Notas iniciais
É o primeiro capítulo do mês de Abril! ♥ Eeeeei, meus lindos! Estou aqui, em mais um domingo, para postar outro capítulo para vocês o / Sério, demorei para escrever o décimo segundo, mas amei tudo o que eu fiz e espero veemente que gostem tanto quanto eu. ♥ Enjoy ;) ~~02/04/17~~

E tudo retorna.

Pov Bella.

Minhas mãos pararam em seus ombros apertando com força o local, amassando a camiseta fina em meus dedos. Meus lábios eram esmagados com brutalidade pelo seus, mas era o ritmo que eu queria no momento, era o que estava fazendo-me queimar intensamente.

Apertei minhas pernas com mais força ao seu redor e um grunhido escapou de minha boca assim que Edward empurrou-se contra mim, chocando sua ereção em meu centro, esfregando seu corpo ao meu, tirando-me toda a sanidade que poderia existir em mim. Senti uma de suas mãos sair de minha bunda e deslizar para minha coxa direita, apertando com força o local, e isso ascendeu algo em mim, pois involuntariamente arqueei meu corpo e esfreguei-me contra ele, gemendo ao sentir o corpo quente pressionar-se ainda mais contra o meu e minhas costas baterem contra a madeira da porta.

Mordi seu lábio inferior, experimentando puxá-lo entre meus dentes com uma mordida leve. Edward suspirou com o ato e sorri um pouco, pegando seu lábio superior e chupando-o contra os meus. Suas mãos apertaram-se contra meu corpo e ele soltou minha boca, seus lábios pecaminosos distribuindo beijos pelo meu maxilar e descendo devagar por meu pescoço, indo até o topo de meus seios e fazendo-me respirar com força quando senti a barba rala raspar em minha pele, sua boca beijando e chupando minha pele.

Edward amparou-me novamente pela minha bunda, seus dedos queimando em minha pele. Enquanto ele segurava-me com força contra seu corpo, senti-o afastar-nos da porta, guiando-me pelo quarto até estarmos de frente para a enorme cama que tinha no centro do quarto. Mordi meu lábio olhando em seu rosto e ele engoliu em seco, colocando-me com cuidado sobre a cama, deitando-me nos lençóis macios. O senti afastar-se um pouco e ergui-me sobre meus cotovelos, vendo-o retirar seus sapatos e meias, para depois tirar meu all star e as meias que estavam em meus pés.

Ele voltou lentamente para cima da cama, seu corpo escorregando sobre o meu e fazendo-me arrepiar só ao sentir seu peso em mim. Edward ficou entre minhas pernas e como se fosse um ato totalmente conhecido por mim, enrolei ambas as pernas ao seu redor, pousando meus pés cruzados em sua bunda, vendo-o sorrir maliciosamente, seus olhos brilhantes encontrando os meus em seguida.

— Como você pode ser tão maravilhosa? – Perguntou em um sussurro, retoricamente, seus olhos conectados aos meus. Ele trouxe delicadamente uma mão até meu rosto, traçando seus dedos por minha pele e em seguida passou em meus lábios, soltando uma longa respiração. – Você tem certeza disso, Bella? – Abaixou os olhos por um momento, olhando para minha boca entreaberta onde eu buscava algum tipo de respiração. Fiquei muda alguns segundos e ele voltou a olhar-me nos olhos. – Você é virgem, não é?

— Eu quero você, Edward, essa é a única certeza que eu tenho. – Levei minhas mãos para sua nuca, torcendo os fios do local entre meus dedos. Suspirei auditivamente e inclinei-me, dando-lhe um beijo rápido em seus lábios. – Eu posso ser virgem, inexperiente e tudo o mais, porém eu sei o que eu quero. – Inclinei meu corpo em sua direção esfregando nossas intimidades e Edward gemeu, fechando brevemente seus olhos e colocando suas mãos em minhas pernas. – Faça sexo comigo e tire todo esse fogo que está consumindo-me. – Sussurrei perto de seus lábios e seus olhos abriram-se automaticamente, um brilho intenso em suas orbes escurecidas, o desejo preso em seu olhar. – Me faça mulher.

— Eu farei. – Mordiscou meu lábio, chupando-o em seguida. – Mas eu não sei ser romântico, Bella, eu não consigo ser assim. – Encostou sua testa na minha. – E eu sei que farei você sentir dor.

— Eu não me importo.

— Você é absurda. – Balançou a cabeça. – Você deveria desejar tudo planejado, uma noite perfeita e cheia de romance. – Encontrou meus olhos, soltando um longo suspiro. – Eu não posso dar-lhe isso.

— A única coisa que eu preciso para ser tudo perfeito é de você. – Dei-lhe um selinho. – Venha, Edward, eu sei que você me deseja. – Apertei seu cabelo. – Me tome para você, mate esse desejo que temos um pelo outro.

— Bella... – Me repreendeu, porém antes que ele tentasse dizer qualquer coisa a mais, peguei sua boca contra a minha e beijei-o com urgência, tomando tudo o que eu precisava dele, sugando seus lábios nos meus.

O beijo tornou-se furioso e Edward voltou a agarrar-me, seus dedos pressionando-se com força em minhas coxas, fazendo-me prender com mais agilidade minhas pernas nele. Seu corpo veio de encontro ao meu, nossas intimidades colidindo-se e fazendo um atrito delicioso demais, tanto que não consegui segurar o gemido que escapou de minha boca.

Ele afastou-se um pouco de mim, respirando com dificuldade. Abri meus olhos e ao encontrar os seus, engoli em seco com a determinação e com o desejo exposto ali, fazendo-me vibrar só com isso. Suas mãos subiram por meu corpo, tocando-me em todas as partes, e eu estremecia com todos os toques, meu corpo tremendo debaixo do seu, minha respiração tornando-se mais errática. Edward sorriu de forma completamente sexy para mim, seus olhos escuros conectados aos meus, e com isso, ele empurrou seu corpo de encontro ao meu, fazendo-me chamar por ele de forma languida, minha cabeça caindo para trás e meus olhos fechando-se automaticamente, sentindo-o repetir esse gesto.

Minhas mãos escorregaram para suas costas e eu apertei minhas unhas ali, afundando-as em sua pele sobre a camiseta. Ergui meu quadril para ter mais daquele contato extremamente bom novamente e Edward pareceu entender isso, pois impulsionou-se para frente novamente, gemendo comigo ao sentir seu membro excitado colidir-se em minha entrada que queimava de excitação. Sua cabeça tombou em meu pescoço e ele mordeu minha pele, mexendo-se sobre mim e apertando minha cintura, fazendo com que eu seguisse seus movimentos e apertasse-me contra ele, deixando-nos ainda mais próximos.

Seguindo meus instintos eu continuei a movimentar-me e Edward chupou meu pescoço, largando minha cintura e subindo com suas mãos até a minha camiseta de botões. Mal pensei direito e senti seus dedos apertarem nas laterais da minha blusa e em um segundo depois, ele puxava-a e eu pude senti-la abrir de uma só vez, um barulho de botões sucedendo-se após a ação.

