Notas iniciais
Olá! Eu me empolguei pra escrever mais, porém agora to com gripe por ter ficado a madrugada acordada tomando vento enquanto escrevia ♥ Obrigada a Ana ♥ por ser a melhor co-autora EVER e ao Allan-nii pela frase da favela, q foi maravilhosa aisdiasd Boa leitura

Draco: Pare. –A mão dele apertou meu pulso me fazendo soltar a varinha antes que eu pudesse terminar de falar “império”. –Você deve aprender a se controlar.

Eu não consegui falar, eu tentava, tentava e nenhum som saía, mas meu pulso estava doendo. Comecei a achar que iria sufocar, tentei respirar e o ar parecia não querer entrar.

Draco largou meu pulso e me forçou fazer cair de joelhos no chão. Neste momento em que meus joelhos atritaram com o chão eu consegui puxar o ar desfalecendo. Agarrei a camisa dele o puxando para perto e descansei a cabeça no peito dele, agora conseguindo respirar.

Mordi meus lábios trêmulos e olhei para Draco, garantindo que ninguém estava escutando nada do que acabou de acontecer.

Emily: O que está acontecendo comigo? –Olhei em seus olhos, preocupada.

Draco: Não... Não sei responder. –Ele chegou perto de meu ouvido –Aja naturalmente.

Levantei e ele parou de parecer estar preocupado e fechou a cara como sempre.

Uns quinze minutos se passaram, Draco não falou nenhuma palavra sequer, Minerva chegou acompanhada de Madame Hooch e Anarchy, que só estava mancando e com uma bandagem no pé esquerdo.

Emily: Me desculpe... –Supliquei à Anarchy.

Anarchy: Que isso, está tudo bem. Foi só um torção. –Sorriu. –Você voou bem.

Eu sorri de volta com o elogio, e logo Minerva tornou a me chamar para acompanha-la. Desta vez nada me impediu, eu e Draco estávamos apreensivos, ele parecia não saber também.

Na sala dela, alguns documentos estavam sobre a mesa, e o pai de Draco estava na sala, junto a uma mulher de cabelos branco e pretos, deduzi ser a mãe dele, e acertei.

Draco: Mãe, Pai? Agora?

Minerva: Sra. Narcisa e Sr. Lúcio assinaram como seus tutores, Emily.

Narcisa: Foi uma decisão do ministério, para deixar mais claro.

Emily: Mas... Por que?

Minerva: Eu não sei explicar as decisões do ministério ultimamente, querida Emily. Mas receio que não poderia voltar ao internato, precisa de uma casa. Os Malfoy são uma ótima opção.

Questionei se não seria melhor morar com Jessye, mas fui respondida com um não seco de Lúcio. Minerva parecia inquieta, sem ter muito o que fazer. Eu olhava para Draco e ele parecia tão confuso quanto eu.

Conversamos por um tempo, eu tive que assinar umas duas vezes alguma coisa que provavelmente era ligado a minha guarda aos Malfoy. Eu olhava para Draco de canto de olho durante tudo isso, e quando acabou, saímos juntos e começamos a caminha pelo corredor.

Ele permaneceu em silêncio, porém quando passamos por uma pequena porta no corredor, ele a abriu e me empurrou para dentro do cômodo, que, eu vim á perceber minutos depois, era um armário de vassouras.

Emily: O que está fazendo? -Meu rosto ruborizou pensando em coisas erradas.

Draco: Calada! — Ele suspirou e se encostou na parede oposta à que eu estava. — Pronto, agora podemos conversar, ninguém vai nos ouvir aqui.

Olhei para ele confusa, e encostei a ponta dos meus pés nas dele. Esperando ele começar a falar

Draco: Eu suponho que... você não saiba o que está acontecendo?

Emily: Exatamente, meu caro Watson... -Minha cabeça estava baixa, mas levantei os olhos, e ele parecia estar com... Medo? Não, não é esta a palavra correta.

Draco: Merda, eu ainda tinha esperança... –Ele me olhou nos olhos suplicante? –Eu... Até sabermos o que está acontecendo, é melhor que deixemos de ser vistos juntos e você –Deu uma breve pausa –Apenas... Me informe se descobrir algo –Ele contraiu os lábios –Fique bem.

