Naughty Girl

2 18 anos e uma noite de loucura


Notas iniciais
Hey hey hey. Hoje estou um pouco tarada, aproveitem ahah
Avisem-me se a fic vos deixar excitados/as , gosto de saber as sensações que as minhas histórias provocam nos meus leitores :3

Acordei desorientada. Não me lembrava de como tinha chegado a casa nem do que fizera na noite passada. Só me lembrava de ter saído com o Castian. Oh, meu deus, será que eu tinha ido para a cama com ele de novo? Rodei para o lado e a minha mão tocou em algo quente que pareceu levantar ao meu toque. Olhei para o sítio onde tinha a minha mão. Yep, eu tinha dormido com o Castian e tinha acabado de o meter de pau duro.

- Bela maneira de acordar. Então, queres repetir? Ultimamente andas a gostar muito dos meus atributos. — Disse o Castian numa voz rouca sensual.

- Eu fui para a cama contigo outra vez? — Perguntei, sem tirar a mão do seu membro.

- Yep. Parece que aquilo que tiveste há dois dias comigo não te chegou. Diz-me... — Ele aproximou-se de mim e mordeu-me a orelha suavemente. — Também te masturbas a pensar em mim? — Perguntou num sussurro sensual.

- Desaparece Cas. — Disse-lhe, levantando-me e indo para o meu quarto.

Hoje era o meu aniversário. Queria sair com alguém e passar uma boa noite. Uma noite de que me lembrasse. Tranquei a porta do quarto e aproveitei o facto de estar nua. Ver o Castian nú e ouvi-lo fazer comentários daqueles deixara-me... molhada... Sim, ele era meu irmão. Mas era um rapaz lindo e bem gostoso. Não admira que eu tivesse ido para a cama com ele de novo, eu só conseguia pensar em tê-lo dentro de mim, em senti-lo explodir dentro de mim. Suavemente e devagar, deslizei a mão até à minha intimidade e fiz algo que nunca fizera antes: masturbei-me. Encostei-me contra a porta e massagei o meu sexo, penetrando-me a mim mesma com os dedos por vezes. Apertei os meus seios e deslizei para o chão, onde me deitei com as pernas abertas e a mão bem no centro da minha intimidade que parecia ter sido banhada em água. Pensei no membro do Castian dentro de mim, na sua força a invadir o meu corpo, na sua língua a explorar a minha vagina... de repente, o alvo das minhas fantasias mudou. O rapaz da minha escola, de quem eu ainda não sabia o nome, que me tinha convidado para sair há dois dias apareceu na minha mente, nú. O seu corpo musculado aproximando-se de mim, agarrando-me pelas ancas e penetrando-me por trás, enquanto eu estava deitada sobre a secretária de um escritório. Ele bateu-me no traseiro à medida que me penetrava rapidamente. Continuei a massajar-me e a apertar os meus seios, a beliscar-me, a puxar os meus próprios cabelos. A imagem do rapaz a virar-me e a lamber-me a vagina apoderou-se dos meus pensamentos. Imaginei-me no chuveiro com ele, tomando um banho enquanto ele me penetrava contra o vidro protetor da banheira, fazendo o meu peito ficar espalmado contra este à medida que ele me fazia dar pequenos saltos devido à sua penetração constante. Quando dei por mim, estava a gritar de prazer, arqueando as costas no chão, sem tirar a mão de lá debaixo. Eu gostara da experiência.

Levantei-me e fui tomar um banho. Ainda em toalha, procurei o número do rapaz nas minhas calças e enviei-lhe uma mensagem de texto.

Hey, acerca da saída. Ainda queres? Hoje às 20 no portão da escola. Vai preparado. xx Lilith

Poucos segundos depois, recebi a sua resposta.

Combinado. Não te vais arrepender ;) Ian

Espero bem que não. — Pensei.

Vesti o meu pijama e arranjei a roupa para essa noite. Teria de ir bem sexy. Queria aproveitar a noite ao máximo e queria fazê-lo da maneira mais sedutora possível.

Sentei-me na minha grande cama e acendi a televisão. Não iria fazer nada nesse dia a não ser sair à noite com o tal Ian. Todos os dias saía com o pessoal, na verdade tinha saído com eles nos dois últimos dias, precisava de um dia só pra mim e o meu dia de anos era o ideal. E tinha a melhor maneira de o festejar em mente.

