Notas iniciais
Pelo título já dá para ver que a maioria foi a opção a)! Queria agradecer a todos os meus queridos leitores pelos comentários e queria dar um agradecimento especial a Para Siempre Naxi, pela sua favoritação e dedicar-lhe este capítulo. Adoro-vos muito!

Recapitulando: “Não… Não podem estar naquele bosque! Foi o 1º bosque a ser descoberto e agora, pelo que dizem, desde sempre pertenceu à família Calixto e somente eles têm o controlo sobre aquela área sombria, gélida e é super assustadora! Nem imaginam o quanto! Nem quero imaginar qual a condição dele…”

POV’s Naty

Tinha medo da condição do Andrés mas senti que o Maxi era muito importante para mim, por isso, não me importa- Eu vou já ter contigo Maxi!- Ups! Não era para ter dito em voz alta… Fui indo a pé até à paragem de autocarro e até que tive sorte porque só esperei dois minutitos, nem isso. Ao entrar, o senhor avisou-me que o funcionamento era de pré-pagamento. Fui ao meu bolso das calças e OH NÃO… Lembrei-me que deixei o meu porta-moedas em casa… Decidi sair o quanto antes mas o senhor motorista não me autorizou:

– Espere! A menina chama-se Nathália Vidal?

– Sim… — Como é que o senhor motorista sabia o meu nome?

– E o seu destino é o bosque “Ruiva Tempestade”?

– É… — Ok, Agora estou a ficar preocupada e assustada… Como é que ele sabia tanto acerca de mim?

– Então não precisa de se ir embora!- Afirmou sorridente.

– Mas… Eu tenho que pagar e não tenho dinheiro…- Respondi sem entender porque que eu haveria de ser diferente.

– Mas já tem o transporte pago para ida e vinda. Foi o seu amigo Andrés Calixto que pagou. Pensava que ele lhe tinha dito…- O Andrés O QUÊ? Uhm… Aqui há gato…

– Não… Realmente ele não me disse nada…

– Então também não lhe deve ter dito que no bosque “Ruiva Tempestade” não existe nenhuma paragem de autocarros para que eu a possa deixar lá, por isso, o local mais perto é uma aldeia que fica a 5 minutos de lá.

– A 5 minutos de autocarro?

– Não, não! A 5 minutos a pé!

– Ah… Ok, então, tudo bem! Obrigada!- Disse sentando. Comecei a pensar qual seria a condição para eu poder ajudar o Maxi e confesso que me passaram milhares de coisas horríveis pela cabeça mas muitas delas, eu acho que era capaz por ele… Eu sei que não o conheço bem mas… Mas sinto que o conheço há séculos! Eu tenho que o ajudar a todo o custo e …

– Nathália Vidal? Nathália?- Os meus pensamentos foram interrompidos pela voz do senhor motorista

–Desculpe… Estava distraída… Mas o que é que se passa?

– Esta é a tua paragem.

–Ah… Muito obrigada!- E sai. Vi mesmo à minha frente uma tabuleta:

Estava um pouco gasta mas foi-me muito útil! Tinha que ir para a esquerda. AI… Que medo mas vou ser corajosa. Ui! O meu telemóvel está a tocar… Mas quem será? O Andrés… Ai, só me faltava este! Não mé que me apeteça atender mas já me chateia ouvir tanto tempo o meu tom de toque…

Ligação ON

– Olá bombom!- Ele desde pequeno me trata assim mas eu estou farta dele até aos olhos.

– O que queres? Estou farta que me chames isso!- Disse com um tom irritado.

– Queria ouvir-te… Mas qual é o mal de chamar-te bombom? É perfeito para ti! Tu és doce, suculenta, gostosa, saborosa,… — Decidi calá-lo, não o aguentava mais.

– Chega, ok?

– Mas… não te lembras em pequena de dizeres que os bombons são viciantes? Foi por isso que até hoje chamo-te assim!

– E o que é que isso me interessa?

