Naughty Girl

4 Sonhos e realidade


Estava sozinha numa rua bastante povoada. A única coisa que me anunciava que se tratava de um sonho, era o facto de todas as pessoas à minha volta se encontrarem nuas, algumas caminhando aos pares, com os seus companheiros a penetrá-las ou simplesmente a masturbá-las à medida que caminhavam, como se ninguém estivesse a ver. Dei por mim às voltas, tentando olhar para todo o lado, para todas as pessoas, ver o que eles estavam a fazer e a procurar alguém que satisfizesse o meu desejo carnal e me fizesse gemer em sonhos. Passado pouco tempo — ou assim pareceu naquele mundo irreal — choquei contra alguém, os meus seios nus no seu abdómen, mostrando o quão maior ele seria. Olhei para cima e vi um desconhecido, tal como todos os que passavam por mim. Era um rapaz pouco mais velho que eu, de olhos azuis cor do mar. Ele sorriu com o sorriso mais brilhante que eu alguma vez vira e inclinou-se, colando a boca ao meu ouvido.

- Que achas de lhes mostrarmos como se faz? Que achas de eu te fazer gemer bem alto e dar-lhes um espetáculo que eles nunca viram? — Sussurrou, e essas palavras deixaram-me excitada ao ponto de lançar os braços à volta do seu pescoço e o puxar para mim num beijo selvagem e repleto de desejo.

Ele sorriu brevemente, mas logo me puxou violentamente para si, pegando no meu traseiro, apertando-o fortemente, e puxando-me para cima, sentando-me sobre o seu pénis enquanto ele se mantinha de pé, no meio de toda aquela gente. Ele mordeu-me os seios e riu quando eu gemi. Via as pessoas passarem e olharem, mas o meu sonho parecia um mundo à parte. Nunca pensara ser possível ter tanto prazer num ato sexual quando se sonhava, mas a verdade era que os movimentos de vai e vem daquele estranho me faziam gemer cada vez mais alto de prazer.

Acordei, sentindo algo a penetrar-me repetidamente, ouvindo a minha respiração ofegante e os meus gemidos adormecidos. O que estava a acontecer? Abri os olhos e vi um rapaz que nunca vira na vida em cima de mim, entrando e saíndo de dentro de mim, sem se preocupar com o facto de eu estar adormecida. Olhei para o meu corpo e estava nua. Sem ter tempo de pensar como fora ali parar, cheguei ao auge e contorci-me de prazer, sentindo o rapaz explodir dentro de mim.

- Bom dia, Lilith. — Disse o rapaz, com um sorriso, rebolando para o lado, o seu pénis húmido abanando depois de sair de dentro de mim.

- E quem és tu? — Perguntei, sorrindo sedutoramente.

- Ora, não te lembras mesmo? — Ele riu, massajando-me os seios, fazendo-me morder o lábio inferior com o prazer. — Caramba, és mesmo sexy quando fazes isso. — Ele lambeu os lábios e beijou-me, apertando-me o seio quando o fez. — Sou o Alec, conhecemo-nos ontem na discoteca e eu trouxe-te para casa para... brincarmos um pouco. Devo dizer que me deixaste esgotado, és realmente uma leoa na cama. — Disse ele, quando se afastou, com um sorriso matreiro no rosto.

- Hum. — Disse, enquanto o avaliava. Tinha cabelo negro, olhos cor de avelã, músculos bem definidos, talvez 1.80m de altura, bronzeado e umas mãos longas e masculinas que eu iria amar ter dentro de mim. — Outra vez.

- Desculpa? — Ele pareceu confuso.

- Outra vez. Quero que me fodas outra vez. — Disse com simplicidade.

Ele sorriu e, beijando-me, rolou para cima de mim.\"\"

Começou suave e calmamente, ambos ainda meio adormecidos e, com a ponta do pénis, começou a deixar-me excitada, roçando-a na entrada da minha vagina, como se me torturasse. E que bela maneira de ser torturada. Era como se ele me conhecesse e soubesse como me levar à loucura. Eu gemia cada vez mais frequentemente e ele, masturbando-se a ele próprio à medida que me torturava daquela maneira tão deliciosa, gemendo em harmonia comigo, até que se fartou e entrou em mim com toda a sua força, fazendo-me gemer alto e sem ar, coisa que o fez rir mesquinhamente ao meu ouvido à medida que entrava em mim. Eu gemia, arranhando-lhe as costas e esticando as pernas à medida que encolhia os dedos dos pés com o prazer que assolava o meu corpo à medida que aquele rapaz me penetrava. Ele gemia ao meu ouvido, beijando-me o pescoço e os ombros à medida que entrava e saía de dentro de mim, os seus gemidos cada vez mais altos.