Alguém bateu à porta do meu quarto. Levantei-me, destranquei-a e abri-a para dar de caras com o meu pai.

- Papá! — Abracei-o. — Bom dia!

- Bom dia, querida, parabéns! — Ele sorriu mas podia ver que ele estava cansado. — Desculpa mas hoje não vou poder festejar contigo. Fiquei a noite inteira no trabalho e só cheguei agora. Prometo que amanhã festejamos, sim? Aproveita para ires à discoteca com os teus amigos hoje à noite. — Sugeriu e beijou-me a testa.

- Está bem, pai. Mas amanhã passamos o dia juntos, ok? — Sorri.

- Está bem, querida. Vou descansar. Tem um bom dia, amo-te filha. — Disse ele, indo para o seu quarto.

- Também te amo, pai. — Sorri e voltei a entrar no meu quarto.

Olhei para as horas. Já passava da hora de almoço. Levantei-me e fui fazer o almoço. Depois de comer, subi e estudei um pouco. As aulas já tinham acabado mas eu não queria esquecer a matéria. Eu tinha de ter uma alternativa para o caso da vida que eu escolhera levar a partir de agora não resultar. Além disso, eu era uma excelente aluna. Por falar em aluna... quem me dera poder brincar aos colégios com o tal Ian. Quem sabe se ele não me poderia bater com uma régua... castigar-me e meter-me a escrever num quadro enquanto me penetrava por trás... foder-me em cima de uma secretária... Eu seria uma má aluna só para ele... eu faria tudo para ele...

Quando dei por mim, estava excitada de novo, mas desta vez não me podia masturbar. Já estava perto da hora de ir ter com o Ian e eu queria chegar cedo. Fui arranjar-me e pousei em frente ao espelho, pensando no quão bonita eu estava. Sem me despedir de ninguém, montei na mota e fui até à escola. O Ian já lá estava à minha espera.

- Pensava que não irias confirmar a nossa saída. — Disse ele, ao ver-me parar a mota e tirar o capacete.

- Monta. — Ordenei, atirando-lhe outro capacete.

- Onde vamos? — Perguntou, montando na minha mota.

- Onde tu quiseres. — Respondi, ligando a mota de novo.

- Discoteca Wildness. — Indicou.

- Boa escolha. — E, com isto, arranquei.

Quando lá chegámos, a discoteca estava ao rubro. A música alta, corpos suados por todo o lado. Toda a gente dançava, embora alguns se estivessem mais a comer do que a dançar. Segui o Ian para a pista de dança e colei os nossos corpos mas chegámos ao centro. A vibração da música a correr pelo nosso corpo, a luz e o fumo sintético dos efeitos a fazerem-nos ficar soltos. Virei-me de costas para ele, sem descolar os nossos corpos, e rocei o meu traseiro no seu membro, descendo até estar de cócaras e voltei a subir, prendendo o braço ao seu pescoço, ainda de costas para ele, à medida que subia e balançava as minhas ancas de um lado para o outro, roçando nele, levando-o à loucura. Ele virou-me para si, colocou as mãos nas minhas ancas e puxou-me ferozmente para si, fazendo-me sentir a sua ereção bem forte contra o meu corpo. Ele olhou para os meus lábios, a poucos centímetros dos seus, e olhou de novo nos meus olhos. Senti a sua respiração ofegante bater no meu rosto e sorri sedutoramente, enlaçando os meus braços à volta do seu pescoço, à medida que me balançava ao som da música contra o seu corpo. As suas mãos desceram até ao meu traseiro e ele pegou-me ao colo. Eu ri-me, consciente de que estávamos numa discoteca, no meio de imensas pessoas. Mas ele pareceu não se importar. Senti a sua ereção bem colada à minha intimidade e beijei o seu pescoço, repleta de desejo de que ele me possuísse ali mesmo. Ele gemeu alto ao meu ouvido de forma a eu ouvi-lo por cima da música que o DJ estava a meter.

- QUERO-TE. — Disse ele, as mãos já por baixo do meu top revelador, nas minhas costas. Ele soltou o meu sutien e, agilmente, colocou-o dentro dos bolsos largos das suas calças, sem me tirar do seu colo. As suas mãos deslizaram para a frente, ainda por debaixo do meu top, e ele apertou-me os seios, fazendo-me lançar a cabeça para trás e gemer de desejo.

