e senti meu orgasmo fluir com uma força inesperada.

Espasmos de prazer brandeavam meu corpo e Edward apertava ainda mais minhas coxas, penetrando minha entrada conforme eu gozava. Ele lambia cada canto, tirando os vestígios de meu gozo. Minhas pernas se soltaram de seu pescoço, caindo moles no sofá, larguei seu cabelo e fechei meus olhos, respirando com dificuldade. O homem sabia me deixar tonta de prazer.

— Puta merda. – Soltei junto com um suspiro e Edward se colocou sobre mim, fazendo-me abrir os olhos. Encarei o verde escurecido pelo desejo e o vi sorrir maliciosamente. – Você quer me matar, Edward?

— Hm... Se for de prazer, sim. – Mordeu meu lábio inferior e o puxou entre seus dentes, deixando-me ofegar. – Você é tão deliciosa. – Edward grunhiu e sua boca foi para meu pescoço, chupando-o com força.

Aos poucos, o restante das roupas de Edward foram saindo de seu corpo e as nossas carícias tornavam-se cada vez mais sensuais e quentes. As mãos de Edward passavam por minhas pernas, apertando nos locais certos e eu arranhava seus braços e suas costas, deixando-o marcado, já que ele fazia o mesmo comigo, espalhando chupões por meu pescoço. Minha respiração começou a tornar-se mais desregulada, parecia que seria minha primeira vez, porque eu até me encontrava nervosa da mesma forma.

Seus beijos foram subindo, passando por meus seios, onde chupou cada um deles, depois para o busto, ombros, pescoço e por último, em minha boca, onde ele beijou-me com força e vontade. Gemi contra seus lábios e o agarrei contra mim, apertando-o com meus braços e circulando minhas pernas ao seu redor. Segurei com força seu cabelo e puxei seu rosto com mais força contra o meu, aumentando a intensidade do beijo.

Nossos corpos ficaram ainda mais grudados, quando Edward apertou-se contra mim. Senti seu membro latejando sobre meu estômago e grunhi, mordendo com força seu lábio inferior. Ele agarrou minha perna direita que estava em sua volta e a apertou com vontade, puxando seus lábios de meus dentes, para em seguida, voltar a beijar-me com desejo.

As mãos de Edward foram para minha cintura e um arrepio passou por mim, assim que senti o gelado da aliança tocar em minha pele. Estremeci em baixo dele, deixando, finalmente, a ficha cair e eu perceber que realmente estávamos ali, casados e consumando nosso casamento. De repente o ar ficou escasso e eu o empurrei, respirando com dificuldade. Edward separou-se de mim e ergueu um pouco seu corpo, tocando meu rosto.

— Bella, o que foi? – Sua voz rouca soou, demonstrando a preocupação que começava a sentir. Abri meus olhos e os pisquei diversas vezes, olhando para o homem em cima de mim, tentando deixar minha mente mais clara. Respirei com dificuldade e Edward arqueou uma sobrancelha, olhando preocupando. – Você parece tensa, amor, o que está acontecendo?

— Eu... – Suspirei e agarrei meu cabelo, apertando-o. Respirei com força e engoli em seco várias vezes, olhando para o verde de seu olhar, tentando concentrar-me na realidade. – Droga! Eu não sei o que está acontecendo. – Exasperei e fechei meus olhos apertados, suspirando fortemente. Meu coração martelava com força em meu peito e eu tentava achar algum jeito de voltar a acalmar-me.

— Amor, diga-me o que está sentindo agora, sua respiração está ficando muito forte, assim como seus batimentos. – Ele tocou meu peito, onde meus seios subiam e desciam rapidamente, conforme eu puxava o ar para dentro de meus pulmões rapidamente, como se eu encontrasse alguma forma para voltar ao normal.

— Acho que estou nervosa. – Confessei em um sussurro e meu marido franziu seu cenho, sorrindo de lado. Seus lábios, da forma mais sexy que poderia, subiram para um lado de seu rosto, deixando o famoso sorriso torto transformar-se em sua boca. – Tudo bem, já perdi minha virgindade com você, mas parece alguma coisa diferente. – Toquei seu rosto, suspirando alto. – A noite passou-se devagar, deixando-me aproveitar desde o momento em que estávamos no altar, até a nossa festa, mas acho que até entrarmos neste quarto e estarmos deitamos juntos agora, eu ainda não tinha me dado conta que realmente estamos casados.

