Never It's Late.

18 As sensações revelam algo.


Notas iniciais
E em mais um domingo, venho postar um novo capítulo para vocês! o / Realmente queria vir mais cedo, porém o Nyah ficou fora do ar por um par de horas, mas eu prometi a mim mesma que se o site voltasse antes das 23:30h, eu postaria sim o capítulo no dia de sempre. U.U Obrigada por todos os comentários anteriores, respondi cada um com todo meu carinho, sempre amo muito ler as palavras que me escrevem, agradeço demais por tudo, amores. ♥ Enfim... vamos ao capítulo da semana, espero que gostem, eu realmente o adorei :3 PS.: Ao final do capítulo, deixarei uma imagem do garotinho que apaixonei-me perdidamente e vi nele, a figura de Andrew. A curiosidade de vocês chegou ao fim, vocês descobrirão como é nosso pequeno garoto encantador. PS².: Obrigada Querem Filha, amei mesmo a foto, você foi ótima em mandá-la para mim, obrigadaaaaa :3 Enjoy ;) ~~14/05/17~~

As sensações revelam algo.

Pov Bella.

Girei-me enquanto esticava meus braços, espreguiçando-me e bocejando alto, apertando meus olhos. Conforme movia-me pelo local, senti-me bater em alguém, então recolhi meus braços e abri os olhos devagar, sorrindo um pouco ao ver Edward jogado de bruços ao meu lado, seu sono parecia tão profundo e sua respiração estava tão calma, muito diferente do que eu via no dia a dia.

Aproximei-me devagar dele, ergui minha mão e acariciei seu rosto, afastando os fios de cabelo que caíam em sua testa. Sorri ao ouvi-lo suspirar e beijei seu rosto devagar, afastando-me com cuidado em seguida, levantando-me em silêncio, fazendo o possível para não acordá-lo. Assim que fiquei de pé, caminhei rapidamente para o banheiro, precisava urgentemente aliviar minha bexiga.

Ao terminar de usar o banheiro, fui até a pia e lavei minhas mãos, jogando água em meu rosto também. Puxei a toalha e sequei minha pele devagar, bocejando enquanto realizava isso, parecia ser tão cedo ainda. Quando estava devidamente limpa, pendurei a toalha no local de sempre e depois retirei-me do cômodo, indo até meu quarto, precisava ver como Andrew estava.

Abri a porta lentamente, tentando fazer o mínimo de barulho possível. Caminhei devagar pelo ambiente e fui até a cama, sorrindo quando vi Andrew respirando fundo no meio de seu sono, completamente agarrado as cobertas que estavam sobre si. Sentei-me com cuidado na beirada da cama e suspirei olhando aquele menino encantador, esticando minha mão e acariciando os fios loiro, movendo meus dedos com cuidado em seu cabelo. Inclinei-me e beijei rapidamente sua testa, afastando-me logo em seguida, não queria fazê-lo acordar, ele precisava de um descanso depois do dia aparentemente agitado que teve ontem. Continuei fazendo-lhe um cafuné e com a mão livre, peguei meu celular que estava na mesinha do abajur, acendendo a tela para conferir que horas eram. Arregalei meus olhos vendo que agora que passava das cinco da manhã, sentindo-me um pouco mal ao ver que era o costume do meu corpo levantar tão cedo para trabalhar, infelizmente agora eu não possuía mais um emprego.

Soltei um longo suspiro quando meu coração pareceu apertar-se com a lembrança do fato. Balancei a cabeça e tratei de puxar meu ar fortemente para meus pulmões, agora eu não deveria ficar remoendo alguma coisa que aconteceu, nada mudaria o que aconteceu no dia anterior. Eu realmente não entendia o que Angela tinha para defender tanto Tanya, pelo amor de Deus, aquela vaca loira fazia qualquer um de gato e sapato, mas mesmo assim era sempre a salva da história, até mesmo quando discutia com Rosalie, e olhe que minha melhor amiga era a sócia da porcaria daquela loja.

Engoli em seco e olhei para Andrew quando o senti se remexer na cama. Pensei que o garoto acordaria, mas sorri um pouquinho ao vê-lo agarrar a almofada que estava na cama e suspirar longamente, ainda dormindo profundamente. Dei mais um beijo em seu rosto e resolvi afastar-me ou era capaz de eu acordá-lo, e eu sabia que Andrew tinha um horário fixo de acordar, e estava longe dele ainda. Levantei-me com cuidado e diminui um pouco a intensidade da luz do abajur, o dia começava a clarear aos poucos, então Andrew não ficaria assustado com escuridão.

Caminhei para fora do quarto e fechei a porta devagar, encostando-a. Como eu sabia que não conseguiria voltar a dormir, dirigi-me a cozinha e resolvi preparar algo para que Edward comesse comigo, afinal nós dois não havíamos jantado na noite anterior, somente Andrew.

Chegando no cômodo peguei uma frigideira e coloquei-a sobre o fogão, buscando em seguida o óleo na geladeira, despejando-o sobre o metal da panela. Quando coloquei o suficiente, peguei ovos no armário e deixei-os apoiados na pia, para que eu pegasse o fósforo e ligasse o gás. Assim que acendi o fogão, voltei a colocar a frigideira no local correto e quebrei os ovos, colocando-os para fritar.

Busquei os temperos e os despejei junto com os ovos, para depois eu pegar o restante de bacon que tinha na geladeira e picar para juntá-lo à omelete que eu estava preparando. Remexi as coisas na frigideira e depois a descansei sobre o fogão, pegando uma jarra de água e despejando o líquido em dois copos.

Demorou um pouco, mas quando tudo estava pronto, coloquei um pouco de omelete em dois pratos, arrumando a mesa para nós dois. Lavei minhas mãos e olhei pela ilha da cozinha, sorrindo ao ver Edward espreguiçar-se e virar de barriga para cima, respirando fundo, continuando a dormir.

Saí da cozinha e andei lentamente até onde ele estava, tocando com cuidado seu rosto conforme eu me agachava ao seu lado, ajoelhando-me sobre as cobertas que estavam no chão. Ele dormia tão tranquilo, também, depois dos dias conturbados que ele teve por causa dos progenitores, o cuidado que ele estava tomando com Andrew, tudo era delicado e exaustivo, eu sabia como era tudo isso. Suspirei olhando-o e puxei as cobertas de cima de seu corpo, mordendo meu lábio quando o vi apensar de boxer, ele havia retirado suas roupas durante a noite, alegando que dormir vestido o incomodava demais.

Seu peito musculoso estava a amostra e subia e descia com rapidez, seguindo os ritmos de sua respiração. Puxando uma coragem praticamente inexistente dentro de mim, engatinhei para mais perto dele e sentei em cima de seu quadril, inclinando-me e depositando beijos em seu pescoço. Mordisquei a pele e salpiquei beijos, enquanto me remexia em seu colo, seguindo meus instintos e o desejo poderoso que apoderava-se de mim ao ver Edward tão a minha mercê, praticamente nu. Grunhi baixinho ao sentir uma protuberância embaixo de mim e me esfreguei ainda mais no local. Distribuí beijos molhados em seu pescoço e depois subi para o rosto, depositando pequenos beijos ali. Coloquei uma mão em seu cabelo, fazendo um cafuné e meus lábios foram para o lóbulo da sua orelha, mordendo a região com cuidado.

