Notas iniciais
Fala minha gente ! Aqui é o Kevin ! Eu e o Luiz passamos esse tempo Incrementando a fic, finalmente, a primeira luta significativamente importante na fic, quando esses sinais aparecerem ---------------------- A musica de fundo é Drowning Pool-Bodies, se quiserem o link esta aqui

(http://www.youtube.com/watch?v=04F4xlWSFh0)

então relaxem, peguem a pipoca, o refrigerante, apaguem as luzes, coloquem a música de fundo quando a batalha tiver início hehehe...e chega mais

Ps:Boa Leitura a todos

Seus pensamentos estavam tão bagunçados que por um momento pensou estar delirando, não sabia se acreditava ou não, apesar de a história que Charllote contou-lhe batesse com os acontecimentos recentes. Não sabia o que pensar ou no que fazer se realmente tudo que a sua “anja” contou for verdade, isso explicaria toda sua vida, como ele era taxado por algumas crianças no orfanato quando era menor, por que via demônios desde pequeno, sempre fora sozinho, por isso adotou o seu método descontraído de ser, isso explicaria a sua conturbada juventude até aquele momento, é também no que seu querido irmão dissera.


Temos em nossas veias o sangue do mais poderoso demônio, é da mais forte anja existente...”.



Dante sempre quisera saber de seus pais, mesmo que essa vontade tenha morrido com o passar do tempo e ele começará a odiá-los por terem o abandonado é o deixado com essa maldição. Mas agora era diferente, ele sabia quem era seus pais, sabia que eles eram nada normais, ironicamente falando. Um pai demônio é uma mãe anjo, algo que realmente deixaria os mais céticos de queixos caídos.


Não, ele não poderia pensar nisso naquele momento, o lugar aonde recém chegou esta sobre ataque de demônios, de acordo com o que sentiu ao chegar à Cidadela, a barreira que o protegia não aguentaria muito, qualquer ataque de um forte demônio destruiria a sua proteção e todos estariam à mercê das criaturas.

Não posso deixar isso acontece, se eu não impedir esses malditos demônios John e os outros estarão em perigo!” – Pensa consigo o jovem loiro, sentia a marca em suas costas pedir por uma batalha frenética e mortal, então ele a daria.

Dante e Charllote estavam próximos ao portão da Cidadela, podiam-se ouvir os sons dos canhões atirarem contra a horda de demônios que seguia em direção ao portão de ferro, o jovem de cabelos brancos retira suas duas pistolas de seus respectivos coldres. Ambos param em frente ao portão, a movimentação de alguns homens que tentavam a todo custo proteger a sua querida cidade era frenética, parecia um centro de treinamento militar, homens armados é alguns outros puxados equipamentos para auxiliar os canhões, como lança foguetes e fuzis, algo extremamente raro de se encontrar nos dias de hoje. Will estava lá, parecia que sabia que aqueles dois iriam para o portão.

– Will! – Grita Charllote, mesmo ela tendo confessado que era uma anja, estava restrita as regras impostas por seus antigos superiores, ela não poderia em hipótese alguma mostrar seus poderes, só se a vida de Dante estivesse em jogo, mesmo assim as pessoas iriam a julgar de demônios, porque nem eles sabiam que existiam anjos que os protegiam, foram pegos de surpresa em uma guerra que não era deles. Era compreensível que eles a tentasse matar, assim como Dante, mas por alguma razão, eles não se sentem amedrontados com o jovem, isso era bom.

– O que esta acontecendo? – Pergunta ela ao velho, ele a olha de forma séria.

– Parece que um exercito de demônios esta tentando invadir a Cidadela, estamos tentando impedi-los, mas parece que o números dessas criaturas só aumentam! – Indaga ele de forma preocupada, Dante olha de relance para o portão.

– Ei Will, deixe-me tentar. – Fala Dante de forma séria, talvez essa fosse à segunda vez em sua vida que ele ficava realmente sério.

Will o olhar de forma estranha, parecia que não acreditava no que o rapaz acabará de dizer.

