Never It's Late.

24 A realidade torna-se perfeita.


Notas iniciais
Eeeeeehhh! Mais um comentário em NIL! Sério, gente, receber os comentários de vocês são a minha alegria e motivação! Cada coisa maravilhosa que eu leio, nem sei como agradecer a tanto carinho que me proporcionam! Obrigada mesmo, fico feliz com tudo o que escrevem-me. ♥ Vamos ao capítulo... Enjoy ;) ~~25/06/17~~

A realidade torna-se perfeita.

Pov Bella.

Uma semana depois.

Respirei com força, sentando-me na cadeira mais próxima e fechando meus olhos, tentando descansar um pouco. Alice tinha um pique enorme, por Deus, a mulher não tinha parado desde às seis da manhã! Eu até tentei segui-la e dar alguma ajuda na organização, porém meu fôlego era muito pequeno comparado com o dela, eu não conseguia acompanha-la.

Apoiei minha cabeça no encosto da cadeira e sobressaltei-me quando mãos tocaram em meus ombros, apertando o local. Um sorriso pequeno surgiu em meus lábios quando identifiquei os toques e ele começou a massagear minha pele, arrancando um suspiro involuntário de mim.

— Dia agitado? – Questionou em meu ouvido e eu estremeci ao sentir seu hálito bater em minha pele. Edward beijou meu pescoço e eu o senti sorrindo, mordendo de leve o local. – Alice está perturbando sua vida? – Riu e eu abri meus olhos, encontrando os verdes olhando-me de volta, a diversão brilhando em seu olhar.

— Ela é um amor, eu adoro sua irmã, mas ela não para! – Resmunguei, puxando meu ar. – Só que olhando em volta, dá para ver que vale à pena correr para lá e para cá. – Comentei, ouvindo Edward soltar uma risada. – Tudo está ficando maravilhoso. – Olhei em volta do jardim da casa de Alice. As mesas forradas com toalhas em tom azul bebê espalhavam-se pelo local que possuía um enorme tapete branco sobre o gramado. Uma mesa enorme estava mais para frente, onde seriam servidos os doces e o bolo, e em volta dela enormes balões azuis enfeitavam, assim como a toalha com o desenho do escudo do Capitão América.

Rolei meus olhos quando ouvi sobre o tema da festa, sorrindo ao ver a alegria de Andrew contando todos os detalhes para Alice, na semana passada. Claro que seria o tema de super-heróis, eu até achava-me burra ao tentar pensar em outra coisa, Andrew amava esses filmes e tinha todos os bonecos da coleção, a sua escolha não poderia ser nada diferente disso.

A irmã do meu namorado tinha me contado que nos anos anteriores as mesas eram enfeites da festa, pois Edward negava-se a mostrar Andrew para o mundo, então não havia muitos convidados. Senti-me imediatamente triste quando ouvi isso, podia sentir o medo que Edward tinha nos anos anteriores, sempre tentando dar o melhor para seu filho e protege-lo. Ao notar meu semblante Alice contou-me também que Andrew ficou triste por estar sem amigos ou convidados, ele amava a família dele e achava essa a parte importante de seu aniversário. Ele sempre amou demais cada festa que ganhou, sem contar que assim que saiu daquele orfanato enfadonho, como Edward tinha dito-me, ele mudou completamente de vida, nunca havia comemorado um aniversário e então seu pai prometeu que todos os anos uma festa seria feita, assim compensaria os anos perdidos. A promessa estava sendo comprida pelo quarto ano, e desde ontem Andrew não parava um segundo sequer, sempre sorrindo e conversando animadamente sobre sua festa de hoje.

— Alice possui um dom para essas coisas de organização. – Voltei minha atenção para Edward e ele piscou para mim, beijando minha testa. – Apesar de eu morrer de medo dela, nessas épocas. – Olhou para frente e eu segui seu olhar, rindo ao ouvir Alice gritar com alguns homens da organização, entregando vasos de flores para eles, correndo até uma mesa e sendo seguida por todos. – Descanse um pouco, Bella, já é quase hora do almoço e você não parou um minuto. – Apertou meus ombros. – Tenho certeza que Alice não se importará.

— Eu não quero abandoná-la. – Fiz uma careta. – É a festa do meu filho, acho que deveria ajudar mais. – Forcei-me a ficar de pé e respirei fundo, olhando para meu namorado que rolou seus bonitos olhos, aproximando-se de mim.

— Tenho certeza que Andrew iria contra isso. – Balançou a cabeça, suas mãos apertando minha cintura, puxando-me contra ele. – Alice faz isso todos os anos, é meio que uma tradição ela ficar o dia inteiro com isso. – Revirou seus olhos. – Ela sabe dessas coisas e sei que não ficará chateada por você não ajudar mais, ela tem seus servos. – Indicou os homens que corriam atrás dela e eu sorri para ele. – E além disso... – Edward sorriu maliciosamente e eu engoli em seco, sentindo-o aproximar seu rosto de mim, beijando devagar meus lábios, desviando seus beijos até meu ouvido. – ...você e eu poderíamos subir um pouquinho, eu tenho um quarto na casa de Alice. – Falou com sua voz rouca, fazendo-me suspirar quando o mesmo apertou-me contra si, seu corpo quente e musculoso ondulando-se ao meu. – Prometo que após a passada no quarto, você estará mais relaxada para a festa. – Mordeu o lóbulo de minha orelha e eu segurei-me em seus ombros, apertando-os.

— Edward... – Gemi baixinho, suas mãos subindo pela lateral do meu corpo e apertando disfarçadamente meus seios. – Eu tenho que ficar aqui e... e... – Sua boca desceu até meu pescoço, chupando profundamente minha pele e tirando qualquer pensamento coerente de mim.

— E nada. – Respirou contra meu pescoço. – Alice dará conta de tudo aqui e Andrew está com os avós, então o único empecilho aqui é você, querida. – Ergueu seu rosto, olhando-me nos olhos, o brilho de luxúria presente nas orbes verdes, escurecendo seu olhar. – Não vamos demorar muito. – Sorriu de lado, seus lábios repuxados para o lado esquerdo, a droga do sorriso sexy presente ali. – Eu posso fazê-la gozar em dois minutos. – Mordeu meu lábio inferior, puxando-o entre seus dentes. Quando ele soltou meu lábio, pigarreei para tentar encontrar minha voz, fazendo-o sorrir ainda mais.

— Não sei se isso é uma coisa a qual você deva orgulhar-se. – Falei contra sua boca, arrancando um riso dele.

— Com certeza é. – Beijou meus lábios rapidamente. – Eu dou conta de nós dois nesse tempo. – Piscou em minha direção e eu engoli em seco sentindo suas mãos apertarem-me. – É só você dizer sim e vamos para o quarto agora mesmo. – O senti mordiscar meu queixo e fechei meus olhos, meus braços subiram para seu pescoço, puxando seu rosto para mais perto do meu. – Involuntariamente você está dizendo-me sim. – Sussurrou arrogante, sorrindo contra minha pele.