O senti afastar-se de mim e abri meus olhos confusa, olhando-o e vendo-o sentar-se sobre seus joelhos na cama. Ele esticou suas mãos e com sua ajuda eu levantei-me também, ficando na sua frente de joelhos, sentindo-me envergonhada por seu olhar cair-se sobre meus seios cobertos por um fino sutiã preto. Edward levou suas mãos para meus ombros e assim foi empurrando minha blusa para trás, fazendo-a escorregar por meu corpo. Estiquei meus braços para trás e tirei o pano de mim, jogando-o para o chão e respirando com dificuldade ao ver o olhar vidrado de Edward em meu torço, decorando cada parte de minha pele exposta.

— Não. – Segurou meus braços, no mesmo instante que percebeu que eu os levaria para frente de meus seios para cobri-los. Edward segurou minhas mãos e engoliu em seco, levantando seu olhar para meu rosto. – Não se cubra. – Engolindo em seco abaixei meus braços e os deixei cair ao lado de meu corpo. Edward largou minhas mãos e esticou as suas, seus dedos correndo em minha barriga e subindo aos poucos, causando-me calafrios e estremecimento por todos os lugares. Minha respiração tornou-se mais descompassada quando sua mão chegou até meus peitos, cobrindo-os e os apertando-os, um gemido leve escapando de meus lábios com isso. – Você é tão linda. – Aproximou-se, seu rosto descendo para meu pescoço, espalhando beijos ali e descendo até meu ombro direito, onde deixou uma mordida.

— Edward... – Lamuriei fechando meus olhos e segurando-me em seus ombros. Ele continuou a espalhar beijos e sua boca deslizou até meus seios, beijando o topo e mordiscando, fazendo minha respiração acelerar ainda mais quando o senti afastar o bojo e beijar meus mamilos, chupando-os entre seus lábios. – Merda... – Resfoleguei, sentindo uma umidade completamente desconhecida em minha intimidade, parecendo que era uma chama incontrolável.

Tomando alguma coragem, levei minhas mãos até sua camiseta e mesmo sentindo-me trêmula, comecei a abrir devagar os botões, atrapalhando-me um pouco. Fui fazendo isso com lentidão, suspirando ao sentir a boca de Edward sempre trabalhando em minha pele, os dedos dele escorregando-se para minhas costas, onde ele delicadamente abriu o fecho do sutiã. Senti a peça ficar solta em meu corpo e no mesmo momento abri o último botão de sua blusa, mordendo meus lábios ao ver seu peito forte e atraente. Ele afastou seu corpo do meu e tirou a peça incômoda de seu corpo, porém a todo instante olhava-me, sua boca inchada e avermelhada entreaberta enquanto puxava algum ar, seus olhos corroendo-me conforme avaliava a parte do meu corpo seminu. Edward jogou a peça de roupa para algum lugar e voltou para perto de mim, sua mão segurando as alças de meu sutiã e seus olhos subindo-se para os meus, como se estivesse pedindo alguma permissão para realizar o que queria. Assenti lentamente e estiquei meus braços, ajudando-o a retirar a peça íntima, abaixando meus olhos quando me vi sem ela e senti meus seios nus e meus bicos túrgidos, e com meu conhecimento, sabia que isso dava-se ao fato da excitação estar espalhando-se por meu corpo e parecer queimar cada vez mais.

— Porra, você vai deixar-me louco. – Rugiu e rapidamente empurrou-me na cama, fazendo com que eu deitasse novamente. Respirei com força e ele subiu sobre mim, seus lábios automaticamente indo para meus seios, onde tomou-os em sua boca, chupando-os com força. Gritei de prazer e agarrei-me aos fios de seu cabelo, torcendo-os entre meus dedos. – Você é deliciosa demais, merda, fodidamente gostosa. – Mordeu minha pele e inclinei-me contra ele, sentindo os beijos abaixarem-se, sua boca caminhando por meu corpo e chegando até minha barriga, onde ele rodeou meu umbigo com sua língua, arrancando gemidos de mim.

Esfreguei minhas pernas juntas, tentando aplacar aquele fogo que parecia cada vez mais concentrado. Olhei para baixo e vi que Edward desceu seu olhar para minhas pernas que se friccionavam, suas mãos caminhando até o botão de minha calça rapidamente, fazendo-me fechar os olhos com aquilo, temendo tudo o que viria. Eu não podia sentir mais prazer do que isso, era um mundo completamente prazeroso e desconhecido para mim, porém eu tinha receio, medo do que aconteceria em seguida, a dor que eu poderia sentir. Mas com Edward tocando-me e olhando-me daquele jeito, parecia que qualquer tremor evaporava, pois eu só desejava mais e mais dele, querendo tudo o que ele poderia dar-me.

Senti o botão solto e olhei para lá, seguindo todos os movimentos que Edward fazia. Ele abaixou o zíper devagar, seus olhos subindo-se para os meus e suspirei quando vi o sorriso perturbador que ele me dirigia, aquele que poderia tirar todas as minhas estribeiras. Ele deu-me um beijo no estômago e segurou minha calça, abaixando-a devagar. Soltei minhas pernas de sua cintura e ergui meu quadril, respirando com força quando o deixei escorregar o tecido jeans por minhas pernas, junto com a calcinha, já que ele puxava ambas as peças tirando-as com toda a calma que estava longe de sentir, pois eu podia notar seu olhar queimando em mim, o desejo percorrendo em seu corpo assim como estava percorrendo no meu.

O jeans saiu de meu corpo e Edward ajoelhou-se novamente na cama, jogando a peça em qualquer canto do quarto. Seus olhos avaliavam-me, queimando-me de uma maneira perturbadora de tão excitante que era, deixando-me um pouco constrangida com toda a atenção sobre meu corpo.

— Pare de me olhar assim. – Sussurrei para ele, e seus olhos subiram-se até os meus. Notei-o sorrir de forma maliciosa, esticando suas mãos e as deslizando por minhas pernas, apertando os locais que faziam-me estremecer da cabeça aos pés. – Edward... – Choraminguei, sentindo seus dedos apertarem minhas coxas, seu corpo tombando sobre o meu e senti sua boca beijar minha intimidade, fazendo-me arregalar os olhos. – Edward? – Chamei-o completamente confusa, olhando em sua direção, levantando um pouco minha cabeça.