– Bem, eu aposto que também sou viciante para ti… Aposto que me vez como a droga e por isso é que me odeias tanto… Cada vez que olhas para mim, tens mais vontade de me comer com os olhos, mais, mais e mais e depois, começas a querer dar-me mimos como se fossemos namorados e aí, só me queres beijar e beijar cada vez mais loucamente e…- Não estava para o aturar mais e desliguei. Continuei o caminho mordendo o meu lábio inferior, pois, não ia ser nada fácil para mim ter que ser obediente ao Andrés…

Ligação OFF

POV’s Andrés

–… só me queres beijar e beijar cada vez mais loucamente e, por fim, vais desejar tocar-me por inteiro: vais começar a brincar com o meu membro e, o teu maior prazer vai ser voltar à tua infância e começar a montar o puzzle, ias começar a encaixar o meu pau no teu buraquinho… Que sensação gostosa! A melhor parte é quando começasses a gemer e gritar a pedir-me para ser mais depressa… Uhm, que bom! Nata, não sentes vontade de me sentir dentro do teu corpo? Naty? NATHÁLIA? Oh bolas! Desligou e nem me avisou!

– Tu és um parvo Andrés!- Interveio o Maxi com cara de nojo.

– Tu tá calado! Vê lá se a condição que espera a Naty vai ser pior com os teus comentários… — Eu já sei qual a condição que vou impor à Naty… Eu hoje vou para a cama com ela mas, primeiro, vou levá-la a um bar que tem as melhores bebidas de todas mas que basta beber um copo para ficarmos completamente bêbados e alucinados e a minha ideia é simples: para não a levar à força, vou fazer com que ela beba uns quatro copos para ficar completamente sem saber quem é, e assim, vou leva-la para a cama sem ser à força, vai ser pelo pedido dela… Ahahahah! Sou um génio! É para aquele Maxi ver do que é que sou capaz! MUAHAHAHAHAHAH! Ao trabalho!

POV’s Naty

Já estava a caminhar há 4 minutos, por isso, em breve teria que ser tipo “a escrava” do Andrés… Eu nem sei o que estou a fazer, não, eu sei o que estou a fazer, estou a ajudar o Maxi! Oh não! Já os estou a ver lá ao fundo… Tadinho do Maxi… Claro que comecei a chorar e fui a correr em direção a ele.

POV’s Maxi

Estava a ver que nunca mais podia ser eu a dizer o que se passou! Ahahah! Estou a brincar! :)

Bem, eu estava a passar as piores horas da minha vida preso naquela “jaula”, sim, não era bem uma jaula. Felizmente, tinha a Naty que me ia salvar… Tão linda… Se fosse outra, acredito que não quisesse saber de mim, mas ela… Ai… Sinto que passei a minha vida inteira com ela, como se a conhecesse desde bebé… Sim, eu não consigo disfarçar o que sinto por ela, eu… eu acho que a amo e muito! Mesmo que o tempo que tenhamos passado tenha sido muito pouco mesmo… Sei que tenho a minha cabeça com o nome dela sempre a flutuar… mas, tenho que vos dizer: o Andrés é um demente! A sério, é mesmo! E o que me assusta nele é que é inteligente e maquiavélico! Ele CORTOU-ME O BRAÇO! E não sei como ainda não desmaiei depois daquele corte… Isto dói-me muito e não pára de largar sangue… E o pior é que sei que não posso ser operado para recuperar o braço visto que nem faço ideia donde é que ele esteja… Ah! Em relação à chamada do Andrés, ele colocou em modo “Alta voz”, mesmo para me “picar” mas só fiquei aliviado por saber que a Naty desligou a chamada daquele idiota, espero bem que ela não tenha ouvido a parte mais porca da conversa dele, não quero que ela fique com um trauma!

Espera! Está alí alguém! É A NATY! É A NATY!!!! :’)

Ó MEU DEUS! Ela está a chorar… O que é que se passa? Ela está bem?

– MAXI!!!!! Como é que estás? Ó meu deus… O teu braço… Ai! Dói-te muito? Desculpa eu estar a ser tão chata mas como não está aqui o Andrés…- Dizia rapidamente ao soluços e quase sem folgo, por causa do choro e da corrida.