— Merda, vamos de uma vez. – Dei-me por vencida, suas mãos agora já apertavam minha bunda, espremendo minha carne contra seus dedos. Edward afastou-se e ergueu uma sobrancelha, o sorriso malicioso nunca deixando seus lábios.

— Alice, nós já voltamos! – Gritou para a irmã. Olhei em busca da morena e ela mexia em algumas coisas na mesa de decoração. Ela meramente virou-se para nós dois e abanou suas mãos, fazendo pouco caso. – Eu disse que ela não se importaria. – Gabou-se e se separou de mim, segurando em minha mão enquanto puxava-me para dentro de casa, seus passos rápidos em direção as escadas. Ficamos em silêncio durante o percurso e logo entrávamos no quarto ao fim do corredor do segundo andar. Senti Edward empurrar-me para dentro do cômodo e fechar a porta com força, passando a chave e imprensando-me na madeira. – Agora você é só minha. – Grudou-se em mim, um gemido baixo escapando de meus lábios quando o corpo firme apertou-me contra a porta.

— Por dois minutos. – Provoquei-o, vendo seus olhos semicerrarem-se. Sorri e puxei-o para mim, beijando seus lábios deliciosos com veemência, mordendo sua boca e chupando seus lábios, ganhando um gemido rouco em troca. Mesmo com sua boca firme contra a minha, senti Edward agachar-se um pouco e segurar-me pelas pernas, voltando a ficar ereto e puxando-me com ele, fazendo-me enrolar minhas coxas contra sua cintura. – Edward... – Grunhi ao senti-lo dar um passo para frente e chocar sua ereção contra meu centro, pressionando-se contra mim. Subi minha mão direita até sua nuca, apertando os fios cobres contra meus dedos. Edward desceu seu rosto até meu decote, beijando firmemente meu colo, chupando-o e me marcando, como sempre fazia. Parecia que Edward adorava ver suas manchas vermelhas em mim.

Meu namorado nos afastou da porta, caminhando comigo em seu colo até a cama, jogando-me contra o colchão. Ele sorriu para mim e começou a retirar sua camiseta de botões. Ainda ofegante, ergui-me na cama e espelhei seus movimentos, arrancando minhas roupas de mim. Tirei a blusa e em seguida meu sutiã, jogando ambas as peças para o chão do quarto. Chutei minhas sapatilhas para fora de meus pés e mordi meus lábios ao ver Edward descendo sua calça jeans, a cueca branca ficando evidente e estufada, a grande ereção tornando-se mais do que evidente aos meus olhos. Acordei de meu transe quando o vi retirar a cueca e em seguida vir para cima de mim, completamente nu, o corpo quente esfregando-se contra o meu e enviando choques de prazer por todo o meu corpo, principalmente para meu centro que piscava de tesão.

— Você está tão deliciosa com essa saia apertada. – Gemeu contra meu ouvido, sua boca espalhando beijos até meus seios, mordendo-os e chupando-os contra seus lábios. – Não sabe o quão tentadora fica com essa bunda empinada contra o tecido preto da porra dessa saia, incomodando-me a manhã inteira. – Desceu suas mãos até minhas coxas, apertando-as com força e fazendo com que eu arqueasse-me contra ele involuntariamente, um gemido rouco escapando de minha boca assim que senti suas mãos. – Eu tive que assistir você caminhando para todos os lados sem poder te tocar, sabe o quão frustrante é isso? – Mordeu o bico de meus seios e eu fechei meus olhos com força, mordendo minha boca para segurar meus gemidos. – Odeio que você tenha me obrigado a manter minhas mãos longe de seu corpo, a merda da manhã inteira. – Reclamou, chupando mais forte minha pele, fazendo-me choramingar. – Não é justo ordenar isso quando você está gostosa pra caralho.

— Você me punirá por isso? – A pergunta escapou de meus lábios antes que eu a processasse direito. Edward tirou sua boca de meu peito e eu abri meus olhos, encontrando o sexo em pessoa sobre mim. Seu cabelo revolto caía sobre sua testa, os olhos brilhavam luxuriosos e a boca úmida estava aberta em busca de ar. Deus, esse homem era gostoso demais para meu próprio bem.

— Não brinque com isso, Bella. – Grunhiu e apertou minhas pernas, puxando-as para enrolar-se novamente contra sua cintura. – Você não gostaria muito das consequências. – Beijou meu queixo, suspirando alto.

— Por quê? – Agarrei seu cabelo contra meus dedos, puxando seu rosto para cima, obrigando-o a olhar-me. Sorri maliciosamente e inclinei-me, mordiscando seu lábio inferior. – Você iria dar-me algumas palmadas? – Perguntei em um sussurro, ganhando um gemido em troca.

— Porra, Bella, quer enlouquecer-me ainda mais? – Senti suas mãos serpentearem para dentro de minha saia e gemi alto quando senti sua mão pressionar minha intimidade, ainda por cima da calcinha. – Merda, está tão molhada. – Beijou meu pescoço. – Ficar pensando nessas coisas e falar elas para mim, deixa você assim? – Perguntou zombeteiro, mordendo-me. – Responda-me! – Pressionou mais meu sexo e estrangulei um gemido em minha garganta, olhando-o nos olhos.

— A ideia das palmadas é tentadora. – Respondi-o, ganhando um brilho feroz em seu olhar. Edward afastou minha calcinha e meus olhos fecharam-se involuntariamente quanto senti um dedo deslizando para dentro de mim, meu corpo indo contra o seu diretamente e um grunhido fugindo da minha boca. – Edward... – Apertei seu cabelo contra meus dedos, gemendo ao senti-lo bombear seu dedo contra mim, acrescentando um mais enquanto isso. – Merda... – Resfoleguei prazerosa, meu corpo seguindo seus movimentos.

— Você é quem é tentadora. – Rugiu contra meus seios, voltando a chupá-los. – Não sabe que dizer essas coisas tira-me qualquer lucidez? – Joguei minha cabeça para trás, gemendo mais ainda quando o terceiro dedo entrou em mim. Edward os estocou fundo, soltando um gemido ao realizar o movimento outra vez. – Você gostaria de ganhar algumas palmadas, querida? – Deslizei minhas mãos por suas costas, assentindo rapidamente e revirando meus olhos com o prazer construindo-se em mim. Ele levou sua boca até meu ouvido, mordendo a pontinha. – Você é uma garota safada, Bella, onde está a antiga e inocente Isabella? – Ri ofegante, apertando-me contra ele e forçando minhas pernas ao seu redor.

— Você acabou com ela, Cullen. — Inclinei-me para cima e sussurrei contra seu ouvido, ganhando uma estocada funda de seus dedos quando pronunciei seu sobrenome, enrolando-o em minha língua. Meu corpo caiu novamente na cama e eu voltei a arqueá-lo, sentindo o seu dedão pressionando meu clitóris. – Edward... – Cantarolei seu nome, ofegando em seguida, o calor começando a ficar insuportável naquele quarto.

