Uma das vantagens de Sanji ser o cara mais pervertido da face da Terra era que podia facilmente ter outra ereção, mesmo tendo acabado de gozar.

Sabendo disso, Zoro não soltou seu pau amolecido, apenas recomeçou os movimentos, usando o próprio gozo do outro para ajudar a movimentar sua mão. Observava o loiro se contorcer e não entendia como ele não estava morrendo de agonia, porque com certeza ainda devia estar bastante sensível. Não demorou quase nada para que Sanji estivesse completamente ereto outra vez em sua mão, ele era tão fácil que tranquilizava bastante Zoro sobre fazer as coisas do jeito certo. Aparentemente quando se trata de um pervertido não há jeito errado.

Sanji não teve tempo de ficar frustrado por ter gozado tão rápido, porque no mesmo instante o marimo pervertido já começou a masturbá-lo com vontade até que estivesse bem duro novamente. Ele olhava para o meio de suas pernas ansioso pelo que poderia acontecer, mesmo que não fizesse ideia dos planos indecentes do outro. Esperou que Zoro metesse os dedos melados de sêmen nele, mas o que aconteceu fora três milhões de vezes melhor.

Antes que Sanji acabasse se derramando em sua mão em segundos outra vez, Zoro rapidamente interrompeu os movimentos com e largou o pau do cozinheiro, se afastando enquanto de novo gastava alguns segundos admirando o corpo à sua frente. Sanji era simplesmente perfeito. Seus mamilos estavam duros de terem sido tão abusados e seu pau rosa encostava e contrastava com a pele alva, quase chamando por ele. Zoro se abaixou e prontamente atendeu ao pedido, colocando dentro da boca de uma só vez. Ele o fez desaparecer por um instante e Sanji delirou de prazer. Era estranho, mas maravilhoso. A boca do outro era extremamente quente e deliciosa e só de colocar seu pau ali dentro já dava para notar o quanto ele queria chupá-lo.

Mas, ter abocanhado todo o membro tão rápido se demonstrou ser uma péssima ideia para alguém que nunca havia feito nada do tipo, e Zoro logo deixou escapar a maior parte da extensão, ficando apenas com a glande dentro da boca. Felizmente sua habilidade com objetos fálicos em sua boca tenha permitido não ter se engasgado, só precisava ir com mais calma. Claro, era extremamente difícil ter calma quando se estava faminto, Zoro só queria chupar Sanji até fazê-lo sentir-se tão bem quanto ele sentia quando o outro fazia em si.

Com apenas a glande na boca do moreno, Sanji sentia-se desesperado por mais. Queria muito ser penetrado, assim como desejava pedir para o outro prepará-lo, só que era muito vergonhoso e não é como se não estivesse bem preparado depois daquele tempo no chuveiro. Ele lambeu os lábios com o pensamento e levantou um pouco o tronco para olhar o corpo alheio, notando uma incômoda cueca atrapalhando sua visão. Franziu o cenho e levou os pés até a peça, sem querer, ou talvez nem tanto, encostando no volume enorme que estava sendo sufocado ali. Sorriu pervertido, era tão bom ver o quanto o marimo o desejava que fazia seu pau pulsar, ou isso era só por ser muito pervertido mesmo.

— Não é justo só eu... — A voz manhosa não parecia muito confiável, Sanji era um completo depravado e queria olhar o corpo todo do maior. Com os pés ele começou a abaixar o tecido, até conseguir ver o delicioso pau de Zoro, a glande tão melada que ele parecia já ter gozado, aquela visão o fez lambeu os lábios e suspirou ao imaginá-lo todo dentro de si. Involuntariamente sua entrada começou a contrair, desesperada para ser fodida.