— Edward... – Sussurrei em seu ouvido e me movi em seu colo, gemendo ao sentir seu membro dar sinais de vida, ao que parecia, nem todo o corpo dele estava adormecido. – Ei, eu sei que está cedo, mas preparei algo para comermos. – Beijei seu queixo, movimentando-me involuntariamente em seu colo, sorrindo em seguida ao ouvir um gemido escapar de seus lábios.

— Hmmm... Bella... – Suspirou alto, remexendo-se no lugar, fazendo com que eu mordesse de leve seu queixo.

— Vamos, Edward, preparei seu café da manhã. – Beijei o canto de seus lábios, parando de me mover, mas ainda continuava sentada em seu colo. Movi minhas mãos para seu cabelo e remexi os fios, sorrindo quando ele soltou sua respiração com força e de repente, suas mãos estavam em minha cintura, apertando-a e forçando meu corpo a movimentar-se contra o dele, causando um atrito delicioso entre nós.

Deitei-me sobre seu corpo e escondi meu rosto em seu pescoço, beijando sua pele ao senti-lo pressionar-me com mais força sobre sua ereção que formava-se. Grunhi contra seu pescoço e ele respirou fundo, beijando em seguida meu ombro, mordendo-o.

— Com certeza essa é a melhor maneira de acordar. – Sussurrou rouca contra meu ouvido, suas mãos deslizando-se por meu corpo e indo até minha bunda, apertando a região, fazendo-me gemer baixinho com a pressão de suas mãos grandes. – Estou ficando com fome de você, Bella. – Mordiscou o lóbulo da minha orelha e suspirei, minhas mãos indo até seus ombros e apertando a região desnuda.

— Eu só queria acordar você para tomar café. – Respondi baixinho, choramingando quando senti outro apertão em minha carne. – Edward... Andrew está no quarto ao lado.

— Ele não vai acordar agora. – Espalhou beijos até meu pescoço, chupando minha pele com força. Afastei-me de seu pescoço e ele fez a mesma coisa, movendo sua mão até meu queixo e puxando-me para perto de si enquanto inclinava-se e tomava a minha boca na sua, beijando-me ferozmente, agarrando-me como se sua vida dependesse disso.

Agarrei seus cabelos e movimentei minha boca contra a sua com fervor. Edward tomou impulso e sentou-se, levando-me junto e agarrando meu corpo contra o seu, fazendo-me pressionar meus seios contra seu peito nu. Uma de suas mãos dirigiu-se para a parte de trás da minha cabeça e ele segurou minha nuca para ditar o ritmo de seu beijo, aumentando a pressão de nossos lábios. Grunhi, sentindo outra mão em minha coxa, apertando com vontade a minha pele.

— Edward... – Afastei-me ofegante, respirando com dificuldade. Abri meus olhos e encontrei as orbes verdes cheias de luxúria, fazendo-me engolir em seco. – Seu café da manhã. – Sussurrei e ele apenas inclinou-se para mim, beijando meu pescoço e distribuindo beijos até a altura de meu colo, esmagando minha coxa com seus dedos que a pressionavam fortemente. – Edward.... – Tentei chama-lo, minha voz saindo rouca. – Seu café.

— Depois, Bella. – Ele chupou meu pescoço e senti latejar em seguida, meus olhos fechando-os por causa do contato.

— Você precisa comer. – Minha voz disse fraca. Meus braços enrolaram-se em seu pescoço e meio que automaticamente eu o puxei contra mim, seus lábios descendo até meus seios, afastando a camiseta conforme beijava meus peitos e chupava-os, tirando gemidos baixos de mim. – Você precisa comer algo. – Repeti e ele apertou-me contra si.

— Então deixe-me comer você. – Arfei com suas palavras e antes que eu tentasse falar algo, sua boca voltou para a minha.

Apertei novamente os fios de sua nuca, beijando-o mais forte e aprofundando o beijo. Senti suas mãos se fecharem em volta da minha cintura, enquanto seus lábios se moldavam aos meus com perfeição, devorando minha boca com a sua, tentando puxar-me cada vez mais contra seu corpo, juntando-nos.

Edward se separou um pouco de mim e olhou-me com devoção, como se fosse uma obra prima. Sorri com isso e ele segurou a barra da minha blusa, puxando-a para cima. Ergui meus braços e o ajudei a se livrar da peça de roupa, vendo-o jogá-la para o lado.

Ele começou a espalhar beijos pela extensão do meu rosto, desde a testa até meu queixo, descendo em seguida para meu pescoço, onde salpicava beijos e mordidas. Aos poucos eu ia sentindo Edward livrando-me das roupas que restavam em meu corpo, para depois retirar sua boxer. Quando estávamos completamente nus, Edward beijou minha clavícula e espalhou beijos por todo meu corpo, escorregando sua boca por mim, fazendo-me estremecer com cada toque de seus lábios, até chegar em meu ponto mais necessitado.

Fechei os olhos suspirando ao sentir sua boca tocar meu sexo, levei minhas mãos até seus cabelos acobreados e puxei os fios, empurrando sua cabeça mais de encontro ao meu centro.

— Edward... – Soltei um gemido sôfrego. Seus dedos brincavam com meu clitóris, enquanto sua boca devastava minha intimidade e me levava a loucura.

Suas mãos seguravam minhas pernas abertas e as vezes apertavam minhas coxas, levando-me cada vez mais perto do limite. Segurei os fios de seus cabelos com força, sentindo-o penetrar-me com sua língua e beliscar meu botão entre seus dedos.

— Céus... – Grunhi e pude sentir seu sorriso. Arqueei minhas costas quando senti sua boca se afastar de meu sexo e gemi de desgosto. – Edward!

— Calma, querida. – Suspirei resignada e o ouvi rir. Rolei os olhos, mas um grito saiu da minha garganta ao sentir dois dedos entrar em mim e seus dentes morderem levemente meu clitóris inchado.

— Oh céus... – Voltei a arquear minhas costas e empurrar meus quadris de encontro com seus dedos.

Senti um aperto forte em minha coxa e mordi meus lábios para não gritar muito alto, afinal, nós não estávamos sozinhos em casa, só que era um pouco difícil fazer isso enquanto eu tinha Edward dando-me prazer.

Tirei uma de minhas mãos de seu cabelo e a levei até seu braço direito que segurava minha perna e o apertei sentindo-me próxima. Gemi descaradamente sentindo mais um dedo entrar em mim e bombear com força em meu centro, e sua língua circular meu clitóris.

Fechei os olhos suspirando alto e sentia minha pele ficar cada vez mais quente. Senti o suor começar a escorrer minha pele. Abri a boca em um grito mudo, quando finalmente cheguei ao meu orgasmo.

Edward lambeu minha intimidade inteira, antes de voltar a beijar meu corpo e torturar-me um pouco mais enquanto mordia o bico de meus seios e os massageava com suas grandes mãos.

De repente, eu arfei de surpresa quando Edward nos virou sobre as cobertas, deixando-me sobre seu corpo. O olhei com os olhos arregalados, mordendo meus lábios envergonhada pela posição, mas ele apenas sorriu e segurou em minha cintura, piscando um olho em minha direção.

