Notas iniciais
História feita por mim é pelo Kevin.
Espero que gostem! Wep!

Eu observava aquela chuva ácida cair no que restava de um pedaço de rua, já haviam se passado sete anos desde que aquilo aconteceu. A nossa extinção. Eu sabia que não sobreviveríamos muito tempo, o grupo no qual eu fazia parte era constituída de sete integrantes, três by Text-Enhance\">mulheres é quatro homens, todos se conheciam, porque afinal éramos vizinhos quando tudo isso aconteceu.


– John, venha comer. – Disse minha esposa, Eliza, tinha cabelos longos e loiros e tinha olhos verdes.


– Já vou... – Respondi a ela, dei uma última olhada para fora, estávamos abrigados nessa caverna há dois meses, era feita de pedaços de prédios caídos, ajeito o rifle em meu ombro e rumo ao interior do local.


Lá estavam eles, todos sentados ao redor de uma fogueira improvisada, tivemos sorte de ter achado comida em um velho mercado local, minha esposa preparava a comida junto com a minha filha, Lori, uma adolescente de dezessete anos, tinha os cabelos longos e loiros da mãe e os meus olhos, castanhos claros. Do outro lado estava Carl, um antigo amigo meu, era dono de uma oficina de carros quando tudo aconteceu, era negro e alto, careca, Max ao seu lado tirava sarro de sua cara, ele tinha cabelos crespos e castanhos e olhos azuis, antigamente era um jornalista, Jonas um idoso, calvo com os cabelos completamente brancos e olhos negros, antigo veterano da segunda guerra mundial, por ultimo esta Charllote, havíamos encontrado ela se escondendo em uma casa abandonada da uns três meses atrás, ela fala bem pouco, acho que pelo fato que ela negue tudo isso esteja acontecendo, tinhas cabelos curtos e castanhos, olhos castanhos claros, tinha uns vinte é poucos anos. Sento-me perto de minha filha, o interior da caverna era espaçoso, um bom lugar para se esconder... Por enquanto.


– Já vai ficar pronto? – Pergunto tentando puxar algum assunto.


– Só mais um pouco! – Responde ela sorrindo, parecia que ela nunca havia se abalado com os dias difíceis que passávamos. – Só estou um pouco preocupada com a comida, não achamos muito. – Ela olha para a comida sendo feita é uma pequena panela, seu olhar mostrava preocupação.


– Não se preocupe amanhã eu e Max vamos revistar as lojas, ou até podemos ir para o centro. — Expliquei a ela tentando afastar aqueles pensamentos dela. Seu olhar de preocupação aumenta.


– Mas no centro é onde aquelas coisas estão em maior numero! – Exclama ela em um pequeno sussurro.

– Sim, mas é um risco que devemos correr. – Disse a ela neutro, mas no fundo eu sabia que não poderia voltar vivo.


Charllote se alevanta pegando um dos rifles que havíamos obtido durante os anos, um pouco velho, mas dava para o gasto, ela se dirige para a entrada da gruta para montar a vigilância caso algo ou alguém desconhecido apareça, apesar de que ninguém seria doido o suficiente em andar durante uma chuva acida. Mas nos anos em que vivi, demônios sobrevivem durante a chuva, não poderíamos baixar a nossa guarda.


– Daqui a algumas semanas teremos que mudar de local, sabe né? – Pergunta Jonas enquanto comia um pequeno ensopado de carne que havíamos achado.


– Sei disso, mas por enquanto vamos não tocar nesse assunto. – Respondi de forma sensata enquanto tomava uma colher do ensopado.


Eu não podia perder tempo, tinha que pensar em como conseguir mais comida, conseguir um lugar mais seguro, mais munição, equipamentos médicos, roupa, são muitas coisas para uma só pessoa pensar. Olhava vagamente aquele prato de sopa, parecia ser tão interessante por um simples momento.