– Está maluco?! – Grita ele, Dante apenas fica calado, Charllote olha para o jovem de forma preocupada. – Se nem o nosso armamento mais pesado esta dando conta deles, como acha que você irá dar?

– Acredite nele Will. – Disse uma voz grossa, todos se viram para a direção da voz é se surpreendem ao ver John é seu grupo armados até os dentes.

– Está falando sério John? Isso é suicido! – O velho olha para seu amigo como se ele estivesse louco.

– Estou falando sério, Dante por alguma razão é o único que conheço que pode ir de igual par igual contra um demônio. – Diz John sério olhando para Dante. – Acredite em mim.

Will estava relutante, não sabia se o que iria fazer salvaria a Cidadela ou somente mataria a todos.

– Certo, garoto, estamos contando com você. – Disse por fim derrotado o velho Will, não sabia se realmente aquele garoto podia ir de igual para igual contra algum demônio, mas se John acredita nele, ele não poderia fazer nada.

– Obrigado. – Agradece Dante correndo em direção ao portão.

– ABRAM O PORTÃO!



Alguns homens olharam surpresos para o velho Will, abrir o portão naquele momento era muito arriscado, mas eles não podiam ir contra, era uma ordem do Will, o antigo comandante do exercito americano é um dos fundadores da Cidadela.



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Então sem demorar, três homens foram para as manivelas para abrirem o portão, no mesmo momento em o portão fora aberto, um demônio se jogou para dentro da Cidade, mas fora impedido por um tiro de Dante.

–Matarei todos vocês, um por um. — Disse ele sorrindo enquanto andava os portões entre abertos, cheios de demônios tentando entrar na cidadela, que recebiam um tiro no meio da testa, todos estavam espantados com a facilidade com que os demônios eram exterminados, eles pararam de tentar entrar na cidadela após perceberem que seu número diminuiu significativamente, eles se afastaram do portão e deixaram Dante sair, enquanto que todos iam para o alto dos muros de aço.


Dante ouvia os Demônios se referirem a ele.



–Dante. O renegado...



–Iremos devorar sua alma... — Este ultimo levou uma bala entre seus olhos.



–Vocês são chatos... — Disse ele com um sorriso no rosto, um sorriso zombeteiro, todos avançam, todas as hordas de demônios sedentos por seu sangue o atacam, mas foram repelidos por suas balas que chegavam a matar mais de um demônio de uma vez só.



Todos acima do muro observavam Dante matar os demônios, parecia que seu dia-a-dia era exterminar demônios, pra ele isso era tão normal quanto piscar ou respirar, tiro após tiro os demônios iam caindo mortos e se transformando em fumaça, a batalha chegou ao nível de criar uma grande fumaça, todos acima dos muros chegaram a tampar o nariz para evitar o mau cheiro que a fumaça exalava, mas ainda era possível ouvir os tiros, da fumaça, vários demônios se afastavam, observando Dante com ódio.



– Apenas isso? – Dante mais uma vez tira sarro com os demônios ainda com um sorriso zombeteiro no rosto, sabia que aqueles demônios não eram grande coisa, mas logo chegaram os encouraçados, esses eram complicados de se matar, mas não passava disso, o segredo era sempre o mesmo, ou um tiro na cabeça ou no meio do peito, ele atirou no primeiro que correu em sua direção, o tiro acertou em sua perna o fazendo cair sobre outro, um demônio menor avançou contra ele, Dante, empunhando agora uma das suas armas, estando essa em sua mão direita, Ivory, ele a posicionou bem ao olho do demônio e atirou, ele sabia que aquele “humano” estava possuído a pouco tempo pelo demônio e que seu corpo não estaria tão “danificado” então correu em direção a maioria dos demônios usando o corpo “humano “, ou o que restara dele, como escudo para não ser atingido pelos ataques.



–Vocês estão vendo o que eu estou vendo? — Disse Will surpreso pelo fato de Dante conseguir matar os demônios tão facilmente, parecia brincadeira de criança para ele, era como pisar em baratas, ele parecia se divertir com aquilo.