— Você gosta disso? – Ofegou contra minha orelha, seu peito pressionando-se fortemente contra o meu tronco. Sua pele suada chocando-se a minha fez-me estremecer, e como reflexo, apertei minhas mãos contra sua pele, enfiando minhas unhas em suas costas.

— Deus... sim... – Movi minha cabeça com pressa, seus dedos ganhando mais precisão dentro de mim, indo e vindo com força. Meu extremo estava quase chegando, tanto que quanto Edward voltou a beijar meus mamilos, um grito ensurdecedor escapou de minha boca, sem que eu sequer o esperasse. – Eu... eu... – Tentei avisá-lo, mas eu estava febril, nem raciocinava direito. Minhas pernas trêmulas estavam em sua volta e eu as apertei mais contra ele, podendo sentir seu quadril mexer-se contra mim, como se quisesse algum tipo de alívio também.

— Em breve, querida. – Soprou em meu ouvido, seus movimentos parando logo em seguida. Abri meus olhos no mesmo instante e o olhei pasma, gemendo de frustração por não ter meu alívio imediato. Edward sorria de forma arrogante, os lábios repuxados.

— Eu não acredito nisso! – Grunhi, dando um soco em seu ombro. Ele apenas sorria, voltando a passar suas mãos por minha coxa, ainda embaixo da saia que estava um pouco levantada por causa da posição. – Edward! – Reclamei indignada, fazendo-o rir.

— Paciência é uma virtude, Bella. – Piscou divertido. Semicerrei meus olhos, porém antes que eu disse qualquer coisa, ele encontrou o elástico da minha calcinha, puxando-o com força. Isso fez com que o elástico ricocheteasse em minha pele, causando uma dorzinha, mas em seguida gemi de excitação e o elástico se soltou, fazendo com que a calcinha se rasgasse. Edward puxou o pano e sorriu malicioso, jogando-a em algum canto do quarto, para depois cobrir minha boca com a sua. Gemi contra seus lábios e o beijei com paixão, roçando meu corpo no seu, querendo qualquer atrito possível entre nós, eu começava a ficar ainda mais fervente com tudo isso.

De repente Edward afastou-se e virou-me com rapidez na cama, fazendo-me ofegar com a repentina mudança. Caí de bruços contra os lençóis e senti Edward ofegando atrás de mim, subindo novamente sobre meu corpo, afastando meu cabelo de minha nuca, beijando o local com força, espalhando arrepios de prazer por todos os lugares. As palmas de suas mãos deslizaram-se por minhas costas suadas, como se estivesse apreciando algo, ele fez isso lentamente, chegando até minhas coxas. Virei minha cabeça de lado e o assisti subir o tecido da saia, enrolando-a em meu quadril, deixando-me nua da cintura para baixo. Mordi meu lábio inferior e sentindo que eu estava olhando-o, seus olhos subiram até os meus, demonstrando o prazer explícito em todo o seu rosto ardente.

— Ansiosa? – Sua sobrancelha arqueada ficou fodidamente sexy quando juntou-se ao sorriso malicioso em seus lábios. Esfreguei minhas pernas e novamente seu olhar foi para o local, o sorriso aumentando. – Ansiosa pra caralho, eu diria. – Inclinou-se e beijou minhas nádegas, meus olhos voltando-se a cerrar-se, apreciando cada toque seu. Ouvi uma gaveta sendo aberta e em seguida, o barulho de plástico abrindo chamou-me a atenção. Meus olhos foram para Edward e eu sufoquei um grunhido ao vê-lo desenrolar a camisinha em seu pau, massageando-o em seguida. Meus dedos torceram o lençol contra eles, a cena erótica acabando com o resto da minha sanidade. – Me alcança o travesseiro. – Pediu com a voz rouca. Engoli em seco e puxei o travesseiro, entregando-o para Edward. Segurando-me pela cintura, Edward ergueu-me com uma mão e em seguida colocou o travesseiro embaixo de mim, abaixo de minha barriga, deixando-me inclinada para ele. – Perfeito. – Mordeu seus lábios, olhando-me luxurioso.

— Você vai ficar só admirando? – Bufei, fazendo seus olhos virem em minha direção. Ele soltou uma risada debochada e senti suas mãos passarem por minhas nádegas, apertando-as. Abri a boca para protestar sobre sua demora, porém um estralo sucedeu-se e minha bunda pinicou com a ardência. Olhei chocada para Edward e ele encarava atentamente para o local que ardia. Respirei com dificuldade. Ele deu-me uma palmada?

— Era esse seu desejo? – Sussurrou rouco e antes que eu respondesse, o estralo foi ouvido novamente, agora na nádega esquerda. Enterrei meu rosto contra o colchão, fechando meus olhos com força, sentindo o prazer daquilo. – Porra, essa cor vermelhinha em sua bunda deixa-me louco. – Bateu novamente na direta. Arqueei-me e o ouvi rir. – É bom, Bella? – Senti mais um tapa na direita e em seguida ele espancou a esquerda, suspirando alto. – Divertindo-se? – Riu animado, dando-me mais um tapa.

— Entra logo! – Grunhi, minha voz abafada e ofegante contra o colchão. Edward pareceu compreender e segurou-me com força pela cintura, ajudando-me na posição. Seu peito ficou contra minhas costas e lamuriei com a pele quente contra a minha, o desejo espalhando-se ainda mais. – Vai, porra! – Pedi em êxtase, não estava mais aguentando-o ter fora de mim. Senti a ponta de seu membro em minha intimidade e aos poucos ele foi penetrando-me, fazendo-me ofegar ao tê-lo entrando centímetro por centímetro em mim. Edward grunhiu e o senti abafar sua voz contra minha nuca, mordendo o local e entrando até o fundo. Gemi alto ao envolve-lo, seu pau queimando dentro do meu corpo.

— Puta merda! – Grunhiu, seus dedos apertando minha cintura, por cima da saia enrolada. – Você é tão gostosa. – Arfou, seus dentes mordendo minha pele.

— Se mexa dentro de mim, Edward. – Virei minha cabeça de lado, pedindo de forma doce. Ele grunhiu e saiu, voltando com toda a força que tinha, arrancando um grito de minha garganta. – Caralho. – Ofeguei por ar, meus dedos segurando o lençol com força. – Faz de novo. – Pedi prazerosa.

— Assim? – Repetiu o movimento três vezes seguidas, quase levando-me a borda novamente, ainda não estava totalmente recuperada do quase orgasmo com seus dedos. – Eu acho que você gosta de um pouco de força também, Bella. – Riu arfante, beijando meu ouvido. – Está tornando-se muito safada. – Comentou, mexendo-se em mim, tirando-me de órbita.

— Você está fazendo isso comigo. – Arfei, inclinando minha bunda para trás, ouvindo-o gemer e entrar com mais rapidez e força. – Você é tão gostoso dentro de mim, Edward. – Ele rugiu, suas investidas tornando-se mais potentes, tirando-me o juízo. Gemia como uma louca ao sentir seu corpo indo e vindo contra o meu, seu pau batendo fundo dentro de mim. – Isso... – Grunhi extasiada, meus dedos ficando dormentes por causa da força que eu fazia ao quase rasgar o lençol.

