Não Há Erro em Amar
7 Capítulo 6:"Minha desgraça, ó candida donzela(...)
Notas iniciais
\" Minha desgraça, ó candida donzela(...)\"
Eram cerca de 3:00am quando cheguei em casa, desde o ataque adolescente que havia tido mais cedo no trabalho que estava no mesmo lugar, uma reserva florestal situada em Lepizing, estava na parte mais alta da reserva, uma especie de montanha pequena que sempre gostei de frequentar desde os meus 11 anos, quando ainda morava na pequena cidade, a paz do lugar me fazia pensar.
Quando entrei em casa me senti, mais uma vez, um adolescente que precisava do colo da mãe, me sentei no sofa branco e espaçoso da minha sala de estar, deixei meus olhos vagarem livres, enquanto minha mente se prendia a uma tal de senhorita Nish. No meu intimo eu queria, e jurava que deveria, dizer a ela que era um homem solitário, milhonário, cheio de serviço, exentrico e carente que estava completa e perdidamente apaixonado por ela, mas o meu \"senso de realidade\" não me permitia, e era exatamente isso que estava me matando, porque eu, o homem maduro e bem sucedido Bill Kaulitz, sabia muito bem que me apaixonar por uma menina era inadimicivel, mas as minhas fantasias não me deixavam em paz e me faziam viajar por um mundo colorido, onde eu me declarava a Amy e ela correspondia, e exatamente como no contos de fadas viviamos uma bela história de amor.
Impulsionado pela raiva peguei o abajur que estava ao lado e o lancei na parede oposta, o barulho fez com que Kistin aparecese afobada com uma faca na mão e com uma curta camisola apenas, na sala, e me olhasse espantada:
_Algum problema Bill?
_Não Kristin, quero dizer, sim, melhor, não, ah! — exclamei me levantando — não é nada de mais apenas trabalho. — disse e me retirei da sala, enquanto subia as escadas pude perceber que a mulher estava limpando a sujeira com espanto, não liguei, não ligava para mais nada, não naquele instante.
Adentrei meu quarto e me obriguei a tomar um banho, mesmo que a madrugada estivesse gelada, afinal, não havia o feito mais cedo, me despi e adentrei o banheiro, olhei para o grande espaço, o que eu, um homem solitario fazia habitando um espaço tão grande como aquele? provavelmente o meu banheiro ocupava o espaço de um quarto de muitas casas de clase média. Abandonando os pensamento criticos, coisa que eu nunca tive, abri a torneira quente para encher a banheira, enquanto esperava deixei minha mente voltar às horas atras, quando Amy e eu almoçavamos, me repreendi mais uma vez e disse em voz alta para que assim eu compreendesse o obvio: Você é um homem bem mais velho que Amy Nish, Bill Kaulitz, vôce não pode se apaixonar por ela!
Então percebi que a banheira já tinha água suficiente para abrigar meu corpo e me afundei ali, fechei a torneira e permaneci na água até que ela ficou fria. Sai do banheiro ja vestido em um pijama flanelado, me deitei na cama e ia colocar o relógio para despertar, mas ao perceber que já eram mais de cinco preferi ligar para o telefone da messa de Amy e deixar um recado avisando que me atrasaria naquela quarta feira por motivos pessoais, certamente ela escutaria quando chegasse a empressa no dia seguinte. Ainda relembrando momentos do almoço adormeci.
No dia seguinte acordei as 11:00am, com o humor um pouco melhor, mas com olheiras arrocheadas e olhos inchados devido ao choro constante me banhei e vesti uma velha jaqueta laranja por cima de uma T-shirt branca, jeans e adidas, um visual nada social, mas era o suficiente, com corretivo, base e pó escondi as olheiras e, seguindo o palpite de Amy, passei um lápis preto ao redor os olhos, tomei uma chicara de cafe e comi uma bolacha enquanto seguia para meu carro, adentrei-o e segui para o trabalho.
No caminho segui devagar observando a paisagem e passando mentalmete o que deveria fazer, muito provavelmente teria de ficar até mais tarde, tinha de ler alguns relatorios de venda, analisar numeros de lucro, ver as propagandas da kaulits clothes e da TH\'s music, analisar o desempenho das filiais e marcar uma reunião com os acionistas para descutir metodos de venda, investimentos e bla, bla, bla. Em suma, meu dia estava começando tardiamente e eu tinha trabalho de mais de um dia inteiro acumulado. Mais uma vez minha mente voo até Amy, então, já no estacionamento do predio tomei uma decisão, ira tratar Amy como uma funcionária comum, afinal era o que ela era, uma funcionária, exelente em seu serviço, mas uma funcionária.