–NATY! Que bom estares aqui…- Respondi, emocionado, dando-lhe a mão, já que mais não dava para fazer e ela ao tocá-la senti algo que nunca antes tinha sentido: não tinha noção nem do tempo, não sentia o chão, foi, foi pura química, aí soube que ela era a tal e, e não a vou perder! Apeteceu-me beijá-la mas era impossível, por isso, ela acariciou a minha mão- Eu estou bem mas só agora, porque tu estás aqui comigo… E não te preocupes com o meu braço, eu ei de ficar bem… E tu não és chata, és incrível, isso sim é o que és…- Confessei, virando a mão dela para tentar dar-lhe um beijo lá, mas foi escusado…

– Ahahah! Tu é que és incrível, o que fizeste por mim… foi… foi simplesmente maravilhoso… Olha, onde está o Andrés? Quero-te tirar daqui o mais rápido que possa!

– O Andrés está ali!- Disse apontando para a casa dele, que estava atrás da Naty.

– Naquela casa?

– Sim, é a casa dele!

– Ele vive aqui?

– Não, acho que não!

– Ah… — Disse, e suspirou olhando para os meus olhos fixamente.

– Naty… Cuidado! ATRÁS DE TI!!- Fiquei super aflito quando vi o Andrés atrás dela. A Naty virou-se rapidamente e gritou, assustada:

–AHHHHHH!

– Calma meu bombom, não te exaltes… Tive tantos anos à espera deste momento…

– Andrés… Tu não…- o Andrés não a deixou acabar a frase e colocou o seu dedo indicador à frente dos lábios dela.

–Shiuuu… Não fales mais. Entra.- Disse, abrindo a porta à Naty- Ah! Agora, eu levo-te!- E pegou na “jaula” em que eu estava lá dentro sem nenhum esforço (ou eu sou muito magro ou ele é mesmo forte- estou impressionado!). Pousou-me no quarto dele, mesmo à frente à cama dele. Não entendi porque que ele me tinha colocado ali ou era para eu não ver nem ouvir nada do que eles iam fazer e/ou dizer ou era o contrário: para ver eles… não, NÃO!! Ele não vai fazer nada à minha Naty! Sim eu disse minha, não me enganei!

POV’s Naty

Adorei AMEI voltar a ver o Maxi e senti algo que nunca antes tinha sentido, uma química inexplicável! Mas voltar a ver o Andrés é que foi horrível… Quando entrei na casa dele, ele foi ao quarto dele pousar lá o Maxi e veio ter comigo à sala e sentou-se ao meu lado:

– Como vais meu bombom?

– Vou pessimamente mal!- Respondi seca

– Porquê?

– Porque tu estas aqui!

– É normal. É a minha casa… Se queres que te diga o que te vou fazer, quer dizer, qual é a condição, tens que vir para o meu quarto comigo…- Disse com um ar maquiavélico.

– Mas PORQUÊ no teu QUARTO?

– Para o Maxi ouvir…

–Uhm… Está bem!- Eu fui até ao quarto dele e, quando me ia virar para o Andrés, ele encosta-me a uma parede e segura os meus braços com força- O QUE ESTÁS A FAZER? SOLTA-ME!!

–FAZ O QUE ELA DIZ! SOLTA-A!!!- Disse o Maxi aos gritos (Ele é tão fofo… ♥)

–Primeiro, tu não és chamado aqui… por isso, CALÁ O BICO!- Berrou para o Maxi- E tu, minha pérola, não te esqueças da condição, se não, xau Maximiliano…- Respondeu-me prensando-me mais na parede e fazendo mais força nos meus pulsos.

–Ok…ok… O que queres?- Perguntei quase a chorar.

–Assim é que eu gosto…- E dito isto, prensou-me mais na parede para que os nossos órgãos genitais se tocassem. Comecei a arrepiar-me toda mas de puro nojo. Senti que o pénis dele estava erecto e ele esfregava-o na minha vulva para me ver tensa e ele fazia cara de quem estava a amar a sensação mas eu sentia o contrário, um nojo extremo. Eu bem queria sair dali mas não conseguia… Ele olhou para os meus seios e começou a come-los com o olhar mas, de seguida, olhou para mim e disse:

–Estas ainda segura que queres ajudar o Maxi?- Não sabia o que responder, quer dizer, sabia mas tinha medo das condições mas acabei dizendo:

– Claro, nunca tive mais segura do que quero!