– EI! Venham aqui! – Gritou uma voz, logo aquele liquido amarronzado deixou de ser algo tão interessante, olho para Max e Jonas, ambos acenam concordando com a minha pergunta mental, os dois pegam suas armas, eu deixo o prato perto de onde eu estava sentado é pego a minha arma a destravando em seguida, indo em direção para fora da gruta.


– O que pode ser? Esta chovendo! – Indaga Jonas correndo para fora da gruta, estávamos no interior dela, foi uma sorte termos encontrado uma com o interior tão profundo.


– Demônios? – Pergunta Max.


– Talve... – Não consegui termina minha fala, eu não conseguia acreditar.

Uma silhueta andava pelo que podia se ver, cambaleante no meio daquela chuva mortal, seu braço esquerdo estava flexionado, parecia pressionar algo em sua barriga, olhava aquilo bastante supresso, a sombra era de forma humana, mas, ninguém nunca andou durante a chuva. A intensidade da queda da chuva começa a abaixar, é por fim finalmente sessando, eu nada fiz, assim como aqueles que estavam comigo, no momento em que a chuva parou a silhueta cai no chão, sem sinais de querer alevantar novamente.

– A chuva já parou, vamos ver quem é ou o que é aquilo. – Disse aos outros, todos me deram o silêncio como resposta, entendi isso como um “sim”.


Eu dei o primeiro passo para fora da caverna, podia ouvir o som da minha bota pisando no resto de acido que ficavam pelo chão, não havia perigo algum depois que a chuva passasse, caminhava lentamente até aquele garoto caído o chão, apontava o rifle em sua direção, preparado caso houvesse algum problema. Eu consegui enxergar ele, parecia ter cabelos brancos, usava um casaco longo com capuz em um tom parecendo vermelho-azulado, ele não se mexia, parecia estar morto.


– Vire-o. – Pedi a Charllote, ela com muita cautela o vira, o que eu vi a seguir mudou tudo o que eu pensava.


– Mas o que?! – Exclamei supresso e confuso, era um humano jogado bem na minha frente, arfava pesadamente, seu braço direito repousava em seu tórax ensanguentado, dava para ver vários cortes pelo corpo dele.


– O que é isso? – Pergunta Jonas tanto supresso quanto eu.


– Não sei, vamos leva-lo para dentro. – Disse a eles, Max me olhou como se eu fosse louco.


– Você deve estar brincando! – Disse ele. – Viu que ele ainda esta vivo?! Isso não é normal para um humano! – Argumenta ele, suspiro de cansaço, às vezes queria que nada tivesse acontecido.


– Ele parece bem humano pra mim, enquanto as suas duvidas, vamos respondê-las assim que cuidarmos dele. – Respondo a ele pegando o garoto pelo braço, Jonas me ajuda segurando o outro braço, começamos a arrasta-lo para a caverna, o nosso abrigo temporário.


Olhei rapidamente o céu, ele nunca mais foi azul como era antes, agora era em um tom esverdeado claro, as nuvens não eram mais brancas, agora mostravam a cor cinza, tudo havia mudado, os sobreviventes tiveram que se adaptar, da pior maneira possível. Fui cortado dos meus pensamentos por um som, parecia um badalar de um sino, aquilo era ruim.


– Vamos logo! Eles já estão vindos! – Gritei aos outros, aquele só iria piorar.

– Droga! Logo agora? – Disse Charllote correndo junto com Max, eu é Jonas estávamos segurando o garoto desacordado, pude sentir um pequeno tremor na terra, eles estavam próximos.

Com muito custo conseguimos chegar à gruta, o levamos para o fundo, no lugar onde ficávamos minha esposa é minha filha olhavam assustadas quando me viram segurando o corpo daquele garoto quase morto, olhei para Eliza, ela então entendeu o que eu pedi. Minha esposa ajeita um dos cobertores aonde dormíamos.