Entrei pela loja e pedi ao gerente geral dos quatro andares que me enviasse o balanceamento dos estoques até as 2:00pm, parei no 5º andar e pedi a Clair, chefe de secretariado que comunicasse aos diretores que eu estava marcando uma reunião para as 5:00pm, então segui para a minha sala, sai do elevador e segui pelo corredor que levava diretamente a porta de vidro que separava Amy do resto do andar e a deixava em uma especie de sala conectada à minha apenas, o pensamento me fez sentir orgulhoso e sujo por me comparar a um animal que acha que a femea é só dele, sorrindo toscamente empurrei a porta e me deparei com Amy ao telefone, tinha uma expressão desesperada e nervosa e ao me ver entrar olhou para mim e falou socorro usando os lábios apenas, com aquilo eu simplesmente esqueci o sentimento de posse e a promessa de tratá-la como uma funcionaria qualquer, afinal isso era quase impossivel, uma vez que ela não era qualquer uma, ela era a Amy, a menina que eu tanto prezava, a garota independente que eu tanto adimirava. Sorri amistoso e em tom de brincadeira falei:
_Mas quanta incopetência, tesc, tesc. — e sorri, fazendo um gesto com a mão para que ela, que também sorria, se levantasse de sua cadeira e me passasse o telefone.
Atendi a ligação e não a culpei pelo desespero, o senhor do outro lado da linha era Kruchev, um comprador russo que tinha um sutaque irremediavel, o que tornava dificil compreender o que ele dizia e que insistia em negociar com Georg, o que acabou virando um otimo modo de zuar o baixista, uma vez que Gustav, meu irmão e eu gostavamos de falar que o russo e nosso amigo tinham um caso. Além da obseção do senhor pelo meu amigo, ele era um tanto quanto grosseiro o que assustava muitas pessoas, principalmente quando elas não sabiam quem era ele, que era o caso de Amy.
Encerrei a ligação e olhei seriamente para Amy, como se fosse a xingar, mas a garota já foi me cortando, e com a expressão entre assustada e revoltada foi dizendo com a voz meio chorosa:
_Nem vem Bill, você não precisa de me xingar esse grosso já fez isso o bastante, e eu não tive culpa, também, o que eu posso fazer se ele só sabia exigir falar com o Georg e me chamar de preguisosa?
Com o breve descurso dela eu comeceia a gargalhar, sai de tras da mesa e inconscientemente me aproximei de forma perigosa dela, apertei as bochechas dela de forma carinhosa e perguntei em tom de brincadeira:
_O moço mal assustou a menininha foi?
_Para — ela disse espalmando as mãos em meu peito como se fosse me empurrar, mas sem exercer qualquer força, enquanto exibia um sorriso pequeno e chateado — ele me xingou mesmo, gritou comigo, me chamou de vadia até. — ela disse visivelmente magoada.
_Ei não presisa ficar chateada — eu disse e a puxei para um abraço leve, apenas para consolá-la — ele é mesmo um grosso, é terrivl ele te falar algo do tipo, mas o cara é um ogro, sempre foi, só trata bem o Georg, por algum motivo desconhecido até mesmo pro meu amigo, não liga pra isso não vai. — dizendo isso depositei um leve beijo da testa dela que estava abaixo do meu queixo e soltando-a escutei-a perguntar:
_Se ele é tão fascinado com o Georg por que não ligou pra ele então. — pude perceber uma leve revolta na voz da bela garota e pacientemente respondi:
_Georg ta de férias Amy, alias, ele, Gust e Tom.
_Nossa você ta aqui sozinho?
_Estou.
_Isso é judiação, que horror.
Sorri com o exagero e então justifiquei:
_Não é tão horrivel, em outubro, assim que eles voltarem eu saio de férias.
_Mas ainda continua sendo injusto, eles vão ficar de três enquanto você ficou só de um.
_Bom, melhor ficar de um que de quatro não concorda? — perguntei não resistindo ao trocadilho bobo que para a minha surpresa arrancou gargalhadas dela.
_ Não sabia que você sabia ser porco um vez ou outra.
_Mas eu não sou Amy — respondi em tom indignado e logo completei — eu tomo banho todos os dias.
Rimos mais uma vez e ela se sentou em sua cadeira enquanto eu me apoiei na messa de frente para ela, que com em um tom natural e malicioso perguntou ousadamente:
_Chegou tarde por causa da garota da musica foi?