Sanji adorava usar esse argumento para deixá-lo exposto. Mas não é como se Zoro estivesse reclamando. Sentir por um segundo o pé hábil do cozinheiro tocando em seu pau o fez perceber o quanto estava necessitado. Estava esse tempo inteiro focado em tocar o outro que nem havia lembrado de sua ereção esquecida, já dolorida de tesão. Agora que o loiro a havia libertado era bem mais difícil ignorá-la, e ele não queria focar em si mesmo porque queria ser paciente. O idiota realmente não conseguia ficar parado sendo abusado por cinco minutos, tinha que tomar as rédeas da situação de qualquer maneira. Embora isso já fosse o esperado, e também o que fazia Zoro gostar mais dele ainda.

Continuou movimentando sua boca ao redor da glande de Sanji, indo com calma dessa vez, parcialmente pelo erro de ir muito rápido antes e também porque temia que se aumentasse demais o ritmo aquilo acabaria muito rápido e ele definitivamente não queria isso. Ele queria chupá-lo com paciência, ter tempo de deixar escapar e abocanhar de volta a cabeça rosinha em seus lábios centenas de vezes. Engolir progressivamente cada vez mais da ereção deliciosa, até que finalmente pudesse afundar o rosto nos pelos loiros. Queria sugá-lo até quase sufocar, até que o outro pedisse por alívio. Este era o nível do quanto amava a sensação de Sanji preenchendo sua boca.

Começou a sentir o loiro investindo contra si, e não apenas seu pau, mas especialmente parecia que movimentava sua entrada em sua direção. Zoro sentiu vontade de sorrir enquanto lambia e sugava o pau em sua boca, Sanji era tão pervertido que claro que não se contentaria apenas com um único estímulo. Ele levou sua mão ainda um pouco melada de gozo até a entrada do outro e resolveu dar o que ele queria. Ou pelo menos quase. Zoro apenas manteve os dedos o acariciando do lado de fora sem investir contra ele, apenas se divertindo em ter um pouco de poder sobre o menor para variar.

Sanji estava em transe. Sentia a necessidade absurda de investir contra a boca de Zoro, rapidamente e com força, porém, não queria ter nenhum controle da situação, deixando que o outro o abusasse da forma que bem entendia, na intensidade, velocidade e pressão que fosse mais agradável para o moreno, mesmo que no fundo soubesse que era a primeira vez que ele estava colocando um pau na boca. Ser entregue às vezes poderia ser bem chato e entediante, e seria o caso se não estivesse admirado com o quão focado o marimo estava em fazer aquilo e no quão delicioso estava sendo. Parecia que ele desejava tanto chupá-lo que era totalmente diferente de todas as outras vezes em que alguém colocara seu pau na boca. Naquele momento ele percebeu que todas as mulheres em que partilhara a cama não estavam realmente afim dele e sim só o usando. Era triste, mas a boca faminta em seu pau agora não o deixava ficar desapontado, se aquilo que era um real boquete, Sanji só queria que Zoro o chupasse pelo resto de sua vida.

O cozinheiro precisava urgentemente de algo dentro de si e aquela brincadeira de Zoro só estava piorando sua situação. Era angustiante sentir os dedos dele tão próximos, tocando sua entrada, mas não efetivamente enfiando. Zoro iria matá-lo assim. Sanji era muito pervertido para ter algum tipo de autocontrole. Cansado daquela provocação que durou menos de cinco segundos, ele encheu a própria mão de saliva e levou até os dedos que eram esfregados em seu buraquinho, passando toda sua saliva neles e sem deixar que Zoro o negasse aquilo, puxou dois dedos para dentro de si, o forçando a penetrá-lo. Ele gemeu alto com aquela invasão e se sentiu terrivelmente obsceno por ser tão fácil dois dedos entrarem de uma vez. Zoro com certeza notaria que estava não só muito relaxado como muito largo, perceberia que ele havia se tocado antes. Não que Sanji se importasse.