— Somos só nós dois, meu amor, relaxe. – Deu-me um beijo demorado na testa, suspirando contra meu rosto. – Respire fundo. – Assenti, fazendo o que ele tinha pedido, inspirando e expirando o ar várias vezes.

— Nós casamos hoje. – Verbalizei os pensamentos que estavam voltando-me a loucura. Edward olhou para meu rosto e assentiu em minha direção, tocando delicadamente em minha bochecha. – Não. – Segurei seu rosto, suspirando. – Fale-me certinho. Verbalize isso. – Pedi, parecendo desesperada. – Diga-me, faça entrar em minha cabeça, fale que nos casamos e eu sou sua esposa, a senhora Cullen. – Engoli em seco e estremeci, vendo o lindo sorriso que Edward dirigiu-me naquele momento. A merda do sorriso sexy que deixava-me tonta.

— Nos casamos hoje, eu sou seu marido, você é a minha esposa e você é a minha senhora Cullen. – Piscou e fechei os olhos, suspirando alto.

— Edward Cullen, você promete, diante de Deus e destas testemunhas, receber Isabella como sua legítima esposa, para amá-la, respeitá-la, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, e manter-se fiel a ela enquanto os dois viveram? – A voz do reverendo soou e Edward olhou para ele por alguns segundos, voltando com seus olhos para mim logo em seguida, fazendo-me sorrir completamente emocionada quando notei toda a paixão brilhando nas orbes esverdeadas, dando-me mais certeza de que tudo isso era o certo, o caminho correto para nós dois.

— Claro que eu aceito. – A voz de Edward trouxe-me novamente para a realidade e eu sorri apaixonada, soltando um longo suspiro ao vê-lo inclinar seus lábios para um lado, formando o maravilhoso sorriso torto que eu tanto amava.

Senti uma movimentação e olhei para o lado, vendo Andrew caminhar até ficar em nossa frente, segurando uma bonita almofada dourada. Sobre ela havia uma aliança e eu suspirei ao vê-lo esticar o objeto na direção de Edward, fazendo-o sorrir. Meu noivo pegou a aliança e eu automaticamente estiquei minha mão em sua direção, vendo-o sorrir mais e segurar delicadamente meu dedo anelar, deslizando devagar a aliança dourada. Olhei abobalhada para Edward e sorri para ele, sentindo mais lágrimas formarem-se em meus olhos.

— Isabella, você promete, diante de Deus e destas testemunhas, receber Edward Cullen como seu legítimo marido, para amá-lo, respeitá-lo, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, e manter-se fiel a ele enquanto os dois viveram? – O reverendo olhou-me, proferindo novamente as palavras que arrepiavam-me. Meus olhos foram para o homem maravilhoso em minha frente e eu suspirei, olhando-o com todo o amor que eu sentia por ele.

— Aceito, com certeza aceito! – Disse, finalmente. Sorri ao ver o lindo sorriso que Edward dirigiu-me naquele instante e suspirei, apertando minha mão que ainda continuava entrelaçada na sua.

Chloe moveu-se ao meu lado e sorri ao vê-la dirigir-me um bonito sorriso, caminhando até ficar a nossa frente e ao lado de Andrew, também segurando uma bonita almofada dourada. Suspirei baixinho ao notar a aliança e mesmo com minha mão trêmula, peguei a aliança e em seguida segurei a mão de Edward, vendo-o esticar seus dedos. Olhei em seus olhos e sorri, para depois deslizar lentamente a aliança dourada em seu dedo anelar, soltando mais um sorriso ao nota-la ali, tornando tudo oficial.