— Edward... – O repreendi, porém ele sentou-se e ficou cara a cara comigo, beijando deliciosamente meus lábios, fazendo-me suspirar contra sua boca. – Eu... eu não sei assim. – Disse intimidada e ele suspirou, segurando meu queixo com sua mão, fazendo-me olhar em seus olhos.

— Você é perfeita, Bella, pode fazer qualquer coisa. – Beijou meu rosto. – E eu vou ensinar a você. – Sorriu maliciosamente e meus olhos seguiram suas mãos que foram para o sofá atrás dele, buscando por sua calça. Franzi o cenho quando o vi tirar sua carteira do bolso e em seguida, puxar um papel luminoso de lá. – O que foi? – Olhou-me confuso e eu abri a minha boca em choque, arregalando meus olhos outra vez, olhando-o assustada. – Bella?

— Nós... nós nunca usamos. – Disse alarmada, olhando para o preservativo em sua mão. – Oh, Deus...

— Ei, ei... não se preocupe com isso agora. – Olhei em seus olhos ainda com medo, mas ele balançou a cabeça. – Concentre-se em mim. – Sussurrou beijando-me rapidamente. O senti escorregar meu corpo um pouco para trás, fazendo-me ficar sentada em suas pernas, enquanto ele abria o papel luminoso e escorregava a camisinha em seu membro duro, massageando-o quando estava protegido. – Vem, querida, sente-se em mim. – Engoli o gemido que queria sair e aproximei-me dele, sentindo suas mãos agarrarem-se em minha cintura, puxando-me para cima de seu colo novamente, o gemido saindo de minha boca quando senti seu pau embaixo de mim, pronto para entrar em meu corpo. – Você é tão quente. – Sussurrou roucamente, seus olhos fechados e sua cabeça caindo para trás. – Sente no meu pau, Bella, monte em mim. – Edward levou suas mãos para minha bunda e elas apertaram minhas nádegas, fazendo-me grunhir e apoiar-me em seus ombros.

Deitei meu rosto em seu pescoço e mordi sua pele, sentindo-o movimentar-me em seu colo, erguendo-me. Antes que eu tentasse falar qualquer coisa, senti seu pau invadir-me com brutalidade quando Edward abaixou-me sobre ele. Apertei meus olhos sentindo-o queimar conforme entrava em mim, o gemido escapando de meus lábios, assim como escapava dos de Edward.

Deixando uma mão em minha bunda, Edward caminhou a outra para minha coxa e a apertou. Isso foi intuito para eu me movimentar em seu colo, testando minha habilidade, subindo e descendo em seu membro. Segurei-me em seus ombros e olhei em seu rosto, conectando meu olhar ao dele, enquanto nos tornávamos um só. Gemendo deitei minha cabeça em seu pescoço de novo e com sua ajuda, me movi mais rápido em seu colo, suas mãos queimando em minha pele conforme me apertava.

— Isso Bella... isso... – Gemeu Edward e apertou minha bunda, movimentando-me junto com ele.

— Edward... – Solucei seu nome e mordi seu pescoço, subindo e me sentando abruptamente em seu membro, arfando com os arrepios que apoderavam-se de meu corpo. – Edward... – Choraminguei, beijando sua pele suada.

— Porra... sim... – Ele impulsionou seus quadris para cima, estocando com força dentro de mim.

— Céus... – Edward mordeu meu ombro e entrou vigorosamente em meu sexo. Levei uma mão para seu cabelo e apertei os fios entre meus dedos, mexendo meu corpo junto com o dele. – Oh...

Ele soltou minha bunda e colocou sua mão em minhas costas, puxando meu corpo para frente e apertando-me contra ele. Meus seios colidiram contra seu peitoral e gemi com o contato, fazendo Edward acelerar seus movimentos.

Edward pareceu ficar fora de controle, porque em um segundo ele nos virou, jogando-me contra o chão e vindo com seu corpo sobre o meu, penetrando-me com força novamente. Derrubei minha cabeça para trás, completamente entregue ao prazer, sentindo seu membro entrando completamente em mim. Não me segurei, deixei com que os grunhidos fugissem da minha garganta, por mais que eu tentasse controlar, ainda sim era difícil, ainda mais com ele apertando-me contra sim, saindo do meu corpo e voltando com força. Ofeguei em busca de ar, grunhindo quando ele mordeu meus seios, chupando os bicos contra seus lábios, movendo-se em mim, escorregando para dentro e fora, deixando-me louca de prazer.

Deslizei minhas mãos para suas costas, percorrendo com minhas unhas por ali deixando algumas marcas. Ouvi Edward praguejar e deitar com sua cabeça em meu pescoço, aumentando um pouco a velocidade de seus movimentos. Eu já nem conseguia mais me conter, meus gemidos saiam um atrás do outro.

Uma fisgada no pescoço fez com que eu soltasse um palavrão e ouvi Edward rir um pouco ofegante. Apertei minhas unhas em suas costas e abri um sorriso ao ouvi-lo grunhir. Suas mãos percorreram meu corpo e uma parou em minha coxa, dando-me um forte apertão e a outra foi para nosso meio, esfregando meu clitóris.

─ Tão deliciosa, minha Bella. – Sussurrou contra meu ouvido e mordeu o lóbulo. Virei minha cabeça de lado e olhei em seus olhos, inclinando-me um pouco e capturando sua boca.

Edward beijou-me com desejo, apertando a carne de minha coxa enquanto bombeava seu pau em mim e deslizava sua língua em minha boca. Nosso beijo afoito fez com que perdêssemos o ar mais rápido, fazendo com que fosse necessário a separação de nossos lábios. Edward saiu de dentro de mim e voltou com força brusca, fazendo-me soluçar de prazer. Subi uma mão por sua pele e parei em seu cabelo, segurando alguns fios enquanto eu movimentava meu corpo de encontro ao seu.

— Edward... – Cantarolei seu nome, deixando-me ser levada pelo prazer.

— Eu sinto que está próxima Bella, se libera para mim. – Arfei com seu tom sensual e ele voltou a me beijar.

Enquanto nos beijávamos, Edward aumentou seus movimentos e meus gemidos e gritos eram engolidos por sua boca. Quando o senti esfregar meu clitóris e escorregar seu membro com mais força do que antes, eu tive que separar nossos lábios e deixar meu gemido sair, enquanto sentia meu ápice chegar. Edward desceu seus beijos para meus seios e os lambeu, apertando minha coxa e estocando em mim freneticamente.

— Merda... – Soltei ofegante ao sentir-me próxima outra vez.

— Porra, Bella, porra! – Praguejou Edward.

Suas estocadas aumentaram, tocando um ponto especial em mim, fazendo com que eu me agarrasse a ele e sentisse a incrível sensação do orgasmo aproximando-se outra vez. Meu ventre formigava deixando-me ainda mais perto, então eu escondi meu rosto no pescoço de Edward e calei meus gritos em sua pele, chupando-a conforme eu sentia meu gozo liberar-se de meu corpo contra vez. Ouvi Edward gemer e ele mordeu minha clavícula, segurando com força em minha cintura, movendo-se rapidamente, grunhindo quando alcançou seu ápice, o corpo quente caindo sobre mim, ainda movimentando-se conforme seu esperma jorrava contra a camisinha.