Will viu com extrema surpresa Dante arremessar o corpo na direção de um grupo de demônios que tentava passar pelos portões, foram facilmente destruídos, todos eles, ou o que restou deles, Dante dizimou a todos com muita facilidade, até mesmo aqueles que eram encouraçados.



Ele vira Dante empunhar sua arma na direção de um demônio a sua frente e atirou, o demônio virou fumaça deixando para trás um corpo humano fracamente deteriorado, com o buraco feito pela bala, Dante continuou a atirar e avançando contra a horda de demônios usando o corpo como um escudo que o protegia dos danos que poderia levar dos demônios, todos viram espantados, Dante lançar o corpo contra três demônios que ainda tentavam entrar na cidadela, os três morreram no mesmo instante, nem mesmo dera tempo de chegarem ao chão e viraram fumaça, sumindo, mal algo fez todos pararem, foi uma voz.



–Dante... — A voz veio de uma horda específica de demônios, de lá aparecera Logan, com a armadura reluzente em cor cinza, os cabelos longos e azuis, os olhos de cor verde meio cinzentos mostrava sua arrogância e orgulho, mas era um inimigo que não deveria ser subestimado, não dessa vez.



–Se você se render prometo que sua more será rápida e indolor. — Disse ele com um sorriso zombeteiro no rosto.



– Ganhou de mim na ultima vez por que eu o subestimei, não o farei novamente. — Disse Dante se colocando em uma postura séria, muito diferente do habitual.



– Quando lutamos no centro da cidade você se mostrou fraco seu inseto, não vale nem mesmo a pena mata-lo rapidamente, você ira sofrer por trair sua raça. — Disse ele empunhando uma espada feita de ossos, pelo que Dante pudera receber, ela era feita de ossos de humanos e demônios.


– Eu não traria uma raça na qual eu não faço parte. – Diz Dante de forma séria olhando para Logan, tinha que apurar todos os seus sentidos contra ele, não perderia novamente.


–MORRA! — Disse o General Logan avançando enquanto que Dante desembainhava a Yamato e se abaixara desviando da lâmina.



Ele sabia que Logan não era muito rápido, mas sua força era extraordinária, um ataque direto e seria o seu fim, ele desviou de um corte horizontal desferido por Logan que atingiu o chão, abrindo uma cratera de no mínimo um metro de diâmetro.



Dante tentou acertar o seu “coração” com a espada, mas Logan segurou a lâmina com sua mão livre, ou seja, à esquerda, ela sangrou o fazendo criar uma careta de dor, mas logo sorriu.



– Não tem pra onde correr. — Disse Logan levantando a espada e a levando em sua direção, Dante desviara da lâmina e chutara a mão de Logan, o obrigando a soltar sua espada.



–Você esta mais lento, o que foi? Já se cansou? — Disse Dante com um sorriso zombeteiro no rosto.



–Cale-se! — Disse Logan avançando contra Dante enquanto usava a espada para desviar das balas do garoto, enquanto isso todos acima das muralhas de ferro observavam abismados a batalha e faziam vários comentários.



–Será que ele vai conseguir?



–O que esta dizendo? Ele tem que conseguir! Se não estaremos perdidos.



–Esta sendo divertido ver isso. — Disse Jonas observando a batalha.



–Não esta preocupado com o que pode acontecer ao Dante? — Perguntou Carl um pouco surpreso.



– Que nada, aquele garoto tem a cabeça mais dura que os nossos rifles, ele consegue com certeza! — Disse Jonas com um sorriso, ele confiava em Dante e no que ele podia fazer se sentia sortudo por ser amigo dele e tê-lo ao lado deles e não do lado daqueles “monstros”.



O comentário de Jonas fez todos ali presentes, até mesmo aqueles que não chegaram a conhecer o garoto de cabelos brancos sorrirem, mas um sorriso em especial foi o de Lori, que desde a chegada de Dante começou a sorrir mais, assim como o de Charllote, o restante seguiu o movimento e começaram a torcer por Dante.