— O que Deus uniu, o homem não separa. – Edward sorriu para mim, soltando minhas mãos e deslizando as suas para minha cintura, deixando uma sobre minha barriga. Mordi meu lábio e aproximei-me de meu marido, sorrindo ao notar seus olhos totalmente apaixonados. — E com o poder que eu tenho a mim investido, eu vos declaro marido e mulher. – Arrepiei-me ao ouvir aquelas palavras e segurei-me nos ombros de Edward, sorrindo para ele. – Pode beijar a noiva.

— Eu te amo, Bella, demais. – Sussurrou, aproximando seu rosto do meu. Inclinei-me e fechei meus olhos sentindo sua respiração bater forte contra mim. – Você é a minha vida. – Disse-me, seus lábios roçando nos meus.

— Deus... como eu te amo, Edward! – Choraminguei e em seguida, com satisfação, senti sua boca tomar a minha com paixão.

Voltei a abrir meus olhos e encontrei meu amor olhando-me preocupado, tentando encontrar algum vestígio de que alguma coisa estava errada. Sorri para ele e movi meus dedos por seu rosto, decorando cada parte perfeita dele sobre mim, meu marido. Não conseguia acreditar toda a reviravolta que minha vida teve, todavia a felicidade que invadia-me dava-me toda a certeza de que tudo isso era real. Esse momento era real. Edward e eu éramos reais.

Sorri mais uma vez para o melhor homem do mundo e agarrei seu pescoço, puxando-para mim, devorando sua boca na minha. Suas mãos foram para minhas pernas e ele agarrou minhas coxas, prendendo-as em sua cintura. Joguei a cabeça para trás, sentindo seu pau roçar em meu clitóris, indo até minha entrada e voltando para cima depois, torturando-me.

— Está tudo bem? – Perguntou ofegando, apoiando sua testa em meu ombro. – Quer descansar ou...

— Eu estou ótima, querido. – Deslizei minhas mãos por suas costas, sentindo algumas gotículas de suor ali. Edward voltou a olhar-me nos olhos, tentando ter certeza que poderia continuar. Mordisquei seu lábio inferior e segurando-o pelas costas o puxei para mim, tomando seus lábios novamente, beijando-o com todo o meu desejo.

— Vem. – Pedi contra seu ouvido, arfando com tudo o que estava sentindo. Sua pele quente queimava sobre a minha. Estava ficando sem controle, não conseguia nem deter minha própria boca, o desejo estava deixando-me louca. – Me possua com força, Edward. – Pedi contra sua orelha, mordiscando o lóbulo e ouvindo-o gemer com minhas palavras. Sorri maliciosa. Meu marido gostava quando eu falava sujo com ele. – Faça-me gemer e me dê mais orgasmos. – Sussurrei. – Foda-me do jeito que só você sabe.

— Porra, Bella. – Grunhiu, deitando seu rosto contra meu pescoço. – Você não pode ficar fazendo isso comigo. – Chupou minha pele, arrancando um gemido de mim. – Eu queria fazer ser especial, é a nossa primeira noite de casados e você quer ficar me tentando. – Suas mãos grandes apertaram minhas coxas e puxou minhas pernas para cima, circulando-as em sua cintura. Sua boca mordeu cada um de meus seios e grunhi sentindo seu pau latejar contra meu abdômen.

— É especial só por ser com você, Edward. – Joguei minha cabeça para trás, suspirando auditivamente. – Preciso desesperadamente de você. Não importa-me se você não for carinhoso, só me possua. – Pedi com um gemido e ouvi-o grunhir contra minha pele.

— Você gosta quando eu sou selvagem, amor? – Sua voz rouca e maliciosa ecoou no quarto, fazendo com que eu contorcesse-me sob ele, ondulando meu corpo no dele. – Isso é um sim? – Moveu suas mãos por meu corpo.

— Com certeza. – Joguei minha cabeça para trás, sentindo chupões ao longo de minha clavícula. – Eu amo quando você me pega com força. – Agarrei os fios de seu cabelo, sorrindo ao conseguir ouvir outro gemido forte escapando de seus lábios. – Vem, vamos comemorar nosso casamento, querido.

— Você desperta o pior de mim. – Suas mãos apertaram minha cintura com força. Gemi ao conseguir tirar o juízo de Edward e apertei-me contra ele. – Vou me perder no seu corpo, querida.

