Naughty Girl

5 Coisas de raparigas.


Notas iniciais
Segundo capítulo de hoje. Estão fracos, eu sei, desculpem.
Enjoy!

Hoje haveria uma festa de máscaras em casa da minha amiga Chloe e estávamos todos convidados. Não sabia de que me haveria de mascarar, mas estava decidida que teria de ser de algo sexy para poder mostrar o meu corpo de que tanto me orgulhava. Decidi que vestiria apenas roupa interior sexy e pintaria todo o meu corpo de tigre. Seria uma tigresa muito sexy e todos os rapazes me iriam desejar, como sempre.

Tomei banho e, depois de vestir uma roupa ao calhas, fui comprar as pinturas corporais. Quando cheguei, despi-me e vesti a roupa que planeara e pintei-me. Quando acabei, vi-me ao espelho e, damn, i was sexy as hell. Se eu fosse outra pessoa, teria ficado excitada só de olhar para mim. Sorri para o meu reflexo e vesti a minha gabardina para que as pinturas não saíssem caso começasse a chover. Montei na mota e fui para a casa da Chloe. Já lá estava algum pessoal na sua mansão — sim, a maior parte dos meus amigos também são ricos — e havia de tudo. Desde gatinhas sensuais até bombeiros, que só pela farda já eram sensuais. Vi uma rapariga, com um corpo divinal, vestida de polícia com um chicote e sorri. Deveria ser divertido ter uma festa com ela.

- LILITH! — Gritou a Chloe do outro lado da sala de convivio, saudando-me.

A Chloe estava vestida de enfermeira sexy e o seu traje... bem, quase não existia, pois via-se mais carne que tecido.

- Hey, sexy! — Beijei-lhe os lábios, como sempre fazíamos desde pequenas.

- Estás mesmo... felina. — Riu. — E sexy. Aposto que não te vai faltar diversão esta noite. — Piscou-me o olho.

- Nem a ti, enfermeira. — Sorri-lhe.

Ela teve de ir receber os convidados e eu fui buscar uma cerveja, enquanto observava aquela polícia sexy. Ela apanhou-me a olhar para ela e eu saudei-a com a cerveja. Ela retribuiu com um piscar de olho, fazendo-me rir.

Nesse momento, entrou uma rapariga vestida apenas com a sua roupa interior mais sexy e umas orelhinhas de coelho, seguida de um rapaz vestido apenas com uma tanga e o seu material — e que grande material! — saliente naquela roupa infíma.

A rapariga das orelhas de coelho aproximou-se de mim e pegou numa cerveja também.

- Estás bem sexy. Qual é o teu nome, tigresa? — Perguntou-me ao ouvido e eu não pude evitar ficar molhada com a sensualidade da sua voz.

- Lilith, e o teu, coelhinha? — Perguntei, sorrindo.

- Nora. — Ela roçou a língua junto da minha orelha e foi dançar sensualmente para o centro da sala, sem sair do meu campo de visão.

Aquela miúda estava a dar comigo em louca de tão sensual que era e tive de beber mais uma cerveja para me acalmar. Eu não era lésbica nem nada disso mas aquela miúda tinha-me deixado com dúvidas àcerca da minha sexualidade.

Quando dei por ela, a Nora estava a dançar com a polícia sensual e roçavam-se uma na outra de uma maneira muito íntima, fazendo-me ficar ainda mais molhada. Imaginei-as nuas a fazerem os mesmos movimentos e um gemido saíu da minha boca. Felizmente a música estava demasiado alta para que alguém ouvisse.

Esgueirei-me, sem que fosse vista, para o andar de cima e entrei num dos quartos. Fechei a porta atrás de mim, sem a trancar, e deitei-me em cima da cama, tirando a pouca roupa que trazia e, suavemente como da primeira vez, deslizei a minha mão até à minha intimidade, massajando-me vagarosamente. Estava ensopada e os meus dedos rapidamente ficaram húmidos à medida que eu me massajava e passava a minha mão livre pelos meus seios e os meus cabelos sedosos, lembrando-me daquelas duas raparigas sensuais lá em baixo. A porta do quarto abriu-se repentinamente e as duas raparigas apareceram.

- Ora, não me digas que te estás a divertir sem nós. — Disse a Nora, com uma cara triste a olhar para o meu corpo nú e a minha mão ainda na minha intimidade que eu não tinha parado de massajar. Gemi com o meu ato e a Nora aproximou-se rapidamente de mim e tirou-me a mão. — Eu e a Natalie também queremos um pouco de diversão para nós, Lilith... — Disse ela ao meu ouvido, roçando os seus seios ainda cobertos contra os meus.