– Coloquem-no aqui! – Pediu ela, eu o deitei encima do coberto, virei para trás eu podia ver o rastro de sangue que ele deixava. – Meu deus! – Disse Eliza supressa, olhei para as feridas no garoto é também não pude acreditar, havia um enorme buraco feito por algum tipo de lâmina, escorria muito sangue, havia outros cortes extensos, um corte vertical profundo é outro vertical, mas ele ainda conseguia respirar.


– Ei John, olha o que achei nas roupas do garoto. – Sussurrou Max me amostrando duas pistolas, uma de cor negra é outra branca, pareciam estar em bom estado. – Vamos ficar com isso, o garoto já morreu mesmo. – Disse ele, não podia acreditar no que eu ouvi.


– Ele ainda não morreu... – Eu ia discutir com ele, mas um tremor me interrompeu, todos ficaram estáticos, eles tinham chegados. — Não façam nenhum barulho, os demônios chegaram. – Falei a todos, todos estavam tensos, vagarosamente empunho meu rifle, com passos quase inaudíveis foi indo para fora da caverna para ver.


Havia quatro demônios do lado de fora, eles estavam cercando a poça de sangue do garoto, pareciam o procurar, por um momento eu me lembrei daqueles demônios, eles eram os mais resistentes contra balas, tinham um espécie de couraça resistente, pareciam gorilas, mas com somente um olho, um deles olha para a caverna, abaixo-me rapidamente.


– Droga, só os brutamontes. – Sussurrei para eles, eles olhavam supressos, até eu fiquei supresso, os brutamontes ficavam mais na entrada da torre.


Do nada o garoto começa a tossir sangue, Eliza olha para o garoto assustada, os demônios começam a olhar para cá, sem pensar corro em direção a pequena fogueira que usávamos para iluminar o local, pego um pouco de areia é jogo encima dela, apagando-a, o garoto parou de tossir, mas ele parecia bem mal.

– Eles já foram. – Respondeu Carl voltando para dentro da gruta, dou um suspiro de alivio, quase tudo iria pelo ralo.


Horas se passaram, Eliza cuidava de alguns ferimentos do garoto, o mais superficiais, já os cortes profundos ela não podíamos fazer nada, não tínhamos recursos o suficiente para trata-lo aqui, tínhamos que ir para a Citadela.


– Ele ainda não acordou? – Perguntei para Eliza, ela se alevanta é se afasta do garoto, estranhamente minha filha não tirava os olhos dele.


– Não, mas ele é bem resistente, ainda consegue respirar com tanto cortes. – Diz ela impressionada, ela é tão tira de seu bolso um pequeno papel sujo. – Ele estava segurando isso. – Ela me entrega.


– Dante? – Falei para mim mesmo, tudo que havia naquele pequeno pedaço de papel sujo era um nome.


– Dante? Talvez seja o nome do garoto... – Eliza olha novamente para ele, o garoto estava com uma enorme bandagem no peito é na barriga, em seu pescoço estava um colar, um cristal vermelho bem reluzente por assim dizer. – O que vamos fazer com ele? – Perguntou ela a mim.


– Temos que cuidar dele, vamos leva-lo a Cidadela. – Disse, ela me olhou supressa.


– Quer mesmo arriscar? Por alguém que você nem conhece?


– Eu não sei, mas sinto algo nesse garoto.


Não conversamos mais nada depois disso, havia anoitecido essa era a hora mais perigosa para sair, esse é o momento onde vários demônios saem e tomam totalmente a terra, o céu noturno havia perdido o seu tom negro, nunca mais houve estrela, tudo era somente o vermelho sangue, poucos foram os que sobreviveram nos primeiros dias, eles conseguiram ter suas vidas, mas não sem cicatrizes profundas, eu mesmo havia conhecido um. A única coisa que nunca se alterou foi à lua, talvez ela fosse a única a não ser atingida por esse mundo pós-apocalíptico em que vivemos, ela permanece tão branca como a neve que nunca mais caiu, era um ponto de esperança que tudo mudasse uma esperança morta.