Gemi extasiada e senti Edward respirar fundo contra minha pele, beijando onde ele havia mordido, para em seguida sair de mim e jogar-se ao meu lado. Suspirei alto e levei minhas mãos até meu cabelo suado, afastando os fios úmidos de meu rosto, apertando meus olhos fechados, tentando sair da nuvem de prazer.

Olhei-o e o vi sorrir maliciosamente para mim, retirando a camisinha de seu pênis, amarrando-a e deixando no chão, ao seu lado.

— Você é incrível. – Ele sussurrou contra meu ouvido e puxou-me contra seu corpo, beijando meu cabelo.

— Hmmm... acho que nosso café da manhã esfriou. – Resmunguei contra sua pele e Edward riu segurando em meu queixo, levantando meu rosto para olhar-me. Sorri em sua direção e ele inclinou-se, despejando um beijo demorado em meus lábios.

— Acordou tão cedo, Bella. – Franziu o cenho quando afastou-se e eu suspirei voltando a deitar minha cabeça sobre seu peito, mas de uma maneira que eu pudesse olhar em seu rosto.

— O costume, eu acho. – Falei tristemente e Edward estalou a língua, sua mão movendo-se em meu rosto.

— Não pense nisso agora, Bella, eu a ajudarei dar um jeito em tudo. – Assenti respirando fundo e toquei seu queixo com a ponta de meu dedo, puxando meu ar.

— É que eu me sinto mal, sabe? Eu adorava aquele emprego, era o único lugar que contratou-me sem experiência e ajudava-me muito em minhas contas, agora vai ser um pouco complicado achar algo. – Engoli em seco. – Ainda mais com minha faculdade começando mês que vem.

— Pare de se preocupar tanto, Bella, pelo amor de Deus! Você diz como se fosse o fim do mundo, e não é, droga, eu estou aqui com você agora! – Rolei meus olhos e o ouvi bufar alto. – Não revire os olhos! – Grunhiu ao pontuar cada palavra, fazendo-me olhar em seus olhos. – Odeio que faça isso para mim.

— Então para de dizer coisas absurdas, eu tenho que me preocupar ao ficar sem emprego, por favor! – Separei-me dele e busquei minhas roupas, vestindo-as apressadamente. – Vamos tomar café e parar de falar sobre isso. – Passei minha blusa por minha cabeça, prendendo meu cabelo em um coque frouxo. – Sabe que você não tem a obrigação de estar ao meu lado todas as 24h. – Cruzei os braços e dessa vez Edward revirou os olhos conforme pegava suas roupas e ia as colocando, ficando de pé em seguida. – Edward... – Gemi contrariada e ele respirou fundo, abotoando sua camiseta enquanto olhava-me.

— Eu sei que é difícil para você, Bella, aceitar ajudas e tudo o mais. Eu entendo perfeitamente. – Fechou a camiseta e suspirou, aproximando-se de mim e segurando meu rosto contra suas mãos. – Só que pense bem em minhas propostas de ajuda, por favor, tudo o que eu quero é fazê-la e vê-la feliz, nada ao contrário. Você sempre se virou sozinha, mas antes era diferente, hoje em dia você tem pessoas que te adoram em sua volta, você tem a mim. – Frisou, e eu suspirei olhando em seus olhos, tocando seu rosto bonito. – Me permita ser feliz ajudando-a, é a única coisa que eu quero.

— Deus, Edward, o que eu farei com você? – Engoli em seco e ele sorriu abertamente ao notar o meu tom. Respirei fundo e inclinei-me, dando um selinho em seus lábios. – Eu vou aceitar o que você quiser me dar, mas nada demais ou extravagante, eu ainda posso cuidar de algumas coisas e buscar um emprego para mim. Entendido? – Arqueei uma sobrancelha e ele sorriu animada, beijando-me outra vez.

— Completamente entendido. – Encostou sua testa na minha. – Eu te compreendo, Bella, mas como eu já disse: Eu só quero te ver feliz. – Sorri para ele e assenti.

— Obrigada. – Abracei-o apertado e fechei meus olhos enquanto encostava minha cabeça em seu peito, sorrindo ao sentir seus braços circularem-me e me apertarem contra si. – Você é incrível, sabia? – Afastei-me o suficiente para olhar em seu rosto, abrindo um sorriso quando o vi sorrir torto em minha direção.

— Talvez você seja um pouco anormal por achar isso, mas eu te adoro mesmo assim. – Piscou em minha direção e eu gargalhei, dando um tapa em seu peito.

— Eu já te disse, Edward, você não faz ideia do quão maravilhoso é. – Suspirei e abracei-o pelo pescoço. – Um dia você dará conta, eu farei com que isso aconteça. – Pisquei em sua direção e fiquei na ponta de meus pés, beijando-o calmamente, experimentando o sabor de seus lábios, suspirando quando senti suas mãos apertarem-me contra si, abraçando-me.

Céus, esse homem estava mudando completamente o meu mundo.

[...]

— Eu não acredito que vou passar o dia inteirinho com você! – Andrew disse deveras animado, caminhando ao meu lado sorridente, fazendo-me ficar contagiada por sua alegria extrema.

Edward ficou comigo até umas oito horas da manhã, assim que Andrew acordou ele falou com seu filho e disse que tinha que ir para a empresa, havia muitas coisas para ele colocar em dia e cuidar. Edward queria que eu ligasse para Daniel, pedindo para que seu segurança levasse Andrew até a casa de Alice, pois ele não teria tempo, afinal ainda tinha que passar e trocar de roupa em casa, só que eu mudei seus planos, pedindo-lhe para que eu cuidasse do nosso garoto pelo dia. Eu não sabia descrever o que eu tinha visto nos olhos de Edward quando eu disse que cuidaria do nosso filho, mas aquele brilho nas orbes verdes me fez suspirar e sentir meu coração bater mais rápido do que o normal quando estava ao seu lado. Ele acatou minha ideia rapidamente e disse que eu poderia passear com Andrew, ele precisava disso, mas eu tinha que andar sempre com Daniel, assim seria mais seguro.

Eu sei que Edward poderia parecer um pouco paranoico com todas as suas atitudes, mas infelizmente todo seu pânico era muito necessário, eu tinha certeza que todo cuidado era pouco com seus progenitores em nossa volta, ainda mais andando por Manhattan com Andrew.

Eu não sabia descrever o que eu senti quando Edward se despediu de mim hoje cedo, era algo tão forte que deu-me uma vontade imensa de chorar enquanto eu o beijava. Não era um sentimento ruim, muito pelo contrário, quando ele sorriu para mim e em seguida beijou-me, eu senti como se estivesse, mais do que nunca, no lugar certo, assim que senti sua boca colar-se a minha e seus braços rodearem-me. A todo instante, no beijo de despedida, sentia meu coração bater descompassadamente, batendo com força contra minha caixa torácica, praticamente tirando todo o meu ar, assim como os arrepios chocavam-se contra a minha pele fortemente, mais do que qualquer vez que eu tenha os sentido. Era algo diferente, mais forte, só que por Deus, era completamente maravilhoso sentir aquelas coisas nos braços de Edward, o choro que queria sair de mim era de mais completa alegria, aqueles sentimentos ainda pareciam presentes em mim até agora, fazendo-me suspirar conforme caminhava de mãos dadas com um Andrew agitado.

— Em que lugar estamos indo, mamãe? – Tratei de sair de meus pensamentos e sorri ao apertar minha mão na de Andrew, respirando fundo.