- Vem. — Disse, saíndo do seu colo e puxando-o até aos sofás que ali haviam.

Rapidamente, despi os calções, sem querer saber se havia mais gente a ver-nos ou não, e abri as suas calças. A sua ereção não tardou a soltar-se e o seu pénis balançou bem na minha frente. Vi que o Ian observava a minha lingerie. Ele lambeu os lábios e puxou-me para si, sentando-me em cima do seu membro logo após desviar a minha cuequinha para poder entrar em mim. Comecei a subir e a descer no seu colo, fazendo-o entrar e sair dentro de mim, e rodei as ancas, sentindo todo o seu membro tocar no meu interior, causando sensações em mim que eu nunca antes havia experimentado. Ele apertou o meu traseiro até doer, mas uma dor agradável, e bateu-me, fazendo-me gemer. Aos poucos, as pessoas aglomeravam-se em nosso redor mas nós não parávamos. Estávamos entregues um ao outro, entregues ao prazer que proporcionávamos um ao outro. As suas mãos deslizaram pelas minhas ancas e despiram o meu top, deixando os meus seios médios soltos à vista de todos. Ele agarrou-os e massajou-os, puxando-me para si para os lamber à medida que eu continuava a saltar em cima dele. Quando estava prestes a chegar ao auge, ele saíu de dentro de mim, arrancou-me a cuequinha e colocou-a em cima dos calções. Despiu-se e começou a lamber-me a intimidade. Olhei em volta e detetei alguns rapazes a baterem uma ao verem a cena. Outros usavam as suas companheiras para tratar das suas ereções. O Ian lambeu o meu clitóris e penetrou-me com os seus dedos, sem querer saber dos nossos espetadores. Quase eu arqueei as costas num orgasmo, ele tornou a subir sobre mim e penetrou-me de novo, desta vez mais violentamente, e mordeu-me o pescoço, levando-me à loucura. Quando ambos gritámos, ele mandou-me vestir e saímos dali. Depois de cumprir uma das minhas fantasias — ter sexo em frente a imensa gente e ver os rapazes virem-se por minha causa — fiz o que ele disse. Ele disse-me uma morada e eu conduzi a minha mota até lá, sentindo a ereção dele no meu traseiro graças à proximidade que a mota nos obrigava a ter. Entrámos aos beijos no seu apartamento, derrubando por acidente um vaso que se estilhaçou ao atingir o chão. Ele tirou-me de novo o top, tirou as calças, tirámos a roupa toda e ele deitou-me no chão, sem querer saber se o vaso partido nos incomadava ou não. Penetrou-me novamente com força, mordeu-me o pescoço e apertou os meus seios nas suas mãos, fazendo-me gemer alto.

- Queria fazer isto contigo há tanto... tempo... — Disse ele, ofegante, junto à minha orelha.

- Conseguiste. Agora faz-me gritar. — Respondi, arranhando as suas costas com o prazer.

Ele gemeu e mordeu o meu mamilo com força, fazendo-me gritar de prazer. Ele era melhor do que eu pensava. Quando ele gritou junto ao meu ouvido, acabou. Ele rolou para o lado, exausto, e eu encostei-me ao seu peito, no chão frio da sua casa, também exausta.

- Isto foi melhor do que aquilo que eu estava à espera. — Ri baixinho, desenhando coisas abstratas no seu tronco nú.

- Muito melhor. Temos de repetir. — Respondeu ele, afagando o meu longo cabelo, e eu pude ouvir o seu sorriso na sua voz.

- Um dia. — Sorri. — Tenho de ir.

Levantei-me, vesti-me e, sem dar nenhuma justificação ou ligar às perguntas do Ian, montei na minha mota e voltei para casa. Acima de tudo, sexo sem compromisso. Detestaria ficar apegada a alguém com quem tinha tido sexo só pela piada. E vamos admitir, por mais sexy que o Ian fosse, eu quero um homem difícil e não um que cai logo aos meus pés mal eu faço tenções de abrir as pernas. Se algum dia me apaixonar, coisa que duvido que aconteça, não vai ser por alguém assim.

Cheguei a casa e deitei-me na cama, adormecendo logo. No dia seguinte iria festejar com o meu pai. Mas a festa de verdade tinha sido hoje. E que festa fora!

Notas finais
Mais um capítulo perverso e talvez demore a escrever outro.
A Lilith é, realmente, uma rapariga invulgar, não acham? xx