Nascido Das Sombras.
6 Lembranças do passado.
Notas iniciais
Era uma noite escura, toda a família estava reunida para jantar. Matheus estava ao lado de seu irmão Felipe e sua irmã Miranda estava sentada ao outro lado da mesa. Sua mãe Lana estava em uma ponta da mesa e o seu pai Milan estava na outra ponta. Todos estavam prestes a começarem a comer então alguém bateu na porta.
-Quem será a essa hora?- Perguntou Lana.-Matheus você pode ir atender a porta por favor?-
-Posso sim mãe.- Me levantei e fui atender a porta.
Quem tinha batido na porta era a filha de uma das famílias fundadoras da cidade.
-Oi desculpe incomodar, é que a minha carruagem quebrou e eu não tenho onde passar essa noite... Será que eu poderia passar a noite aqui?-
-É...- Fui interrompido pela minha mãe.
-Pode sim, se quiser pode vir jantar conosco.- Falou minha mãe sorrindo delicadamente.
A garota entrou e se sentou a mesa com a gente. Comemos e nós não podíamos ir dormi tão tarde por que amanhã todos nós iriamos a cidade para comprar a comida. Logo quando terminamos nós subimos e cada um foi para seu quarto.
Eu já estava deitado quando a porta se abriu. Tentei ver quem era mais só estava uma sombra. A pessoa que estava parada na porta em um pisca de olhos estava em cima de mim. Ela mordeu o pulso e colocou na minha boca. Tentei resisti a tentação mais aquilo que eu estava tomando era muito gostoso. Então ela tirou o pulso de minha boca.
-Quem... quem é você?-
Ela não disse palavra alguma simplesmente quebrou meu pescoço. Horas depois, eu acordei sem lembrar do que tinha acontecido. Me levantei e sair do quarto. olhei para os corredores que estavam iluminado simplesmente por uma vela.
Fui até a cozinha, eu estava morrendo de fome. comi algumas coisas e ainda deu para aliviar. Fiquei sentado na cadeira da mesa, o sol ainda não tinha nascido.
Minha mãe saiu do quarto e foi até a cozinha e me viu sentado lá.
-Porque você está acordado tão cedo?-
Olhei para trás, listras paralelas apareceram abaixo dos meus olhos e abaixo da minha boca. Minha gengiva começou a arde e logo presas saíram. O impulso foi maior eu não pude me conter... levantei e num piscar de olhos eu sair correndo o mais rápido em direção a minha mãe, mais algo me impediu de morde-la. Uma barreira invisível tinha se formado ao redor dela.
-Quem lhe transformou nisso Matheus?-
-Uma pessoa entrou no meu quarto ontem e fez isso.- Comecei a perde a mobilidade do corpo e a ficar fraco pois para completar a transformação tinha que tomar sangue. Minha mãe cortou o dedo e colocou em minha boca para eu tomar um pouco e então o Felipe desceu e estava do mesmo jeito que eu. Quando ele começou a ficar fraco nossa mãe deu sangue a ele.
Nos recuperamos rapidamente.
-E você mãe o que você é?-
-Sou uma bruxa.-
Fiquei com os olhos muito abertos e olhando para ela. O sol começou a nasce e um raio de sol tocou na minha pele. Dei um salto para longe do raio solar. O Felipe e eu começamos a nos afastar.
-Subam já irei falar com vocês.- Ela se dirigiu ao quarto dela, pegou um pequeno livro e subiu. Estávamos em meu quarto.
-Deitem na cama e tirem as camisas.-
Deitamos e tiramos as camisas. Fechamos os olhos. Ela pronunciava palavras estranhas e tocava em nosso peito. De principio queimou muito, mais depois aliviou.
-Agora vocês podem andar no sol. Mais eu não quero mais ver vocês... Vocês vão ter que sair daqui o mais rápido possível.- Falou ela em um tom triste. começamos a fazer nossas malas, nos despedimos do pessoal e já eram 09:30 quando a gente foi sair. A Miranda fez questão de nos levar até a porta, saímos e conversamos um pouco e então quando a gente estava saindo um tiro foi disparado.
Olhamos nossos corpos e logo Miranda caiu no chão. O tiro tinha atravessado seu estomago. Eu consegui ver quem deu o tiro foi o namorado de Miranda. Mordi o pulso e coloquei em sua boca, deixando-a tomar o bastante. Uma lagrima escorreu pelo meu rosto, não eram lagrimas normais... era sangue.
-Leve-a para dentro.- Falei e corri a toda velocidade atrás do namorado dela. apareci bem em sua frente, a raiva tomou conta de mim e minha aparência mudou. Mordi o pescoço dele e tomei uma boa parte de seu sangue. Limpei a boca, voltei para ver a Miranda. Seu ferimento começou a fechar.
-Ela vai ficar bem.- Disse ofegante. Dei um tapa no braço do Felipe. -É hora de a gente ir.- Saímos de casa e seguimos juntos por um longo tempo.
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