–Vamos Dante! Você consegue!



–Se você não conseguir nós seremos mortos! E se isso acontecer eu vou atrás de você e te mato de novo!



Dante ouviu há tudo bastante supresso, nunca ninguém o havia encorajado, nunca ninguém havia ficado do seu lado, percebeu que estavam torcendo por ele, com isso, ele sorriu, mesmo aqueles que ele não conhecia estavam deixando suas esperanças ao garoto.



– Acho que isso esta durando demais, que tal acabarmos com isso? Até por que você esta ficando mais lento, esta velho demais pra brigar? Ou será que sou forte demais pra você? — Disse Dante sorridente, enquanto provocava o inimigo, ele sabia da arrogância de Logan, se ele fosse ofendido com tais palavras ele perderia a cabeça e ficara mais descuidado sendo controlado pela sua raiva.



–Como ousa moleque insolente! — Gritou ele avançando contra Dante empunhando de forma firme sua espada, a erguendo e desferindo um corte horizontal contra Dante, que desviou e fez um corte em sua perna, atingido os tendões, o fazendo perder os movimentos da perna, caindo no chão, ele se alevanta se apoiando em na espada e com muita dificuldade se colocou em posição de batalha.



– Acabou. — Disse Dante avançando contra o General colocando uma das suas pistolas na boca de Logan e atirando, o corpo caíra no chão o enchendo de sangue, Dante guardara sua arma e devolvia a Katana para sua bainha, mas algo acontecera, o sangue começara a ser sugado pelo corpo, voltando, retrocedendo, o “corpo” de Logan começou a se levantar enquanto o sangue voltava a ele, Dante viu o ferimento de Logan se curar rapidamente.



–Não sabe quem provocou garoto! — Disse Logan quase rosnando.



Por fim, sua espada começara a flutuar e voltara para sua mão, os ossos da espada começaram a crescer e a se juntar ao corpo de Logan, uma fumaça azulada meio cinzenta começou a emanar da espada e do corpo de Logan, ela se intensificou até Logan não poder mais ser visto por ninguém, nem mesmo por Dante, logo de lá emergiu uma criatura feita de ossos, cujo rosto se tornara uma caveira com os olhos vazios e os dentes parecendo presas, afiadas como a ponta de uma espada, tinha mais de dois metros e meio de altura, os ossos azulados meio cinzentos, uma calda feita de ossos, seu braço direito se assemelhava a uma espada de dois gumes, era mais característico a uma montante, já que levando em consideração o tamanho da lâmina e sua força aproximada, ele se tornou um inimigo monstruoso, todos acima da muralha olharam espantados para o monstro, de certa forma grotesco, Dante sorriu



–Essa é a sua verdadeira forma? Essa cara só uma mãe amaria. – Zomba Dante dando alguns passos para trás, no fundo estava supresso, ele já matado todos os tipos de demônios, mais alguém como ele era totalmente diferente, era enorme é se na sua forma normal sua força era monstruoso, imagina agora com aquele tamanho.



–Agora você vai morrer renegado. — Sua voz saiu alta, todos ali tiveram a impressão de que toda a terra tremera com o som de sua voz aterrorizante, do alto das muralhas alguns comentários eram ouvidos, em suma maioria que sua morte chegará.



–Não tem como o Dante vencer aquilo.



–Estamos perdidos.



–Calem-se! — Quem gritou fora Lori, a filha de John, ela passara a ser mais emotiva de uns tempos pra cá, sinal de que simpatizara com Dante.



Charllote olhará aquela humana com curiosidade, sabe que havia sinais claros que olha começará a se interessar no jovem filho de Sparda, para Lori, Dante era mais um humano que tinha o incrível poder de matar demônios, não sabia qual seria sua reação se um dia ela descobrisse a verdade por detrás do nascimento e existência de Dante, mas no fundo sentia um aperto no coração, Charllote sempre o virá, mesmo não pode aparecer em sua frente é dizer que estava tudo bem quando ainda era menor, pois isso iria contra as regras impostas por seus superiores, mesmo não mostrando, a anja sentia uma atração por Dante, mesmo sendo esse tipo de atração algo proibido pelos angelicais.