— Maldição! — Edward chupou o início de minhas costas, grunhindo ao movimentar seu corpo contra o meu. – Eu não consigo, Bella... não consigo assim. – Assenti, ele queria mais rápido e forte, sabia que isso o deixava louco, já tinha me acostumado ao seu ritmo enlouquecedor e completamente delicioso.

— Você quer foder-me, Edward? – Perguntei maliciosa, arrancando um gemido dele. Sua mão pegou na minha que estava apertando o lençol e senti seus dedos entrelaçarem aos meus, apertando minha mão com a sua. – Diga-me. – Pedi. – Você quer uma foda? Forte e rápido?

— Porra, Bella, porra! – Grunhiu, socando a cama com sua mão vazia, voltando a apertar minha cintura em seguida. Por causa de seus movimentos, soube que ele tinha ajoelhando-se na cama, entre minhas pernas. Sua mão soltou-se da minha e ambas foram para minha cintura, apertando-a com força quando seu membro começou a ser estocado com força contra mim. Gritei quando senti-o girar seus quadris e penetrar com tudo, seu pau bombeando-se em meu corpo, fortemente como ele queria, fazendo-me ficar rouca com todos os meus gemidos altos. – Está gostoso? – Debruçou-se contra mim, a voz rouca fazendo loucuras comigo.

— Sim. Sim. Sim. – Repeti debilmente, meu vente contorcendo-se e formigando com o prazer formando-se em mim. – Assim, Edward. – Gemi auditivamente, choramingo saindo de meus lábios.

— Desse jeito? – Perguntou contra meu ouvido, movendo-se com habilidade, seu quadril batendo contra minhas nádegas. Seu membro encontrou o ponto especial dentro de mim e o grito saiu de imediato, conforme eu contorcia-me contra o lençol. Edward segurou-me contra si e uma mão saiu de minha cintura e estapeou minha bunda. Lamuriei com a ardência gostosa e Edward profanou palavrões, seus movimentos tornando-se frenéticos e ganhando mais precisão.

— Edward... Edward... – Verbalizei seu nome diversas vezes, sentindo-me em êxtase, no pico do prazer. Sua mão agarrou a minha novamente e apertei meus dedos contra os seus, meu rosto ficando contra o colchão para que eu conseguisse abafar todos os gemidos altos que saíam de mim. Meu corpo movia-se contra o de Edward e cheguei ao meu limite ao sentir outro tapa em minha nádega. Fechei meus olhos, gemendo alto e ondulando meu corpo contra o do meu namorado, o orgasmo atingindo-me fortemente, deixando meu corpo mole na cama, minha respiração irregular e minha garganta ardendo com a força de meus gritos.

— Isso, Bella, isso... – Seus dedos apertaram-se contra os meus, os movimentos irregulares de seu corpo sobre o meu. Seu pau estocou profundamente e um gemido rouco saiu do fundo da garganta de Edward. Logo senti a camisinha sendo preenchida com sêmen e o corpo dele caiu sobre o meu, grudando seu peito em minhas costas. Larguei seus dedos e respirei com dificuldade, tentando normalizar minhas reações e minha respiração. – Sua bunda está vermelha. – Ouvi sua voz minutos depois, sentindo sua mão acariciar minha nádega direita que pinicava. – Está doendo? – Neguei com a cabeça, virando-a e encostando minha bochecha na cama.

— Está ardendo deliciosamente. – Respondi-o. Seu rosto ficou em minha visão logo em seguida e eu sorri para ele, vendo-o arquear uma sobrancelha. – O que foi?

— Você está muito saidinha. – Inclinou-se para beijar-me rapidamente. Edward se afastou e eu gemi baixinho ao sentir seu membro saindo de dentro de mim. Meu namorado jogou-se ao meu lado e eu arrastei-me até ele, deitando minha cabeça em seu peito. – Temos que descer. – Resmungou, sua mão passando por minhas costas suadas. – Logo Emmett estará aqui com Rosalie, e eu realmente não quero ouvi-lo falar. – Ri baixinho e olhei para Edward, beijando seu peito.

— Que tal um banho primeiro? – Pisquei maliciosa e novamente sua sobrancelha ergueu-se, fazendo-me rir. – O quê? – Ele balançou a cabeça e afastou meu corpo do seu, ficando de pé. Olhei-o e Edward sorriu para mim, puxando-me para seu colo e dirigindo-se para o banheiro em seguida, fazendo-me rir pelo caminho.

[...]

— Então você abandonou Alice para ter sexo quente? – Ignorei minha melhor amiga e continuei servindo os pratos nas mesas que seriam usadas, sendo seguida pela Loira maliciosa. – Deus, eu queria estar aqui, aposto que os gemidos foram ouvidos até aqui fora. – Arqueei uma sobrancelha e ela gargalhou. – O que? Seria uma boa, eu teria uma prova que minha melhor amiga está tornando-se uma pervertida, assim como a maravilhosa aqui. – Piscou divertida e eu bufei, dobrando os guardanapos.

— Você e Emmett são impossíveis. – Soltei uma risada, continuando com meu trabalho. – Carlisle e Esme estão demorando com Andrew. – Comentei e vi Rose checar as horas em seu relógio de pulso.

— Eles disseram para Emmett que iriam até o shopping com ele. – Levantei uma sobrancelha e ela deu de ombros. – Eles queriam dar um bom presente para Andrew.

— Deixe Edward saber disso. – Ela riu e veio até meu lado, começando a dobrar os guardanapos comigo. – Ele odeia que gastem dinheiro, Rose, Edward sabe das condições de seus pais. – Suspirei alto. – Ah, ele vai enlouquecer.

— Não tem problema, amiga, Edward fica gostoso enlouquecido. – Ri e balancei a cabeça. – Ah! Você nem vai negar, sua pervertida. – Bateu seu quadril no meu e eu dei de ombros, sorrindo em sua direção.

— Você queria que eu dissesse o que? – Revirei meus olhos. – Eu, mais do que ninguém, sei o quão gostoso ele fica. – Pisquei para ela e seus olhos azuis arregalaram-se.

— Oh, Deus, o que você fez com a minha irmã inocente e purificada? – Sorri maliciosamente e Rosalie bateu palmas, rindo com vontade. – Eu amo Edward por fazer essa mudança em você!

— Que mudança? – A voz rouca veio de trás de mim e logo senti seus braços abraçarem-me, apertando-me contra o corpo quente. – Olá, querida. – Beijou minha bochecha e suspirei. Parecia que meu corpo ainda não havia se recuperado de horas atrás.

— Você transformou Bella em uma ninfomaníaca. – Arregalei meus olhos para Rosalie e ouvi Edward gargalhar alto atrás de mim.