— Estamos indo na casa da tia Rosalie. – Pisquei para ele e vi um sorriso enorme abrir-se em sua boca. – Gostando da ideia? – Perguntei risonha e ele riu, saltitando ao meu lado.

— Com certeza, eu a adorei demais, mãe! – Sorri ao ouvi-lo chamar-me dessa maneira, suspirando baixinho. Era estranho ouvir isso, confesso, porém, era deveras emocionante ver o brilho em ser olhar a cada vez que me chamava de mãe. Com certeza esse garoto conquistava-me cada vez mais, assim como seu pai que não saía um minuto de meus pensamentos. – Estamos chegando? – Sua voz chamou-me de volta para a terra e voltei a concentrar-me nele.

— Claro, é logo ali. – Apontei para a bonita casa de dois andares que estava do outro lado da rua, sua pintura mogno e brilhante chamando atenção na rua, assim como os portões de ferros à sua volta, dando um toque clássico na casa.

— Uau! É tão bonita. – Andrew comentou sorridente. – Ela mora ali mesmo? – Assenti sorrindo e olhei para os dois lados da rua, atravessando com cuidado, sempre mantendo minha mão firme com a do meu filho. – Adorei essa casa, mamãe, é irada! – Gritou energético e eu gargalhei ao ouvir a palavra que Edward tanto odiava.

— É perfeita, querido. – Quando chegamos em frente à casa, agachei-me esticando meus braços e Andrew sorriu vindo para meu colo. Levantei-me com cuidado e caminhei até o interfone que tinha na entrada, apertando o botão verde, ouvindo o barulho de chamada em seguida. – O que você tanto faz no meu cabelo? – Olhei-o curiosa, rindo ao vê-lo mexer em minhas mechas com atenção, olhando curiosamente para a cor dos fios.

— Seu cabelo é tão bonito, mamãe, é tipo cor de chocolate. – Sorriu abertamente. – Só que tem cheiro de morango. – Deu de ombros e eu ri, beijando seu rosto.

— Quem é? — A voz de Rose soou no interfone, chamando a nossa atenção. Andrew largou meu cabelo e olhou animado para o aparelho, franzindo seu cenho.

— Tia Rose? – Chamou confuso e eu soltei uma risada.

— Ah, meu Deus, Andrew! — Ela disse animada. — Querido, como é ótimo ouvir sua voz. Sua mãe está aí?

— Oi, Rose. – Ouvi um gritinho animado e rolei meus olhos com sua afobação, ouvindo-a desligar a chamada do interfone, abrindo o portão em seguida.

— Eba! – Andrew agitou-se em meu colo e eu sorri para sua imperatividade, entrando pelos portões, rindo quando vi uma loira animada sair correndo de sua casa e vir agitada até nós, logo arrancando o pequeno garoto de meu colo, abraçando-o apertado. – Oi, tia Rose! – Meu filho sorriu, beijando seu rosto também. – Eu adorei que a mamãe me trouxe para te ver, irado! – Levantou os braços e eu ri quando Rose arqueou uma sobrancelha em minha direção, certamente pela palavra que ele tinha usado.

— É coisa dele, Edward também odeia. – Dei de ombros e ela sorriu, beijando-o mais uma vez.

— Fiquei tão feliz de ouvir que eram vocês, sério, esse garotinho cativou-me demais, já estava morrendo de saudades dele. – Cutucou as costelas de Andrew, fazendo-o gargalhar. – Vamos entrar, minha mãe está aí.

— Lilian? – Sorri feliz e ela assentiu, os cachos loiros movendo-se com sua ação. – Deus, faz tanto tempo que eu não a vejo. – A Loira riu, segurando Andrew em seu colo com cuidado.

— Tenho certeza que ela irá adorar te ver, Bella. Além do mais, ela já começou a fazer o almoço, teremos visitas. – Piscou em minha direção, enquanto caminhávamos em direção a sua casa. Franzi meu cenho em confusão e Rosalie abriu um sorriso enorme. – Os pais de Emmett estão vindo almoçar aqui, sabe, conhecer a minha família. – Mandou-me uma piscadela animada e eu sorri para ela.

— Isso é ótimo, Rose! Tenho certeza que vocês não demorarão a firmar algo mais sério. – Olhei de forma acusatória para ela, fazendo-a sorrir conforme dava de ombros.

— Quem sabe, hein?

— E seu pai? – Perguntei quase em um sussurro, fazendo-a suspirar alto e concentrar-se em Andrew, conforme caminhávamos.

— Sabe que aquele velho é irredutível, não se conforma que eu namore com um cara como Emmett. – Mordi meu lábio entendendo tudo, o pai dela era completamente complicado, eu imaginava que ele iria contra sua filha, quando soubesse sobre as origens de Emmett.

— Eu sinto muito. – Ela sorriu um pouco e remexeu nos fios loiros de Andrew, entrando em sua casa e sendo seguida por mim.

— Eu tenho minha mãe do meu lado, Bella, então eu já me sinto melhor. – Assenti sorrindo e olhei para Andrew que sorria olhando para tudo em sua volta, a curiosidade brilhando em seus olhos claros.

— Sua casa é tão bonita, tia Rose. – Ela riu animada e beijou sua bochecha.

— Obrigada, querido, eu fico imensamente feliz que tenha gostado. – Piscou e ele riu olhando para mim e jogando-se para mim, fazendo-me sorrir ao segurá-lo e ajeitá-lo em meu colo. – Ei, você vai me trocar pela Bella? – Rosalie brincou, cruzando seus braços e olhando com uma sobrancelha arqueada para Andrew. Ele sorriu dando de ombros.

— Desculpe, tia, mas eu amo a minha mamãe. – Abriu um sorrisão e eu suspirei, sentindo meu coração já acelerar-se por suas palavras. Céus, esse garoto era perfeito.

— Querida, quem chegou? – Viramos em busca da voz e eu abri um sorriso ao ver a bonita mulher caminhando em nossa direção. Seu cabelo loiro estava preso em um coque e as roupas chiques estavam atrás do avental que ela usava, mas o sorriso bondoso estava formado em seus lábios, como sempre. – Bella! – Seus olhos arregalaram-se em minha direção e eu beijei Andrew, colocando-o no chão, caminhando em seguida até Lilian, abraçando-a com força. – Ah, querida, como é bom ver você. – Sussurrou em meu ouvido, fazendo-me suspirar com seu carinho. – Eu senti muito sua falta, faz tanto tempo que não nos vemos.

— Eu sei, Lilian, é que tantas coisas aconteceram. – Respirei fundo, sentindo seus braços carinhosos em minha volta. – Como você está?

— Perfeitamente bem, querida. – Afastou-se e beijou brevemente minha bochecha. Antes que eu lhe perguntasse alguma coisa, os olhos dourados seguiram-se para trás de mim e eu olhei também, vendo que ela encarava um Andrew risonho que estava novamente no colo de Rosalie. – Hmmm, Bella, eu sei que faz um tempinho, mas desde quando você tem um filho? – Voltei a olhá-la e ri com seu olhar curioso para cima de mim.