Com os dedos o fodendo, a boca o chupando e as mãos voltando para tocar seus mamilos, estava quase tudo completo, com exceção de sua boca. Se pudesse estaria chupando o pau gostoso do marimo naquele momento, entretanto, pedir seria demasiado vergonhoso, então só restava tocá-lo de alguma forma, sobrando-lhe apenas os pés. Sanji começou a esfregar os dedos na ereção dura, achando que acabaria derretendo com seu toque de tão quente que estava. Ele sorria da forma mais indecente possível enquanto seus pés faziam movimentos de cima para baixo, atrevendo-se a ir até os testículos do maior e pressioná-los com as pontas dos dedos. Tentava manter o foco em masturbá-lo, mas os dedos dentro de si, a boca o chupando e os mamilos sendo abusados por ele mesmo estavam sendo muito para aguentar.

O fato de Sanji se utilizar de sua elasticidade e habilidade com as pernas para masturbá-lo com os pés era um golpe muito baixo. O pau de Zoro estava praticamente intocado e abandonado até então, e ele não conseguiu se conter ao ser massageado tão repentinamente, deixando escapar não apenas um, mas uma sucessão de gemidos que eram abafados apenas pelo fato de sua boca estar preenchida pelo pau de Sanji. Maldito pervertido. Aliás, Sanji era tão safado que já havia se tocado por trás mais cedo. Zoro tinha certeza disso porque já havia metido seus dedos nele o suficiente para saber que não entraria tão exageradamente fácil a menos que já tivesse sido preparado. Não que isso o surpreendesse, tanto tempo de amizade fazia com que tivesse conhecimento de que Sanji se masturbava religiosamente todos os dias, vezes o suficiente para esfolar o pau de um ser humano normal.

Mas nada disso importava muito na verdade. O que importava era o gemido delicioso que o loiro havia dado ao penetrar-se com os dedos dele, o que importava era Sanji estar sentindo prazer, e isso estava estampado no rosto dele. Sanji sorria de forma depravada enquanto apertava seus mamilos como se fosse arrancá-los fora e forçava a entrada e saída dos dedos grossos em si mesmo com os movimentos do quadril.

Para Zoro, ver o loiro tão excitado só aumentava seu próprio desespero. Ele aumentou involuntariamente o ritmo do boquete, engolindo o pau de Sanji muito mais rápido do que pretendia, já que a fricção em seu pau e suas bolas o fazia perder o controle de todo o corpo e se mover freneticamente. Ele já não estava mais conseguindo manter muita calma ou paciência com os pés de Sanji o massageando. Na verdade, à essa altura Sanji não estava nem os movendo, era Zoro quem estava basicamente se esfregando vergonhosamente nos pés do loiro, mas não podia evitar. Odiava se esfregar no outro como um cachorro, mas de alguma forma Sanji sempre conseguia deixá-lo nesse estado patético, gemendo sem conseguir se conter e desesperado para ser tocado.

Os gemidos de Zoro eram os melhores que Sanji já ouvira em toda sua vida e a situação obscena em que ele se encontrava apenas melhorava a situação. Ouvir os ruídos causados pela saliva e movimentos enquanto chupava todo seu pau o constrangiam e o excitavam ao mesmo tempo, típico de um pervertido. As reações do loiro para todos aqueles barulhos indecentes era simplesmente rebolar bem gostoso nos dedos grossos, contraindo a entrada para senti-lo se forçando em um orifício mais estreito. Precisava desesperadamente de algo bem maior em seu cuzinho, e o pau do outro pulsava cada vez mais com o contato com seus pés e era delicioso, Zoro estava tão duro e escorregadio que seria bem fácil de meter nele usando só todo aquele pré-gozo como lubrificante.