— Rosalie Hale! – Grunhi seu nome, olhando-a irritada. Seu sorriso diminuiu um pouco e ela levantou suas mãos em sinal de rendição, afastando-se de nós e dando um gritinho quando encontrou Emmett conversando com Alice, correndo até seu namorado. – Eu vou matar aquela loira endiabrada. – Bufei e Edward virou-me em seus braços, dando-me um selinho.

— Te transformei em uma ninfomaníaca? – Perguntou contra meu ouvido e eu grunhi, ouvindo-o rir. – Brincadeira, Bella. – Deu um beijo em minha testa. Olhei-o e vi Edward sorrir para mim, sua mão brincando com o laço do meu vestido. – Meus pais demorarão muito com Andrew? – Franziu o cenho e levou sua mão vazia até a altura dos olhos, olhando para as horas. – Já são vinte para as quatro. A festa começa quatro horas. – Olhou-me em dúvida e eu dei de ombros, abraçando-o pelo pescoço.

— Rosalie disse-me algo sobre shopping. – Edward fechou os olhos, respirando profundamente. – Ei, nem fique irritado com seus pais agora, eles só querem presentear o neto deles.

— Mas... – Segurei em seu queixo, dando-lhe um beijo rápido.

— Eu sei o que pensa, mas se dar presente para Andrew os deixa felizes, então não tem problemas. – Edward abriu seus olhos novamente e eu suspirei. – Eu estava pensando, você... sabe... – Mordi meu lábio e ele sorriu, acariciando minha bochecha.

— Eu vou ajuda-los financeiramente. – Sorri ao ver que ele compreendia o que eu falaria. – Eu só irei precisar convencê-los, eles são tão irredutíveis como alguém que eu conheço. – Revirei meus olhos e ele grunhiu. – Bella. – Segurou em meu queixo. – Sabe que eu odeio esse gesto vindo de você. – Bufou e eu ri, ficando na ponta dos pés e mordiscando seu lábio inferior.

— Vai punir-me? – Pisquei e outro grunhido escapou de sua boca. Antes que eu dissesse mais alguma coisa para atormentá-lo, seus lábios reivindicaram os meus, beijando-me com urgência.

— Edward, pare de monopolizar minha ajudante! – O grito fino de Alice veio do outro lado do jardim. Seu irmão soltou-me e nós olhamos para ela, vendo-a bufar. – Você já trancou ela em seu quarto por duas horas, foi o suficiente! – Uma risada estrondosa veio em seguida e eu fechei meus olhos, já prevendo o que viria a seguir.

— Isso aí, maninho! – Emmett gritou dessa vez. – Cara, Edward é meu irmão mesmo, não tem como negar! – Arqueei uma sobrancelha, olhando em sua direção, vendo-o abraçar Rose pela cintura. – Foder bem tem que ser um dom de família!

— Ninguém merece. – Resmunguei, escondendo meu rosto no peito de Edward, ouvindo-o rir e abraçar-me contra ele. – Cadê sua mãe para dar um jeito no filho linguarudo dela? – Perguntei e Edward apertou-me contra seus braços. Bufei ao ouvir Emmett exclamando mais alguma coisa sobre sexo.

— Sem querer ser chata, mas acho que Emmett teve uma pequena queda enquanto era criança. – Alice aproximou-se, comentando. – Porque algum problema ele deve ter. – A olhei, vendo-a com cara pensativa. Ri de seu jeito compenetrando e em seguida os olhos claros vieram em minha direção. Alice sorriu para mim e pegou em minhas mãos, puxando-me para fora dos braços de Edward. – Falta apenas trazer os copos agora, já terminei de dobrar os guardanapos, me ajude com isso e eu já te libero para ser monopolizada por Edward. – Olhei para meu namorado e ele sorriu malicioso, as mãos indo para o bolso da calça social. – Vamos lá, Bella!

Alice andou comigo até a área lateral do jardim, onde as coisas para arrumar estavam. Ela pegou uma bandeja de copos e entregou-me, puxando uma para si. Caminhamos juntas até duas mesas próximas e começamos a ajeitar os vidros nos lugares. Olhei para a morena e ela levantou seus olhos, sorrindo para mim.

— Eu sempre tive um pensamento bom sobre você. – Comentou, alinhando o copo com os talheres e o prato. Franzi o cenho, esperando-a continuar. – Quando a vi na loja, aquele mês que busquei meu vestido de jantar de noivado, eu olhei para você e pensei: “Deus, essa garota tem uma áurea incrível, sem contar seus olhos que inspiram determinação e coragem”. – Continuei a olhando, ouvindo-a narrar. – E então eu apenas sorri e continuei seguindo você, até que Tanya veio vangloriar-se, achando-se superior a você. – Bufou, revirando seus olhos. – Eu odeio mulheres como a loira morango, sempre achando que por causa de uma beleza e um corpo artificial, são melhores do que qualquer outra pessoa, e ainda acham que podem muito mais. – Balançou a cabeça. – São mulheres como ela que caem sozinhas, sempre sendo derrotadas pela própria arrogância. – Olhou-me, mostrando um bonito sorriso em minha direção. – E são mulheres como você que as derrotam apenas com o crescimento. Lembra que eu disse que uma hora Tanya iria cair? – Assenti, ainda meio abestada com tudo o que Alice falava. Parecia que suas palavras tocavam no fundo do meu coração, pareciam tão verdadeiras. – E ela já caiu, Bella. A derrota dela, em seus olhos, era você conseguir mostrar a si mesma como era superior. Você não se via com muita clareza, Bella, mas agora eu vejo em seus olhos a força que sabe que possui, você mudou quando conheceu Edward, sua confiança elevou-se e eu acho isso maravilhoso, porque é dessa maneira que você precisa se ver: Uma mulher forte e destemida. – Piscou em minha direção e eu funguei, vendo-a sorrir. – Vocês mudaram um ao outro, com o passar desse tempo. Hoje, junto com o aniversário de Andrew, faz dois meses que se conheceram no encontro, não é? – Concordei. – E somente nesses dois meses, vi mais mudanças em Edward, do que já tinha visto em toda a minha vida. E acho que foi nesse aspecto que eu vi toda a bondade em você, assim que te conheci, Bella, de alguma forma você mudaria a vida do meu irmão e para melhor. – Suspirou com os olhos cheios de lágrimas, olhando para o nosso lado. Segui seu olhar e vi Edward conversar animadamente com Emmett e Rosalie, revirando seus olhos na medida que o irmão mais velho dizia alguma besteira. – É só isso que falo. – Voltei a concentrar-me na morena. – Edward só era feliz ao meu lado e ao lado de Andrew, mas após você chegar e muda-lo, ele começou a ser feliz com todo mundo. – Sorriu chorosa. – Obrigada por ajuda-lo, Bella, eu amo demais Edward, apesar de não sermos irmãos de sangue, esse vínculo entre nós é poderoso e eu sinto que ele é meu irmão, apesar de qualquer coisa. – Ela largou os copos, segurando em minhas mãos. – Obrigada. – Sussurrou e eu balancei a minha cabeça, aproximando-me dela e a abraçando, sentindo seus braços pequenos apertarem-me.