Emily: Não, espera. –Quando ele estava saindo, o puxei de volta –Por que eu tenho que me afastar de você se tecnicamente você é da minha "família"?

Fiz as aspas com a mão para ele não entender errado. Mas eu estava tão coisada quanto ele.

Ele virou para mim, me fitando intensamente ainda com o olhar suplicante.

Draco: Por favor, entenda.

Ele disse severo e eu pude apenas concordar um pouco chocada. Ele forçou um sorriso preocupado e afagou meu cabelo, emaranhando seus dedos em meus cachos. Segurei a mão dele e dei um beijinho.

Emily: Fique bem também. -E ele saiu sem dizer mais um "a".

Fiquei no armário por um tempo mais, quando ouvi uma risadinha desprezível de uma voz que eu infelizmente conhecia chamando por Draco. Pressionei meu corpo contra a parede, meu coração contraindo no peito, e então veio o "oi" desinteressado, e o som do colapso de dois corpos num abraço.

Eu queria muito irritar a nojenta dona dessa voz também nojenta. Mais conhecida como Pansy Parkinson. Então eu tive a brilhante ideia de borrar meu batonzinho rosa –sim, eu uso batom, por essa você não esperava –Com as mãos, para parecer que eu dei muitos beijos na boca do Draco.

Feito isso, eu sai do armário devagar e passei por Draco, afaguei seu ombro dando um tchau pra ele, e pisquei para Pansy, limpando o canto da boca. Nem preciso dizer que ela queimou de raiva.

Para minha surpresa, antes de me afastar totalmente, pude ouvir Draco gargalhando, o que irritou ainda mais Pansy, e a fez ir embora. Ouvi passos na minha direção e quando me virei pensando ser Draco, encontrei Pansy vindo a toda em minha direção.

Fudeu.

Ela me encurralou na parede bufando de raiva.

Pansy: O que você fez com o meu namorado?

Emily: Ué, seu namorado? Achei que você fosse só a cadelinha dele -Pesado.

Senti meu rosto queimar quando a mão dela se colidiu com a minha bochecha esquerda, e um pequeno ardor na minha boca quando isso fez meu dente rasgar meu lábio. Olhei-a boquiaberta.

Pansy: Quem você acha que é? Com esse cabelo horrível, não tem nem peitos ainda! –Ela empurrou meus ombros para baixo me fazendo cair –Você não chega nem aos meus pés, você nem... –Nesse momento eu escutei passos no corredor, Draco apareceu sombrio.

Draco: Vamos Pansy, não vale a pena perder seu tempo com ela.

Percebi que ele estava sendo indiferente de propósito, mas mesmo assim eu me senti bem mal. Só não digo que vou chorar pois a minha raiva era maior do que minha insegurança. Toquei meus fios de cabelo e em seguida meus peitos pequenos... Eu sou mesmo assim?

Ouvi um estrondo a minha direita e vi um casal andando pelo corredor, me senti extremamente desconfortável e me preparei para ir embora quando a moça gritou por mim e eu percebi que eram Jessye e Fred.

Fred: O que aconteceu com você? -Ele me ajudou a levantar e Jessye limpou o sangue de minha boca com a manga da blusa.

Senti meus olhos marejarem mas, sabe-se lá por quê, eu comecei a rir que nem uma maluca. Jessye e Fred me olharam desconfiados mas resolveram não questionar.

Jessye: Acho que está no sangue...

Fred: Pela risada ela fez merda mas não se arrepende...

Eu assenti ainda rindo um pouco e comecei a andar com eles.

Jessye: Então... Que você estava fazendo ali? Eu te procurei por um tempão depois que foi pra sala da Minerva...

Emily: Só tirei com a favela e tomei umas muqueta. -Meu vocabulário de maloqueira é o mais.

...

A lua estava quase no meio do céu quando eu levantei para ir até a A.D.

Estava passando num corredor quando ouvi passos e me escondi, para a minha surpresa, era Aaron que passava rápido e silencioso claramente com pressa, seus passos não faziam barulho, e a determinação em seus olhos era tanta que chegou a me desconcertar. Era tarde, ninguém além dos integrantes da A. D. estavam acordados, porém, ali estava Aaron, que já desaparecia no final do corredor. O que ele estava indo fazer?

Notas finais
Espero ir rápido no próximo cap tbm :3 bye rçrçr