— Apenas relaxe. – Piscou com um sorriso zombeteiro e beijou mais uma vez o local de antes, fazendo-o arfar com o choque e o prazer arrebatando-me. Mordi minha boca com aquelas sensações e seus lábios úmidos desceram mais um pouco, desta vez mordiscando meu clitóris e fazendo com que eu jogasse-me para trás com aquele prazer que atingiu-me em cheio. – Isso, Bella. – Sussurrou, seu hálito quente batendo naquele local, e isso fez com que um pequeno gemido escapasse de mim. Ele tocou minha pele sensível com seus lábios e assim eu pude senti-lo sorrir. – Você gostou disso? – Soprou minha intimidade e contorci-me entre os lençóis, segurando o grunhido na minha boca. – Diga-me, Bella. – Respirou novamente contra mim e desta vez não contive o gemido, fazendo-o ecoar pelo quarto. – Caralho, como você é gostosa e linda. – Chupou meu centro, apertando suas mãos em minhas coxas, fazendo-me colocar minhas pernas sobre seus ombros, enquanto sua boca beijava-me lá embaixo, como se estivesse beijando meus lábios.

— Oh, meu Deus... – Gritei com a sensação deliciosa percorrendo todo meu corpo. Joguei minhas mãos para os lados e apertei com força o lençol entre meus dedos, levando minha cabeça para trás e abrindo minha boca, tentando respirar, pois sentia-me inebriada com tudo aquilo.

Edward soprou meu sexo e mordiscou meu clitóris outra vez, brincando com sua língua ali, fazendo-me tremer sobre o colchão, uma agonia gostosa apoderando-se de meu baixo ventre. Senti-o tirar uma mão de minha coxa e a deslizar por minha perna, chegando até meu centro, seu dedo passando entre meus lábios vaginais, separando-os para que sua língua passasse ali. Apertei o lençol ainda mais e gemi alto com a boca úmida apossando-se de mim, era diferente, mas merda, era sexy e muito delicioso, fazia-me querer mais e mais, tanto que inclinei-me contra seu rosto e mexi-me, tentando ter mais daquilo. Ele pareceu satisfeito, pois chupou-me com força e escorregou sua boca para minha entrada e eu literalmente gritei sem sentir, pois sua língua lambeu-me ali e de uma maneira nada convencional entrou em mim, simulando sexo.

Minha respiração estava ficando falha com tudo aquilo, meus dedos já começavam a ficar dormentes tamanha era a força que eu usava para apertar o lençol, mas nada se comparava a satisfação que eu estava sentindo enquanto Edward penetrava-me com sua língua, tomando-me para si. Seus dedos moviam-se em meu clitóris e eu arqueava-me contra ele, não conseguindo-me segurar diante daquele prazer que jamais pude pensar que sentiria. Sua respiração batia contra meu sexo conforme sua boca continuava a provocar-me, arrancando-me gemidos cada vez mais fortes. Minha garganta começava a ficar seca e eu começava a ofegar cada vez mais, grunhindo e gemendo com os chupões que Edward dava-me e com sua língua entrando em mim.

Algo começava a formigar-me por inteira, meu estômago estava se retraindo e uma agonia boa começava a se espalhar por meu corpo. Mantive minha cabeça jogada para trás e meu corpo arqueado contra Edward, sua língua penetrando com mais rapidez, arrancando-me mais gemidos e tornando aquela sensação mais forte, a agonia intensificando-se em mim. O suor estava escorrendo em minha testa, meu cabelo grudando-se em meu rosto e minha respirarão ficava mais forte a cada segundo. Soprei meu ar e tentei o puxar para calibrar meus pulmões. Minhas mãos saíram do lençol e eu as estiquei até o cabelo de Edward, apertando os fios e empurrando seu rosto para minha entrada necessitada, querendo que aquilo aumentasse, que todos aqueles sentimentos se intensificassem e eu conseguisse buscar o que meu corpo queria, por mais que eu não soubesse o que era.

Meu corpo começou a retorcer-se contra a cama, como se convulsionasse. Edward aumentou o ritmo das estocadas de sua língua e quando seus dedos beliscaram meu botão de prazer, os choques aumentaram em meu corpo, fazendo com que eu me contorcesse ainda mais contra ele. Gritei agarrando seu cabelo e estiquei minha cabeça para trás abrindo minha boca, meus olhos apertados e vendo um mundo colorido explodir através das pálpebras. Algo pareceu deixar meu corpo, como um liquido, e ouvi Edward gemer e penetrar-me conforme aquilo fluía, chupando-me com mais força, como se limpasse-me.

Quando tudo pareceu acabar, respirei com dificuldade, soltando minhas mãos do cabelo de Edward, puxando todo o ar que podia para tentar calibrar-me. Mordi minha boca sentindo-me satisfeita e completamente quente, como se eu tentasse voltar para a terra, depois de um momento no céu. Edward depositou um beijo em meu centro e espalhou beijos por todos os cantos de meu corpo, subindo com sua boca deslizando sobre minha pele.

O corpo quente ficou novamente sobre o meu e estremeci ao sentir o peito suado e definido contra meus seios, sendo pressionado contra mim. Ele beijou meu queixo e eu reabri meus olhos devagar, tentando-os focar em algo, pois estavam nublados com o prazer. Assim que olhei para o rosto do homem sobre mim, ofeguei baixinho ao vê-lo completamente ofegante, os lábios vermelhos puxando o ar para si e o cabelo rebelde ainda mais bagunçado e completamente úmido, assim como sua testa que apresentava gotículas de suor.

— O que foi isso? – Perguntei em meio a respiração. Suspirei e estiquei minhas mãos, passando meus dedos sobre seus braços fortes, sorrindo um pouco ao vê-lo arrepiar-se ao meu toque. Olhei em seus olhos e engoli em seco com todo o desejo que estava explícito ali.

— Eu fiz você gozar. – Sorriu de maneira safada, as mãos passeando por meu corpo e apertando minhas pernas. – Foi bom? – Mordiscou meu lábio inferior, chupando-o e eu senti um gosto diferente em sua boca e eu sabia que era o meu prazer.

— A melhor sensação. – Abracei-o pelo pescoço e abracei-o com minhas pernas, lamuriando quando seu membro foi pressionado em meu centro, somente sua calça entre nós. Edward gemeu com o que sentiu e empurrou-se contra mim, grunhindo e mordendo meu queixo, seus dedos firmando-se em minha coxa. – Eu não aguento mais. – Ofeguei. Segurei em seu queixo e o fiz olhar para mim, meu desejo sendo refletido em seus olhos. – Me possua agora, por favor, eu quero sentir você todo. – Supliquei e ele fechou os olhos, puxando seu ar, como se fosse para controlar-se. – Vem, Edward. – Chamei-o e inclinei-me, chupando seu lábio. – Faça o que quiser comigo. – Sussurrei contra sua boca e ele grunhiu alto, tomando meus lábios nos seus.

Beijando-me ardentemente, senti-o tirar suas mãos de mim e levar entre nossos corpos, alcançando sua calça. Segurei em sua nuca e o beijei de forma desesperada, ouvindo-o soltar o botão da peça social e descer o zíper em seguida. Tomando coragem para algo a mais, soltei minhas mãos dele e as deslizei até a frente da calça, empurrando-a para baixo juntamente com a cueca que ele vestia, tentando agilizar mais o processo de tudo. Edward separou-se de mim e ficou de pé, olhando-me enquanto retirava as duas peças que nos afastava, empurrando-as com os pés para fora do seu corpo. Apoiei-me em meu cotovelo, meus olhos cobiçosos e curiosos olhando todos os centímetros de seu corpo desnudo. Esfreguei minhas pernas desejosa, vendo as belas pernas torneadas que sempre eram destacadas pela calça social, os músculos dos braços, peito e abdômen bem acentudados e sexys demais... e puta merda, claro, o vantajoso membro grosso que estava apontado em minha direção agora. Era grande e poderia até dar-me medo, porém só me fazia desejar ter Edward em mim ainda mais.

