Naughty Girl
3 Festa com a família e diversão com os amigos
Notas iniciais
Enjoy ;)
Quando acordei na manhã seguinte, vi o meu pai com um enorme sorriso diante da minha cara.
– BOM DIA PRINCESA! — Para um homem de 58 anos, o meu pai era muito espevitado.
– Bom dia, pai... — Murmurei, ainda ensonada.
Ele puxou os meus cobertores e obrigou-me a levantar. Com um gemido de lamúrias, levantei e beijei-lhe o rosto.
– Arranja-te, querida, organizei uma festa com a família para hoje à tarde. Vamos comemoraar os teus anos como deve ser! — Sorriu, saíndo do meu quarto.
Escolhi a roupa e a maquilhagem e fui para a casa de banho. Quando liguei a água, ouvi a porta da minha casa de banho a fechar e a ser trancada. Voltei-me para a porta, para a qual estivera de costas desde então, e vi o meu irmão, completamente despido, encostado à porta, sorrindo-me. Olhei-o de alto a baixo, apreciando cada centrímetro dos seus músculos bem definidos no seu corpo moreno, e lambi os lábios com desejo. Ele gargalhou suavemente e aproximou-se de mim, que estava nua no chuveiro com a água a escorrer-me pelo corpo.
– O pai está em casa, Castian. — Avisei-o, sem conseguir desviar o olhar do seu pénis que estava ereto e era o maior que eu já vira na minha vida.
– Só vai tornar tudo mais divertido. — Respondeu, entrando no chuveiro, fechando a porta protetora, e pegando-me ao colo, penetrando-me de seguida.
Encostou-me contra a parede e mordeu-me o pescoço, sem se preocupar com os meus gemidos altos à medida que ele me possuía furiosamente. O meu irmão estava faminto e, vá-se lá perceber porquê, eu nunca lhe conseguia resistir, nem ao seu enorme pénis que me penetrava vezes sem conta, indo até ao fundo da minha vagina. O meu peito saltava à medida que ele entrava em mim, e ele moveu os lábios para o meu seio, mordiscando-o e lambendo o meu mamilo, à medida que alternava entre me massajar o outro e apertar-me o traseiro. Cheguei ao auge rapidamente, gemendo cada vez mais alto, embora tentasse aguentar-me, pois queria mais do meu irmão. Queria que durasse eternamente, queria-o dentro de mim, a possuir-me, o máximo de tempo possível e não estava disposta a parar já.
Ele pousou-me, saíndo de dentro de mim, e empurrou-me contra a parede do chuveiro, penetrando-me por trás e beijando-me o pescoço e os ombros.
– Admite, tu... não vives.. sem me.. fuder. — Disse eu, com um sorriso, entre gemidos.
– E tu não vives sem que eu te foda, Lil. — Disse ele de rajada, batendo-me com força no traseiro.
– És um filho da puta. — Retorqui.
– E tu és uma puta muito boa, maninha. — Disse ele, gemendo logo a seguir.
Levei a minha mão até ao seu cabelo e puxei-lho, forçando-o a vir de encontro ao meu pescoço, que ele beijou e mordeu logo de seguida. As suas mãos subiram das minhas ancas até aos meus seios e voltaram às minhas ancas, que ele apertou enquanto me penetrava com cada vez mais força.
– Grita. — Disse ele. — Deixa o pai ouvir o quanto eu te fodo bem. GRITA, LILITH! — Gritou ele, junto ao meu cabelo, ofegante de prazer. Podia sentir as suas mãos a tremer nas minhas ancas, mostrando o quanto ele estava perto do auge.
Ele bateu-me de novo e entrou em mim com força uma última vez, explodindo dentro de mim, fazendo-me realmente gritar de prazer e puxar-lhe os cabelos no extâse do momento. De seguida, perdi a força nas pernas e caí de joelhos no chuveiro, ofegante e com a vagina dormente, embora satisfeita.
– Agora sai, quero tomar banho. — Disse ao meu irmão, recompondo-me e levantando-me.
