Notas iniciais
Eis mais um capitulo feito por mim é Kevin!

(Kevin Henri)

Ps:Aproveitem a leitura

Meu nome é Dante...


“Já estou a não sei quantas horas no meio daquela horda, parecia que a cada demônio que eu matava apareciam dois em seu lugar, estava cercado por demônios, não havia saída alguma, então eu tive que criar a minha própria. Entrar no centro foi fácil, agora o problema era sair.”

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Dante saiu de seus devaneios, aquela noite ainda não saíra de sua mente, estava sentando dentro de uma pequena loja, o grupo no qual fazia parte estava descansando, não sabia quanto tempo ficou preso em seus pensamentos, mas agora tinha que continuar o caminho para Cidadela, John contou o caminho, não ficava longe, só mais um dia de viagem e chegariam. Levantou-se batendo em suas roupas, tentando tirar o máximo de poeira que estava impregnada nela, saiu muita.


– Temos quer ir. — Disse a eles, todos se alevantam prontamente, menos Jonas, parecia que esta com um pouco de dificuldade vendo isso Dante foi a sua direção.


– Ajuda velhote? — Perguntou a ele de forma brincalhona estendendo a mão.


– Eu não sou tão velho assim, garoto! — O retruca da mesma forma, ele segura na mão do garoto e o puxa, colocando-o de pé. Todos se ajeitam e saem do pequeno pedaço de mercado- que usaram para descansar e retomar as suas energias para continuar a caminhada, e começaram a andar novamente.


Já estavam andando há muito tempo, iam rumo a Cidadela, Dante sempre ia à frente caso algo acontecesse, John, sua família e o resto do grupo iam logo atrás, a maioria dos homens empunhavam rifles caso precisassem, as mulheres levavam algumas mochilas com suas roupas e suprimentos. Dante podia dizer que realmente gostava desse grupo, se dava bem com o velhote e o John, Max de vez em quando olhava pra Dante de um jeito nada agradável, talvez não tenha gostado muito de levar um tiro no meio da testa, Charllote o ignorava completamente, Dante não entendia o porquê do comportamento dela.


Dante...


Aquele sol era infernal, mesmo quando eu viajava sozinho esse bendito sol não era tão infernal assim, algo estava estranho nele, é a marca em minha costa latejava de tempos em tempos, algo de ruim pode vim acontecer. Eu sempre viajei sozinho desde que essa merda toda aconteceu matar qualquer demônio que se aparece na minha frente, talvez quando eu conheci meu irmão pela primeira vez, quando ele mesmo tentou me matar.

– Quer um pouco de água? — Perguntou Lori ao meu lado, seu rosto estava virado para o outro lado, parecia envergonhada com algo.


– Não obrigado. — Disse a ela, por um momento pensei que ela tinha se decepcionado com algo.


Não sentia sede, mesmo estando andando por algo que se parece a um deserto enorme, prédios caídos podiam se visto a quilômetros de distância, tudo resultado da primeira invasão, algo que muita gente certamente não vai se esquecer tão cedo, porque de qualquer modo eu também estava lá, eu tentei, mas no fim não consegui o impedir. Andarmos mais alguns quilômetros e senti um cheiro diferente e esse cheiro era familiar, pelo menos, para mim, era cheiro de sangue.


–Esse cheiro... – Disse seriamente, o cheiro era forte, como se o sangue fosse fresco.


– Que cheiro Dante? – Pergunta John ao meu lado de forma curiosa.


– Sangue, deve ver algum demônio, estejam preparados... – Adverti a eles, Carl, John é Jonas se posicionaram na frente de Lori é Eliza, sendo que as duas nunca, a meu ver, tinha empunhado alguma arma, Max é Jonas estavam na retaguarda olhando para o caminho no qual percorremos, eu apenas fiquei parado no mesmo lugar onde estava.


– Fiquem atentos... – Diz Carl de forma séria empunhando uma velha submetralhadora.


Todos escutam um bater de asas grandes, fazia com uma enorme cortina de areia alevanta-se, bloqueando nossa visão, se aproximava rápido da posição deles, do nada, emergido da fumaça, algo como um morcego de quatro asas e presas enormes foi em direção de Lori, o que veio a seguir apenas fez todos ficarem surpresos, o morcego, que deveria ter mais de um metro de altura e dois de comprimento, incluindo sua cauda espinhosa, foi abatido, um grande barulho de tiro foi ouvido, todos olharam na minha direção, mais especificamente para a minha mão esquerda, estava empunhando minha arma, Ebony, a bala atravessou a cabeça do morcego gigante que caiu morto no chão e começou a queimar, mas antes, de dentro dele, emergiu algo parecido com um ser humano, mas era vermelho, com uma calda espinhosa igual ao do morcego, tinha presas e garras afiadas e tinha dois chifres parecidos com os de um touro.