Sanji estava desesperado com todos aqueles estímulos, era muito para ele aguentar. Se sentia tão fraco e fácil por estar quase em seu terceiro orgasmo apenas na última hora, mas não é como se ele fosse conter. Como sempre, não iria se segurar, aproveitaria esse gozo e o seguinte sem se privar de prazer. Ele via seu pau sumindo dentro da boca do maior e amava admirar aquela visão, era uma obra de arte ao vivo. Por mais que ele mesmo quisesse se enfiar naquela boca quente, acabava deixando só o outro o abusar com vontade, porque não iria perder aquele homem louco por seu corpo, nem ferrando. Enquanto isso, Zoro fazia exatamente o oposto que ele, investindo desesperado contra seus pés, basicamente os fodendo. Era tão safado e excitante que o loiro só conseguia se sentir bobo com a visão.

Zoro sentia que ia morrer. Se Sanji continuasse a fazer essas coisas com ele certamente iria matá-lo. Zoro já estava perigosamente próximo de seu limite enquanto o chupava e ouvir o amigo chamando incessantemente pelo seu nome apenas o fazia ter mais vontade de gozar. Sanji parecia estar em outra dimensão, ele gemia seu nome tão alto, tão obscenamente, Zoro só queria chupá-lo cada vez mais forte, ouvir mais e mais seu nome saindo dos lábios de Sanji.

O loiro não percebeu quando abandonou os mamilos e começou a se segurar nos lençóis da cama, puxando-os e enrolando-os em sua mão. Os gemidos se tornaram mais altos e desconexos, chamava várias vezes o nome do amigo como se quisesse deixar bem claro que era só nele que pensava, que amava, que queria se entregar. Ele não conseguia mais pensar, sua mente estava completamente em branco e as ações eram resultado apenas do instinto. Suas mãos agarraram com força os cabelos verdes e o puxaram para trás, retirando seu pau da boca quente, causando um estalo indecente e muita saliva derramada.

— Vou gozar... — Sanji disse se perdendo em meio as palavras, gaguejando e completamente aéreo, não conseguia mais conter aquele orgasmo desesperado.

Para sua surpresa, quando Zoro soube que ele estava prestes a gozar, enfiou o pau dele de volta em sua boca. Não iria negar aquilo ao loiro, não é como se ele não tivesse feito a mesma coisa com ele dezenas de vezes. Ele sugava com mais vontade toda sua extensão e a glande. O loiro gritou de prazer achando que era o momento de ele ficar inconsciente e morrer, não sabia se era digno de tanto prazer, se merecia um homem não só gostoso como faminto por seu pau.

Sanji estremeceu e gozou forte na boca do moreno, enchendo-o com seu mais puro prazer. Enquanto o loiro gozava em sua boca, Zoro sentia que estava quase gozando também, aquela sensação, aqueles gemidos, era o suficiente para que bastasse tocar em seu pau e ele de derramaria pateticamente fácil. Naquele momento não existia mais nenhuma consciência e o menor apenas começou a meter com força na boca a cada jato de porra que saía de seu pau direto para a cavidade molhada.

Mesmo com um orgasmo perfeito, ele não queria que Zoro parasse. Seu corpo todo estava fraco e ainda assim ele se arrastou pela cama, totalmente trêmulo, empurrou o maior até a cabeceira, sentando-o ali e babou em sua própria mão, levando até o pau enorme e melado e derramou toda sua saliva molhada nele. Sem nenhum pudor ele segurou o pau moreno e endireitou em sua entrada, para sentar-se de uma vez, obviamente se arrependendo no mesmo instante, mas não se arrependendo totalmente ao senti-lo tão fundo em seu cuzinho já não muito apertado. Teve que abraçar o pescoço grosso para ter algum apoio, ainda estava morrendo por causa do orgasmo de segundos atrás.

Aquilo era algo que Zoro não poderia ter previsto nem em um milhão de anos. Ao invés do cozinheiro cair morto depois do próprio orgasmo, o desgraçado sentou em seu colo sem nenhum aviso prévio. Sentia seu pau sendo completamente envolvido e esmagado e bastou Sanji se mover umas duas vezes para que Zoro gozasse com tudo, preenchendo seu interior com o gozo que estava segurando há tanto tempo. Zoro mordeu o primeiro pedaço de pele branca que conseguiu alcançar, se impedindo de gritar com a onda de prazer repentino, beijando o local posteriormente para se desculpar.