– Mas Naty… Não faças isso… Deixa e vai-te embora… Não te sacrifiques por mim…- Implorou o Maxi já com lágrimas nos olhos depois do que tinha visto.

– CALÁ-TE!!!- Berrou o Andrés.

–Deixa Maxi. Eu sei o que faço!- Afirmei segura

–Boa… Vais ter que passar esta noite inteira comigo e fazer tudo o que eu mandar, entendido?- Perguntou-me maliciosamente. Não digo que não estava completamente cheia de medo do que ele me pedisse para fazer mas aceitei. O Andrés tinha me mandado ir para um bar alí perto. Entramos e vi um palco cheio de mulheres seminuas a dançar em varões como também, vi enormes prateleiras a abarrotar de garrafas de vinho.

– Então, AMOR, o que queres beber?

– Eu não trouxe dinheiro…- Respondi a medo.

– Eu sei, eu pago! Pede o que quiseres!

– Bem, pode ser uma garrafa de água, por favor!

– Ok, é para já! Vou lá dentro pedir e já volto.

–Ok…- Bem, posso dizer que não estava à espera do que ele fez mas não senti tanto medo depois da forma que ele me tratava, se bem que sei que ele é completamente louco.

POV’s Andrés

Eu já sabia que ela não ia querer água, por isso, como sou eu que mando neste bar, afinal, ele pertence ao bosque da minha família, fui buscar água e coloquei aqueles produtos que dão vontade de beber e não parar e os outros produtos que fazem ela perder a noção do tempo, do local e, a melhor de todas, de quem ela é!

Cheguei à mesa e entreguei-lhe a água e, pela primeira vez em toda a minha vida, ela sorriu para mim- fiquei logo exitado:

–Obrigada!

–Uau! Estás a sorrir para mim?

–Sim… Porquê? Tem algum mal?

– Não, nenhum… Mas, sei lá, nunca antes tinhas sorrido para mim…

– Isso é porque sempre me tinhas tratado mal e, desde que chegamos aqui, tens sido simpático para mim…- Uau, ela disse o que eu acabei de ouvir sem beber nem um pouco da água?- Estou com sede, vou beber um pouco da água que me trouxeste.

– Não!- Pedi-lhe intuitivamente.

– Porquê que não queres que beba água?- Bem, depois daquele sorriso dela não queria mas não posso negar que eu ia amar come-la.

– Nada! Estava a brincar!- Respondi a rir e ela depois riu também. Ela estava a beber até que acabou a água.

– Quero mais! A água está tão boa…- Disse já sobre o efeito.

–Claro! Queres que te traga um copo maior?

– O maior que tiveres!- Disse com os olhos brilhantes.

– Queres quatro enormes?- Perguntei com o meu pénis a enlouquecer de alegria: o meu plano estava a resultar!

–SIM!!!!- Fui a correr buscar os quatro maiores copos que tinha com mais água e com o dobro da doze para ela ficar louca. Mal os trouxe, ela bebe-os só com um gole:

– Só mais MIL!!!- Disse passando a língua dela nos dentes de forma sedutora.

– Só mais quatro e chega, se não, pagas tu!- Respondi-lhe completamente ansioso para a levar para a cama.

– NÃO!! Mais oito e depois eu mostro-te como te vou pagar…- Respondeu passando o seu dedo indicador pelo meu dos seus seios saborosos… AI! Estou a enlouquecer completamente! Daqui a nada não aguento e tenho que penetrar o meu “menino”! Ahahahah! Fui a correr e coloquei o triplo da doze, pois, eu queria ouvi-la aos berros a pedir para brincar comigo… Depois de lhe levar os oito, ela bebeu-os em três segundos:

– Diz-me: Quem sou eu?- Olhou-me com um ar de quem queria festa.

– És o meu brinquedo preferido…

– Sou o teu brinquedo sedutor?

– Sim…- Disse babando-me todo. Nunca imaginei ouvir as coisas que ela me dizia, estou no céu…

– Quantas vezes por dia?

– Todos os dias quatros vezes e hoje, falta uma última vez…

–Uhm… E é muito tempo ou são rapidinhas?

– Muito tempo… Sempre duas horas seguidas!