— Sim! Se perca. – Lamuriei com seu membro pincelando minha entrada e minhas unhas se afundaram com mais força em sua pele.

— Eu vou foder você agora. – Seus beijos foram espalhados e chegaram ao meu ouvido, lambendo a pontinha. – Sei que tinha que ser amoroso, porque estamos comemorando nosso casamento, todavia você conseguiu tirar qualquer juízo que eu tinha, não consigo me controlar.

— E nem precisa, eu quero assim, com força. – Tentei sussurrar de forma sensual em seu ouvido, movimentando minhas mãos por suas costas musculosas.

Edward apertou ainda mais minha cintura, empurrando-se com força para dentro de mim. Gritei com a invasão repentina, jogando minha cabeça para trás, fincando minhas unhas nos ombros de Edward, fazendo-o gemer alto e morder com força minha pele, entrando e saindo de mim, estocando, se enterrando com força em meu corpo. Oh, meu Deus, como senti falta disso.

Apertei minhas pernas com força em sua volta e uma mão sua voou para minha coxa, estalando um tapa em minha pele, para depois apertar com vontade e espremer minha carne contra seus dedos. Lamuriei com a sensação de dor e prazer misturadas, arqueando meu quadril em sua direção, deixando-o fazer o que quiser comigo. Minhas unhas ainda apertavam-se em sua pele e eu apenas as deslizei, arranhando-o com força, passando minha mão por suas costas, deixando-o marcado como ele fazia comigo.

Edward rugiu contra meu ouvido e mordeu o lóbulo, empurrando-se fortemente em mim, fazendo meu corpo deslizar pelo colchão e a cama ranger embaixo de nós, batendo contra a parede, conforme seus movimentos abruptos movimentava ainda mais nossos corpos. Porra, eu não poderia reclamar, estava amando aquilo. Eu amava quando Edward ficava selvagem, beijando-me, mordendo-me e fodendo-me daquela maneira gostosa que ele sabia fazer. Edward gemia e ofegava contra meu ouvido, enquanto aumentava a velocidade e a força de seus movimentos.

Meus pés estavam apoiados em suas costas e agora uma de minhas mãos arranhava sua nuca, enquanto eu o sentia bombear para dentro e fora de mim. Seu abdômen se esfregava contra o meu quando ele se movimentava e estocava em mim, fazendo nossas peles se grudarem com os movimentos. O suor brilhava em nós e eu sentia os fios de sua nuca encharcados pelo suor, e merda, isso era tão prazeroso.

Uma de suas mãos foi para minha coxa esquerda e ele apertou com força e prazer, levantando-a ainda mais, enquanto a levava até seu ombro. Essa posição me fez ficar ainda mais aberta para ele e literalmente gritei de prazer, quando Edward socou seu pau fundo e com mais força, devido a nova posição.

Eu sentia todo o meu corpo queimar de tanto prazer que eu estava sentindo. Eu gritava e gemia alto, enquanto deslizava minhas unhas pelas costas de Edward e o arranhava sem piedade e ele afundava seu membro com tanta força em mim. Meu noivo grunhia e gemia, beijando meu pescoço, clavícula e peitos, deixando marcas de chupões para todos os lados. Suas mãos apertavam cada parte de meu corpo que ele conseguia alcançar, mas eu tenho certeza que a minha coxa direita estaria roxa amanhã, de tanto que Edward apertava sua mão ali e a puxava ainda mais para ficar em volta de sua cintura.

Sentia meu segundo orgasmo se formando e eu conseguia também sentir aquela agonia gostosa embaixo de meu ventre. Acho que Edward pode sentir que eu estava perto, pois minha intimidade mastigava seu pau e ele rugiu, estocando com mais força meu corpo, se perdendo nele, como havia prometido.

Gritei com o prazer que eu estava sentindo e joguei minha cabeça para trás. Isso deu acesso livre para a minha garganta e logo senti a boca deliciosa de Edward chupar minha pele, enquanto sua pélvis batia contra a minha com tanta força, que era evidente todas as marcas que teríamos amanhã em nossos corpos. Eu tentava retardar meu orgasmo, porque queria sentir mais daquela força violenta que Edward usava comigo, estava tão delicioso que não queria parar.