– O que vão fazer com ele? – Pergunta Charllote ao meu lado, era estranho ela se preocupar com um estranho, mas quem eu estou enganando, eu também penso assim como ela.


– Eliza conseguiu curar a maioria das feridas, os mais graves ela fez o que pode, mas não o suficiente. – Disse a ela sem tirar o olhar da lua. – Temos que leva-lo a Cidadela, lá podemos achar um médico é ver o que faremos.


– Um tanto arriscado, mas vejo que se nós sairmos de manha cedo podemos apenas demorar dois dias para chegar lá – Fala ela seriamente, Charllote não era de falar muito, mas quando dialogava sempre eram palavras sabias. – Temos de ser rápidos e extremamente sábios, não temos muita comida e nem muita munição, apesar de que eu acho que tem algo de errado com o Max. – Diz ela olhando para o interior da caverna, podíamos ouvir algumas conversas.


Olhei de relance para ela, eu sabia o que ela pensava Max realmente estava mudando, seu comportamento às vezes era agressivo.


– Nada com que nos devemos nos preocupar agora. – Menti a ela, sabia que ele estava piorando, mas se acontecer qualquer coisa eu me responsabilizaria.


– Se você diz, é melhor ir dormir, eu fico de vigia. – Disse ela tomando meu lugar, ela tinha razão, eu não havia dormido por três dias diretos.


– Esta bem. Boa noite. – Eu consegui ouvir um singelo “Boa noite” em resposta, adentrei a gruta, olhei por um segundo aquelas pessoas, minha esposa, minha filha, eram as pessoas mais preciosas para mim, eu morreria por elas.

Meu cansaço era absurdo, tão forte que não falei com ninguém, segui direito para o lugar aonde dormia, não era muito, mas o suficiente para tirar um belo cochilo, meus olhos começavam a pesar, a escuridão dominava a minha visão, finalmente adormeci.


Era mais um dia normal, um sábado para ser mais preciso, minha família fazia o churrasco que tanto planejávamos com a família, Max é Carl já haviam chegado com a carne é bebidas, Eliza estava na cozinha preparando a comida enquanto Lori estava em seu quarto, ultimamente ela havia se trancado muito.


– Espero que não bebam demais! – Avisa minha esposa para mim é os outros dois, rimos com isso.


– Não vou! – Respondi a ela.

Tudo estava absolutamente calmo, até então ver o que nunca acreditaríamos que acontecesse. A televisão que estava ligada nós deu um noticia perturbadora.


– Temos um comunicado importante! – Disse um jornalista ou era para ser um, atrás dele estava à imagem da bandeira dos estados unidos. – Queremos que todos os cidadãos americanos fiquem em casa e espere os militares, racionem água e comida, e nunca, jamais saia de sua casa. – Disse ele lendo um pedaço de papel, olho para os dois ao meu lado, todos nós estávamos surpresos, não sabíamos o que estava acontecendo.


Tudo começa a tremer violentamente, vários disparos eram ouvidos, olho pela janela e consigo ver algo caindo do céu, algo como um meteoro, a bola de fogo caiu em cima da casa a frente, alguns segundos depois, do mesmo local, algo se levanta, era algum tipo de criatura, grande, com espinhos, chifres, garras e presas preso a algumas correntes, sua mão perfurava algo parecido com um humano, se não fosse as asas brancas e a armadura dourada, sua mão se soltou do “anjo” que caiu imóvel no chão


A criatura deu um grande rugido, olhei para o céu e vi centenas de bolas de fogo iguais a aquela que caiu momentos atrás... Eu sabia que era algo ruim... Muito ruim...


Acordei essa manhã com algo me cutucando no ombro, me levantei rapidamente, pois achava que poderia ser um demônio, mas não era, era aquele garoto, Dante, ele deveria ter por volta de dezenove anos, levando em consideração sua altura, ele estava do mesmo jeito de quando chegou ontem, mas não havia mais nenhum sinal de cortes.