Senti minha marca latejar novamente, agora de forma mais intensa, sem perda de tempo invoco minha espada, mas o que veio a seguir me deixou surpreso, ao invés de aparecer a Rebellion, apareceu à espada de meu irmão, a Yamato, algo parecido com uma Katana japonesa longa, eu não podia perder tempo ficando surpreso, tinha que matar aquele demônio, a espada aparece em minha mão esquerda, segurava a bainha firmemente, foi ai que o demônio avançou tentando usar suas garras para me corta, ponho minha mão no cabo da Katana, tudo parecia passar em câmera lenta, eu podia ver cada movimento que ele iria fazer, podia-me ver tirando a espada da bainha, o som agudo que ela fazia, então em um único golpe arranco o braço da criatura, mas em seguida ele se regenera.


– Vocês são muito chatos, por que não morre logo? – Disse sarcasticamente, ele parecia mais resistente que os outros.


– Vou te matar, renegado! – Acho que só eu podia ouvir ele, sua voz grave poderia botar medo em qualquer um, menos em mim, cerro meus olhos em sua direção, preparava-me para outro ataque.


O demônio rugiu e avançou novamente, mas bruscamente mudou sua direção indo até John, ele estava perto, muito perto, por um segundo eu não sabia o que fazer naquele momento, todo ali estavam em pânico vendo o demônio se aproximar de John, mas, rapidamente retiro a Ivory do seu coldre em minhas costas é miro no joelho daquele maldito e efetuo um tiro, fazendo-o perder o equilíbrio por causa da bala, olhei para o meu lado é vi uma corrente um tanto enferrujada caída, tive uma ideia. Mas antes de ele cair o prendi com a corrente, me certifiquei de prender os braços e pernas da criatura, logo depois saco a Katana e a enterro no meio do peito da criatura, que soltou um rugido de dor, logo depois começou a queimar em chamas negras e desapareceu, segundos depois a Yamato também desaparece, restando ali apenas ossos que pareciam ser humanos.


–Todos bem? – Perguntei a eles, pude ver em seus olhos surpresa, é um pouco de medo.

– Sim. – Responderam todos, menos Max e Charllote, que acenaram com a cabeça.


– Por que esse demônio deixou ossos? Eles apenas não viram poeira? – Perguntou o velhote vendo os ossos.


– Parece que antes dele ser um demônio ele era um humano. – Disse a eles, alguns ficaram surpresos, apenas observava os pedaços de ossos no chão de forma séria.


–Humano? – Pergunta Lori atônita.


– Sim, mas esse humano ficou possuído por tempo demais, assumindo a forma de um demônio. – Informei a ela, tanto tempo viajando sozinho é matando demônios, acabei aprendendo uma coisa ou outra.


– Tem algum jeito de saber se uma pessoa esta possuída ou não? – Pergunta Eliza ao lado de John, parecia estar bem a meu ver.


– Se ela estiver possuída eu sou capaz de sentir alma do demônio se contorcer – Respondi.


– Mas... Como? – Carl pergunta um tanto desconfiado.


– É engraçado não saber nada sobre você mesmo não é? – Minha pergunta podia ser entendida como uma brincadeira, mais realmente eu não sabia quase nada sobre mim mesmo, então continuei a andar.


Mais algo que não saia da minha cabeça, era o do porque a Yamato ter parado em minha mão

– Vamos continuar, ainda falta muito John?


– Não, falta pouco, estamos quase lá.


– Temos que encontrar um lugar e rápido, esta começando a escurecer, vamos acelerar um pouco, consegue acompanhar o ritmo Jonas? – O pergunto de forma brincalhona, recebo uma resposta da mesma maneira que a pergunta.


–Vamos ver quem não consegue acompanhar quem moleque.


Disse ele acelerando os passos


[...]


Nós havíamos chegado às ruínas de um antigo bar, não era grande coisa, mas era o suficiente para passar a noite e continuar o caminho até a cidadela quando clareasse, era até mesmo confortável, ao fundo havia quartos, lá havia quatro camas, ficaram Charllote, Eliza, Lori e Jonas, o resto ficou vigiando o lugar em turnos de duas em duas horas.