–Se não confiam nele podem descer e enfrentar aquele monstro vocês mesmo! — Sua voz saiu alta obrigando eles a se calarem e observarem a batalha novamente, John sorriu para a filha, que também voltara seus olhos para a batalha, altamente atenta é também preocupada com o jovem.


–Parece que ganhei uma fã! — Gritou Dante entre risos, fazendo Lori ficar envergonhada pelo que acabara de fazer.



–Obrigado, é bom saber que as pessoas acreditam em mim! — Disse Dante olhando para a muralha, depois disso ele se voltara para Logan.



–Vamos acabar com isso! — Disse ele empunhado a Yamato com retirando ela de sua bainha com sua mão direita, o som agudo da lâmina era ouvido nitidamente por Dante, a bainha some de sua mão em uma chama azulada, com sua mão esquerda ele retira Ebony de seu coldre.



–Venha! — Disse Dante com um sorriso zombeteiro no rosto, isso fizera Logan perder a cabeça, o General do Norte era incrivelmente poderoso, mas ele tinha uma falha fatal, arrogância, fácil de irritar, fácil de enganar, sendo atraído facilmente para uma armadilha.



Ele tentou desferiu um corte horizontal com o braço direito na forma de uma montante criando uma cratera de mais de dois metros, Dante, que saltara para o lado, percebeu o grande poder destrutivo da “criatura” e se afastou um pouco enquanto efetuava rápidos disparos contra o esqueleto gigante, mas suas balas não surtiam efeito.



–Não pode mais me machucar renegado, nem mesmo sua espada pode atravessar esses ossos! — Disse ele avançando contra Dante, ele demorara certo tempo para chegar até o garoto, com o tamanho dele veio a incrível força, mas também a incrível lentidão, ele dera um giro tentando cortar a cabeça de Date fora, mas ele errou, Dante se abaixara e se esquivara do golpe, mas tivera que dar um salto para trás para evitar ser golpeado pela cauda da criatura, ele atirou nos pés de Logan o fazendo cair indo de encontro ao chão, ele usara suas mão para evitar a queda, mas esquecera de algo, sua mão direita se tornara uma montante, em consequência disso, sua “mão” ficou fincada no chão, sem poder se movimentar ele olhou para Dante com fúria.



–Vou te matar! — Disse ele levantando a montante do chão com força, fincada nela um pedaço do chão e a arremessou contra Dante, ele cortou o pedaço de pedra em dois com sua Yamato e avançou contra Logan, que tentou lhe acertar um corte vertical, ele pulou desviando do ataque, agora era o momento do contra-ataque, ele colocou a arma nos olhos direito do “crânio” da besta e atirara, foi possível ver o barulho ecoando da bala batendo contra o “crânio” vazio, ele deu um salto desviando da mão esquerda da besta que tentou agarra-lo, aproveitando o salto ele guardara sua arma no coldre e segurara Yamato com as duas mãos, deu um rápido giro se posicionando como se fosse cair de pé, a Yamato segurada na posição oposta, ele sabia o que iria fazer, então colocou toda a sua força no cabo da espada, ao final da queda, seus pés tocaram as costas da ”criatura” e depois Dante se curvou, cravando na cabeça da besta a sua espada, que atravessara o crânio da “caveira” da besta, a ponta da espada chegara a atravessar o queixo da cabeça do monstro de ossos, Dante inverteu a espada quando saltara para chegar ao chão, arrancando assim a cabeça da besta o corpo “morto” da besta caiu de joelhos, os ossos começaram a se deteriorar, deixando para trás o corpo de Logan, que estava sem cabeça, Dante olhou para a Katana em suas mãos, vendo ali a cabeça de Logan, que voltara ao normal, evaporando lentamente em uma fumaça azuladamente cinzenta até desaparecer, o mesmo com o corpo, ele embainhou Yamato e ela desapareceu, ele voltara para os portões da muralha de ferro enquanto ouvia vozes gritando, o parabenizando.