- Quem me... dera que... fosses a... minha puta... pessoal. — Disse ele, e eu pude ouvir um sorriso na sua cara.

- Se me fuderes tão bem da próxima vez como estás a fuder agora... — Interrompi o meu discurso com um gemido alto quando ele entrou em mim com força — podes ter a certeza que eu te quero dentro de mim a toda a hora.

- É bom saber. — Disse ele e, com isto, ambos gritámos de prazer, o nosso grito ecoando harmoniosamente nas quatro paredes daquele quarto.

Mas nós não parámos. Ele deitou-se ao contrário em cima de mim, o seu pénis pendendo sobre a minha cara, duro que nem uma pedra, à espera que eu o chupasse. Antes de eu começar, o Alec enterrou a cara na minha vagina e lambeu-a furiosamente, penetrando-me com a sua língua, e mordendo-me os lábios vaginais, fazendo-me gemer. Decidi que não podia deixá-lo ganhar, que tinha de lhe dar mais prazer do que aquele que ele me dava a mim, e comecei a chupá-lo, cobrindo o que não cabia na minha boca com a minha mão, por vezes só passando a minha língua na ponta do seu pénis, até ele gritar "foda-se, não me tortures, Lilith" num gemido ofegante, voltando a lamber-me. Eu ria e chupava-o de novo, ouvindo os seus gemidos contra a minha vagina enquanto ele me dava prazer. Ele foi o primeiro a vir-se, quando lhe apertei o pénis levemente. O seu esperma cobriu-me a cara e os seios, numa máscara branca que me dava vontade de lamber. Quando eu me vim, arqueando as costas num prazer extremo, ele virou-se de novo para mim, vendo-me com o seu esperma no peito e eu sorri sedutoramente, limpando o rosto com as mãos e limpando estas ao meu peito, fazendo-o ficar completamente coberto do seu sémen. Foi então que puxei os meus seios para cima e, sob o seu olhar excitado, lambi o seu esperma de lá, vendo-o masturbar-se enquanto me via. Quando acabei, ele penetrou-me de novo, desta vez brevemente, explodindo em mim e fazendo-me gritar de prazer com a força com que ele apertava os meus seios e se fazia a si mesmo permanecer dentro de mim, tremendo.

Finalmente parámos, ambos exaustos, e beijámo-nos.

- Era capaz de me apaixonar por ti, miúda. — Disse ele, apalpando-me o traseiro.

- Não estragues o momento. — Respondi, beijando-o suavemente, cansada demais para repetir o ato.

Chegou a hora de me ir embora e despedímo-nos, mas o nosso contacto não ficaria por ali. De todas as vezes que tivera relações sexuais, nunca nenhum me fudera tão bem como o Alec fizera e eu não iria perder aquele Deus por nada deste mundo. Haveríamos de repetir, tal como eu sempre repetia com o Castian, o meu irmão.

Cheguei a casa e despi-me à entrada, ciente de que só o meu irmão estaria na mansão. Subi as escadas com a minha roupa nas mãos e caminhei até ao meu quarto, sendo intersetada pelo meu irmão.

- Onde andaste? Wow. — Disse ele quando me viu e reparou que eu estava nua.

- Na casa de um amigo. — Respondi, sorrindo e vendo os ciúmes passarem na sua cara.

- De um amigo?! Mas tu és parva ou quê? És minha, não te quero na cama com mais nenhum, caralho. — Gritou ele.

- Ora, Castian, não me satisfazes como deve ser. — ri-me, virando-lhe as costas e voltando a caminhar para o meu quarto.

Ouvi-o correr para mim e, quando chegou perto de mim, deitou-me no chão do corredor à força, tirando a roupa rapidamente, sem deixar de me prender, e penetrando-me sem que eu quisesse. Bem, a verdade era que eu queria, daí o ter provocado, mas era como se eu estivesse a ser violada no chão da minha própria casa.

- Grita como se estivesses a ser violada. — Disse ele, parecendo ler-me os pensamentos, à medida que me apertava os seios e destribuía beijos desajeitados pelo meu corpo.