Sorrindo Edward piscou em minha direção, voltando logo em seguida para cima de mim, beijando-me desesperadamente, tocando todas as partes que alcançava de meu corpo.

Pude sentir seu pênis contra mim e o desejo queimou-me novamente, era grande e grosso, dava para perceber porque ele estava sobre meu estômago, enquanto Edward pressionava-se contra mim e beijava-me com toda a urgência que sentia. Com a minha mão que continuava entre nós eu toquei seu membro, senti-o pulsar em meus dedos que o rodeavam e não fechavam completamente por causa da grossura, puta merda, parecia ser maravilhoso. Edward gemeu contra meus lábios e os mordeu, fazendo com que eu gemesse desta vez, apertando um pouco seu sexo e ele moveu-se contra minha mão, deslizando facilmente entre meus dedos.

— Maldição... – Praguejou, sua boca indo para meus peitos, beijando-os e chupando-os com força. Resfoleguei com a sensação e perdi-me entre gemidos, quando sua mão foi passeando entre minhas costelas e estômago, para depois chegar a minha intimidade e beliscar meu clitóris, deslizando até minha entrada e entrando em mim.

Engasguei com minha saliva, sentindo-o bombear o dedo médio entre minhas dobras, penetrando-me e mexendo seu membro em minha mão, dando-me mais vontade de tê-lo em mim.

— Agora, Edward. – Choraminguei, gemendo alto. – Faça agora, por favor, entre em mim... – Arfei com a suplica, erguendo minha cabeça e beijando-o desesperadamente, sentindo-o retribuir-me. – Vai... – Falei entre seus lábios e ele tirou seu dedo de mim, afastando seu rosto do meu e levando o dedo até a boca, chupando-o.

— Você é deliciosa demais. – Respirou fundo, lambendo seus lábios e fazendo meu estômago embrulhar com o desejo ardente. Ele segurou minha mão que o envolvia e afastou-a, erguendo sobre minha cabeça, juntamente com a minha mão esquerda, segurando ambas no alto, apenas com uma mão sua. – Você está pronta? – Olhou em meus olhos e assenti rapidamente, querendo aquilo mais do que tudo. – Me diga isso, Bella, me dê a permissão de foder você. – Deus... contorci-me contra ele e o vi sorrir torto, a malícia presente nos olhos e no sorriso. Sua voz estava tão rouca, sensual... merda, ele me fazia ainda mais quente com aquilo.

— Eu quero... eu quero muito, Edward, foda-me. – Olhei em seus olhos pedindo por isso e ele os fechou brevemente e quando abriu, a escuridão verde encarou-me com intensidade e nublada de prazer. – Vem. – Pedi-lhe mordendo os lábios e ele respirou fundo, levando sua mão que não prendia-me até sua excitação, segurando-a e trazendo até minha intimidade, fazendo eu me contrair de desejo quando o membro pulsou contra minha carne. – Merda, é tão bom. – Engoli minha saliva lentamente, sentindo tudo o que eu podia daquilo.

— Você ainda nem faz ideia do quão gostoso pode ser. – Mordiscou meu maxilar, esfregando seu membro em minhas dobras. Agarrei-o com minhas pernas, movendo-me contra ele e gemendo ao sentir nossas peles suadas colarem-se a cada movimento, a excitação percorrendo em nossos corpos. – Isso é bom, Bella? – Olhou-me nos olhos, segurando seu membro e movimentando-o entre meus lábios.

— Demais... – Sussurrei em meio ao choramingo. Minha cabeça tombou para trás e sua boca tomou isso como acesso, pois estava em meu pescoço, chupando minha pele com força. Abri minha boca grunhindo com as sensações causadas e antes que eu tentasse pedir para que ele entrasse logo, o senti segurar minha cintura com sua mão que antes estava em seu membro e antes de qualquer coisa, Edward tomou um longo impulso e arregalei meus olhos gritando quando o senti entrar de uma vez só, invadindo meu corpo rapidamente. – Edward... – Ele soltou minhas mãos que estava sobre minha cabeça e garrei seu cabelo, minha boca aberta em um “O”. Tudo queimava em mim, de dentro para fora, era uma dor e prazer misturados de forma arrebatadora, parecia que não conseguia lidar com tudo aquilo. A dor queimava demais, porém o prazer que eu estava sentindo com seu pau pulsando em mim superava isso, era indescritível. – Edward... – Chamei-o, olhando em seu olhos. Ele encarou-me e levou uma mão em meu rosto, capturando a lágrima que escorria, sem que eu ao menos percebesse que tinha a soltado.

— Desculpe, vai passar. – Abri e fechei a boca e ele sorriu, beijando minha bochecha úmida e escorregando uma mão até meu centro, brincando com meu clitóris. Não consegui me segurar e remexi-me com o prazer alucinador preenchendo-me. Edward beliscou meu botão e olhou-me nos olhos, mordendo seus lábios, tornando-se a imagem mais erótica possível. Engoli em seco e fechei meus olhos brevemente, para em seguida abri-los e erguer minha cabeça, aproximando-a de Edward, nossos lábios a um sopro de distância.

— Tome-me. – Chupei seu lábio inferior e ele rugiu, ambas as mãos agarrando minhas pernas que estavam em sua volta. Edward retraiu-se e voltou em seguida lentamente, substituindo o vazio que instalou-se por míseros segundos. Inclinei-me contra ele, amando a sensação de preenchimento, Deus, sentia-me completa, cheia. – Isso... – Disse em abandono, puxando-o pela nuca para perto de mim, colocando meu rosto no vão do seu pescoço. – Isso é delicioso... – Sussurrei apertando minhas pernas e gemi com o movimento de entra e sai, seu membro bombeando-me, me preenchendo de forma alucinadora.

— Eu sei, Bella, eu sei... – Ele lambeu minha garganta, seu peito esfregando-se em meus seios a cada movimento que ele fazia.

O impulso de Edward contra meu corpo aumentou e eu grunhi alto, sentindo-o sorrir contra minha pele. Suas mãos pegaram as minhas e ele as levou até o alto da minha cabeça novamente, prendendo-as ali com uma única mão, erguendo a cabeça e encarando-me de um jeito safado. Ele saiu e penetrou-me com mais força, seus olhos a todo instante avaliando minhas reações, e o sorriso ofegante presente em sua boca.

