Naughty Girl
1 Leva-me à Lua
Notas iniciais
Espero que gostem!
Estava a dormir, ainda a recuperar da ressaca da noite passada, quando o despertador tocou. Hora de ir para a escola. Felizmente, era o último dia de aulas e faltavam apenas dois dias para eu completar os 18 anos. Já tinha decidido que ia viver a vida ao máximo. Com o dinheiro que o meu pai ganhava, não precisaria de trabalhar nunca e a minha vida poderia ser vivida sempre como eu quisesse, com qualquer tipo de custos financeiros.
- Castian! — Chamei, depois de sair do banho e de me vestir.
- QUE FOI CARALHO? — Respondeu o meu irmão, de mau-humor como sempre.
- Já podes ir tomar banho. — Avisei, sem deixar que o seu mau-humor me afetasse. — E eu vou na minha mota, não preciso que me leves à escola.
- Como queiras. — Disse ele, passando por mim irritado.
Encolhi os ombros e desci as escadas até à cozinha. Estava sozinha com o meu irmão em casa quase constantemente. Não havia empregada a tempo inteiro, por norma só a Dona Kristin ia lá a casa limpar as coisas no final da tarde e ia embora. Então, eramos nós que fazíamos as nossas refeições. O pai passava a vida inteira no trabalho e a mãe tinha morrido há 3 anos. Talvez tenha sido por isso que o pai começou a trabalhar mais tempo. Não importava, eu sabia que ele nos amava e estava a ganhar dinheiro para eu e o meu irmão termos uma vida segura e com ótimas condições.
Fiz o meu pequeno-almoço, comi e montei na minha mota. Conduzi em direção à escola, onde, como sempre, todos os rapazes pararam para me apreciar. Estava habituada a isso e não queria saber, muito honestamente. Não acreditava no amor e não queria nenhum rapaz da minha escola a chatear-me. Pelo menos, não por enquanto. Só depois de eu fazer os 18 anos e ser livre.
- Bom dia, Lilith. — Saudou o meu professor de Inglês quando eu entrei na sala. — Está atrasada.
- Peço desculpa, Mr. Barnabas, o carro não pegou. — Menti.
- A menina conduz uma mota. — Disse ele, aborrecido.
- Pois, mas eu era para vir com o meu irmão no seu carro. — Retorqui.
- Sente-se. — Disse ele, exasperado.
Obedeci e sentei-me na última mesa da sala, prestando atenção ao professor. Por mais que quisesse levar uma vida livre e sem trabalho, queria poder ter bons resultados para, se mais tarde as circustâncias mudassem, poder ir para a universidade e ter um bom trabalho e, mesmo que fosse o último dia de aulas, ainda contava para a nota.
- Podem sair. Boas férias, meninos. — Disse o Professor quando deu o toque a anunciar o final da aula.
Levantei-me e fui até ao bar da escola. Pedi um copo de sumo de laranja e uma barra de cereais de chocolate e sentei-me numa mesa. O pessoal estava todo a faltar hoje. Disseram que era o último dia de aulas e que não valia a pena vir. Tínhamos combinado ir sair nessa noite, já que eu dissera que iria às aulas à mesma.
- Hey Lilith. — Chamou um rapaz da minha escola que eu não sabia o nome. Só sabia que era muito giro.
- Sim? — Disse eu quando ele se sentou na mesma mesa que eu.
- Queria saber se tens planos para hoje à noite. — Disse ele, coçando a nuca de maneira mesmo sexy que me deixava louca só de ver.
- Hum... Tenho, sim. Porquê? — Perguntei, fingindo-me indiferente.
Os rapazes adoram raparigas difíceis.
- Oh... — Ele pareceu desapontado. — Queria convidar-te para uma saída.
- Para a próxima sê mais rápido. — respondi, mordendo a minha barra de cereais.
- E no sábado, tens planos? — Perguntou ele, com um sorriso de canto.
- Depende.
- Do quê?
- O que tens em mente?
- Estava a pensar irmos a uma discoteca ou assim. — Respondeu.
- Vou pensar.
- Ok, tens aqui o meu número para quando souberes a resposta.
Ele entregou-me um papel com o seu número e foi embora, deixando-me sozinha na mesa de novo. Guardei o papel no bolso das calças e fui para o resto das aulas. Quando estas acabaram, fui para casa tomar um grande banho e arranjar-me para a saída dessa noite.
- Estou gira? — Perguntei ao meu irmão, encostada à ombreira da porta do seu quarto em pose sensual.
Ele olhou para mim de alto abaixo, avaliando-me, e lambeu os lábios.
- S-Sim. — Disse ele, colocando a mão por cima do fecho das calças onde se podia notar um certo volume.
- Ora, Cas, o que é isso aí? — Perguntei, provocadoramente.
- N-Nada. Vai lá para a discoteca. — Disse ele, incomodado.
Encolhi os ombros e fui para o meu quarto para dar os últimos retoques na maquilhagem. Quando fui ao quarto do meu irmão, encontrei-o a bater uma.
- Ora, Cas, o que estás a fazer? — Perguntei, fechando a porta atrás de mim, sobressaltando-o e fazendo-o largar o seu pénis.
- Sai daqui, Lilith! — Ordenou, envergonhado, tentando tapá-lo.
- Maninho, estou assim tão gostosa? — Perguntei, aproximando-me dele.
- S-Sai, Lil... — Disse ele, num fio de voz, nervoso com a minha aproximação.