— Pouco tempo, para ser sincera. – Sua sobrancelha arqueou-se e eu suspirei. – Ele é filho do meu namorado, mas eu o amo demais e eu sei que ele sente a mesma coisa por mim, afinal, pediu-me para ser sua mãe. – Sorri lembrando-me do pedido de Andrew. – Eu sei que é precipitado e tudo o mais, afinal Edward e eu nos conhecemos há pouco tempo, só que olhe para Andrew... – Ambas seguimos o olhar para o garoto imperativo. – Seria impossível eu negar o pedido que ele tinha feito para mim, eu o amo. – Sorri para Lilian e ela abriu um bonito sorriso, puxando-me para seus braços.

— Ah, querida, posso ver a felicidade estampada em seus olhos. – Deitei minha cabeça em seu ombro e ela alisou minhas costas, suspirando. – Sei que tem bem mais nessa sua história, mas contento-me ao saber que gosta demais de seu namorado e ama o filho dele como o seu, se isso a deixa feliz, eu ficarei imensamente também, por você. – Separamo-nos e eu sorri abertamente para ela, sendo retribuída com um beijo na testa. – Deixe-me conhecer esse garoto fascinante! – Bateu palmas e caminhou até sua filha que fazia cócegas em Andrew, arrancando gargalhadas do loiro.

— Querido, quero que conheça a mãe de sua tia Rose. – Chamei sua atenção e ele cessou suas gargalhadas, sorrindo para nós e acenando com uma mão para Lilian.

— Oi, mãe da tia Rosalie. – Rimos e a mais velha sorriu animada.

— Pode chamar-me de Lilian, pequeno. – Esticou seus braços para ele. – Posso te pegar no colo?

— Claro que sim! – Gritou animado e foi com Lilian, sorrindo o tempo todo para ela, olhando-a de forma curiosa. – Você é tão bonita quanto tia Rose. – Cruzei meus braços sorrindo e Lilian olhou encantada para Andrew, seus olhos brilhando na direção do garoto.

— Ah, mas você é tão gentil. – Beijou o rosto dele. – Como devo chama-lo?

— Eu sou Andrew, filho do meu papai, Edward, e da minha mamãe, Bella. – Olhou sorridente para mim e eu pisquei em sua direção, fazendo-o rir.

— Ele é um encanto, mãe. – Rose disse. – Eu o conheci ontem e já estou deveras apaixonada por esse sorriso. – Apertou levemente a bochecha de Andrew, fazendo-o sorrir.

— Eu também te adoro, tia. – O pequeno piscou para ela, fazendo-a rir emocionada. – E cadê seu namorado irado? Eu gostei bastante dele também. – Olhou em volta, como se estivesse procurando por Emmett, arrancando mais risadas nossas. Parecia que o ambiente ficava muito leve e descontraído quando Andrew estava a nossa volta, ele tinha um poder de alegrar a todos.

— Emmett virá com seus pais hoje, você vai adorar conhece-los também. – Piscou na direção do garoto. – E por que você fica repetindo irado? – Arqueou uma sobrancelha na direção dele e o mesmo deu de ombros.

— Papai já disse odiar essa palavra, mas ela parece se encaixar tão bem nas minhas frases. – Revirei os olhos sorrindo com sua lógica e caminhei até Lilian, fazendo Andrew sorrir e esticar os braços para mim, como se pedisse o meu colo. – Olá, mamãe. – Sorriu brilhantemente quando eu ajeitei-o em meus braços, beijando sua testa.

— Olá, amor. – Pisquei e ele sorriu, voltando a mexer em meu cabelo.

— Eu vou voltar para a cozinha, os pais de Emmett estarão aqui logo, logo, preciso deixa-los felizes com minha comida. – Lilian bateu palmas animadas. Deus, olhando para ela, parecia que eu estava vendo uma Rosalie mais velha. – Fique à vontade, minha querida, saiba que eu estou adorando tê-la hoje aqui. – Sorri em sua direção e ganhei um beijo na bochecha. – Rose, querida, avise-me quando seu namorado e os pais dele chegarem. – Beijou a filha também e se despediu de Andrew com um rápido abraço, caminhando em seguida para a cozinha novamente.

— Já dá para sentir o cheirinho de comida. – Andrew disse-nos. – Acho que sua mãe cozinha muitíssimo, bem, tia Rose, só pelo cheiro. – Rose mexeu em seu cabelo, sorrindo.

— Você vai adorar a comida dela, querido, ela realmente cozinha bem. – Disse-lhe, fazendo-o abrir mais um bonito sorriso.

Ouvi um toque começar a soar pelo ambiente e em seguida senti meu celular vibrar no bolso do meu casaco, denunciando uma chamada. Olhei para Rosalie e ela sorriu para mim, virando-se para Andrew em seguida.

— Vem comigo, Andrew, vou lhe mostrar mais um pouco da casa, tenho certeza que vai adorar. – Ele assentiu rapidamente e foi para o colo de Rosalie, dessa vez brincando com o cabelo dela.

— Tia, seu cabelo também é lindo, é dourado, como ouro. – Falou encantado. – Irado! – Rose riu e piscou para mim, levando-o para a sala de estar, conversando com ele pelo caminho.

Enfiei minha mão no bolso do meu casaco e puxei meu celular, sorrindo ao ver que era uma chamada de Edward. Atendi a ligação e levei meu celular até o ouvido.

— Ei, Edward. – Falei contente e ouvi sua risada do outro lado da linha.

— Bella. — Cantarolou animado, arrancando um sorriso de mim. – Eu liguei porque senti saudades da sua voz. — Engoli em seco e cruzei um braço contra meu corpo, segurando o suspiro que queria sair. – Já estava ficando acostumado a passar dias inteiros com você e Andrew, então é meio estranho ter que estar preso na empresa. — Resmungou e eu ri.

— Eu sinto a mesma coisa, Edward. – Ouvi um suspiro seu. – Mas sabe que cuidar da sua empresa é extremamente necessário, é seu sonho. – Relembrei-o.

— Eu sei que sim, querida. — Sorri como uma idiota pelo apelido carinhoso. – Como Andrew está se comportando?

— Está saindo-se um perfeito garoto, como sempre. – Suspirei auditivamente. – Não tem um dia que ele seja diferente do garoto comportado que eu conheci, você o educou muito bem, Edward.

— Obrigado. — Senti-o sorrir e olhei para meus pés, respirando fundo. — Você foi passear com ele, como eu tinha sugerido? Às vezes me sinto mal por sempre deixa-lo trancado, Andrew merece viver sua infância feliz. — Soltou um longo suspiro.

— Não fale assim, Edward, ele sempre foi feliz com você, sabe muito bem disso. – Ele disse um “tudo bem”, fazendo-me soltar uma risada baixa. – E sim, saímos para passear. Primeiro andamos perto do centro, Daniel nos levou até lá e Andrew e eu ficamos caminhando um pouco, olhando vitrines e tudo o mais, depois eu pedi para seu segurança nos trazer perto da casa de Rosalie, para que caminhássemos mais um pouco, até chegarmos no destino. E agora estamos visitando Rose, não sabe o quanto a Loira ficou feliz de ouvir a voz de Andrew e vê-lo. – Sorri olhando em busca dela e a vi caminhar com o garoto pela sala, explicando algo sobre quadros. Ouvi a risada de Edward e voltei a concentrar-me na chamada, mordendo meu lábio feliz por ver Edward descontraído, era tão satisfatório deixa-lo assim, parecendo leve com tudo.