– Às suas ordens, deusa do sexo. — Brincou ele, dando-me uma leve palmada no rabo.
Ele saíu e eu tomei o meu banho, ainda excitada e com vontade de me masturbar devido ao que tinha acontecido, mas lutei contra a tentação e saí do banho. Vesti-me e arranjei-me. Saí do quarto e fui encontrar o meu pai na cozinha. Estava nervosa só de pensar que ele me podia ter ouvido gritar durante a minha pequena diversão com o Castian no chuveiro, mas o meu pai estava com um sorriso enorme na cara e nenhum sinal de fúria, por isso, não devia ter ouvido.
– Estás linda, filha! Pareces mesmo a tua mãe. — Disse o meu pai, abraçando-me.
– Obrigada, papá. Quando é que eles chegam? — Perguntei, com um sorriso.
Nesse momento, tocaram à campainha, como que respondendo à minha pergunta. O meu pai ergueu as sobrancelhas e sorriu, indo logo abrir a porta. A minha família não tardou a entrar, incluíndo o novo namorado da minha prima mais velha, Catherine, de 27 anos. Caramba, que peça de arte. O rapaz usava uma camisola justa, mostrando os seus peitorais e abdominais bem definidos, de forma a fazer crescer água na boca a qualquer rapariga que o visse.
– Olá, Lilith! Há quanto tempo! — Disse a Catherine, com um sorriso, puxando o rapaz pela mão. — Este é o Jaden, o meu namorado.
– Olá Cath, que saudades! — Sorri-lhe brevemente mas logo dirigi o meu olhar para o rapaz de olhos verdes que se encontrava à minha frente. Era mais alto que eu uns 15cm. — Prazer em conhecer-te, Jaden, sou a Lilith.
Estiquei a mão para o cumprimentar mas ele aproximou-se de mim e beijou-me a face, sussurando um "o prazer é, obviamente, todo meu, Lilith" sensual ao meu ouvido. Com muito esforço, consegui evitar sorrir perante a sua atitude. Para além de sexy, era confiante.
– Então, há quanto tempo estão juntos? — Perguntei, sorrindo.
– Um mês. É pouco, eu sei, mas tenho a certeza que irá durar anos. — Disse a minha prima, agarrando-se ao braço do Jaden, sem tirar os olhos de mim e, assim, não vendo que o rapaz revirara os olhos aborrecido.
– Parabéns, então. — Ri-me. — Se não se importam, vou cumprimentar o resto da família.
– Até já, Lilith. — Disse o Jaden, piscando-me o olho.
Ri-me e fui cumprimentar a minha família, que era enorme. O meu primo, o único da minha idade, na verdade, trouxera um amigo que também era bastante giro. Bem, a minha família estava a aprender a conviver com gente bonita. Aproximei-me em especial desse, tendo em mente a minha nova lei de vida: aproveitar todos os momentos e ter muito sexo sempre que possível. Ok, a segunda parte não era bem oficial... mas sexo tornara-se uma droga para mim e eu não podia evitar tê-lo a toda a hora, mesmo que fosse com o meu irmão.
– É um prazer conhecer-te, Lilith. — Disse o amigo do meu primo, aparentemente chamado Harry.
– Ora essa, o prazer é todo meu, Harry. — Sorri.
Acabei a conviver com o Harry a tarde quase toda e, realmente, era alguém que era capaz de cativar qualquer rapariga. Tinha olhos azuis, cabelo loiro e a pele bronzeada. Vim a descobrir que era surfista e, para o comprovar, ele levantou a camisola, mostrando o seu abdómen bem bronzeado, como se tivesse passado horas a torrar ao sol, e bem musculado também.
Quando vi que a festa estava animada e que ninguém notaria a minha ausência, nem mesmo o Harry, subi para o meu quarto para retocar a maquilhagem. Só me apercebi que alguém entrara no meu quarto quando senti umas mãos grandes na minha cintura, a abraçar-me por trás. Não tardou a que eu sentisse uns lábios quentes no meu pescoço e, quando me voltei, vi o namorado da minha prima sorrir para mim.