Eu peguei o ritmo rápido e logo éramos uma bagunça de corpos unidos. Eu movimentava-me junto com Edward, minhas pernas presas ao seu redor me ajudavam no impulso e suas estocadas tornavam-se mais fortes e rápidas a cada gemido lânguido que eu dava, o prazer construindo-se com mais força em mim.

Sua boca colou-se a minha e beijamo-nos desajeitadamente, gemendo um na boca do outro, movendo nossos corpos com agilidade. Edward largou meus lábios e afundou sua cabeça em meus seios, beijando-os e mordendo os mamilos, puxando-os entre seus dentes. Gemi com aquela sensação e torci minhas mãos unidas uma na outra, já que Edward as mantinha presas sobre minha cabeça, mas era excitante demais, estar sob o domínio dele.

Eu estava inebriada pelo prazer, tanto que apoiei meus pés sobre sua bunda e elevei meu quadril em sua direção, deixando-o entrar vigorosamente em mim, gemendo enquanto bombeava seu membro em meu corpo, tirando-me todo o ar e deixando-me alucinada. Beijei seu ombro suado, sentindo seus músculos contraírem-se com seus movimentos. Lambi sua pele, porém eu a mordi com força quando senti seu pau encontrar um lugar em meu corpo que enviou fogo da minha cabeça até meus pés, algo deliciosamente borbulhante passando por mim. Edward pareceu gostar da mistura da dor com o prazer, pois grunhiu alto contra meus peitos, apertou minhas coxas com mais força e começou a tornar-se errático, seus movimentos ganhando mais precisão e força bruta, mas não machucava-me... por Deus, só fazia-me sentir mais prazer e gemer com toda a sensação.

O suor molhava nossos corpos e o abdômen de Edward deslizava em mim, nossos corpos colando-se pela umidade, tornando tudo mais gostoso, as sensações sendo acentuadas. Ele levantou seu rosto e mordi minha boca com força vendo-o com os lábios abertos em busca de respiração, o rosto suado e o cabelo cobre caindo sobre sua testa, grudando-se ali, enquanto seus olhos ferventes encaravam-se. Merda, aquilo era a imagem do puro sexo.

— Edward... – O chamei sem me segurar, sua mão apertando as minha unidas e meu corpo buscando por mais prazer, indo de encontrando ao seu, reproduzindo um som excitante que refletia no quarto, junto com nossos gemidos. – Edward... – O olhei, sentindo a sensação anterior assolar-me, aquela que atingiu-me em cheio quando sua boca estava em mim, só que agora parecia mais poderosa, meu corpo parecia fervilhar mais e queimar deliciosamente. – Puta merda... – Choraminguei e ele largou minhas mãos, levando sua mão até minha boca, beliscando meu lábio entre seus dedos. Ao ter minhas mãos livres eu as levei até suas costas, arranhando-o com força, tentando segurar-me, pois parecia que eu flutuaria a qualquer instante.

— Porra, porra... – Lamuriou, respirando fortemente. Seu pau entrava e saia de mim, afundando-se com força, enlouquecendo com tudo aquilo. – Merda, Bella, o que você faz comigo, porra? – Pressionou-se com mais força sobre mim, nossos peitos colados. – Você me deixa louco. – Tirou seus dedos de meu lábio e os substituiu por seus dentes, mordendo-o e puxando-o. – Você é gostosa demais para meu bem. – Movimentou-se com força e eu grunhi, agarrando-o. – Sente tudo isso? – Largou meus lábios, deslizando sua boca até meu queixo, mordiscando.

— Eu sinto demais... – Sussurrei, arranhando-o. – Eu estou pegando fogo, Edward.

— Sei como se sente, eu também estou. – Engoliu em seco, beijando-me e afundando-se em um só movimento, engolindo o grito que escapou de minha boca, aumentando a urgência e pressão do beijo. – Eu estou perto, Bella. – Deu-me um selinho, sua testa suada colando-se a minha. – Vem comigo. – Fechou os olhos, pedindo-me.

— Eu... eu não sei o que fazer. – Joguei minha cabeça para trás, não aguentando toda aquela intensidade, parecia uma brasa em todo meu corpo.

— Sabe sim, você está sentindo isso. – Sua mão desceu até minha intimidade, movendo-se em meu clitóris, juntamente com seu membro que devastava-me, bombeando-o com força para o interior do meu corpo, meus gemidos e os seus aumentando gradativamente. – Você sabe. – Repetiu. – Sinta isso, deixe-se liberar. – Desceu sua boca para meu ombro, beijando-o. – Vem, Bella, libere-se. – Levou seus lábios até meu ouvido, mordiscando o lóbulo. – Vai.— Rugiu e eu enfiei minhas unhas em suas costas, gemendo alto com minha cabeça jogada para trás.

A sensação deliciosa voltou mais uma vez, a agonia presente em meu ventre borbulhava mais forte do que nunca, espalhando-se por todo o meu corpo. Eu não podia segurar-me, então Edward mexeu-se com mais velocidade e seu pau atingiu um ponto extremo do meu corpo, batendo tão forte, que eu elevei por um momento no colchão. Um gemido ensurdecedor saiu de mim e tudo ferveu em minha volta, principalmente em minha intimidade que formigava.

Apertei minhas unhas em sua pele e a agonia foi penetrando-me por inteira, fazendo-me perder os sentimentos e derramar-me contra ele, tudo explodindo de maneira gratificante. Edward rugiu com a sensação e senti seu pênis entrar com mais dificuldade em meu corpo, minha intimidade contraindo-se contra ele e fazendo-o gemer conforme movia-se rapidamente, buscando seu prazer e fazendo-me agarrar seu cabelo, minha boca grudando-se a sua com determinação. Nossos lábios moveram-se com força um contra o outro e senti suas mãos segurarem em minhas pernas rudemente, apertando-as. Edward separou nossas bocas e chamou meu nome alto, seus olhos fechados e o rosto afundando-se em meu pescoço, seus dentes mordendo minha pele e o corpo parando de se mover aos poucos, conforme eu sentia um líquido jorrar-se dentro de mim.

O quarto silenciou-se, as únicas coisas ouvidas eram as respirações ofegantes de Edward e a minha, preenchendo totalmente o cômodo. Seu corpo caiu sobre o meu e eu podia sentir sua respiração bater forte contra meu pescoço, causando-me alguns arrepios e sua boca distribuía curtos beijos por minha pele. Minhas mãos corriam agora nos fios cobres, fazendo um carinho em seu cabelo, suspiros de satisfação e felicidade saindo de meus lábios e um sorriso bobo formado em minha boca.

Passamos longos minutos em total silêncio, somente com a meta de puxarmos o ar e calibrarmos novamente nossos pulmões. Assim que ficamos mais recuperados, Edward deu um último beijo em meu pescoço e retirou-se de dentro de mim, apoiando-se em seus braços para tirar todo seu peso, porém ele ainda continuava sobre meu corpo. Seu rosto ergueu-se até o meu e ele sorriu aquele sorriso sexy que tornava-se meu favorito cada vez mais, repuxado para o lado e cheio de promessas. Suspirei e retribui o sorriso, meus dedos correndo em seu cabelo.