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–Ficou com medo de eu te matar de novo caso falhasse não é Dante?!



–Mandou bem garoto!



–Cara! Foi à coisa mais incrível que eu já vi na vida!


Dante olhou para Charllote, que lhe lançou um discreto sorriso, o fato de ela não ter revelado seus poderes angelicais fora o fato de que a vida de Dante nunca estivera em perigo, não contra Logan, ele não poderia vencer um Nephilim não importando o quão fosse poderoso, ela sabia disso, por esse motivo não interveio na luta, todos sorriam para ele, inclusive Lori, que acenou para ele, que devolveu o aceno sorrindo.


Horas depois do incrível combate contra as hordas de demônios, a cidadela festeja como nunca, música era alegre, as pessoas se divertiam como há tempos não podiam, pois tinham medos dos demônios os encontrarem é os matarem, mas hoje era diferente, eles talvez tenham achado a chave da salvação da humanidade. Crianças corriam alegres de um lado para outros, os adultos conversavam descontraidamente, bebiam, comiam é se divertiam, a praça havia se tornado um imenso festival a comemoração da derrota de Logan.



John e os outros conversavam banalidades enquanto bebiam, Jonas era o que bebia mais para sua idade, Eliza observava algumas barracas de guloseimas junto com Lori, ambas riam como nunca, mas poderiam rir. Sentado em um banco um tanto afastado da alegria da festa, estava Dante, olhando para aquela multidão de pessoas que por um momento esqueceram o medo é o pavor que sentiam por anos é se divertiam. O garoto com sua mão direita toca o cordão que estava em seu pescoço, a pedra brilhante avermelhada sempre esteve com ele desde que ele se conhecia por gente, Dante então se lembra no momento da batalha, quando todos estavam torcendo por ele, confiando suas vidas as ele, o jovem nunca havia se interessado em fazer algo pelos outros, sempre pedia algo em troca, mas aquilo era diferente, se sentia feliz, feliz por ter encontrado aquele grupo no meio da cidade destruída, se lembrando de quando estavam viajando com eles, as brincadeiras que fazia com Jonas, das conversas maduras com John, com o papo descontraído de Carl e Max, mesmo esse último ainda um pouco afastado de Dante, ainda como Eliza o cuidava como se fosse seu próprio filho, algo que nunca sentiu, amor de mãe, e Lori, aquele garota um tanto explosiva mais tinha plena consciência que ela era forte.


– O que esta fazendo aqui sentando? Vá festejar! – Disse uma voz ao lado do garoto, o mesmo se vira dando de cara com Charllote, parecia que estava mais bonita que antes, os cabelos longos negros estavam soltos, Dante não deixa de ficar um pouco envergonhado com a presença da anja.

– Eu não sou muito de juntar a multidões. – Fala ele olhando para as pessoas.

– Até parece seu pai falando assim. – Brinca ela, Dante solta um pequeno sorriso.

– Você já o viu? Digo viu o meu pai? – Pergunta Dante.

– Sim, eu era uma das únicas, a saber, da relação dele e sua mãe. – Responde Charllote olhando para o céu, seus orbes que mais se pareciam duas magnificas esmeraldas brilhavam com a luz da lua sobre elas. – Ele era até um pouco antissocial, não o culpo, pois de onde ele veio confiança não era muito bom, mas eu posso dizer, ele me fez repensar todo o conceito que tínhamos sobre os demônios.

Dante olha para ela de forma curiosa.

– O que vocês pensavam sobre eles...? – Pergunta ele.