Eu sorri de modo trágico e respondi naturalmente:
_De certo modo sim, mas eu também dormi demais. — justifiquei.
_Sinto que alguém aprontou ontem a noite — ela disse se dobrando no meio de uma gargalhada.
_Amy, por favor — disse constrangido ao mesmo tempo que ria com ela — não existem maneiras de eu aprontar com a garota da musica, vamos dizer que é um amor impossivel. — ela me olhou com uma sorrisinho sapega e soltou:
_Pode dizer, ela é casada né?
_Que me dera, — pedi — é pior que isso. — sorri de modo desolado.
_Ah, chefe — ela disse usando o \"apelido\" que havia me dado no dia anterior durante nosso almoço — essa garota ta com uma cara de encrenca, larga dela sô, existem patidos melhores na cidade. — ela disse marota.
_Me aponte uma. — pedi sorrindo, então ela apontou pra ela mesma o que me espantou, assim ela caiu na gargalhada e falou entre sorrisos:
_Brincadeirinha!
Então nos perdemos em meio as gargalhadas e entre sorrisos eu dei voz a uma indireta, algo que eu não deveria fazer mas o som do sorriso dela parecia me impulsinar para o ato.
_Assedio sexual no trabalho é crime senhorita Nish, além do mais — eu disse de um modo falsamente sedutor enquanto me aproximava dela — eu posso acreditar. — Para a minha surpresa a menina a minha frente segurou meu rosto com as duas pequenas mãos e levou os lábios ao meu ouvido dizendo risonhamente:
_Quem disse que não é pra acreditar? — e depositou um beijo ao lado de meus lábios, que por um intante acreditei que acertaria minha boca, então ela soltou minha face e se pôs a gargalhar, ainda atordoado eu a acompanhei e perguntei:
_Voce já imaginou se alguém entra aqui?
_Uai — ela disse cinicamente — a gente diz assim: foda-se.
Lembrando do almoço anterior a acompanhei no sorriso e também me lembrei que não havia comido quase nada quando acordei portato aquela hora estava morto de fome, assim fiz o convite:
_Aproveitando o momento oportuno enquanto nos deliciamos com esta dignissima lembrança madame — sorria no meio da minha embromação de frase pomposa — gostaria de lhe convidar para degustar um genuino cardápio ao lado deste humilde senhor. — terminei fazendo uma referência e abanando a mão de forma circular em sua direção, que sorrindo levantou levemente a longa saia creme que ela usava junto de uma regata preta, como as mulheres dos filmes medievais e segurou a minha mão disendo:
_Seria uma honra para mim meu honrado senhor.
Então as 12:10 saimos do escritório e de braços dados adentramos o elevador sorrindo, e sem perceber que estavamos conectados por nossos braços adentramos o refeitório e arrancamos olhares de diversos funcionarios, percebi que Amy havia assumido uma postura seria e acanhada e puxando seu braço praguejou:
_Droga!
_Por que? — perguntei, enquanto ousadamente a segurava pela cintura que me olhava espantada — venha Amy, não se acanhe, vamos dar uma lição nesses desocupados. — Segurando- a pela cintura a levei até ua mesa grande de mogno que ficava ao lado de uma grande janela com uma belissima vista da cidade a mesa era, muito obviamente, destinada a funcionarios de auto escalão, não para incentivar o distanciamento entre os funcionarios, mas para que realizassemos reuniões na hora do almoço,o que nós dava tempo, um dos motivos para ela só ser oucupada quando um de nós quatro convocavamos o pessoal desse modo puxei gentilmente uma cadeira para Amy e usando um microfone chamei o gerente geral, os diretores chefes de pessoal, marcketing, vendas e financeiro para uma rapida reunião, isso claro era normal, o que causou indignação foi o fato de Amy estar na messa almoçando ao nosso lado.
A apresentei para os diretores adiantei a reunião que teria as cinco da tarde, pedindo que o diretor financeiro passasse adiante o que foi descutido, ao fim do almoço me despedi dos diretores e puxei Amy pela mão, o que, mais uma vez, gerou inumeros olhares, quando alcançamos as escadas Amy parou e me olhou enfurecida, por um instante pensei que ela fosse me matar, mas então a explosão, ela gargalhava de forma estrondosa enquanto tentava me acertar com tapas.
_Seu louco, ai como eu queria te xingar — um tapa — você viu a cara dele? — e mais gargalhadas, sorriamos justos, os olhos grudados, conectados, como se um ima os mantivessem unidos. — você é muito idiota!!! — mais gargalhadas e um tapa.