– Já sabia que não me ias resistir. — Disse-lhe, entrelaçando os braços à volta do seu pescoço e puxando-o para um beijo selvagem.
Ele gemeu quando a sua ereção apareceu e despiu-me o vestido sem demoras, atirando-me para a cama. Vi-o despir-se desajeitadamente, o desejo a tomar conta do seu corpo, e ri suavemente. Ele deitou-se sobre mim e eu senti o seu pénis junto ao meu local privado, fazendo-me prender o seu corpo com as minhas pernas, puxando-o mais perto de mim para poder sentir melhor. Ele sorriu entre beijos, soltou-se das minhas pernas e virou-me de costas, despindo-me por completo e metendo-me de gatas como se de um gato eu me tratasse. Antes que eu pudesse sequer pensar no que ele iria fazer, senti-o entrar em mim, penetrando-me enquanto eu estava de gatas. Podia ver os seus joelhos e as suas coxas, naquela posição, e sentir as suas mãos nas minhas ancas à medida que o sentia entrar e sair de dentro de mim. Eu mantinha a cabeça baixa, gemendo cada vez que ele entrava em mim, até ele me puxar os cabelos, obrigando-me a erguê-la. Sentia-me como um cavalo, cujas rédeas eram o meu cabelo. E, realmente, ele estava a montar-me. E muito bem, devo dizer. Ouvia os seus gemidos baixos e podia ver, pela posição em que ele me forçava a ter a cabeça, a sua cabeça inclinada para trás e a sua boca aberta.
A porta abriu-se de rompante e o Harry entrou naquele momento.
– Oh. Eu... Desculpem, não queria interromper. — Disse ele, fazendo tenções de ir embora.
Fiz com que o Jaden saísse de dentro de mim e caminhei sensualmente — e nua — até ao Harry, fazendo-o hesitar junto à entrada do meu quarto. Lá em baixo podia ouvir a música alta, mostrando que ninguém iria ouvir nada do que se passava cá em cima. Puxei o Harry para dentro do meu quarto e tranquei a porta, enconstando-me a ela.
– Junta-te a nós, Harry. — Disse-lhe, puxando-o para mim e metendo uma das suas mãos na minha vagina, que ele começou de imediato a massajar enquanto me beijava.
Só quando eu gemi de prazer é que o Jaden se pronunciou.
– HEY! — Resmungou ele. — Também quero.
– Calma, Jaden, há que chegue para os dois. — Ri, puxando o Harry atrás de mim até à cama.
O Jaden deitou-se na cama, com um sorriso malandro, e eu sentei-me nele, de costas, de forma a que ele penetrasse o meu ânus, e abri as pernas para o Harry penetrar a minha vagina. Ele olhou para mim, o brilho de desejo nos seus olhos, hesitante apenas por uns segundos, até se lançar a mim, beijando-me e entrando em mim de repente, fazendo-me perder o fôlego, tanto de surpresa como de prazer. Senti as mãos de Jaden nos meus seios à medida que ele me fazia saltar com as suas entradas, e os beijos de Harry à medida que ele me fazia sentir todo o seu membro dentro do meu pequeno buraco. Harry gemia contra os meus lábios, por vezes mordendo-mos, fazendo-me gemer também. Os dois rapazes lutavam para me fazer ter prazer e ambos competiam para serem aquele que me fazia mais louca, coisa que só me divertia, pois assim eu teria prazer a dobrar.
– Fodam-me. — Pedi, num gemido. — Com força. Por favor. Façam-me gritar. Eu quero gritar. FODAM-ME! — Ordenei, sentindo o Harry entrar em mim com força e perdendo o ar.