– Fomos criados a pensar que os demônios eram seres feitos sobre o material maligno, a essencial do mal, assim como um de nós há muito tempo traiu nossa raça, ele foi banido é mandado para um lugar chamado submundo, ele clamando por vingança contra nós, juntou toda maldade existente nas almas que vagavam após a morte de seu corpo é os transforma em seus súditos, os demônios. – Responde Charllote olhando diretamente nos olhos de Dante. – Antes de você ou seu irmão existirem como Nephilins, havia outros, centenas de vocês, pois nem todo demônio se tornava completamente maligno, mas nem Deus ou o renegado gostaram da ideia de existir uma forma de vida que juntassem o sangue angelical e demoníaco, estão todos foram caçados e mortos. Seu pai não foi uma alma vagante que se transformou em demônio, ele foi criado da própria essencial, diretamente da fonte da maldade, ele era o cavaleiro negro do inferno, um dos mais temidos entre o céu assim como Mundus, mas então seu pai conheceu sua mãe, e me fez ver que mesmo Sparda nascendo da própria maldade ele nunca em si se tornou maligno, ele era justo, calmo é sábio, até um pouco afastado, ele parecia um anjo em forma de demônio. Eu posso ver tanto seu pai quanto sua mãe em você, Dante. – Diz ela olhando para o rapaz que estava supresso.

– Então quer dizer, que eu é Vergil somos os últimos Nephilins da face da terra? Certo? – Diz o filho de Sparda.

– Sim, vocês podem ser a destruição da humanidade ou a salvação da mesma. – Responde ela.

– Charllote, eu queria lhe pergunta mais uma coisa. – Pedi o garoto de cabelos brancos, a anja responde com um aceno de cabeça.

– Porque aquele tal de Logan era diferente dos outros demônios? Ele era muito mais forte do que os que eu já enfrentei. – Questiona ele para a mulher sentada ao seu lado.

– Logan faz parte dos sete Generais. – Charllote o responde, eles podiam estar conversando sobre demônios, Nephilins, anjos, mas ainda assim seu coração batia freneticamente. – Os sete Generais eram a elite de Mundus, Logan é o mais fraco deles, sendo arrogante como ele é os outros seis são perigosos demais para você enfrenta-los em seu nível atual, mesmo empunhado a Katana de seu irmão.

– Ah é... – Dante iria falar alguma coisa, mas fora impedido por Charllote.

– Quando vocês se encontram pela primeira vez a Katana passou para você, como o mesmo sangue de Vergil correndo em suas veias, mas em todo caso você não esta usando toda força total dela como seu irmão faz. – Charllote então tem uma ideia, arriscada mais era melhor que deixar Dante se ferir com o seu nível atual de força. – Existe um lugar onde podemos fazer você evoluir sua força.

– Onde? – Pergunta Dante curioso.

– Em lugar bem longe daqui, era um santuário angelical feito por alguns anjos antes do despertar do fim do mundo, se sairmos logo de manhã podemos chegar em quatro dias. – A sugeri, Dante olha para o céu estrelando avaliando a ideia, ela estava certa, ele quase não pode com Logan, sendo, como Charllote o disse, um dos mais fracos entre os setes, ele teria que se torna mais forte para ir atrás de Vergil.

– Esta bem, mas ainda precisamos falar com John e o resto do pessoal. – Avisa o garoto, ele não queria deixar aquele grupo, mas era preciso.

– Deixe comigo, eu vou falar com ele, até lá aproveite a festa. – Charllote chega perto do rosto do garoto, o mesmo a olha com vergonha, a anja deposita um beijo em sua testa e em seguida vai em direção ao festival. Dante suspira com o ocorrido e com o seu coração batendo a mil.

– Mulheres.

Dante se alevanta do banco aonde se encontrava e ruma em direção à hospedaria onde estava alojado, não gostava muito de festas por isso decidiu ir dormi, mas mal ele sabia que alguém tinha escutado sua conversa com Charllote.

O sol mostrava que um novo dia havia chegado às pessoas já começavam a sair de suas casas para ir as suas respectivas obrigações dentro da Cidadela, ainda havia sinais claros da festa da noite passada, assim como o bom humor da população, mas algo que não estava muito bom era com John e seu grupo, Lori havia dito a eles sobre o plano de Charllote e Dante de partirem no dia anterior, a filha de John não havia aceitado isso muito bem, Carl, Max e principalmente Jonas havia entendido o sentido da escolha do garoto.