– Você... Dante... Mas como? – Perguntei assustado é supresso ao mesmo tempo em velo.


– Perguntarei apenas uma vez, quem pegou as minhas pistolas? – Ele ignora minha pergunta.


– Calmo garoto, eu sei onde elas estão, mas por que o interesse nelas? – Disse a ele me sentando no chão, ele se alevanta.


–Primeiro, elas são minhas, segundo, são uma boa lembrança minha e terceiro, elas são diferentes das suas armas, se eu estiver com elas, eu posso matar qualquer demônio, não importa qual seja. – Responde ele simplesmente, como se falasse algo muito obvio.


– O que elas têm de diferentes?- Disse eu, curioso e espantado ao mesmo tempo, não era fácil matar um demônio.


–Tudo- Ele se limitou apenas a isso.


Levantei-me e fui até Max, o acordando.


–Devolva as pistolas para o garoto, Max. – Disse a ele, o mesmo se vira para olhar diretamente para mim, parecia que ele nem havia dormido.


– Por quê? Ele já não morreu? – Se faz de confuso.


– Estou bem vivo... — Disse Dante encostado em uma das paredes da gruta.


– Olha Max, sei que você têm estado estranho ultimamente, o que esta acontecendo? – Finalmente perguntei, eu poderia acabar com dois problemas em uma única cajadada.


Ele não respondeu, apenas vi as pistolas em cima de uma pedra, sinalizei para Dante que ele poderia pega-las. Logo ele já a tinha em mão, mas fez algo que eu não esperava, ele veio em minha direção e apontou a arma para a cabeça de Max.


–Mas o que vo... — Um tiro ecoou pela gruta acordando a todos, o corpo morto de Max caiu ao meu lado.


– O que vocês fez?! -Disse furioso pela ação do garoto, que estava sério.


– Apenas espere, e verá o que eu fiz... – Dante apontou para o corpo morto do meu antigo amigo.


Do corpo de Max começou a emanar fumaça, parecia vapor, mas era negra, era enxofre, ela se intensificou e depois sumiu, era um demônio, magro, esquelético, com espinhos por todo o corpo, três chifres e presas grandes, todos demos um passo para trás, menos Dante, que apontou suas armas para o demônio.


– Então era você... Volte para casa... — Disse ele atirando em meio aos olhos do demônio, que começou a queimar e virar cinzas olhei para o corpo de Max, não havia se quer um arranhão, o buraco que existia em sua cabeça sumiu. O que diabos acabou de acontecer?


– Mas... O que foi isso?- Perguntei espantado, não somente eu, mas todos os outros.


– Ele foi possuído por um Imp. – Respondeu ele.


– Imp.?- Perguntei curioso


– Ajudantes, ele estava cumprindo ordens, estava procurando alguém – Disse ele bem sério, parecia tentar se lembrar de algo.


– Como sabe de tudo isso?- Perguntou minha filha, Lori.


– Não sei, apenas sei – Dante se limitou a somente isso.


– O que havia acontecido com você ontem? Por que estava tão machucado?- Perguntou Eliza visivelmente assustada é curiosa.


– Eu dei uma passada no centro e acabei com a festa deles... – Dante pós uma mão em seu queixo, pensando. – Há sim, que falta de educação é a minha, meu nome é Dante, um caçador de demônios.


Todos ficaram calados, espantados pra falar a verdade, se era real o que ele dizia eu não sei, nunca ouvi alguém louco o suficiente para ser um caçador de demônios, mas esse garoto era algo diferente, tudo que acabou de acontecer, mas teríamos mais chances de sobreviver se ele estivesse conosco.


– Que tal ir pra Citadela conosco, Dante?-Perguntei a ele, mesmo o garoto tendo se curado “inexplicavelmente”, ainda tínhamos que ir para a Citadela, ele me olhou como se não tivesse entendido.


– Cidadela?