–De onde você veio Dante? – Pergunta John ai meu lado, estávamos sentados em uma antiga mesa do bar.


–Eu não sei a ultima coisa de que me lembro é de acordar no meio das ruínas da cidade, talvez uma perda de memória, não sei como aconteceu, mas aqui estou. – Respondi a ele com sinceridade, me sentia confuso com tudo.


– Difícil sua vida em garoto. – Fala Carl.


–Esta um pouco melhor depois que conheci todos vocês... – Disse a eles, não era mentira, parecia que eu havia conseguido algo que há muito tempo não sentia.


Ouvi alguém se remexer na cama, parecia ser Lori, deveria estar com problemas para dormir.


–Durmam, o primeiro turno é meu...


Disse aos outros, já que como ainda estava pensativo em relação a Yamato, não iria conseguir dormir tão cedo


Dante Pov off-----------------------------------------


Autor pov on---------------------------------------------

[...]


Amanheceu todos acordaram e revistaram o lugar, acharam certa quantidade de mantimentos e armas, um rifle de alto calibre, uma pistola e bastante munição, o dono daquele bar devia ser bastante prevenido contra assaltos, mas demônios eram outra história, assim continuaram a caminhada rumo a Citadela.

Caminhava em um terreno um pouco íngreme, desciam um morro, cheio de pedras grandes, Lori acabou pisando em uma que estava instável se solta, Lori cai, mas sente algo a segurando, Dante a pegara no ultimo minuto, caso contrário ela poderia estar gravemente ferida ou até mesmo morta, ele a levantara a colocando de pé, mas acabou pisando em outra pedra que se desprendera, tropeçando para mais perto de Dante, que a segura com força.


– Tudo bem? – Pergunta Dante de forma um pouco, não perceptível, preocupado, ela desviara o olhar, olhando onde pisava.


–Sim... Obrigada. — Disse ela enquanto Dante a soltava


–Tenha cuidado, as rochas desse lugar são ásperas e instáveis. – Disse Dante para a garota, quando viajava sozinho aprendera a percebe qualquer lugar.


–Tudo bem... — Disse Lori observando cada passo sei, tomando cuidado para não repetir o que aconteceu segundos atrás.


Depois de certo tempo, eles chegaram a um terreno plano, de acordo com John eles estavam perto, já era possível ver os muros altos da cidadela, com canhões no topo, um grande portão feito de ferro, mais havia algo estranho aos olhos do jovem de cabelos brancos, o portão parecia um tanto esmurrado, havia alguns sinais de alguma tentativa de arrombamento, havia marcas de garras é o cheiro fresco de sangue demoníaco, Dante podia sentir algo estranho, havia muitos guardas na entrada da Citadela, ele sempre ouvia de John que era um lugar segura, mas talvez algo de estranho tenha ocorrido, do alto do portão, que deveria ter cinquenta metros se ouve um grito.


–ABRAM OS PORTÕES!


Os portões se abrem lentamente, mas logo dando passagem para dentro da Cidadela, lá, era possível ver um senhor de idade, cabelos longos e brancos, barba do mesmo jeito, deveria ter mais ou menos setenta anos no mínimo, ele usava um traje militar, pelo visto de alta patente, ele olhou para John, se aproximou e lhe deu um abraço.


–Conseguiu voltar filho – Disse o senhor ao homem.


– Dessa vez sim, Will – Responde John.


– Quem é o garoto? – Pergunta o velho Will olhando para Dante, que parecia alheio ao ocorrido.


–O nome dele é Dante, o encontramos no nosso caminho pra cá, desde então ele têm nos ajudado, depois falarei com você sobre isso. – Responde a Will, havia muita coisa sobre Dante que não sabiam, Will olhava o jovem como se o reconhecesse de algum lugar.


–Muito bem, descansem, devem estar cansados. – Diz Will com o seu ar acolhedor.


– Irei dar uma olhada na cidade, não se preocupem comigo. – Disse Dante começando a se afastar do grupo, todos o olhavam de forma curiosa.


–Tudo bem Dante, consegue nos achar depois? – Pergunta John aumentando um pouco a voz, Dante já havia se distanciado um pouco.


–Sim, não se preocupe, eu acho vocês. – Responde o jovem acenando de costas para todos, mas certa pessoa o seguia com os olhos.


[...]