Por mais que o orgasmo tivesse sido bom, foi quase doloroso com o tanto que ele tentou evitá-lo e adiá-lo. Não era justo, mal tinha dado tempo de sentir como era e já havia acabado. Não queria Sanji por meros segundos, queria fodê-lo propriamente.

Sentiu o pau de Sanji quase duro outra vez em seu abdômen e apressou-se em agarrá-lo para agilizar o processo, enquanto a outra mão passeava pelo corpo suado. O interior do outro parecia mais delicioso ainda agora que estava preenchido pelo seu gozo quente, e seu pau semi-endurecido deslizava dentro dele com facilidade. Sentia-se ainda excitado com a situação mesmo que tivesse acabado de gozar, era difícil não ficar enquanto estava fodendo Sanji pela primeira vez, que não havia ainda abandonado seu pau e cavalgava lentamente nele. O loiro parecia quase morto, mas continuava a ordenhar cada gota, contraindo o interior delicioso e apertado, buscando mais e mais de seu leite.

Era triste o quão rápido Zoro havia gozado após o loiro sentar-se em seu pau. Não que Sanji já não tivesse gozado duas vezes depois de começar a ser abusado e seu pau já estivesse começando a crescer novamente, mas, Zoro literalmente durou três segundos. Apenas havia começado a rebolar bem gostoso naquela rola incrível e do nada, sem nenhum aviso, sentiu aquela porra gostosa o preenchendo da forma mais suja de todas. Estava corado e sorrindo safado, amava ser marcado por aquele homem quando ele estava inconsciente de seus atos, acabava de descobrir que amava ser fodido. Ele contraia seu interior, como se quisesse estimular o maior para que não perdesse o ritmo e continuasse a fodê-lo.

Zoro tirou o amigo de cima de si e o jogou de costas no colchão novamente, determinado a meter direito nele desta vez. Quando o marimo o afastou de seu colo, Sanji se desesperou ao achar que tudo havia acabado, mas o pensamento sumiu ao vê-lo se masturbando. Era linda a imagem daquele corpo grande e moreno desesperado por ter outra ereção, o menor babava muito naquele homem.

Enquanto se masturbava para ficar completamente duro outra vez, encarava as írises azuis em busca de uma confirmação de que o pervertido ainda tinha condições de aguentar outra rodada, e achou que era o suficiente o fato de Sanji praticamente implorar por isso com o olhar enquanto levava a própria mão à sua ereção, a tocando com rapidez e desespero.

Zoro desviou o olhar até a entrada de Sanji, seu gozo ainda escorria, sujando todo o lençol da cama, fazendo com que aquele cuzinho parecesse mais convidativo ainda. Desesperadamente, se posicionou entre as pernas do loiro e juntou o sêmen que escorria pela bunda novamente na entrada e começou a se enfiar novamente naquela cavidade deliciosa. Não meteu tão depressa como o loiro havia feito anteriormente para que o outro não esmagasse seu pau, não que aquilo fosse de todo ruim, mas não demorou muito para que estivesse com o pau inteiro dentro de Sanji, já que o outro estava preparado o suficiente para isso.

Zoro não sabia exatamente o que fazer, era virgem e nunca havia visto um pornô nem nada do tipo, então apenas desligou sua mente e resolveu não pensar muito, apenas seguir seus instintos e fazer.

Sanji sentia seu cuzinho totalmente molhado e quente, e aquilo estava longe de satisfazê-lo. Por mais que estivesse se tocando, não era apenas isso que desejava, queria Zoro o fodendo com vontade e ser jogado na cama com o corpo maior por cima era exatamente o que tanto fantasiava. Seu pau latejava em sua mão que o apertava com mais força que o necessário para evitar um orgasmo não convidado naquele momento. Se fosse para gozar, só aceitaria com Zoro metendo bem gostoso nele.