— Você definitivamente não precisa me agradecer, Alice. – Abracei-a com força. – Eu adoro demais o Edward, não consigo mais me imaginar sem ele ao meu lado. – Fechei meus olhos, suspirando. – Eu sei que intrometi-me demais na vida dele, porém eu fiz tudo o que eu achava ser certo. Eu fiz o certo. Busquei a família real dele, porque eu tinha que vê-lo completamente feliz, eu precisa tirar o peso dos ombros dele, pois Edward culpava-se, de alguma maneira, por tudo o que Anthony e Elizabeth estavam fazendo. Eu sabia, após minhas suspeitas começarem a se concretizar, que quando ele soubesse da verdade, tudo mudaria, ele seria feliz e mais leve com a vida, e era isso que eu queria. Edward merece a felicidade e eu tinha esse poder nas mãos, não desperdiçaria isso por nada. – Ela assentiu, suspirando. – Eu só sinto que para isso, ele também tenha que ter descoberto que vocês não são irmãos de verdade. – Respirei fundo. – Ele ficou mal com isso, Alice, era a maior preocupação dele: Ver como você reagiria. – Afastei-me um pouco e ela sorriu para mim, uma lágrima deslizando rapidamente em seu rosto. – Ele também te ama demais, vejo isso nos olhos dele, assim como vejo nos seus. Ter o mesmo sangue ou não, não mudará nada o que sentem um pelo outro.

— Eu sei disso. – Suspirou. – E fico muito feliz, porque ele sempre foi o irmão mais incrível que eu tive, não queria perder isso. E agora, após conhecer Esme e Carlisle, até mesmo Emmett. – Revirou seus olhos, fazendo-me rir. – Sei que jamais perderei Edward, a família dele é incrível, e eu adoro cada um deles.

Sorrimos uma para a outra e Alice piscou para mim.

— Querem parar de fofocar? – A morena bufou quando a voz da pessoa mais inconveniente foi ouvida. – Vocês ainda precisam arrumar muita coisa! – Ouvi um barulho. – Rosalie!

— Pare de ser um pé no saco. – Grunhiu a loira e eu ri, voltando a ajeitar os copos.

Continuamos com a finalização e Edward foi buscar o bolo dentro de casa, tendo a ajuda de Rose e Emmett para ajeitar os doces na mesa do aniversariante. Quando terminamos de arrumar todas as coisas em seus lugares e eu ajeitei os balões, um barulho de carro parando se fez presente e o portão da casa abriu-se, para um vulto baixinho sair correndo e vir diretamente na direção em que Edward e eu estávamos.

— Papai! – Meu namorado agachou-se, pegando o pequeno furacão no colo. – Mamãe! – Andrew sorriu abertamente para mim e eu devolvi-lhe o sorriso, aproximando-me deles e beijando seu rosto demoradamente. – Eu estava morrendo de saudades de vocês! – Apertou um braço em volta do pescoço de Edward e segurou em minha mão. – Eu me diverti demais ao fazer compras com meus avós, mas estava sentindo falta de meus pais incríveis! – Piscou em nossa direção e eu ri, revirando meus olhos. Esse garoto era incrível demais.

— Falando em compras, feliz aniversário, campeão! – Edward o balançou em seu colo, fazendo-o gargalhar com vontade, abraçando seu pai pelo pescoço. – Eu te amo demais. – Sorri olhando-os e Edward distribuiu beijos pelo rosto do filho, e Andrew sorria a todo instante.

— Também te amo, papai, muitão! – Beijou o rosto de Edward. – Já estamos juntos há quatro anos, pai. – Piscou para ele, sorrindo. – E foram os melhores anos da minha vida! – Edward suspirou olhando-me e eu abri um pequeno sorriso, vendo a emoção transparecendo-se em seus olhos verdes. O vi abraçar Andrew com força, respirando fundo contra o cabelo loiro dele.

— Foram meus melhores anos também, filho. – Beijou seu rosto. – Agora vai com sua mãe, ela já estava sentindo muito sua falta. – Piscou para o pequeno e eu peguei-o quando o mesmo se jogou em meu colo. Ajeitei-o entre meus braços, abraçando-o com força.

— Parabéns, pequeno. – Beijei seu rosto repetidas vezes, assim como Edward tinha feito, ouvindo com adoração Andrew rir animado. – Eu fico feliz demais por estar passando esse aniversário com você, tendo-o como o meu filho. – Suspirei alto e senti meu namorado olhando-me. Meus olhos foram em sua direção e ele nos olhava com admiração, seus braços cruzados enquanto seus pensamentos pareciam fluir conforme ele nos olhava. – Eu amo você, Andrew. – Voltei-me para o menino elétrico em meu colo, sorrindo para ele.

— Também te amo, mamãe. – Abraçou-me pelo pescoço. – Você não faz ideia do quanto amo tê-la em minha vida e na do papai, você faz a gente mais feliz. – Sorri emocionada para ele, vendo o lindo sorriso inocente em seus lábios. – Desde que você apareceu em nossas vidas, tudo ficou melhor.

— Oh, Deus, você é incrível. – Abracei-o mais forte, fechando meus olhos e respirando fundo para não chorar. Como eu poderia aguentar um menino doce desse jeito?

— Eu também quero dar parabéns para meu sobrinho lindo, dá licença, mamãe! – Rosalie piscou para mim e eu ri, esticando Andrew para ela. Ele riu com a atenção para cima dele, ganhando um abraço de sua tia postiça.

— Ele é muito rápido. – Edward veio para o meu lado, abraçando-me pela cintura, enquanto víamos seus pais vindo em nossa direção, cheios de sacolas. – Eu tenho um pouco de medo de sair com ele, querido, suas corridas ligeiras me assustam. – Esme continuou comentando, arrancando uma risada de mim. – Mas foi um dia maravilhoso, já quero leva-lo para morar conosco! – Piscou em nossa direção e Edward riu.

— Desculpe, mãe, mas eu não posso ficar longe do meu pequeno pestinha. – Comentou piscando e Carlisle riu, deixando algumas sacolas no chão.

— Ele, incrivelmente, parece com Emmett quando criança. Corre para todos os cantos e é animado demais. – O loiro comentou e eu fiz uma careta.

— Sem ofensas, mas eu não quero que ele cresça igual ao tio. – Olhei para o grandão, vendo-o girar Andrew no ar, soltando um palavrão atrás do outro, ganhando alguns tapas de Rosalie por isso. – É um pouco prejudicial para ele. – Edward gargalhou, beijando meu cabelo.

— Fique tranquila, querida, Andrew tem um cérebro incrível. Emmett não possui tal benefício. – Esme riu, junto com Carlisle. – E vocês dois, o que eu disse sobre gastar demais com Andrew? – Arqueou uma sobrancelha na direção dos pais, fazendo com que Carlisle revirasse seus olhos.