— Obrigada. – Lhe disse, fazendo seu cenho franzir-se. Soltei uma risada e inclinei-me, beijando lentamente seus lábios. – Eu não poderia sequer imaginar algo melhor do que isso. – Deixei um selinho em sua boca e ele voltou a sorrir, sua mão subindo até meu rosto e o acariciando.

— Foi assim porque somos nós, Bella, nós tornamos tudo melhor. – Beijou minha testa e rolou para o lado da cama, puxando os edredons que estavam nos pés, nos cobrindo. Ele deitou ao meu lado e puxou-me para seus braços, fazendo com que eu deitasse minha cabeça em seu peito e seu dedo começasse a fazer um leve carinho em minhas costas. – Eu adoro você. – Ergueu meu queixo, sorrindo para mim. – Demais.

— Eu também. – Abracei-o sorrindo e fechei meus olhos, soltando uma longa respiração, sentindo-me exausta, porém mais satisfeita do que nunca.

Eu não era a típica adolescente que sempre pensa como será sua primeira vez, fantasiando ela com corações e pétalas de rosas, eu sequer tive tempo ou vontade de pensar em coisas assim, minha vida foi corrida demais e eu sempre tive que tomar conta de mim por conta própria. Eu poderia não ter sonhado com tudo isso, porém foi a melhor primeira vez que eu poderia ter, não podia pensar de que forma poderia ser melhor, acho que a especialidade da coisa estava em ter sido com Edward, o homem que conquista-me a cada segundo mais, tornando-se meu mundo.

Pov Edward.

Espreguicei-me na cama e bocejei, esticando meus braços para encontrar o corpo quente que estava ao meu lado durante toda a noite. Franzi o cenho quando toquei o lençol frio ao meu lado e abri meus olhos, olhando para todos os lados tentando encontrar Bella, apurando meus ouvidos para ouvir barulho do chuveiro ou algo parecido, mas eu encontrava apenas o silêncio.

Esfreguei meus olhos enquanto soltava outro bocejo e sentei-me na cama, coçando meu rosto onde tinha uma barba rala e depois passando a mão por meu cabelo, tentando espantar o sono de mim. Estava pronto para afastar os edredons e ir vestir-me para encontrar Bella, mas a porta do quarto abriu-se devagar e a morena passou por ela, pulando quando encontrou-me sentado e olhando-a com uma sobrancelha arqueada.

— Ah, você acordou. – Mordeu os lábios e eu sorri.

— Sim e estranhei você não estar por aqui. Vem. – Estiquei os braços e ela suspirou, caminhando até a cama e sentando-se ao meu lado, porém eu revirei os olhos e puxei seu corpo para cima do meu, sentando-a em meu colo.

— Edward! – Guinchou dando-me um tapa no ombro e eu ri, beijando seu rosto.

— Assim é muito mais confortável. – Dei-lhe um selinho. – Faz tempo que está acordada?

— Algumas horas, eu tenho costume de acordar muito cedo. – Deu de ombros. – Eu fiz o café da manhã e Andrew já acordou, está comendo muito lá embaixo. – Soltou uma risada e eu sorri, tocando sua cintura.

— Ele sempre como bastante pela manhã. O certo não seria eu fazer um café da manhã para você e trazer até a cama? – Olhei em seus olhos e ela revirou os seus.

— Não seja idiota, está ótimo assim. – Abraçou-me pelo pescoço. – Você me deu o melhor presente na noite passada. – Piscou e eu sorri malicioso, minhas mãos correndo pelas laterais de seu corpo. Aproximei meu rosto de seu ouvido e beijei o lóbulo, sussurrando em seguida:

— O sexo fodidamente bom? – Desci minha boca para seu pescoço e ela amoleceu em meus braços, um suspiro lânguido saindo de sua boca, igual aos que saíam quando eu tornava minha. – Eu nunca vou poder esquecer a noite passada. Merda, foi a melhor que eu tive. – Mordi sua pele e sorri ao sentir seu corpo estremecer contra o meu, sentindo também seus braços apertarem-me.

— Deus... – Respirou fundo. – Você tira-me o juízo, Edward. – Afastou-se de mim, respirando fundo outra vez. Sorri olhando em seus olhos e ela riu, revirando os bonitos olhos chocolates mais uma vez. – Só que o presente que eu estava falando é sobre você colocar-me junto com Andrew em uma família sua. – Tocou meu rosto, sorrindo para mim. – Foi uma das melhores coisas que aconteceu em minha vida, Edward, e uma das mais especiais também. Obrigada por incluir-me.

— É o meu prazer. – Beijei rapidamente seus lábios. – Tê-la conosco só melhorará as coisas, Bella, entenda isso, você já é especial de mais para Andrew e para mim, não podemos perde-la.

— Não vou. – Segurou os fios de cabelo em minha nuca e aproximou seu rosto do meu, dando um sorriso malicioso. – O sexo com certeza foi um belo presente também. – Piscou e eu grunhi colocando uma mão em suas costas e a puxando para mim, nossos lábios colidindo em um beijo sôfrego.

Enquanto eu a beijava só conseguia pensar na noite passada, pensar na maneira que Bella entregou-se para mim ser reservas e sem medo, deixando-me toma-la por inteira. Eu nunca tive uma mulher dessas comigo, eu somente tinha casos e mais casos, só para que esquecesse das coisas horríveis que passei em minha vida, é claro que antes de Andrew entrar em minha vida. Assim que aquele menino ficou comigo eu mudei em muitas coisas e a principal foi dar toda a atenção para ele, esquecendo de mulheres e qualquer outra coisa. Mas Bella... céus, essa mudou ainda mais tudo em minha volta, tirando tudo dos eixos, mudando totalmente as coisas que achava acreditar e achar correto. Ela é a causa de as coisas encaixarem-se agora, apensar da bagunça que ela cometeu em minha vida, pode ser contraditório, porém para mim faz todo o sentido: Ela bagunçou tudo, porém foi assim que minha vida se ajustou.

Ontem tê-la para mim foi uma das experiências mais incríveis que eu tive em todos meus vinte e nove anos. Ver seu corpo reagir completamente ao meu, minhas carícias despertar todo o prazer dela, os seus gemidos de satisfação preencher meus ouvidos, suas reações e todo o desejo que ela despertou em mim, como nunca antes. Definitivamente foi a melhor noite da minha vida, nada poderia ser comparado com todas as sensações que eu tive em uma noite de sexo com ela, tudo o que ela causou-me foi prazeroso demais e jamais tinha acontecido, ela despertou tudo em mim e fez com que eu sentisse-me o melhor homem do mundo, somente por estar fazendo-a sentir-se bem e sentir prazer.

Mordi seu lábio inferior, puxando-o entre meus dentes e interrompendo nosso beijo. Plantei um beijo em sua boca e afastei-nos, sorrindo para ela. Bella puxou seu ar e retribuiu-me, dando desta vez um beijo em meu maxilar.