E o moreno meteu tão gostoso. Devagar, completamente diferente de como Sanji havia feito, mesmo lentamente não demorou para ele estar todo dentro e era perfeito. As sensações que passaram por seu corpo eram de outro mundo, não sabia como reagir aquilo, apenas largou o próprio pau e agarrou os ombros do maior, puxando-o para cima de si, colando seus peitos e tomando seus lábios outra vez em um beijo demorado e necessitado. Não deixaria que um mal-entendido voltasse a acontecer e algum dos dois idiotas pensasse que não queria que o outro o beijasse, então o beijaria sempre que tivesse oportunidade, até mesmo quando não estivessem fazendo coisas indecentes na cama.

Os dedos finos se afundavam nos músculos das costas largas e algumas vezes da nuca, sempre puxando o maior para mais perto como se tentasse se fundir com ele. Zoro investia com vontade contra seu corpo e Sanji fazia questão de contrair-se sempre o máximo como se dessa forma pudesse sentir o outro com mais intensidade e de fato aquela ideia era ótima porque estava sentindo seu corpo bem estreito e o pau do outro o preenchendo, deslizando de forma deliciosa com toda aquela porra gostosa em seu cuzinho apertado...

Embora tenha se contido no começo para meter lentamente, Zoro não poderia ir mais devagar agora mesmo se quisesse. Sanji o envolvia por completo, se contraía ao redor do seu pau, não sabia se involuntariamente ou de propósito, e ele só conseguia meter cada vez mais forte e mais fundo, ouvindo os barulhos ficarem mais indecentes e os gemidos do loiro, mais altos. Era gostoso demais para parar por sequer um segundo, tão fácil de foder, tão escorregadio e melado, seus quadris se moviam com um desejo absurdo. Tinha certeza que Sanji deveria estar escorrendo ainda mais que antes e ele apenas pensava indecentemente no quanto seria bom enchê-lo de porra pela segunda vez, vê-lo ficar cheio e transbordar com o seu prazer, mas não tinha nem tempo de se envergonhar com seus próprios pensamentos, não conseguia raciocinar. Sanji o puxava para perto com urgência, colando seus corpos um no outro, e o agarrava como se nunca mais fosse deixá-lo ir, o que fazia Zoro fodê-lo com mais vontade ainda.

Ele empurrava uma das pernas do cozinheiro em direção ao peito magro dele, numa posição que quebraria corpos mais frágeis e menos flexíveis, para ter mais espaço entre as pernas dele e conseguir se movimentar mais fácil enquanto era puxado contra o corpo do outro. Beijá-lo enquanto metia também era difícil, ainda mais quando era seu segundo beijo em toda sua vida, e ele mal conseguia sincronizar o que estavam fazendo, então parecia mais que suas línguas estavam apenas se esfregando descoordenadamente, completamente diferente do beijo lento e paciente de antes. Zoro percorria Sanji inteiro com suas mãos, tateando cegamente tudo em que conseguia tocar, e logo abandonou a boca de Sanji, que continuou aberta e salivando, para se abaixar e tentar beijar toda a extensão daquele corpo que se movia contra o seu. Encontrou um dos mamilos do loiro e o colocou na boca, começando a sugá-lo e mordê-lo.

Ter seu mamilo sendo abusado era insano. Antes a ideia de Zoro o tocar era fora de juízo, agora era a coisa mais real existente. Os movimentos que o moreno fazia com o corpo grande eram incríveis, mesmo que não tivesse nenhuma real habilidade, só de ser o seu marimo o fodendo já era a melhor coisa do mundo. Sanji era muito fraco para sexo, e quando o sexo era com o homem que amava, parecia que tudo o tornava ainda mais fácil. As duas vezes anteriores que gozara não estava nem perto de ser o suficiente, já sentia seu corpo perdendo as forças e se movendo com mais intensidade contra o moreno começando a entrar em desespero outra vez.