— Perdemos muito tempo ao lado dele, Edward, estamos apenas compensando alguns anos perdidos. – Abriu um sorriso enorme, parecido demais com o do homem que estava abraçando-me. Deus, essas semelhanças deixavam-me louca. – E ele adorou tudo, ainda mais o passeio, então pare de reclamar. – Revirou seus olhos e Esme soltou uma risada.

— Carlisle e Edward possuem o mesmo jeito, que coisa mais terrível! – Assenti, concordando com ela. – E então, que horas começa a festa? – Olhou-nos confusa.

— Era para ser as quatro, mas a noiva de Alice está atrasada. – Arqueei uma sobrancelha para Edward e ele deu de ombros. – Jasper demora mais para se arrumar do que Alice, parece que a noiva é ele e não minha irmã.

— Você é terrível, Edward. – Bufei e ele riu, abraçando-me.

— Ainda bem que você adora um homem terrível, hein? – Beijou meus lábios e eu arregalei meus olhos, fazendo Carlisle rir dessa vez, batendo no ombro do filho.

— Esse é meu garoto!

— Edward Cullen! – Grunhi, dando um soco em seu ombro, e ele riu ainda mais, fazendo-me bufar. – Seu idiota.

— Foi só um comentário, Bella, todos sabem que você não resiste a mim. – Piscou para seus pais e olhei em busca de ajuda para Esme, fazendo-a sorrir e segurar em minha mão, tirando-me de perto do meu namorado convencido.

— Como eu tinha dito, esses dois possuem o mesmo gênio, venha, querida, vamos até o aniversariante mais lindo desse mundo. – A agradeci e ela sorriu bondosa para mim, caminhando comigo até Andrew, que estava sendo abraçado por Alice.

— Cheguei, cheguei, cheguei! – Assim que paramos na frente de Alice, essa voz os chamou atenção. Olhamos para o portão e Jasper entrava correndo, trazendo em seus braços uma caixa enorme. Ele veio até nós e parou ofegante, sorrindo ao ver Andrew e Alice juntos. – Feliz aniversário, garoto! – Colocou o presente no chão e meu filho caiu em seus braços, gargalhando ao abraçar o tio. – Deus, já está com sete anos, daqui a pouco namora. – Arregalei meus olhos e Alice riu ao ver minha reação.

— Amor, acho melhor guardar esse tipo de comentário para si mesmo. – Bateu nos ombros de Jasper. Seu noivo olhou-me e eu semicerrei meus olhos em sua direção, fazendo-o rir.

— Ah, a Bella é uma mãe ciumenta. – Riu animado e eu bufei, deixando-o ainda mais alegre. – Não se preocupe, Andrew, eu mesmo ensinarei algumas coisas para meu sobrinho maravilhoso. – Piscou para o loiro em seu colo e ele ria, mesmo que eu apostasse que não estava entendendo nada.

— Eu vou te matar, Jasper. – Grunhi e ele deu um beijo no rosto de Andrew, colocando-o no chão em seguida.

— Vamos cantar parabéns, todos já estão aqui. – Alice pulou animada, agachando-se e beijando o rosto de Andrew. – O pai e a mãe vão com o pequeno lá para trás, e então vamos cantar parabéns. — Carlisle e Edward vieram em nossa direção e meu namorado pegou nosso filho no colo, sorrindo ao movimentá-lo entre seus braços.

— Vamos para o pique, campeão. – Beijou o rosto do filho.

— Isso aí! Eu tenho que cortar meu bolo incrível do Capitão América! – Abriu os braços animado, sorrindo para todos. – E em seguida, eu quero abrir todos os presentes, porque é a melhor parte do aniversário. – Piscou para Edward e ele riu, beijando o filho.

— Não dá para contrariar, esse garoto é filho de Edward. – Emmett gargalhou. – Agora vamos para o parabéns, estou morrendo de fome! – Rosalie revirou seus olhos, dando um tapa no braço do namorado. – Amor, pare de me bater, todos acharão que eu sou frouxo. – Massageou o local que a loira tinha batido.

— Mas você é. – Alice cruzou seus braços, rolando os olhos. Emmett a olhou indignado e a baixinha sorriu de forma inocente. – Nada contra, Emmett, eu até gosto de você. – Piscou para o grandão.

— Aham, sei. – Murmurou ofendido e eu balancei a cabeça rindo, parecia que eu estava em volta de crianças.

— Vamos para o parabéns, por favor, isso já está ficando estranho. – Carlisle pediu e eu concordei com ele.

— Vamos. – Peguei na mão vazia de Edward, puxando-o comigo até atrás da mesa que tinha o bolo e os doces. Andrew a toda hora sorria animado no colo do pai, piscando para mim quando pegou-me olhando para ele. Nós três paramos atrás da mesa decorada e Edward abraçou-me pela cintura, puxando para perto dele.

— Eu fico feliz demais que esteja conosco, Bella. – Suspirei ao sentir um beijo em meus lábios. – Você mudou tudo ao meu redor, melhorou tudo na minha vida e na de Andrew. – Respirou profundamente e eu senti meu coração batendo com força, ainda mais vendo as orbes verdes brilhando em minha direção. Aquela intensidade entre nós sendo presente como sempre, arrepiando-me conforme eu sentia que estar ao lado dele era a coisa mais certa da minha vida. – Eu... – Fechou seus olhos, encostando sua testa na minha, sorrindo de lado, enviando vibrações para todo o meu corpo. Engoli em seco, segurando em sua mão que estava em minha cintura. – ...jamais poderei agradecer o suficiente tudo o que fez em minha vida. – Franzi meu cenho, olhando-o. Forcei um sorriso maior e beijei rapidamente seus lábios.

— Só fique ao meu lado, sempre. – Apertei seus dedos nos meus e ele sorriu ainda mais.

— Isso não será um problema. – Piscou e Andrew remexeu-se em seu colo, chamando a nossa atenção.

— Sabe, a paixão que eu vejo entre vocês é incrível. – Edward olhou-me no mesmo momento que o pequeno disse essas palavras. Engoli em seco lentamente, o jeito que Edward olhava-me deveria ser proibido, parecia que ele via algo através de meus olhos. – Eu nunca pensei que iria querer que meu pai encontrasse alguém. – Andrew continuou falando e eu sorri para ele. – Tinha medo que quando ele estivesse com alguém, eu seria um pouco esquecido, mas assim que eu vi o quando papai gosta de você, mãe, eu não poderia sonhar com coisa melhor do que a nossa família. – Toquei meu peito, suspirando alto ao ouvir cada palavra que saia de sua boca. Por Deus, ele não podia estar fazendo apenas sete anos de idade hoje, era... era tão maduro para sua idade. – Eu amo demais vocês e quero muito que percebam o quanto se gostam. – Piscou para mim e beijou o rosto de seu pai. Vi Edward fechar os olhos e respirar fundo, antes de olhar-me e dirigir-me aquele sorriso sexy que acabava com qualquer juízo meu.