– Então eles vão embora hoje não? – Pergunta Eliza amparando sua filha, que parecia ainda não acreditar naquilo.

– Sim, Charllote me contou sobre isso na noite passada. – Diz John, o mesmo estava encostado na parede com os braços cruzados e de expressão séria. – Eu não posso obriga-los a ficarem, eles tem a vida deles, suas próprias escolhas.

– Porque logo o Dante tem que ir? – Pergunta Lori desesperada, parecia que ela não queria estar longe do jovem, isso parecia bem visível para todos ali presentes.

– Dante é a nossa salvação Lori, ele vai viajar para ser torna mais forte para nos proteger. – Respondeu John com as mesmas palavras que Charllote o disse, mas no fundo até John não queria que o garoto fosse embora, mas era uma escolha dele, até ainda esperava que sua filha fizesse a pergunta certa, assim como Charllote o disse que ela faria.

– Pai... – Chamou Lori. – Posso lhe pedir uma coisa? – Eliza olha para John, sabendo qual seria a pergunta que ela provavelmente falaria.

– O que?

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Em frente ao enorme portão da Cidadela, se encontrava três pessoas, estes sendo Dante, Charllote é o velho Will.

– Então, vocês vão mesmo não? – Questiona o velho Will olhando para aqueles dois, Charllote estava com uma mochila em suas costas, provavelmente para levar suprimentos entre outras coisas, já Dante não levava nada além de seu par de pistolas.

– Sim, agradecemos a sua bondade por nos deixar alojar aqui. – Agradece Charllote curvando a cabeça em forma de respeito.

– Valeu velhote! – Agradece Dante de sua forma, arrancando uma gargalhada do velho Will.

– Claro Dante, vocês sempre serão bem vindos aqui. – Diz Will.

– Bom, temos quer ir. Adeus. – Diz Charllote indo em direção ao portão que estava aberto, dando a visão do imenso deserto de prédios caídos ao longe, Dante a segue para fora da Cidadela, esse seria um novo começo para o jovem ou até mesmo para toda humanidade.

– Esperem! – Gritou uma voz vinda de dentro da Cidadela, Charllote já sabia quem fora a pessoa que gritou, Dante olha para trás é surpreendido vê Lori indo em direção a eles junto com John, a garoto tinha uma mochila em suas costas. – Eu vou com vocês. – Disse Lori determinada.

– Mas o que você esta fazendo aqui? – Pergunta Dante surpreso com a presença daqueles dois.

– Depois de muita conversa, decidimos que ela devia ir com vocês. – John olha de relance para Charllote, a mesma entende o que ele estava tentando dizer.

– Ter certeza John? – Pergunta Charllote séria.

– A deixo em suas mãos Dante, é vocês tem a minha permissão! – Fala John alevantando o polegar em direção a Dante, deixando sua filha muita envergonhada e um garoto sem saber o que John estava falando.

John via aquele trio sumindo em direção à cidade deserta, para além do vasto deserto que antes era uma das cidades mais bonitas de todo o mundo, talvez tenha chegado o momento dos humanos revidarem a altura sobre os demônios, revidar os anos que pavor e terro que viveram, mas mal sabiam eles que não somente os demônios estavam atrás do garoto, mas também mais duas entidades mais poderosas de todo mundo.

– Aquele garoto vai longe...\"\"

Notas finais
Bom galera, espero que tenham gostado da primeira briga pra valer mesmo da fic, espero que sim, eu e o Luiz pedimos review na fic, assim ficamos mais motivados a escrever (Pelo menos eu ...¬¬) Mas enfim, já é um grande progresso, sinceramente, eu me esforcei pra fazer uma briga que prestasse, tanto que toda a parte da briga foi minha então pode-se concluir que o Luiz não fez quase nada ( Brincadeira, eu nem estaria fazendo essa fic se ele não tivesse me pedido pra começo de conversa >.<)
Enfim, nós dois esperamos reviews

Ps:Boa semana a todos
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.