O abdômen terrivelmente gostoso de Zoro era esfregado em seu pau, o estimulando em todos os locais possíveis. Os mamilos eram devorados, assim como seu cuzinho não mais tão apertado. Sanji era tão safado que não conseguia aguentar tanto prazer acumulado e a cada fricção do outro em seu pau parecia que era um orgasmo que tinha. E tudo se tornou pior quando Zoro começou a investir de uma forma específica que começava a atingir sua próstata e continuou a meter daquela forma, fazendo o loiro derreter por completo.

— Porra... — Zoro gemeu quando sentiu o loiro apertando ainda mais seu pau, Sanji parecia ter aprovado a ideia de ser abusado ali, então ele apenas continuou a sugar forte o mamilo, às vezes deixando-o escapar de sua boca para gemer ou xingar, perdendo completamente o controle das palavras que saiam de sua boca no estado em que se encontrava.

— Porra, eu te amo tanto. — Ele falou sem nem perceber direito o que dizia, enquanto seus braços envolviam o loiro, apertando forte o corpo magro.

Sanji não se aguentou e se agarrou com toda força que tinha no corpo maior, sentindo-o lhe apertar com ainda mais força quase como se fosse quebrá-lo ao meio. Era sufocante e perfeito, e se achava que ter a próstata atingida era a melhor coisa do mundo, ele estava completamente errado. Foram aquelas palavras que Zoro falou que o fez chegar ao seu limite mais uma vez, palavras que ele definitivamente não estava esperando e o pegaram em cheio.

A declaração do outro continuou a se repetir por sua mente durante todo seu orgasmo, e ele gritava desesperado o nome do moreno como se estivesse dizendo que sentia o mesmo, mas sem propriamente usar aquelas palavras. Seu pau gozou no peito dos dois e parecia que aquele era o dia mais feliz de sua vida.

Sanji ficava ainda mais lindo depois de um orgasmo, ao menos essa era a opinião de Zoro. Ele amava a cara de satisfação do outro, seu sorriso bobo, como se não tivesse uma só preocupação na vida. Na verdade, nos momentos que antecediam o orgasmo ele era perfeito também. A forma como Sanji fechava os olhos e contorcia todos os músculos da face, a necessidade de gozar gostoso estampada no rosto angelical do safado. O corpo do outro se movia freneticamente em direção ao seu, praticamente se empalando sozinho em seu pau, claramente louco para fazê-lo gozar. Zoro também estava, e muito, e os movimentos violentos do loiro aumentando o ritmo só o faziam ficar com mais vontade. Não demorou muito para que o menor ficasse totalmente sem forças devido ao orgasmo intenso e interromper os movimentos, fazendo com que Zoro tivesse que retomar o ritmo sozinho. Ele continuou fodendo impacientemente o outro enquanto ele estava ofegante e chamava agora baixinho seu nome milhares de vezes como um mantra, apertando deliciosamente seu pau por causa do orgasmo e fazendo com que fosse impossível para Zoro aguentar por muito tempo depois disso.

O cozinheiro caiu morto na cama enquanto seu peito subia e descia com uma frequência bem maior que o normal, ofegante, cansado e morto, mas realizado e feliz. Zoro observava o amigo completamente aéreo, o gozo dele espalhado pelo seu peitoral e as gotas de suor brilhando no pescoço marcado, que Zoro só havia notado agora. Geralmente, Zoro fechava os olhos durante um orgasmo, mas ele permaneceu olhando Sanji sorrir, enquanto dava as últimas estocadas e gozava pela segunda vez naquele interior quentinho. Ele gemeu alto e sem pudor nenhum como jamais fazia e não poderia se importar menos, sua mente estava em branco, ou melhor, nela só havia o loiro à sua frente.