Meu marido deslizou sua boca por meu pescoço, clavícula, busto e enfim, meus seios, apertando-os contra seus lábios, mordendo e chupando com vontade minha pele. Finquei com mais força minhas unhas em sua pele, fazendo-o urrar contra meus seios. Seus movimentos se aceleram e Edward segurou minhas mãos, tirando-as de sua pele e levando-as para mim de minha cabeça, mantendo-as presas ali. Gemi sôfrega, entregue ao que ele quisesse fazer comigo.

Ele deixou uma mão segurando as minhas e eu nem tinha vontade de me soltar, assim estava perfeito. A mão livre, Edward deslizou por meu corpo e a parou em meu quadril, apertando-o com força, mantendo-me parada enquanto seu corpo esfregava-se contra o meu, colidindo-se com força. Eu já podia sentir as sensações anteriores chegando, conforme seu pau afundava-se em mim.

— Amor... – Cantarolei febril de prazer, agarrando-o com mais força com minhas pernas. Edward respirou fundo, gemendo ao enterrar-se em mim, buscando o seu alivio e dando-me o meu, porque eu estava à beira do segundo orgasmo.

— Quase lá, linda, quase lá... – Assenti extasiada, sentindo nossas pele colarem e o suor escorrer em minha testa, grudando os fios de cabelo em meu rosto. Olhei para cima, e Edward levantou-se um pouco, olhando diretamente para mim e ele era a pura imagem erótica. – Bella...

— Sim... – Engoli em seco, sussurrando palavras desconexas, olhando abobalhada para a imagem do sexo que Edward era. Seu cabelo úmido caía em seu rosto, grudando alguns fios em sua testa molhada de suor, enquanto os lábios inchados pelos beijos estavam abertos em busca de respiração e os olhos verdes dilatados pelo prazer. Deus... não aguentaria. – Edward... – Guinchei com a agonia do orgasmo. Porra, era tão maravilhoso.

Apertei minha perna contra sua cintura e a outra contra seu ombro, jogando meu corpo contra o seu. Eu erguia meu quadril em sua direção, dando a ele mais acesso e isso me fazia senti-lo com mais força.

— Eu sei que está quase gozando. – Disse com a voz rouca e baixa, fazendo-me lamuriar com aquilo e suas estocadas frenéticas. – Eu preciso que venha antes de mim, Bella. Vamos, se libere!

— Eu quero sentir mais. – Admiti e com isso, ele saiu quase todo de mim e voltou com tanta força que gritei e arqueei meu corpo, tirando-o parcialmente da cama. – Edward!

— Vai, se solta. – Pediu e mordeu minha orelha. – Vai, porra! – Gemi agoniada com sua voz rouca e profunda, fazendo meu corpo estremecer de prazer. – Goza em mim, mostre-me o quanto eu te dou prazer. – Grunhi com suas palavras e empurrei-me contra ele, fazendo-o rosnar. – Isso... quem da esse prazer à você, Bella? Diga-me...

— Só você, Edward... – Minha respiração já falhava. – Só você, amor, só você... – Joguei-me contra ele novamente, sentindo seu membro inchar dentro de mim e suas investidas tornarem frenéticas.

— Porra, Bella! – Seu rosto caiu em meu pescoço e não aguentei mais. Ele investiu tão profundamente e mordeu meu pescoço com força, mandando vibrações por todo o meu corpo e gritei, gozando com força em sua volta.

Edward gemeu alto e senti um aperto forte em meu quadril, quando ele afundava-se com precisão e força. Seu corpo tremeu sobre o meu e joguei minha cabeça para trás, ouvindo-o grunhir e deixar seu gozo fluir, jorrando-se dentro de mim.

Seus movimentos foram enfraquecendo-se aos poucos, enquanto ele terminava de gozar. Minhas pernas perderam as forças e caíram na cama, no mesmo momento em que Edward tombava sobre mim, respirando com força contra meu pescoço. Puxei o ar com força pela boca e depois o soltei, fazendo isso diversas vezes, tentando ter minha respiração normal.