Dante andava pela cidade calmamente, como se nada pudesse fazê-lo se apressar, ele observava tudo, as casas baixas feitas de madeira muito bem construídas, o vento fresco sobre seu rosto era fraco, as crianças brincavam por toda a parte, os mais velhos conversavam animadamente, mas nunca tirando os olhos de seus filhos.


Ele olhava tudo, desde pessoas construindo casas novas até cachorros brincando com as crianças, ele andou pela cidade até começar a escurecer, algo que não saia de sua cabeça era as marcas na porta, parecia que havia tido um ataque de demônios recentemente, mais surpreendente ainda foi ter sentido um tipo de barreira ao redor da Citadela, era algo contra demônios, mais parecia enfraquecida por algo, devia a Citadela fosse construída em cima de algum lugar santo, então, contra a maioria dos demônios, a cidadela estava salva.


Outra coisa que passava em seus pensamentos era o fato de sua espada, Rebellion, não ter se materializado é sim a arma de seu recém-descoberto irmão, o mesmo que o tentou matar a semanas atrás, no mesmo dia em que encontrou o grupo de John. Ele não sabia o que aconteceu para tal fato ter acontecido, não sabia nada dele, não sabia com sequer lutar com uma Katana, a sua luta contra o demônio morcego fora algo por instinto, como se nascesse sabendo como empunha-la. Dias atrás sua marca estava latejando, como se algo o chamasse, era estranho, pois algo assim nunca havia acontecido.


– Dante... – Um sussurro passava em seus ouvidos, Dante se vira para encontra a origem do som, mas só as pessoas passando. – Dante... Filho de Eva... – Continuo a falar a estranha voz, o jovem olhava para todos os lados, mas não conseguia encontrar o autor.


Mas o que?” — Pensava Dante, sua marca começou a latejar novamente, parecia que algo o chamava novamente, algo na Citadela, algo escondido.


Dante decidiu voltar, não sabia como ou por que, mas ele conseguia sentir o cheiro do grupo, principalmente um em particular, o cheiro que ele mais sentia era o de Lori, era o mais forte, ele seguira o cheiro até uma pequena hospedaria, não era grande coisa, mas era boa, ele entrou e trancou a porta, ele foi até o quarto, quando entrou se encontrou com Lori, que havia acabado de sair do banho, como ele sabia? Ela estava enrolada em uma toalha que chegava até o meio das pernas, ela olhou para Dante, logo depois pegou a primeira coisa que viu e jogou no rapaz, o travesseiro pegou no rosto de Dante, que o tirou do rosto.


–SAIA DAQUI SEU TARADO! – Grita Lori para Dante, o jovem rapidamente se dirigiu para a porta do quarto, prontamente a sair.


–Foi mal! — Disse ele saindo do quarto enquanto o outro travesseiro batia contra a porta que se fechou


–Mulheres... — Disse Dante com um tom de ironia, ele foi até o andar debaixo, lá, se encontrando com Carl, Jonas e John bebendo, riam descontraidamente.


–E ai? Gostou? – Pergunta John vendo o jovem se aproxima e sentar em uma cadeira vaga.


–Sim, a cidade é bastante calma, acredito que essa cidade ainda existe por que esse solo é santo, então os demônios não podem chegar aqui. – Diz Dante


–Entendo... Muito bem pensado. – Fala Carl.


– Mas a algo de estranho. – Continuar o jovem.


– O que? – Pergunta John de forma curiosa dando um gole em uma cerveja.

– Parece que a barreira que impede que eles venham aqui esta enfraquecida, a sinais de ataque do lado de fora do portão.

– Sim, eu notei isso. – Diz Jonas.

– A algo de errado, se não descobrirmos o que enfraquece a barreira, a Citadela só terá duas semanas de existência. – Fala Dante sério. – Mas por enquanto não podemos fazer nada.

–Iremos esperar, iremos ficar por enquanto, até precisarmos sair para procurar mantimentos, se quiser pode ir, mas saiba que sentiremos falta. – Diz Jonas de forma triste.


–Estou comovido. – Brinca o jovem.


Todos riram logo se podiam ouvir passos, alguém estava descendo as escadas, quando todos viram ser Lori, sorriram, logo ela pegou uma almofada do sofá e a jogou na cara de Dante.


–ISSO É PRA VOCÊ APRENDER! – Grita ela para o jovem que caira para trás com a força posta na almofadada.


–Foi sem querer! – Tenta se explicar o jovem Dante.


–Não interessa! Da próxima vez eu te mato! – Ameaça ela subindo as escadas.