Se forçou a não desabar imediatamente depois de seu orgasmo para não esmagar o menor e reuniu as últimas forças para sair de seu interior e deitar ao seu lado, puxando o corpo de Sanji para si e adormecendo quase no mesmo instante, não que isso não fosse o normal para ele. O loirinho ainda passou alguns minutos observando o amado, sorrindo bobamente cada vez que se lembrava da declaração. Ele também o amava da mesma forma. Muito. Logo também adormeceu devido a exaustão.

Sanji acordou no dia seguinte incrédulo com o sonho maravilhoso que tivera. Havia finalmente transado com Zoro e parecia que todo seu corpo ainda sentia os toques do outro. Fora o melhor sonho de toda sua vida e ele sorria da forma mais besta apaixonada possível. O sol atravessava sua janela, clareando totalmente o quarto e ele se arrependeu de ter ido dormir sem fechar as cortinas... Só não se lembrava quando é que tinha ido dormir... Ele franziu o cenho e olhou para o lado, vendo o moreno de seus sonhos mais indecentes dormindo deitado de barriga para cima em sua cama e completamente nu. Se assustou por um instante, mas não é como se fosse incomum acordar com Zoro ao seu lado, não?

Definitivamente, não. Era quase uma rotina tê-lo ao seu lado, porém, sempre vestido, e naquele momento a última coisa que aquele homem estava era vestido. Ele conseguia ver todo o corpo bronzeado praticamente brilhando, o membro adormecido e ainda assim lindo, e o rosto com uma expressão calma e serena. Era lindo. Só então Sanji percebeu que talvez aquele não era um sonho e que realmente tinham transado. Ele se lembrava dos toques e tinha certeza que não eram toques de um sonho, Zoro havia o tocado de todas as formas e fizeram amor bem gostoso.

Ao se mover para acordar o outro, a sua dúvida acabava de ser sanada. Sentia seu interior melado, o corpo fraco e ao começar a observar, existiam marcas em toda a pele branca, seja de chupões, mordidas ou dedos. O loiro arregalou os olhos ao se dar conta que realmente fora fodido bem gostoso pelo homem adormecido ao seu lado e o sorriso que existia em seu rosto aumentou de forma que iluminaria todo o quarto.

— Nós transamos... — Falou sozinho, sentindo as bochechas esquentarem de vergonha.

— É... — Zoro respondeu involuntariamente, esquecendo-se de que estava fingindo estar dormindo.

Geralmente ele realmente estaria dormindo àquela hora, mas havia acordado um pouco mais cedo. Zoro não tinha o menor problema em acordar de manhã e voltar imediatamente a dormir, mas assim que acordou e viu Sanji as lembranças da noite anterior começaram a inundar sua mente e ele não quis mais voltar a ao sono. Preferiu deixar seu cérebro lentamente se recordar de como foi bom, de como estavam próximos, do quanto era gostoso dentro dele, de como o loiro o apertava com vontade e grudava seus corpos o mais próximo possível… Ele amava aquilo. Tudo estava perfeitamente bem e incrível na mente de Zoro até ele se lembrar de três palavras.

Eu te amo. Ele havia dito isso. Enquanto adorava o corpo do outro e não tinha noção do que dizia. Havia dito mais para si mesmo do que para o outro, mas porra, ele disse em voz alta. Zoro queria socar seu próprio rosto. Que tipo de retardado diz algo assim no meio do sexo, ele era algum tipo de bobo apaixonado agora?

Sentia suas bochechas queimando após responder à fala de Sanji e se recusou a abrir os olhos e encarar o rosto do outro, mesmo já tendo estragado seu disfarce de estar dormindo. Era bem ridículo continuar fingindo como uma criança, mas talvez fosse melhor que encarar o loiro.