- Deixa-me tratar disso, Castian. — Sussurrei ao seu ouvido quando me aproximei o suficiente dele para colar os nossos corpos.
A minha mão desceu suavemente até ao seu membro e comecei a massajá-lo. Beijei o Castian à medida que o fazia e senti as mãos dele percorrerem todo o meu corpo até que ele me tirou a camisola e a jogou no chão. Ao ver que ele queria mais que uma simples "massagem", despi-o também e, quando dei por mim, estávamos os dois nús aos beijos. Massagei o seu membro, apertando-o suavemente até o ouvir gemer e ele deslizou a sua mão quente e grande pelo meu ventre até chegar à minha intimidade, fazendo-me gemer e arrepiar de prazer.
- Quero-te dentro de mim, Cas. — Murmurei entre gemidos de prazer.
Ele obedeceu ao meu pedido e pegou-me ao colo. Entrelacei as pernas à volta da sua cintura e ele entrou em mim. Gemi alto e ele começou os movimentos de vai e vem contra a parede. Beijei-lhe o pescoço e mordi-o levemente e ele desceu os seus beijos até aos meus seios, os quais apertou, chupou, beijou e mordiscou, fazendo-me estar perto do auge muito depressa.
- Não te atrevas. Espera. — Disse ele quando viu que eu estava prestes a gritar.
- Não... consigo... aguentar... — Disse, ofegante de prazer.
- Não te atrevas, Lil! — Ordenou ele, deitando-me na cama e começando a entrar em mim violentamente, como se estivesse furioso.
Ele entrava e saía de mim com uma força tremenda, mordendo os meus seios e chupando-os com a sua boca húmida. Vi gotas de suor no seu corpo e puxei-lhe os cabelos ao sentir-me cada vez mais perto de gritar, já quase a atingir o meu auge. Ele levantou a mão e apertou o meu seio direito com força, ao mesmo tempo que entrava em mim com maior força que antes e dizia:
- Geme o meu nome. AGORA!
- CAAAAAASTIAN! — Eu não gemi, eu gritei, incapaz de me conter mais. Arqueei as costas e puxei a sua boca contra a minha num beijo violento.
Ele rodou para o lado, ofegante e eu deitei-me sobre ele, beijando-o e ele apertou o meu traseiro com força. Sentei-me sobre o membro dele e recomecei o acto, insatisfeita. Queria mais dele, queria mais do meu irmão.
- Leva-me à Lua de novo, Castian. — Pedi, a cabeça lançada para trás e os olhos fechados, à medida que fazia o seu membro entrar e sair de dentro de mim.
Senti as suas mãos subirem pelas minhas ancas até aos meus seios e ele apertou-mos com força, fazendo-me gemer alto.
- Bate-me. — Ordenei. — Eu sou uma menina muito má, bate-me. Bate-me, Castian!
E ele bateu. Deu-me uma grande palmada na minha anca esquerda e apertou-me as duas ancas, ajudando-me nos movimentos de vai e vem. Eu gemi e ele começou a dizer coisas que me faziam gemer mais alto.
- És tão quente... Gostas que eu te foda, Lilith? — Perguntou ele, ofegante.
- sim, eu gosto. Muito, Castian. Fode-me com mais força, faz-me gritar, Cas. — Disse eu, dormente de prazer.
Ele bateu-me no peito e apertou-mo, puxando-me para ele para me lamber os seios, esfomeado.
- És tão boa, Lilith. Devia ter-te fodido antes. Deixas-me louco. — Disse ele, rodando para cima de mim para finalizar o acto.
Ele meteu-se de joelhos, puxou as minhas pernas para cima, para o nível do seu membro e, com força, entrou e saíu de dentro de mim, batendo-me com o pénis na minha vagina quando saía, até eu gritar o mais alto que alguma vez gritei. Aí, parámos. Ele desceu a sua boca até à minha intimidade e lambeu, chupou e mordeu. Puxei o cabelo dele, sem o afastar de lá, e abri mais as pernas para ele lamber todo o meu espaço. O meu irmão era um leão.
- Grita, caralho. — Ordenou, apertando-me a coxa.
- Chupa-me. — Murmurei, torcendo-me de prazer.
Ele fez o que eu pedi e eu gritei, arqueando as costas e ficando inerte, ofegante, estendida na sua cama. Ele deitou-se a meu lado.
- Isto está tão errado. — Disse ele, percebendo o que tínhamos acabado de fazer.
- Vai-te foder, foi o melhor sexo da tua vida! — Ri-me, levantando-me e vestindo-me de novo. Ainda tinha de ir sair e já ia atrasada.
- Quê? Vais sair depois disto? — Perguntou ele, chocado.
- Claro, maninho. És um leão na cama mas eu ainda tenho coisas combinadas. — Respondi, com um sorriso. Baixei-me e beijei-lhe os lábios. — Obrigada pelo sexo, estava a precisar.
- A qualquer hora. — Riu. — Isto não sai daqui. Adeus maninha.
- Claro. Adeus.
E, assim, montei na minha mota e fui até à casa da Chloe, onde o pessoal já estava todo à minha espera. Metemo-nos nos dois carros que iriam e fomos para a discoteca. A noite ainda era uma criança.
Notas finais
Gostam da maneira de pensar da Lilith? Ela é um bocado diferente de todas as outras miúdas e não liga se é o irmão ou outro rapaz que leve para a cama, desde que este a satisfaça. E quem não gostaria de ter uma sessão de sexo assim, fosse com quem fosse?
Eu avisei que esta fic teria incesto.
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