_Ai! — reclamei — seu tapa doi.
_Me obrigue a parar chefinho. — ela disse em um tom infantil, não mais do que uma criança de cinco anos e então me mostrou a lingua. — e mais uma vez não me contive.
_Quem da lingua quer beijo, sabia?
_Eca!! — ela arregalou os olhos como um a criança e tampou a boca com as duas mãos exibindo unhas curtas e brancas.
Eu ri da atitude da garota a minha frente e entendi, não era uma indireta super direta que a conquistaria, ela não era, afinal de contas, uma garota qualquer, aos 15 anos ela já provava que sabia muito bem se virar e não pressisava de um homem para isso, sorri de leve para ela e puxei delicadamente os braços dela descobrindo seus lábios rosados, beijei levemente sua buchecha, apenas uma troca de carinho entre amigos e disse enqunato empurrava-a escada acima:
_Criança!
_Sou mesmo — ela respondeu infantil — com muito orgulho e muito amor.
Depois dos momentos agradaveis com Amy adentrei minha sala, eram cinco da tarde quando ela entrou na minha sala com umm jeito de muleque e batendo continencia declarou:
_Chefinho tô rachando o fora falô?
_Falo funcionariazinha. — sorri da brincadeira.
_Vá com os anjos e boa noite e atenção na aula ok?
_Bill! Você é meu chefeeeeeeee, não meu pai.
_Mas eu me preocupo com a senhorita dignissima dama. — falei sorrindo.
_Ta bom viu — ela disse sarcastica e me dando um beijo leve na testa se virou e enquanto fechava a porta desejou — fique com Deus e boa noite Bill.
Continuei um bom tempo ali olhando para a porta e me lembrei do que Peter, o diretor de marcketing havia me dito logo após a nossa reunião no refeitório, ele havia me ligado e como o amigo que era e sendo mais velho que eu disse que se sentia na obrigação de me previnir quanto a loucura que eu estava fazendo me envolvendo com uma garota 19 anos mais nova que eu, madura e bela claro, mas ainda assim era imprudência, uma vez que isso podia prejudicar a empresa, segundo meu caro amigo as garotas novas tem o poder de desgraçar com a vida de homens mais velhos como nós, o tranquilizei dizendo que eu e ela somos amigos e que minha atitude no refeitório havia sido infantil, mas era essa a intenção. Logo que desligamos percebi que ele estava correto, Amy era como um anjo, mas por minha culpa estava me fazendo mal, já que até uma noite de sono eu havia perdido por ela.
Deixei a lembrança de lado e voltei ao presente, havia muito serviço a fazer, fiquei no escritório até as 1:00 am, sabendo que não conseguiria acordar cedo na manhã seguinte em concequência da noite anterior e do dia de hoje passei pela messa de Amy na intensâo de deixar um bilhete avisando que chegaria depois do almoço no dia seguinte. Descobri que a mesa da minha menina era estremamente organizada, diferente da minha, e que não havia papeis espalhados encima dela, então abri a primeira gaveta e tirei de lá um bloquinho de recados, o abri a esmo e para minha doce surpresa eu me deparei com uma das folhas rosas no meio do bloco escrita, tinha a letra da Amy que de uma maneira bem adolescente havia expressado a tal da paixonite aguda, algo que me surpreendeu, pois aquela garota madura e centrada não parecia do tipo que fazia aquele tipo de coisa, mas o fez, dentro de um coração a já conhecida letra dela havia escrito: Amy & Bill, destaquei a folha e guardei-a em meu bolso, então na folha rossa que seguia o coração escrevi: Chego tarde amanhã, estou saindo daqui agora e são 1:20 am :(
Durmo até mais tarde amanhã, mas tô te esperando as 12:00
em ponto para almoçarmos, mas vamos comer porcaria ama-
nhã, te espero no mcdonalds.
Beijos s2
Bill k.
Então, finalmente, sai do escritório, transbordava felicidade enquanto segurava firmemente o papel com os nossos nomes envolvidos em um coração, cheguei em casa sem perceber e após um rapido lanche e um banho quente me deitei, adormeci como um garoto apaixonado, agarrado ao papel cor de rossa e desejando que logo chegasse o dia seguinte marcando 12:00.
Notas finais
E então mereço review?????????
beijão a todas!!
P.s.: Algué me da o DVD do TH???????? PLEASE PLEASE PLEASEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!!!!
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