— Fico feliz que o tenha levado aí, com certeza se você não levasse, Andrew iria pedir para vê-la. Mas conte-me, aquele namorado insuportável dela não está aí, não é? — Bufou com sua hipótese e eu rolei os olhos, rindo um pouco. — Bella, é sério, não ria disso!

— Desculpe-me, mas você parece tão idiota falando assim dele. – Edward resmungou algo. – Emmett é um cara muito legal, Edward, é sério, você só precisa dar uma oportunidade para ele.

— Nem pensar, como eu já disse, eu não confio nenhum pouco naquele cara. — Certo, esse homem era irredutível também, seria difícil mudar sua teimosia. — Enfim, ele está? — Ponderei e suspirei, resolvendo falar a verdade, mas ocultando sobre a vinda de Emmett para cá, mais tarde.

— Ele não está. – Ri quando o ouvi suspirar, como se estivesse aliviado. – Você é muito dramático, por Deus, Edward.

— Eu não sou. — Ah, com certeza ele não é. – Enfim... eu realmente preciso ir agora, tenho uma reunião em poucos minutos, se eu conseguir, te ligo mais tarde. — Respirei fundo, assentindo para mim mesma.

— Tudo bem, até mais tarde então. – Ele riu baixinho. – O que foi?

— Não precisa ficar com essa voz, Bella, eu ligarei e ainda nos veremos no final do dia. — Falou animado e eu sorri bobamente. — Eu tenho mesmo que ir, te adoro.

— Também te adoro. Beijos.

Encerrei a chamada e mordi meu lábio, olhando para o telefone como uma idiota. Revirei os olhos para mim mesma e guardei novamente o celular em meu bolso, caminhando até a sala, encontrando Andrew e Rose sentado na poltrona, com ela mostrando-lhe um livro infantil, fazendo-o rir animado conforme via as figuras nas páginas.

— Olá. – Me fiz presente, caminhando até estar próxima deles, sentando-me no apoio da poltrona. – Divertindo-se, pequeno? – Sorri para ele, movendo meus dedos entre seus fios loiros. Sua cabeça ergueu-se para mim e ele assentiu animadamente.

— Tia Rose está mostrando-me imagens de animais e contando-me um pouco sobre eles, é muito... – Arqueei uma sobrancelha e ele riu de forma gostosa. – ...divertido. – Corrigiu-se e eu sorri para ele, inclinando-me e dando um beijo em seu rosto.

— Fico feliz que esteja gostando, querido.

— Andrew é ótimo, Bella, sério, o garoto mais encantador que eu já conheci. – Rose falou, seus olhos brilhando enquanto ela fazia um cafuné em Andrew. – Sério, me diga a verdade, ele só tem seis anos mesmo? – Olhou-me um pouco espantada. – Tem coisas que ele fala com tanta maturidade, céus, parece que eu vejo um adolescente o lugar de um menino de apenas seis anos de idade. – Olhou de mim para Andrew, voltando a me olhar com uma sobrancelha arqueada, esperando que eu confirmasse o que ela disse. Ri e balancei a cabeça, dando um tapa leve em seu ombro.

— Sei como se sente, Rosalie, mas ele tem só seis anos. – Andrew assentiu, levantando suas mãos e mostrando o número seis formado em seus dedos. – Isso tudo é pelas coisas que aconteceram com ele, Andrew teve que ficar maduro mais cedo. – Crispei meus lábios e ela suspirou, concordando com a cabeça. – E em parte, isso vem da educação do pai dele, Edward é ótimo com as formalidades, ensinou direitinho para Andrew, eu tenho certeza. – Pisquei para o pequeno, arrancando uma risadinha dele.

— Verdade, tia, papai é mesmo muito incrível, sempre me ensina coisas ótimas! – Ergueu os braços animado. – Ei, você tem jogos de tabuleiro? – Virou-se depressa em direção a Rosalie e eu soltei um muxoxo, fazendo-o rir.

— Tenho sim, vários lá em cima, se quiser, podemos jogar. – Sorriu para Andrew e ele assentiu animado com a ideia. Eu rolei meus olhos e Rosalie gargalhou ao olhar-me. – O que foi, Bella?

— Mamãe sempre perde nos jogos para mim, acho que ela odeia qualquer coisa que tenha tabuleiro envolvido. – Rose riu olhando-me.

— Nem vem, esse garoto é invencível. – Cruzei os braços, bufando.

— Mamãe tem razão, mas o único que ganha de mim é o meu papai, sério, jogar com ele qualquer jogo de tabuleiro é impossível. – Empinou o nariz, sorrindo de forma orgulhosa. – É porque meu papai é demais em tudo o que faz. – Sorri olhando-o e puxei-o para mim, abraçando-o.

— Tenho certeza que ele é. – Rose piscou para mim, sorrindo de forma maliciosa em minha direção. Eu estralei a língua repreendendo-a e a mesma apenas deu de ombros, ainda sorrindo. – Sabia que eu fico admirada, Andrew? – Ele olhou atentamente para minha amiga. – Não sabia que um garoto de seis anos sabia jogar tão bem, Bella não é tão ruim, ela consegue ganhar até de mim que sou viciada em todos os tipos de jogos. – Olhou-me atravessada e eu ri.

— Eu disse que não era péssima. – Cutuquei Andrew e ele assentiu, olhando-me sorridente.

— Eu sei que não é, mamãe, mas você também não é boa. – Levantei minha sobrancelha esquerda, fazendo-o dar de ombros. – Mentir é feio, papai que me ensinou isso. – Sorriu inocentemente e eu revirei meus olhos, abraçando-o apertado, não tinha como resistir a ele, Andrew realmente era encantador.

Ouvimos um som familiar, como se fosse um toque, e então Rosalie pulou animada da poltrona, sorrindo abertamente.

— Ah, Deus, são os pais de Emmett! – Gritou afobada. Ela começou a mexer em suas roupas, tentando arrumar qualquer coisa que estivesse fora do lugar. – Oh, céus, como é que eu estou, Bella? Por favor, diga-me a verdade! – Girou em minha frente, seu vestido vermelho escuro rodando enquanto ela fazia voltinhas, arrancando risadas minhas e de Andrew. – Ei! – Gritou indignada com nós e eu sorri, ficando de pé e segurando-a pelo ombro, mantendo-a parada.

— Fique calma, Rosalie, você está maravilhosa. – Ajeitei seu casaco em sua volta, arrumando também o cachecol que eu nem tinha notado estar em seu pescoço. – Os pais dele já te adoram, não precisa ficar com esse alarde todo. – Olhei-a de forma séria, então Rose soltou um longo suspiro, assentindo.

— Tudo bem, tudo bem, eu já estou calma. – Sorri para ela e a mesma abraçou-me com força. – Eu fico muito feliz que está aqui hoje, Bella, é importante para mim tê-la junto comigo, afinal, é da família também. – Suspirei apertando-a contra mim, fungando ao emocionar-me com suas palavras.

— Eu agradeço pelo carinho, Rose. – Ela separou-se e beijou-me na bochecha. – Vai lá recebe-los, eu aviso sua mãe que ele chegou.

— Obrigada. – Assenti e ela beijou Andrew, bagunçando o cabelo dele e arrancando sua gargalhada enquanto ele a via correr para fora da sala, equilibrando-se em seus saltos altos.