– Um lugar de refugiados, sobreviventes... Como nós.


– Onde fica? -Perguntou ele demonstrando interesse, mesmo que fosse mínimo.


–A leste, sempre — Respondi.


–Com uma condição, quando virem um demônio, façam o que eu disser, assim permanecerão mais tempo vivos.


–O que quer dizer com isso garoto? -Perguntou Carl um pouco frustrado pelo garoto nós dando ordens.


– Eu já matei demônios com armas iguais as de vocês, o truque é ficar escondido e acertar no lugar em que mais dói — Respondeu ele com um sorriso sarcástico.


– Que seria? — Perguntou Jonas, interessado.


– No meio do peito, a carapaça deles pode ser resistente, mas também têm muitos elos fracos, o mais fraco fica no meio do peito, onde a carapaça é mais frágil.


– Entendo, deixa comigo, fui atirador de elite na segunda guerra mundial — Disse Jonas animado.


–Não esta meio velho pra isso? -Brincou Dante com um sorriso travesso, coisa que fez Jonas rir, eles se dariam muito bem, pelo menos era o que vi, alguém que se negava a conversar com Dante era Charllote.


–Não vai falar com Dante? – Perguntei a ela, Charllote estava um pouco afastada do grupo.


Ela mexeu sua cabeça em sinal negativo. Respeitei sua decisão.


–Você que sabe...


Disse olhando para Dante que conversava com todos, menos Charllote, eu e Lori, que se mantinha um pouco afastada do grupo, parecia desconfiar um pouco de Dante, não me importei assim, Lori sempre foi desse jeito, sempre desconfiou das pessoas, mas aos poucos cedia um sorriso.


Talvez as coisas pudessem se diferentes a partir de agora.


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Amaldiçoo-o Dante por isso! Sempre é ele que se torna uma pedra no meu caminho, sempre defendo a raça daqueles insetos.

– Senhor? – Pergunta um dos meus generais.

Estava sentando em meu trono, rodeado pelos meus sete generais, eu não podia fazer nada, estava muito fraco para qualquer coisa, pelo menos eu consegui ressuscita-la.

– O que, Karnus? – Pergunto a ele com minha voz fria.

– Um de nossos Imp foi morto. — Responde ele, aquilo não era possível.

– Qual?

– Um Imp que estava se escondendo em um ser humano, havíamos quase conseguido a localização do ultimo refugio dos humanos, mas algo aconteceu é a assinatura vital dele sumiu. – Relatou Karnus, o general do sul.

– Mostre-me os últimos momentos – Ordenei Karnus imediatamente o fez.

Um enorme espelho se formou a frente de nós, as imagens começaram a aparecer. Então ele ainda estava vivo, Dante ainda estava vivo.

– Dante...! –Sussurrei enfurecido, pode sentir a terra tremer ao meu redor.

– O renegado ainda esta vivo, pensava que o havíamos o matado! – Disse Logan, o general do Norte.

– Parece que você falhou Logan. – Falou Lilith, a general do Oeste, com sua voz emaranhada de veneno é malicia, apoiava seus cotovelos na mesa oval, deixando a amostra seus fartos seios. – Eu pedi para eu mesma ir matar o garoto, mais seu ego falou mais alto que seu cérebro.

– Cala-te vadia! – Esbravejou Logan irado.

– Calados! – Gritei, todos os dois estremecerão imediatamente.

– Desculpe Senhor. – Falaram os dois.

– O que faremos enquanto a isso? – Perguntou de forma educada Karma, a general do Leste.

– Não iremos fazer nada, temos que nós concentrar no portal. – Respondi a ela, sério. – Vamos deixa-lo vagar com os humanos, de qualquer forma ele não ira durar muito. – Olhei para a minha mão direita, lá repousava o meu colar. – A reunião esta encerrada! Saiam! – Ordenei, todos sumiram em fumaças negras.

Dante:http://imm.io/18AXO


Notas finais
Reviews? uahuahuaha.