–Uau! Fabuloso…- Suspirou fazendo-me ficar completamente fora de mim.- Vou trocar de roupa, assim não dá!- Disse piscando-me o olho de uma forma sedutora. Eu é que digo UAU! Eu sou bom… MUITO BOM! No seu perfeito juízo, ela JAMAIS diria o que disse… De repente, ela aparece e eu fico maluquinho! Que beleza! Eu tirei uma foto a ela, vejam:

A minha princesa gostosa…

– Então, onde queres começar a mostrar-me a tua arma poderosa?

– AQUI!- Estava louco por ela mas, tive que me conter- Não, desculpa, vamos fazer em minha casa, é melhor…

–Ok mas, só com uma condição: eu começo a despir-te!- Exigiu-me com ar de desejo.

– Como queiras, bombom…- No caminho, disse-lhe que o Maxi matou a família dela toda e, que por isso, ela vive comigo desde pequenina. Quando entramos, fomos diretos para o meu quarto e o Maxi fica boquiaberto quando vê a Naty vestida tão linda…

– Naty… Estás bem?- Perguntou o Maxi.

– Tu não me fales! O que ele faz aqui, amor?- Ai! Eu amo-a! Que linda!

POV’s Maxi

Desde que eles saíram fiquei constantemente a pensar na Naty… Tadinha, tinha tanto medo do que o parvo do Andrés lhe viesse a fazer… Quando o vi a magoar a Naty, passei-me! Só não fui salva-la porque não conseguia… Doeu-me tanto vê-la sofrer e eu não poder fazer nada… Quando eles saíram, peguei no meu telemóvel e telefonei a uns amigos meus mais velhos três anos que eu e que são muito fortes: Expliquei-lhes onde me encontrava e o que se passava. Felizmente, chegaram antes de eles terem chegado e destrancaram-me mas colocaram de forma a que parecesse que estava trancado. Agora, podia ter saído mas fiz de conta que estou preso. Mas eu não entendo: Porquê que a Naty mudou de roupa e esticou o cabelo? Porquê que ela está zangada comigo? E, o pior, porquê que chamou ao Andrés, AMOR?! AHHHHHHH! Ele vai ver… os meus amigos ainda estão aqui escondidos, espero que o meu plano resulte. Mas confesso que não entendo a reação da Naty… Partiu-me o coração mas a rapariga que está à minha frente não é a Naty ou não é no seu prefeito estado! Eu vou ajudá-la!

POV’s Naty

O estúpido do Maxi estava na casa do meu amor a fazer o QUÊ? Tenho-lhe tanto ódio! Ah? Porquê? Porque o meu Andrezinho me disse que ele matou a minha família! O quê? Porquê a minha mudança de atitude? Mas eu sempre fui assim! E como eu tenho a certeza? Porque… Ahm… O Andrés me disse. Se me lembro do meu passado? Sinceramente não… O quê? Eu nunca fui assim e ele está a manipular-me? Então expliquem-me, o que eu fazia com o Andrés num bar em que não havia mais ninguém a não ser nós os dois? Não… Não me acredito em vocês! Até sinto que vocês tem razão mas não, ele não me iria mentir!

–Meu amor, isso não importa! Vamos ao nosso trabalho prático?- A verdade é que não gostava da ideia de me ir divertir com ele, algo me dizia que aquilo era nojento mas se eu sempre fui assim, não o iria contrariar.

– Claro bebé!

POV’s Maxi

O QUÊ??? NÃO! Esta NÃO É A NATY QUE EU CONHEÇO! AHHHHHHH! Eu vou ajudá-la e não posso perder tempo! Tentei fazer o sinal mas não estava a conseguir! Enquanto isso, ela ia tirando a camisa dele e rindo e eu já me estava a passar! Tentava e tentava mas não estavam a vir. Ela ia tirando as calças dele e ele ria-se e tentava tirar-lhe o vestido mas ela não deixava (Ufa, menos mal!). De repente, ela começa a dizer que ele podia tirar o vestido dela e eu desesperei: NÃO! Ela não, não pode deixar…

Notas finais
Será que o Maxi vai salvar a Naty ou não vai conseguir tirá-la das mãos perigosas do Andrés? Comentem, por favor!