— Minha tia é i... – Virei-me rapidamente em sua direção, tirando mais uma gargalhada sua. – ...demais. – Piscou para mim quando mudou a palavra e eu lhe sorri, pegando-o em meu colo.

— Você é inteligente, querido, é bom saber que está mudando o hábito de suas palavras porque seu pai não gosta. – Belisquei seu queixo e ele olhou com seus olhos brilhantes para mim.

— Papai merece qualquer coisa, mãe, eu mudaria tudo só porque ele gosta ou não gosta. – Deu seu famoso sorriso inocente e eu engoli em seco, sorrindo em sua direção, meu coração enchendo-se com mais amor por esse garoto tão doce. – Sabe por que eu acho que vocês são um casal perfeito? – Olhei-o atentamente, vendo-o morder os lábios. – Ambos são incríveis demais comigo, são pessoas maravilhosas e merecem ficar juntas, eu vejo a paixão em vocês, mamãe, é tão lindo o jeito que o papai te olha e a maneira que você o olha também, eu fico feliz por isso. – Fechei meus olhos por breves segundos, respirando fundo. Em seguida olhei para o meu garoto e beijei delicadamente sua testa, demorando-me em meu beijo. – Eu amo você, mãe. – Abraçou-me pelo pescoço e eu sorri de maneira emocionada, apertando-o contra meu corpo, respirando contra seu cabelo.

— Também te amo, Andrew, demais. – Soltei um suspiro longo. – Sempre estarei com você, conte comigo para qualquer coisa. – Dei um beijo nos fios loiros e senti-o sorrir contra a pele do meu pescoço.

— Eu confio em você, mãe. – Afastou-se e beijou meu rosto. – Papai também é apaixonado por você, assim como eu sou. – Moldou um sorriso brilhante em seus lábios e eu tentei recompor-me por causa de suas palavras, paixão... Por Deus, era isso que me abalava sempre que eu estava presente de Edward? Sempre que eu o sentia abraçar-me, beijar-me? Todos aqueles sentimentos misturados... parecia tão confuso, mas certo ao mesmo tempo. – Vamos, mamãe, temos que avisar Lilian sobre o namorado da tia Rose. – Pisquei meus olhos saindo de meus pensamentos conturbados, voltando a concentrar-me no que Andrew dizia, vendo-o sorrir. Eu tinha que pensar em tudo isso em uma outra hora.

— Vamos lá. – Forcei um sorriso para Andrew, por mais que eu estivesse entrando em pânico por dentro. Conforme eu caminhava para fora da sala, respirava cada vez mais fundo, tentando jogar as palavras do pequeno para o fundo da minha mente, eu tinha que atentar-me a outras coisas no momento.

— Ah, Bella, eu iria em sua busca agora, onde está Rose? – Olhei para a frente, vendo Lilian caminhar sorrindente para fora da cozinha. Ao pegar meu olhar, ela franziu o cenho, diminuindo a intensidade do seu sorriso. – Está tudo bem, querida? – Andou até mim, pegando em uma mão minha, encarando-me preocupada.

— Estou ótima. – Voltei a sorrir, tirando qualquer preocupação dela. – Eu vinha mesmo chama-la, os pais de Emmett chegaram há alguns minutos, Rose foi recebe-los. – Continuei sorrindo e parece que Lilian relaxou, pois ela assentiu e beijou mais uma vez o rosto de Andrew.

— E você, rapazinho, divertindo-se? – Questionou descontraída.

— Muito, Lilian! Eu estou com minha mamãe, é sempre divertido com ela. – Abraçou-me pelo meu pescoço e ambas sorrimos para ele.

— Ah, minha Bela Adormecida está aqui! – Uma voz bastante animada soou e eu ri, virando-me em direção a porta, vendo-o Emmett entrar abraçado a cintura de Rosalie, sorrindo abertamente para mim. – O chato do seu namorado não implicou? – Arqueou uma sobrancelha e Rose deu uma cotovelada nele, fazendo-o franzir o cenho para ela. – Rose!

— Pare de implicar. – Revirou os olhos. – Olhe, Bella trouxe Andrew. – Rosalie soltou-se do namorado e veio até meu pequeno garoto, puxando-o com ela, fazendo-o rir pela atenção. – Você perguntou sobre Emmett, querido, aqui está ele.

— Olá, cara. – Emmett bagunçou os fios loiros, e Andrew acenou alegremente para ele. – Fico feliz de vê-lo outra vez. – Piscou animado e veio até Lilian, abraçando-a apertado e arrancando uma risada da sogra. – Sempre bela, Lilian.

— E você sempre um galanteador, Emmett. – Beijou o rosto dele. – Quero logo conhecer seus pais, onde eles estão? – Olhou para a porta, em busca deles.

— Estão a caminho, minha mãe recebeu uma ligação e como sempre, meu pai está ao lado dela. – Riu e foi até a porta, sorrindo para nós. – Aí estão os pais mais queridos deste mundo. – Segurou na mão de uma mulher, trazendo-a para dentro de casa, sendo seguidos por um bonito homem atrás deles.

Cruzei meus braços e sorri olhando-os, mas quando meus olhos pararam exatamente no casal sorridente ao lado de Emmett, eu resfoleguei por ar, piscando meus olhos enquanto os olhava. A mulher tinha um rosto arredondado, em forma de coração com covinhas, contudo delicada, olhos incrivelmente verdes, cabelo marrom caramelado, quase um tom ruivo, e o sorriso dela... céus, era algo tão bonito e familiar, tanto que chegava a dar-me arrepios. Meus olhos dirigiram-se para o homem que estava com os braços em sua cintura, alto, bonito, com cabelos loiros penteados para trás e o sorriso tão bondoso que me causava estremecimento... Merda, o que estava acontecendo comigo?

— Pessoal, quero que conheçam meus pais incríveis: Esme e Carlisle McCarty.

“Continua...”

Andrew Thomas Cullen. (6)

Notas finais
N/A (Cintia Cullen): Primeiramente, queria agradecer todos os comentários do capítulo anterior, foi um mais encantador do que o outro, sempre sorrio demais quando visualizo os comentários, é uma alegria para mim lê-los e responder cada um, vocês merecem toda a atenção por serem tão amáveis! Obrigada mesmo, amores, eu nem sei direito como agradecer, só que quando eu digo que fico feliz, é sempre do fundo do coração. ♥ Enfim... estou torcendo demais para que tenham gostado do capítulo desta semana, o final agora com certeza iluminou a cabeça de vocês, não é? Tenho certeza que o mistério foi-se, revelando de quem Emmett é irmão, todas apostavam as fichas em Bella, mas parece que o caminho foi ao contrário, hein?! U.U Eu definitivamente torço para que estejam gostando do rumo que a fic está tomando, saber disso é extremamente importante para mim, a opinião de vocês sempre é bem vinda e é um dos meus maiores incentivos. Agora preciso mesmo ir dormir, o dia começa cedooo amanhã. Quero desejar-lhes uma semana ótima, que cada dia seja melhor que o outro. ♥ E é claro, um enormeeee Feliz Dia Das Mães para todas, e para aquelas que não são mães como eu, quero desejar felicidades para as mães de vocês, elas são os maiores presentes que temos nesta vida. ♥ ♥