–Dante... – Fala John com um olhar assassino, Dante sorri constrangido é com uma gota na cabeça.


–Foi sem querer! Eu juro... Pelo menos me deixa explicar – Tenta se defender o jovem, John apenas concorda em um sinal de cabeça, Dante começa a explicar.


(Depois da explicação)


–E foi isso, eu sinto muito, não sabia... – Diz por fim o jovem de cabelos brancos.

– Da próxima vez, bate na porta Dante, se não quiser levar um tiro na testa. – Ameaça levemente John.

– Pode deixar! – Afirma o jovem, todos riem com o ocorrido.

A noite transcendeu normalmente, já como não estavam foram da Citadela não precisavam ter que vigiar a noite, todos foram dormi até mesmo Max que não fora visto depois de entrar no quarto dele, Dante não conseguia dormi, ainda tentava achar uma resposta para suas perguntas. Quem realmente era ele? Porque seu irmão tentara o matar? Ainda se lembrava daquele dia, onde um enviado dele apareceu.

Era de noite, Dante andava pelo destroço da cidade, vagava sem rumo apenas matando todos os demônios que podia, então sente algo estranho, sua marca lateja insanamente, algo poderoso estava indo em sua direção, o vento começa a bater fortemente fazendo a poeira ser alevantada, Dante pega suas pistola e as empunha esperando qualquer ataque.

– Então esse é o irmão de nosso soberano. – Disse uma voz grave, fazia com que os prédios vibrassem com tal força que a voz emanava.

– E quem é você? – Pergunta Dante olhando para todos os cantos a procura do dono da voz.

– Eu sou Logan, o General do Norte. – Diz ele de forma arrogante, Logan aparece a alguns metros a frente de Dante, tinha cabelos longos é azul, vestia uma armadura acinzentada, seus olhos também cinzas mostrava arrogância, era bem mais alto que Dante, portava em suas costas um tipo de machado.

– Sinto que você é um demônio, mas se parece com um humano, o que você quer? – Pergunta Dante apontando suas armas.

– Eu vim aqui à ordens de seu irmão. – Diz ele de forma arrogante retirando o gigantesco machado de suas costas.

– O que ele quer? – Dante cerra os olhos, parecia atento a qualquer movimento de Logan.

O ar estava pesado, a única coisa que se ouvia era o vento batendo no metal de um velho carro capotado, a areia era levada pela força do vento, tudo parecia andar em câmera lenta para os olhos dos dois. Então, uma enorme aura e desprendida de Logan, Dante o olha surpreso dando um passo para trás.

– Ele quer você morto! – Logan vai em direção a Dante.

Dante é tirado de seus pensamentos por um bater em sua porta, o jovem se alevanta a cama pegando suas pistolas encima do criado-mudo e as colocando em seus respectivos coldres, o jovem se dirigi a porta abrindo-a logo em seguida.

– O que foi Charllote? – Pergunta Dante de forma surpresa, ela o ignorou todo o caminho até a Citadela, ver ela ali, parada na frente de seu quarto era estranho.

– Preciso conversa com você. – Diz ela séria, ela estava linda, cabelos longos negros, olhos verdes eram raros de se ver, pareciam duas esmeraldas, sua pele branca parecia que nunca fora afetada pelo mundo apocalíptico, parecia neve, vestia uma camisa branca é calças jeans, não sabia o porquê dos lábios dela se tornaram algo tão tentador de um momento para outro.

– Claro. – É tudo que o garoto consegue dizer, ele fecha a porta atrás de si.

Ambos andavam pelas ruas da Citadela, a cidade da esperança como chamavam, pois ela era um dos poucos lugares seguros para se viver, no total existiam quatro Citadelas espalhadas pelo mundo. A noite estava estranhamente calma, não havia sinais de demônios ou de pessoas nas ruas, Dante andava ainda se perguntando o que Charllote queria.