— Desça, Andrew estava perguntando por você antes. – Assenti, fazendo um carinho em sua cintura.

— Eu só tomarei um banho rápido, tenho que ir para a empresa depois.

Bella concordou e disse que já tinha se arrumado, então cuidaria de Andrew enquanto eu ajeitava-me. Ela saiu do quarto e eu sorri para o nada, soltando um longo suspiro e sentindo-me mais leve do que nunca, somente por ter aquela morena comigo.

Eu nunca me cansaria dela, pelo o que parece Bella sempre seria o meu rumo, indicando-me o caminho certo e seguindo ao meu lado, porque eu já não via mais minha vida sem ela.

[...]

Conforme eu dirigia para a loja onde Bella trabalhava, não podia deixar de sorrir ao ouvir Andrew contar as histórias dos filmes que tínhamos que ter visto ontem, dando ênfase em seus super-heróis e gesticulando o tempo inteiro.

— E lembre-se, Bella, você tem que voltar lá em casa para terminar de assistir comigo, foi uma promessa, hein? – Olhei-o pelo espelho retrovisor e rolei os olhos ao vê-lo levantar a cabeça de modo determinado, olhando para Bella que estava no banco do carona, esperando-a responder.

— É claro que eu vou. – Ela virou-se para olhar para ele, erguendo sua mão. – Foi uma promessa de mindinho, e essas não são quebradas. – Piscou para o garoto agitado e ele abriu um sorriso enorme, assentindo animadamente.

— É isso aí. – Voltei com a atenção para estrada, rindo com eles. – Nem pode rir, papai, o senhor também vai terminar de ver os filmes. – Arqueei uma sobrancelha, mesmo não olhando-o diretamente.

— Eu já assisti mais de dez vezes todos eles. – Ouvi sua risada.

— Mesmo assim, pai, tem que ver todos novamente e incentivar a Bella a gostar também. Ela precisa amar muitão os heróis, eles são irados demais. – Aí estava a nova palavra de seu vocabulário novamente.

— Não se preocupe, Andrew, seu pai vai assistir conosco. – Bateu em meu ombro de leve e eu a olhei, vendo-a sorrir. – Você vai, Edward, dá para ver que não nega nada a Andrew. – Riu e eu balancei a cabeça, fazendo-a soltar outra risada. – Viu só?

Continuamos conversando sobre os filmes de Andrew, na verdade ele falava na maior parte do tempo, mas eu gostava de vê-lo animado daquele jeito e era ainda melhor a animação que Bella demonstrava ao conviver com ele, os dois juntos eram a melhor coisa da minha vida e vê-los juntos daquela maneira tornava tudo ainda mais maravilhoso do que já estava.

Depois de longos minutos eu estacionei o carro na frente da loja onde Bella trabalhava. Eu sai do carro e a deixei despedir-se de Andrew, que já tinha se soltado da cadeirinha e a abraçava fortemente, rindo como sempre. Deixei-os ter o momento deles e esperei algum tempo, assim que vi Andrew voltar para seu lugar e Bella segurar sua bolsa, eu abri a porta do carro para ela e retribui o maravilhoso sorriso que ela dirigiu-me, assim que segurou minha mão esticada e colocou-se para fora do veículo.

Fechei a porta e segurei-a pela cintura, beijando seus lábios sem importar-me com mais nada. Ela suspirou e com sua mão livre agarrou meu cabelo, retribuindo ao beijo intenso com vontade, beijando-me com urgência e erguendo-se na ponta dos pés para ter melhor alcance da minha boca. Abracei-a contra meu corpo e infiltrei uma mão em seu cabelo, movendo-a em meu ritmo, tentando absorver tudo o que ela causava-me.

Fomos ficando sem ar, então eu a soltei e dei um último beijo em sua boca, levando minha mão até seus lábios e traçando a boca inchada com meus dedos, sorrindo ao olhar em seus olhos e ver o quanto ela gostava de mim, transparecendo isso e demonstrando-me também o desejo que sentia com um simples beijo. Isso eu podia sentir também com seu corpo, pois ele estava arrepiado e seus seios pesados estavam pressionados contra meu peito, fazendo-me desejar que estivéssemos novamente em meu apartamento, só para que eu matasse minha saudade de seu corpo, por mais que não fizesse nem 24h que estivemos juntos.

— Você não devia ficar fazendo isso. – Disse-me, respirando fundo e tentando ter sua respiração normalizada.

— Isso o quê? – Olhei-a nos olhos.

— Deslumbrar-me com um beijo e fazer com que eu sinta... – Interrompeu-se e eu arqueei uma sobrancelha grudando-nos mais uma vez, meu rosto caindo em seu pescoço e dando-lhe uma mordida.

— Sinta o que, Bella? Desejo? Tesão? – Chupei sua pele e respirei fundo. – Você não faz ideia do quanto eu estou sentindo isso agora. – Agarrei sua cintura, puxando-a para mim e levando meus lábios até seu ouvido. – Eu só queria estar em meu quarto com você, tomando seu corpo para mim...

— Edward. – Repreendeu-me e eu sorri, afastando meu rosto para poder olhar no seu, encontrando-a de olhos fechados. – Não faça isso. – Engoliu em seco e suspirou, olhando-me novamente. Piscou seus olhos e abriu um sorriso, ficando na ponta dos pés e roubando-me mais um beijo. – Eu realmente preciso ir, não posso chegar tarde e falta pouco para dar o meu horário.

— Tudo bem. – Soltei-a. – Eu ligarei mais tarde para você. – Segurei seu queixo e mordisquei mais uma vez seus lábios suculentos. – Ontem foi a melhor noite que eu já tive. – Confessei-lhe e vi com satisfação ela olhar-me nos olhos e sorrir com eles, juntamente com o lindo sorriso que abriu-se em seus lábios vermelhos.

— Eu não tenho com o que comparar, mas sinto que nada poderia ser melhor do que aquilo que eu senti ontem em seus braços. – Mordeu meu queixo. – Você foi perfeito. – Sorriu-me. – Agora eu vou.

— Até mais. – Abracei-a mais uma vez e ela sorriu para mim, afastando-se aos poucos e indo em direção a entrada da loja, sumindo logo em seguida.

Respirei profundamente e dei a volta no carro, entrando em meu lugar e puxando o cinto em minha volta. O veículo tinha ficado ligado, então de a ré e saí do local, virando o carro e dirigindo para a casa de Alice.

— Papai, sabe o que eu pensei? – Andrew perguntou animado e eu sorri para ele, dando uma olhada para seu sorriso brilhante pelo retrovisor.

— Pensou em que, campeão? – Troquei de marcha.