Quando ela se afastou, vi que a polícia sensual, que aparentemente se chamava Natalie, já se encontrava nua e a caminhar para mim.

- Que corpo divinal que tu tens... seria um desperdício deixarmos-te divertires-te com ele sozinha... — Disse ela, deitando-se sobre mim e beijando-me.

A mão de uma delas começou a massajar-me a vagina como eu fizera há pouco e eu gemi contra os lábios de Natalie, sempre sem dizer uma palavra.

- Estás tão molhada... — Disse a Nora. — Isso é tudo por nossa causa? — Ela sorriu, continuando a massajar-me suavemente, enquanto a Natalie me beijava os seios. — Sinto-me lisonjeada...

A Nora trocou de lugar com a Natalie e beijou-me, roçando os seus seios contra os meus e gemendo contra os meus lábios de modo sensual. Despi-lhe a pouca roupa que ela tinha e lambi-lhe os seios, mordiscando os seus mamilos e fazendo-a gemer. Ela sentou-se em cima da minha cara, como que a dizer para lhe dar prazer e eu lambi-a. Ouvi-a beijar a Natalie enquanto esta me masturbava e continuei a lamber a intimidade da Nora, ouvindo os seus gemidos e abafando os meus contra a sua pele quente e húmida.

- Morde-me, Lilith... — Gemeu a Nora e eu obedeci, ouvindo o seu gemido aumentar de volume.

- Quero a Natalie. — Pedi, penetrando a Nora com a língua e fazendo-a chegar ao auge.

A Nora trocou de lugar comigo e, enquanto ela me lambia a vagina, fazendo-me gemer, e a Natalie a masturbava, eu beijei aquela rapariga de corpo monumental e meti os dedos na sua vagina apertada. Ela gemeu contra os meus lábios e, com uma mão, agarrou-me os cabelos e puxou-me para si. Quando estava a chegar ao auge, apertei as pernas em redor da cara da Nora e senti-a lamber-me e morder-me uma última vez antes de eu gritar de prazer. A Nora saíu de debaixo de mim e, juntamente com a Natalie, prenderam-me na cama e beijaram-me em simultâneo, ao mesmo tempo que ambas me penetravam com os seus dedos.

- És tão apertada, Lilith... Não me digas que és virgem... — Disse a Natalie, passando os seus beijos para os meus seios e descendo até às minhas ancas, voltando a subir.

- Não... — Foi tudo que eu disse, gemendo continuamente.

Ouvi a Natalie rir enquanto mantinha os olhos fechados. Elas abriram-me as pernas e pararam de me beijar, começando a lamber-me a vagina em conjunto, beijando-se entre si também. Em breve eu gritava também e, aí, forcei-as a deitarem-se quietas na cama. Abri as pernas à Natalie e comecei a lambê-la e a fudê-la com a minha língua violentamente à medida que penetrava a Nora com três dedos. Ouvia-as gemer e as suas respirações ofegantes com a música lá em baixo a servir de música ambiente para os seus gemidos. Não era altura para falar, nem o conseguíamos fazer. Estávamos entregues ao prazer feminino, mais poderoso que qualquer outro. A Natalie puxou-me os cabelos, trazendo-me mais perto da sua vagina e gemendo alto. Ouvi a Nora gritar de prazer e vi-a agarrar um dos seios de Natalie com força, fazendo-a chegar ao auge e apertar as pernas contra a minha cara mas eu não parei de a lamber até ela gritar uma segunda vez, desta vez mais alto que nunca. Afastei-me com um sorriso e deitei-me no chão. Elas gatinharam até mim e a Nora meteu-se em cima de mim, roçando a sua vagina contra a minha perna e fazendo com que a minha vagina roçasse na sua perna. A Natalie beijava-nos alternadamente e apertava-nos os seios à medida que nós nos roçávamos uma na outra, e eu beijei a Nora com desespero ao sentir o orgasmo chegar. A Nora aumentou a velocidade com que se roçava em mim e gemeu contra o meu pescoço, lambendo-mo a seguir, e fazendo com que os nossos seios se tocassem, fazendo-me chegar ao auge uma vez mais. Gritei e apertei o traseiro da Nora com força, batendo-lhe lá. A Natalie forçou-me a ficar de gatas e a seguir colocou-se também de gatas atrás de mim, começando a lamber-me a vagina, com Nora a seguir-lhe o exemplo. Senti os dedos da doce Natalie — e que doce que ela era — penetrarem-me a vagina à medida que ela me lambia e ouvi-a gemer enquanto a Nora a fudia também. Foi então que eu senti algo diferente a entrar em mim e, quando olhei para baixo, na direção de Natalie que estava atrás de mim, com os seus seios a balançarem e a pedirem para serem beijados, que vi um vibrador nas suas mãos. Ela penetrava-me continuamente com ele e eu não me fartava de o ter dentro de mim, vibrando de forma extraordinária dentro de mim. Atingi o orgasmo mas a Natalie não parou até eu cair sem forças no chão. Enquanto eu recuperava, deitada no chão, a Natalie e a Nora divertiram-se com o vibrador, penetrando-se à vez com ele e beijando-se, olhando para mim para ver o meu olhar de desejo ao vê-las fuderem-se uma à outra. Eu podia não ser lésbica mas era, decerto, bissexual e não me arrependia de todo de o admitir. Queria a boca daquelas duas no meu corpo a levarem-me à loucura. Quando viram que eu já tinha recuperado, a Natalie puxou a minha mão para a sua intimidade e a Nora seguiu-lhe o exemplo, fazendo-me masturbá-las enquando elas me faziam o mesmo a mim. Vi-as lançar a cabeça para trás com prazer e a apalparem-se a si próprias enquanto puxavam os próprios cabelos gemendo alto.