Soltei um longo suspiro e Edward ergueu seu rosto, olhando-me diretamente nos olhos. Sorri de forma lânguida pelo prazer e o sorriso malicioso apareceu em seus lábios, conforme ele tocava meu rosto com a ponta de seus dedos.

— Você deixa-me louco. – Suspirou longamente, a sua voz rouca fazendo misérias comigo. – Por que está olhando-me dessa forma? – Elevou uma sobrancelha e eu sorri maliciosamente, segurando em seu bonito maxilar.

— Admirando meu marido. – Dei de ombros, ganhando um longo selinho. – Ainda é difícil acreditar que tudo é mesmo real. – Edward depositou um beijo em minha testa e afastou-se de mim, jogando-se para o lado direito da cama. Senti falta dele na hora que seu corpo deixou o meu, então para tentar aplacar isso, rastejei-me para perto dele, deitando-me sobre seu peito.

— Compreendo perfeitamente. – Seu braço direito passou por baixo de minha cabeça, onde eu estava com ela deitada, e circulou meu corpo, alcançando minha mão para entrelaçar nossos dedos. Ajeitei-me sobre seu bíceps e olhei para seu rosto, esperando-o continuar a falar. – Também tenho medo de que eu acorde. – Seus olhos avaliaram os meus e ele soltou um sorriso. – Minha vida foi mais do que difícil no início, Bella, você conhece toda a história. – Assenti lentamente, respirando fundo. – Eu era como você também foi, sem esperanças de algo extraordinário acontecesse comigo. Já tinha sofrido demais, então não havia o porquê de ficar esperando por coisas que poderiam nem vir a acontecer. Isso faria tudo piorar, faria com que eu desmoronasse outra vez. – Mordi meu lábio e apertei nossos dedos unidos, ganhando um sorriso em troca. Com a mão livre, Edward tocou meu estômago protuberante e eu aconcheguei-me contra seu corpo, colocando minha perna sobre seu quadril. – Mas o que eu posso dizer? Todo o sofrimento foi recompensado em dobro. – Ele sorriu para mim, beijando a ponta de meu nariz. – Eu firmei meu laço Alice, tornamo-nos irmãos inseparáveis, apesar de qualquer coisa que tenhamos sofridos juntos. Adotei Andrew, o garotinho mais incrível desse mundo, nunca vou arrepender-me de ter entrado naquele orfanato e escolhido o menino que estava sozinho com o olhar perdido. Andrew trouxe-me novas esperanças, mudando muitas formas de eu pensar. – Toquei sua mão que estava sobre minha barriga e sorri para meu marido. – E então eu a encontrei. – Suspirou longamente, apertando nossos dedos juntos, como eu tinha feito. – Com você na minha vida, tudo mudou, Bella, de uma forma que jamais imaginei. E isso trouxe-me ainda mais a felicidade, fazendo-me superar qualquer coisa ruim que eu tenha passado. Você ficou comigo em todos os momentos, ajudou-me em cada coisa que precisei, amou Andrew como se fosse seu, deu-me um novo filho. – Pressionou meu estômago, sorrindo ao olhar para a saliência ali. – Casou-se comigo e tornou-me o homem mais feliz do mundo ao ser minha esposa. — Sorrimos juntos. – E, sem contar que agora adotaremos Chloe como nossa filha. Você também ajudou-me nisso, porque entrou no meu caminho. – Seus olhos voltaram-se para os meus. – Prometo que farei isso durar, Bella, nunca irei te magoar e esforçar-me-ei ao máximo para sempre vê-la feliz. Eu te amo, demais.