Sentia as suas mãos por todo o meu corpo e eles trocaram de posição. Harry penetrou o meu ânus e Jaden veio com toda a força para a minha vagina, tão faminto quanto estivera no início. Harry percorreu todo o meu corpo com as suas mãos à medida que me penetrava. Inclinei a cabeça para trás, abrindo a boca, e apoiei as mãos no colchão, estas muito perto do corpo nú de Harry. Jaden puxou-me violentamente para um beijo selvagem, entrando em mim velozmente à medida que eu gemia alto. Senti o Harry apertar-me o peito com força e não consegui conter um orgasmo, caíndo para trás, mesmo em cima do Harry, que me beijou o pescoço e apertou o meu peito mais uma vez, sem parar de me penetrar. Jaden, por sua vez, parecia enraivecido por eu não ter gritado devido ao seu (maravilhoso) trabalho e, por isso, tirou-me de cima do Harry e empurrou-me contra a janela de corpo inteiro do meu quarto, abriu-me as pernas, e penetrou-me furiosamente contra ela, percorrendo o meu corpo com as suas mãos, fazendo-me delirar. O Harry não tardou a recuperar e puxou-me a cabeça para o lado, fazendo-me lamber o seu pénis e ajudando-me nos movimentos de vai e vem, empurrando a minha cabeça com a sua mão, à medida que Jaden me penetrava por trás. Quando Jaden gritou e explodiu dentro de mim, forçando a sua entrada dentro de mim uma última vez, eu gritei, e senti o Harry explodir na minha cara de seguida. Pela segunda vez nesse dia, perdi as forças nas pernas e caí de joelhos. Jaden vestiu-se e o Harry ajoelhou-se à minha frente e beijou-me, massajando-me os seios e a vagina. Deitei-me no chão e ele deitou-se por cima de mim, sem me penetrar, apenas a divertir-se a masturbar-me. Jaden saíu do meu quarto sem uma palavra, depois de satisfeito, e o Harry beijou-me à medida que continuava a masturbar-me. Quando cheguei ao auge, arqueei as costas e gritei, arranhando as costas do Harry com toda a força devido ao prazer. Ele riu junto ao meu ouvido e ficámos ali deitados, eu exausta e ele a brincar com o meu cabelo.
– És excelente. — Disse-lhe, sem abrir os olhos.
– Tu também. Que tal repetirmos? — Perguntou ele, beijando-me o peito ao de leve, fazendo-me gemer.
– Estou exausta... Mas talvez noutra altura. Sem dúvida que temos de repetir. — Ri-me.
Ele ajudou-me a levantar, lavei a cara para tirar o seu sémen da minha cara e vesti-me, ajudando-o a vestir-se também. Ele bateu-me no traseiro quando saímos e descemos de mãos dadas até à festa. Ninguém dera pela nossa falta, como era de esperar. O Harry e eu não desgrudámos um do outro nem por um segundo na festa e, discretamente, a minha mão por vezes descia até ao seu pénis só para o sentir a ficar ereto e, como vingança, ele mordia-me levemente o pescoço, fazendo-me gemer de prazer ao seu ouvido.
– Obrigada por virem, foi um prazer receber-vos. — Disse eu, no final da festa quando todos foram embora.
Despedi-me do meu pai e fui mudar de roupa. Tinha combinado ir sair com os meus amigos nessa noite. Vesti-me, peguei na minha mota e fui até à discoteca onde encontrei o pessoal. Mal nos juntámos todos, fomos para a pista de dança. Não tardou a que um grupo de rapazes me abordasse a mim e às minhas amigas, e que belos rapazes eles eram. Aproximei-me do mais giro e colei o meu corpo ao dele, começando a dançar ao som da música. Ele alinhou e, em poucos minutos, as suas mãos prendiam as minhas ancas à medida que eu as abanava junto ao seu corpo, fazendo-o ficar duro como eu podia sentir devido à nossa proximidade. Será que este rapazinho bem giro seria a minha próxima vítima?
Notas finais
Eu disse que não ia haver sexo durante uns tempo mas eu comecei esta fic querendo escrevê-la erótica o máximo possível e não achei bem parar o sexo por uns tempos por isso decidi fazer mais um capítulo hot, espero que não se importem...
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