- Mais rápido, Lil. Mais rápido. — Ofegou a Natalie.

Aumentei a velocidade com que masturbava a Natalie e ela gritou, puxando os cabelos com força, a cabeça ainda inclinada para trás e uma das mãos a apertar-lhe o seio tão fortemente que as unhas deixavam marcas na sua pele. Ela rolou para o lado, exausta e apenas a Nora me masturbava agora, enquanto eu retribuía.

- Leva o teu tempo... quero-te em mim o máximo possível. — Disse ela, e pude ouvir o desejo e o cansaço na sua voz.

Ela penetrou-me com os seus dedos e eu rapidamente, me vim, apertando os meus dedos no interior da sua vagina, fazendo-a vir-se também.

Cansadas, parámos. Beijei-as às duas e, suavemente, mordi-lhes os mamilos, como que dizendo obrigada. Vesti a minha pouca roupa e deixei-as, exaustas, deitadas no chão daquele quarto, voltando à festa.

- Lilith, as tuas pinturas estão completamente arruinadas! — Disse a Chloe quando me viu.

- Digamos que eu tive alguma diversão. — Ri-me para ela e ela sorriu.

- Parece que sim. — Ela beijou-me os lábios de forma apaixonada, com língua e tudo, coisa que nunca tiveramos feito. — Só gostava de ter sido eu a dar-te essa diversão, querida. Mas fica para a próxima, quando estivermos sozinhas para que os teus dedos magníficos preencham o meu interior. Sempre te quis dentro de mim, Lilith. — Disse ela ao meu ouvido, mordendo-me a orelha.

Ela afastou-se e um rapaz apareceu, apalpando-lhe os seios, fazendo-a revirar os olhos de prazer. Ela beijou-me uma última vez, novamente com língua, e eu vi o volume nas calças do rapaz aumentar. Ela afastou-se, desta vez de vez, beijou o rapaz apaixonadamente, e puxou-o para o piso superior.

Não sabia como reagir e, depois da sessão que tivera com Nora e Natalie, estava exausta demais para pensar. Peguei noutra cerveja e a seguir noutra e noutra, até estar bebeda e, quando dei por mim, estava a dançar nua no centro da sala, rodeada de raparigas e rapazes que começavam a seguir-me o exemplo. Colei-me a um rapaz lindo, moreno e musculado, que se encontrava nú e dancei agarrada a ele, sentindo o seu pénis levantar juntos à pele da minha barriga. Puxei-o para um beijo e, quando dei por mim, ele estava dentro de mim e eu gritei de prazer contra a parede contra a qual ele me prendera. Quando ele saíu de dentro de mim, beijou-me os seios e eu afastei-me. Aquela festa tinha-se tornado numa órgia enorme. Antes que me embebedasse a sério ao ponto de não poder conduzir, peguei na mota e , nua, segui para casa, deitando-me na cama e adormecendo. Só esperava poder repetir aquela festa muitas mais vezes no futuro e poder satisfazer o desejo da Chloe, afinal, ela era a rapariga mais sexy que eu conhecia e, secretamente, sempre a quis ouvir gritar o meu nome de forma sensual enquanto eu mantinha os meus dedos dentro dela.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.