— Acredito em você. – Toquei seu rosto, deslizando meu dedo por cada parte perfeita. – Você também deu-me o mundo e fez-me acreditar em coisas inimagináveis, Edward. Tudo o que eu tenho também é por você. – Suspirei. – Nossos caminhos se cruzaram e foi aí que conseguimos aprender a superar cada obstáculo, deixando que nossos sentimentos bons vencessem todo o medo que poderíamos sentir a qualquer momento. Você tornou minha vida boa. Você fez algo real acontecer comigo. – Sorri em sua direção, vendo admirar-me com seus bonitos olhos. – Nosso casamento vai durar muito tempo e eu também prometo que não irei magoá-lo. Talvez possamos ter nossas discussões, mas nada conseguirá separar esse amor que sentimos um pelo o outro, o amor que sentimos por toda a nossa família. – Edward assentiu e eu inclinei-me, beijando-o suavemente. – Também te amo, com toda a minha vida. – Edward abraçou-me contra seu corpo e tomou meus lábios outra vez, fazendo-me suspirar contra sua boca.

Edward e eu tivemos começos difíceis, eu nunca compararia o meu ao dele, porque meu amor sofreu demais para o homem tão incrível, porém nós soubemos superar de nossa maneira e seguir em frente. Cada um, no início desse ano, tinha algo para segurar-se. Edward tinha Alice e Andrew, eu tinha Rosalie, e assim nós seguíamos nossas vidas, tentando fugir de um passado terrível, apoiando-se em pessoas que amávamos e confiávamos. Mas faltava algo, sempre faltou alguma coisa. E naquele dia, a primeira vez que eu coloquei meu olhos sobre Edward, algo dentro de nós mudou. Eu senti que mudou em mim e podia ver em seus olhos alguma diferença, por mais que eu não o conhecesse nenhum pouco.

Quando nos encontramos na loja, nossos caminhos foram traçados e o destino tomou conta de toda a nossa vida. Os acasos que aconteceram entre nós, cada discussão ou briga, isso firmou algo que nem sabíamos existir. Mas com o tempo tudo foi ficando claro e começou a fazer sentido. Não era simplesmente para nos encontrarmos um dia, sentirmos algo e em seguida nada acontecer, isso estava destino. Nosso jantar, primeiro beijo, tudo o que aconteceu em seguida, foi como Edward tinha dito, era uma recompensa por toda a dor que passamos algum dia. Esse amor arrebatador que tínhamos era uma prova que qualquer coisa poderia ser superada. A família que conseguimos construir foi mais uma prova que tínhamos que ficar junto e fazer tudo a nossa volta a dar certo. Encontrar a família verdadeira de Edward foi algo a mais nisso, afinal Esme, Carlisle e Emmett, mesmo que inconsciente depois que cresceu, sofreram pela perda de alguém carinhoso que nem tiveram o prazer de conhecer. Todos tivemos dores, choramos e pensamos que nunca nada iria melhorar. Porém é como diz o ditado, nunca é tarde para algo de extraordinário acontecer e mudar toda a nossa vida. Foi isso que ocorreu com nós e eu jamais poderia agradecer por esse conto de fadas que eu vivia agora. Não havia uma forma para expressar o quanto eu amava a minha vida, meu marido, filhos e toda a família que tínhamos sempre ao nosso lado.

“Continua...”

Notas finais
N/A (Cintia Cullen): Links, para caso não tenham funcionado ao longo do texto: Vestido: https://cdn.aslembrancinhasdecasamento.com/wp-content/uploads/2015/04/colecao-primavera.jpg Anel: https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRX0v4GxWPAdnQMtmEZ69OL7tN7vbQIl7yReB7Lo_HIH0dZr18F Entãooo?! Espero muito que tenham gostado desse capítulo. Mais uma vez eu foquei em nosso casal, mostrando como anda a superação deles em relação a qualquer coisa que tenham passado antigamente. Tentei demonstrar todas as emoções, como sempre, e espero que elas sejam passadas diretamente para vocês, porque eu gosto quando uma estória toca-me no coração, assim eu sinto-me por dentro de tudo o que está acontecendo. E é essa a minha meta na escrita também, fazê-los sentirem-se dentro da estória. Enfim, quero também agradecer a cada comentário maravilhoso que eu recebi no último capítulo (38). Claro que eu já tinha lido-os antes de responder hoje, e sempre fico surpreendida na forma que vocês conseguem me emocionar com tantas palavras maravilhosas. Obrigada por todo o carinho, vocês são os melhores leitores que eu poderia ter e querer. ♥ Aproveitem a semana de vocês, desejo-lhes ótimos dias! :3