- SOCORRO. ESTOU A SER VIOLADA! O FILHO DA PUTA DO MEU IRMÃO ESTÁ A METER O SEU PÉNIS GRANDE E DELICIOSO DENTRO DE MIM E A FUDER-ME CONTRA A MINHA VONTADE. SOCORRO! — Obedeci e vi-o estremecer por cima de mim.

Eu rolei para cima dele, tomando o controlo do ato e as suas mãos percorreram todo o meu corpo, à medida que eu subia e descia sobre o seu membro, com a cabeça lançada para trás ao sentir o prazer a começar a invadir-me.

- Diz como gostas da minha pila. — Murmurou ele, hipnotizado pelo meu corpo.

- A tua pila é linda quando fica dura ao ver-me nua, apetece-me chupá-la só de a ver dura, Cas. E quando ela está húmida, meu deus, fica tão deliciosa... só quero senti-la dentro de mim a toda a hora, Cas. — Ele gemeu alto, estremecendo, e eu sorri, continuando. — A tua pila é a maior que eu já tive o prazer de ter dentro de mim. É tão quente e dura... posso tê-la dentro de mim para sempre, Castian? — Perguntei. Ele soltou um "sim" ofegante. — Eu quero sentir-te a vir dentro de mim, quero que essa bela pila lance esse teu esperma branco e apetitoso dentro de mim, quero ouvir-te gritar o meu nome quando o fazes. Vamos, Cas, és homem suficiente para isso?

Ele abriu os olhos, subitamente, sorrindo.

- É a minha vez de ser porco. — Disse ele, gemendo alto, em harmonia com os meus gemidos de prazer.

- Faz-me gemer. — Ordenei, sorrindo, ofegante, à medida que o seu membro entrava e saía de mim enquanto eu subia e descia no colo do meu irmão.

- A tua cona é tão apertada como na primeira vez que fudemos, Lil. E é tão quente... Qualquer homem gostaria de meter os dedos e a língua aí dentro. Se não fosses minha irmã, fudia-te essa cona no meio da rua para que toda a gente pudesse ver e, se quisesse, fuder-te também.

- Oh, sim.. — Gemi, puxando os meus cabelos para trás com prazer. — Continua, Cas. Diz o que farias comigo, diz. DIZ!

- Eu iria abrir essas pernas e prendê-las a algo, de forma a mantê-las afastadas — Ele gemeu de novo. — e iria olhar para essa tua vagina deliciosa que só me apetece comê-la. — foi a minha vez de gemer. — a minha pila dentro da tua cona, entrar e sair, enquanto todos viam o teu corpo escutural à medida que eu te fodia. — Gememos. — eu iria meter-te nos dedos o mais fundo possível e lamber-te ao mesmo tempo e toda a gente iria querer participar. Quero fuder-te para sempre, Lil. Mesmo quando casarmos e tivermos filhos, quero poder meter os cornos à minha mulher contigo e fuder-te com força a toda a hora, mesmo que seja à frente dela. Quero que gemas o meu nome alto, quero que te contorças com prazer de ter a minha pila em ti e que digas o quão bom a fuder-te eu sou. Quero vir-me dentro de ti e fazer-te vir a seguir enquanto oiço o teu grito sensual ecoar pela casa. És forte o suficiente para seres fudida por mim a toda a hora, Lil?

Calámo-nos os dois, os gemidos demasiado frequentes para conseguirmos falar. Eu saí de cima dele e ele saíu de dentro de mim, metendo-me os dedos e lambendo-me, enquanto eu o masturbava. Ele tirou os dedos e começou a bater-me na vagina continuamente, fazendo com que pequenos choques elétricos percorressem o meu corpo. Quando ambos estávamos quase a chegar ao auge, ele penetrou-me de novo e, ao entrar em mim com força, ambos gritámos o nome um do outro. Arqueei as costas com prazer pela segunda vez nesse dia e puxei o meu irmão pelos cabelos, dando-lhe um beijo selvagem enquanto ainda gritávamos. Quando acabámos, levantei-me como se nada se tivesse passado e fui tomar banho.

- Obrigada. — Disse, ao fechar a porta do meu quarto atrás de mim.

- De nada. — Ouvi-o dizer.

Entrei na casa de banho e tranquei a porta para que o meu irmão não voltasse a entrar. Estava demasiado cansada para ter sexo outra vez. Liguei o chuveiro e meti-me debaixo da água quente relaxando, lembrando-me daquela manhã com Alec.