— Meu aniversário está chegando. – Sorri com o fato, era realmente incrível ele ter lembrando-se disso, normalmente ele lembra que completará mais um ano de vida apenas uma semana antes. Mas faltava umas três e era um dia completamente especial, afinal foi no dia do aniversário dele que eu consegui adotá-lo oficialmente e pude leva-lo para casa como meu filho. Engoli em seco percebendo isso, faria quatro anos que estávamos juntos, mas para mim era como se Andrew fosse realmente meu filho e parecia estar sete anos ao seu lado, a mesma idade que ele faria.

— É isso mesmo, campeão. – Parei no sinaleiro e virei-me para trás, sorrindo para ele e bagunçando seu cabelo. – Como foi que lembrou cedo neste ano? – Deu de ombros rindo.

— Eu apenas lembrei e também pensei que poderíamos fazer uma festa, como tia Alice faz todo ano.

— É claro que faremos. – Inclinei-me e dei um beijo em sua bochecha. – É nossa tradição, filho, uma festa para comemorar seu aniversário e comemorar também nosso tempo como pai e filho. – Pisquei e ele abriu um sorriso ainda maior, assentindo.

— Exatamente! E neste ano, eu posso ter mais uma pessoa especial comigo, eu quero muito chamar a Bella para ir. – Olhou-me nos olhos. – Vocês são tão bons juntos, papai, eu acho que são o melhor casal do mundo inteiro. – Abriu os braços e eu ri com sua demonstração. – Então eu também sinto que ela tem um lugar especial no meu coração, e eu... eu... – Respirou fundo olhando para suas mãos que estavam entrelaçadas. -... eu já sinto que ela é da família. Ela é nossa família. – Ergueu os olhos para mim e não contive meu suspiro e sorriso. Estiquei minha mão e segurei a sua, apertando-a na minha.

— Ela já é sim da nossa família, filho. – Dei um beijo em sua testa. – E é claro que pode chama-la, faça esse convite pessoalmente quando nós a virmos, eu tenho certeza que Bella ficará muito feliz de ouvir isso de você. – Ele sorriu assentindo.

— Obrigado, pai.

Notei que o sinal ficou verde, então sorri novamente para Andrew e soltei sua mão, voltando para a direção do carro. Depois disso o assunto até a casa de Alice foi esse, o quanto Andrew queria Bella conosco e no aniversário dele, e esse menino só tornava-se ainda mais importante para mim a cada minuto, com tudo o que ele me falava. Por Deus, Andrew era o ser humano mais doce que existia e era alguém que eu faria de tudo para manter a salvo e fazer feliz.

Parei o carro na frente da casa de Alice e eu já pude vê-la sair animada pela porta de entrada, saltitando como sempre. Ri com minha irmã e desliguei o carro, retirando-me dele e indo até a porta traseira, abrindo-a e tirando Andrew da cadeirinha dele, segurando-o em meu colo.

— Eu sentia que estava chegando, Edward. – Alice disse sorrindo, parando perto de mim e dando-me um beijo na bochecha. Andrew jogou-se para o colo da tia e ela riu com gosto, abraçando-o apertado. – Tudo bem, Andrew?

— Ótimo, tia! Estou feliz demais e preparei todas as brincadeiras do dia, são iradas! – Pulou animado no colo dela e rolei os olhos para aquela palavra, eu não gostava dela.

Fui até o carro e inclinei-me para dentro, pegando a mochila com brinquedos e roupas de Andrew. Fechei a porta e fui até Alice, entregando as coisas do pequeno que contava-lhe todas as programações do dia.

Sorri ouvindo-o contar sobre algo de assistir filmes com heróis e Alice já rolou seus olhos, ela sabia tanto dos filmes quanto eu, já que passava o dia com Andrew e eu tinha certeza que o pequeno já tinha feito ela ver mais do que se lembrava. Eu daria minha opinião para tentar livrar um pouco minha irmã, mas um barulho de carro estacionando chamou a nossa atenção e eu virei-me na direção do Sedan cinza que parou atrás do meu carro.

— Alice, entre com Andrew agora. – Virei-me apressado para a baixinha e ela ergueu os olhos para mim, olhando-me preocupada. – Agora, Alice! – Gritei e ela respirou fundo, assentindo.

— Papai, eu... – Andrew olhou-me confuso, seu rosto contorcido com um pouco de receio, era raro as vezes que eu gritava perto dele e sentia-me mal no momento, mas nem fodendo aqueles canalhas teriam algum contato com meu filho.

— Eu converso com você depois, campeão, agora entre com sua tia. – Beijei rapidamente sua testa e ele assentiu, apertando seu boneco com força entre seus braços, dando-me um aperto no peito, odiava vê-lo assustado.

Enquanto eu via Alice ir rapidamente para sua casa e fechar a porta, podia ouvir o barulho de trancas no carro e passos pesados vindo em minha direção. Cruzei meus braços respirando fundo, tentando conter minha raiva e olhei naquela direção, vendo o homem com um sorriso debochado caminhar em minha direção.

— Ora, ora, se não é meu filho amado. – Fechei minhas mãos em punho e ele riu animado. – Vamos conversar, Edward.

— Não temos nada para falar. – Rugi entredentes e o ouvi soltar uma gargalhada, rodando a chave de seu carro nos dedos.

— Ah, no meu ponto de vista nós temos sim. – Sorriu aproximando-se. – E tenho certeza que é do seu interesse, afinal tem a ver com um pequeno bastardo e uma vadia morena. – Grunhi de ódio e ele abriu um sorriso ainda maior. – Oh, querido, sabia que isso chamaria sua atenção. Agora vamos ao que interessa, porque você sabe Edward, sou eu que tenho todo o poder por aqui. – Arqueou uma sobrancelha. – E você não vai gostar que eu o use com sua namoradinha e o filhinho bastardo, não é mesmo?

— Não chegue perto deles! – Falei com ódio aproximando-me, porém Anthony riu e empurrou-me.

— Sabe, não é, filho? Os atingidos serão aqueles que são mais importantes para você. – Riu abertamente. – Elizabeth e eu sabemos quais são seus pontos fracos e vamos usá-los contra você. Tome cuidado, sou eu quem joga as cartas agora.

Meu ódio aumentava em uma proporção que nada me deteria em acabar com aqueles infelizes. Isso com certeza não acabaria bem.

“Continua...”

Notas finais
N/A (Cintia Cullen): Aaaahhh, aconteceu nosso momento tão aguardado entre Bella e Edward o / Eu esforcei-me ao máximo para fazer algo bom para nossos personagens, encaixando isso nas personalidades deles, espero mesmo que tenham gostado, pois eu amei escrever e gostei muito dos detalhes envolvidos. Entãooooo estamos em rumo aos 400 comentários *-* Por Deus, mal posso acreditar que somente com 12 capítulo estamos em uma meta tão grande, muito obrigada, meus amores, vocês são incríveis e especiais demais para mim. Nunca poderei agradecer suficientemente por tudo, mas saiba que sempre ficará esse carinho em meu coração, obrigada mesmo! ♥ Agora vou-me indo, tenho muitas coisas para fazer, um enorme obrigada para todos, adoro cada um de vocês! :3 Beijos.