— Vamos lá, família, quero o parabéns! – Olhei para frente e Rosalie agitava, começando a bater palmas. Ri da minha amiga e Andrew a seguiu, batendo palmas com animação, logo em seguida seus avós, Jasper e Emmett também começavam a agitar-se, dando ritmo da música infantil com palmas.

— Parabéns pra você... – Edward puxou a música e eu soltei sua mão, começando a bater palmas e a cantar junto com todos. Rolei meus olhos quando vi Emmett pulando ao lado de Rose, gritando demais a música, estragando o ritmo, mas pelo jeito que Andrew ria, ele não poderia se importar com tanta animação em sua festa de aniversário.

— Feliz aniversário, Andrew! – Gritamos em uníssono e Andrew ria com divertimento, continuando a bater palmas, e Emmett, como a bela criança que era, seguia o garoto, ainda pulando.

Virei-me na direção das pessoas mais importantes da minha vida e observei Edward o abraçar com força e sorri emocionada ao ver que ele sussurrava algo no ouvido do pequeno, fazendo-o abraçar seu pai e uma lágrima delicada escapar de seus olhos fechados. Suspirei olhando-os e Edward beijou seu cabelo, massageando suas costas. Os olhos verdes vieram em minha direção e mordi meu lábio inferior ao ganhar uma piscadela e minha direção, e em seguida veio o sorriso maravilhoso que eu tanto amava.

— É a hora do bolo! – Alice tagarelou e eu pisquei, saindo de meu transe e ganhando um sorriso da minha cunhada. Peguei a faca e a espátula, indo até o bolo do Capitão América, cortando a primeira fatia. Com a espátula coloquei o pedaço em um prato e pus a colher junto, entregando o prato para Andrew que secava seu rosto úmido, sorrindo para mim.

— Para quem vai o primeiro pedaço, amor? – Questionei-o e ele fungou, olhando para o prato com bolo que estava em sua mão.

— Eu amo todas as pessoas que estão por aqui. – Olhou para frente, abrindo o maravilhoso sorriso que ele tinha. – Amo demais a tia Alice, ela foi incrível demais em minha vida, desde que eu vim morar com meu papai. Alice é maravilhosa demais, uma das pessoas mais especiais da minha vida e a pessoa que tem um coração enorme, sempre amando as pessoas ao seu redor. – Olhei para a morena e ela abraçou Jasper, escondendo seu rosto no peito do namorado, podia ouvir seu ombro tremer. – Tio Jasper também é incrivelmente incrível. – Voltei a olhar para meu querido e ele sorria animado, seus olhos ainda com pequenas lágrimas. Deus, cortava o coração vê-lo chorar, mesmo que fosse de alegria. – O loiro que deixava meu pai louco, mas que sei que papai também adora, assim como eu. – Piscou, fazendo todos sorrirem para ele. – Amo muitão você, tio, sabe que sempre será importante em minha vida. – Dessa vez o loiro sorriu e deitou sua cabeça no cabelo de sua noiva, respirando fundo. – Também tem tia Rosalie, a Loira mais linda e mais maravilhosa que já conheci! – Vi minha amiga arregalar seus olhos e dizer um “eu quero ele para mim”. – Mal a conheci, mas a amo demais por ela ser a pessoa incrível que é, ainda mais sendo uma pessoa importante na vida da minha mãe. – Deus, eu morreria com tanto amor. – Tio Emmett é um palhaço. – A boca dele escancarou-se e eu ri. – Só que eu também o amo, ele é irmão do meu papai e apesar de meu pai morrer de ciúmes dele, eu sabia que isso melhoraria assim que ele conhecesse meu novo tio, ele é um cara legal demais. – Acenou para o grandão e Emmett devolveu o movimento, sorrindo abertamente. Eu mereço. – Meus avós. Esme e Carlisle. Eu jamais pensei que poderia amar tanto as pessoas que mal entraram em minha vida, mas eu já percebi o quão incríveis eram assim que os vi pela primeira vez, mesmo que não soubesse que eram pais de meu papai, porém assim que descobri isso, passei a admirá-los ainda mais. Obrigado por voltarem, eu amo ter meu pai sorrindo dessa maneira que ele está, parece tão leve. Amo vocês, muito. – Mandou um beijo para eles. – Agora meus pais perfeitamente perfeitos. – Suspirei olhando-o no colo de meu namorado que também o olhava com admiração, suspirando baixinho. – Eu amo todos os presentes, mas sinto admitir, essas pessoas que estão do meu lado agora, são perfeitos em minha vida e eu não poderia amá-los mais, meu amor por eles será infinito, são as pessoas mais importantes de minha vida inteira. Obrigado pela chance que deram-me, adotando-me para suas vidas, amo muito cada um. Pai. – Olhou para Edward e pegou um pedaço de bolo com o garfo, levando até a boca dele. – Mãe. – Aproximei-me e Andrew fez o mesmo comigo, deixando um pedaço em minha boca, sorrindo a todo instante. – Vocês são perfeitos e eu os amo, demais. Por isso o primeiro pedaço foi para vocês.

— Oh, Deus. – Abracei-o, ainda estando no colo de Edward. Ficamos em um abraço triplo, podia sentir os braços do meu namorado vindo ao meu redor e em seguida, um beijo em meu cabelo. – Obrigada por essa chance, Edward, obrigada por não desistir de mim. – Agradeci-o, apertando uma mão minha em sua cintura, fechando meus olhos com força para não chorar, não sabia como minha vida poderia melhorar ainda mais, parecia um sonho do qual nunca mais queria acordar.

— Você é a minha vida, Bella, é por isso que seremos sempre felizes, nós pertencemos um ao outro. – Assenti e Andrew beijou meu rosto.

— Você só melhorou tudo, mãe, te amo. – Abraçou meu pescoço e funguei.

Eu poderia ter vivido repleta de solidão em todos os meus anos iniciais da vida, mas sabia que agora estava sendo recompensada por todas as dores que senti. Edward e Andrew era a família que nunca sonhei, mas eram eles quem eu precisava para sentir-me completa.

“Continua...”

Notas finais
N/A (Cintia Cullen): Finalizamos mais um capítulo! Eu amo cada vez mais escrever nesta fanfic, eu adoro escrever esta estória e tudo fica ainda melhor ao receber comentários cheios de carinho que vocês me mandam! Cada palavra que me emociona eu agradeço demais, porque isso é incrível e importante para mim, saibam que vocês são pessoas maravilhosas e eu nem sei como poderei agradecer por tanto carinho. Obrigada, gente, muito obrigada mesmo por tudo ♥ Espero que tenham gostado deste capítulo. Eu, mais uma vez, tentei demonstrar toda a emoção e espero que eu tenha conseguido, amei demais escrever mais um capítulo de família, mostrando o quanto ela é importante em nossas vidas. Torço muito para que tenham gostado, eu simplesmente adorei o resultado. Vejo vocês em breve, tenham uma semana maravilhosa e cheia de coisas boas! ♥