– Desde o inicio dos tempos, o céu e o inferno travam uma guerra pelo domínio da terra... – Charllote começava a falar, Dante prestava atenção. – Anjos é demônios lutavam entre si até a morte, os anjos lutavam pelo bem da terra, pela liberdade da humanidade, os demônios lutavam pelo controle da humanidade e extinção da mesma, há quase mil anos atrás existia um demônio tão poderoso que até mesmo os demônios tinham medo, seu nome era conhecido entre os anjos como Mundus. – Dante a olha de forma curiosa, não sabia que ela conhecia a história dos anjos é demônios. – Mundus então aproveitou isso e fez com que os demônios pudessem passar para o mundo através de um portão, não foi como dia da ascensão, quando os anjos perderam, eram poucos os que passavam pelo portão, possuíam pessoas, se escondiam na mais profunda escuridão, atacavam pessoas é faziam chacinas sem limites, então os anjos também passaram para esse plano, disfarçados, começaram uma cruzada para acabar com os demônios, mas então algo aconteceu. – Charllote olhe para a lua de forma triste. – Um dos anjos se corrompeu pelas ideologias de Mundus, ele se achava a raça predominante no mundo, achava a raça humana um bando de insetos que deveriam deixar de existir, o anjo traiu sua própria raça quase os levando a extinção, mas então uma lenda apareceu. – Ambos Charllote é Dante se sentaram em um banco, estava na praça ad Citadela, parecia que quando fundou ela tentaram faze-la o mais possível de algo normal. – O Braço direito de Mundus, Sparda se apaixonou por um anjo, chamada Eva, ambos sabiam que o amor deles era proibido, Sparda vendo que se Mundus conseguisse acabar com a raça angelical, iria perder sua amada, então ele se revoltou contra sua própria raça, enfrentando-os sem limites, ninguém podia contra ele, então, usando sua força, ele selou o mundo demoníaco junto com Mundus é seu exercito, os anjos vendo o que Sparda fez o deixaram viver, então tanto Sparda quanto Eva, desapareceram dos olhos de todos.

– O que eu tenho haver com isso? – Pergunta Dante, ele tinha ouvido atentamente o que Charllote o dissera, mas ainda não entendia o que ele tinha haver com aquilo, mesmo achando surpreendente que o tal Sparda tenha consegui enfrentar Mundus é fechar o portão do inferno.

Charllote sorriu.

– Há dez anos, Sparda e Eva tiveram dois filhos, gêmeos... –Charllote olha para Dante de forma reconfortante – No mesmo dia Mundus conseguiu sair do inferno, a primeira coisa que ele fez foi ir atrás do traidor, ele matou Eva arrancando seu coração fora, Sparda mesmo contra sua vontade fugiu com os seus dois filhos, por pedido de Eva, ele armou seus dois filhos com suas mais potentes armas, Rebellion e Yamato. – Dante olha para ela de forma surpresa é assustado.

– Espera... Eu... Eu... – Dante parecia atônito com a recente descoberta.

– Sim, você é filho de Sparda, um Nephillim. – Diz ela olhando para o garoto que permanecia de cabeça baixa, ainda tentando dissolver a recente noticia.

– Como você sabe disso...?

– Eu sou uma anja, Dante, eu sou sua guardiã, vim aqui para te proteger de Guerra e Morte. – Diz ela de forma séria.

– Guerra e Morte?

– Sim, porque, você também foi o que comprometeu a terra, você foi um dos motivos para os anjos terem perdido.

Dante esta inerte em seus pensamentos. Então ele era filho de um demônio e uma anja? Ele fora um dos motivos para o mundo acabar?

Do nada uma sirene fora ouvida, guardas se moviam em direção ao portão, podia-se ver os sons de socos vindo do portão que protegia a entrada da Citadela, tiros de canhões eram ouvidos, as pessoas fechavam suas portas, ambos Dante e Charllote se moviam para o portão, os dois estavam em silêncio, Charllote por esperar alguma reação de Dante, já o mesmo ainda tentava capitar a noticia.

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– O que foi senhor? Algum problema? – Me pergunta Logan, estávamos em meus aposentos, estava furioso.

– Quero lhe pedir uma coisa. – Disse a ele, visivelmente eu estava calmo, mas pode dentro estava rangendo os dentes.

– O que seria? – Pergunta ele.

– Cace Dante, ele de algum modo se apossou da Yamato, mate ele é me traga a Katana. – Pude notar um sorriso sinistro brotar em seus lábios, parece que ele ainda não havia engolido sua derrota.

– Sim senhor. – Ele desaparece em uma nuvem de fumaça negra.

Andei até a janela da gigantesca torre, estava furioso, de algum modo Dante interrompeu meus planos, eu não consigo sentir mais a Yamato comigo, eu não podia abrir novamente o portão do inferno sem ela, por isso eu mandei Logan, mesmo tendo seu ego maior que sua inteligência, eu achava que ele podia conseguir. Ainda estava fraco, mais quando eu conseguir a pedra, nem Dante poderá me impedir...



CONTINUA...



Notas finais
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