My Youth Is Yours
18 Mudança
Notas iniciais

Zoro estava na casa de Sanji, como era de costume. Algumas semanas haviam se passado desde que ele vergonhosamente admitiu que queria tentar… Explorar uma parte até então inexplorada do seu corpo. Não que Sanji nunca tivesse tocado lá, era inevitável quando transavam, mas o loiro nunca havia metido nada nem chupado. Tudo sempre se manteve em toques meio sem querer enquanto explorava a região do períneo do maior num boquete, ou quanto estavam em posições que o deixavam exposto. Não que Zoro tivesse algum tipo de barreira idiota quanto a isso, só não pensava muito no assunto, esse tipo de perversão não era tão óbvia e inata para ele como era para o loiro sem vergonha.
No dia do festival, quando voltaram para casa, ele deixou Sanji desbravar um pouco a área. Era um pouco estranho, mas nada desagradável. Nas semanas seguintes o loiro continuou tocando sempre sua entrada quando estavam juntos, metendo um ou dois dedos gentilmente de vez em quando, enfiando sua língua até onde conseguia, mas não havia realmente tentado penetrá-lo ainda, o que já estava esgotando a paciência do espadachim.
Ele apreciava que Sanji estava sendo paciente, amável, gentil, afinal era da sua natureza, mas o maldito cozinheiro estava o tratando como se ele fosse de cristal. E era estranho porque ele jamais o tratava assim, como se fosse quebrá-lo a qualquer instante, Zoro não entendia por que o loiro estava tão cauteloso. Era doloroso olhar nos olhos daquela perversão ambulante e ver que ele estava se contendo, que estava louco para fazer algo que não se permitia. E era completamente sem sentido, já que no momento em que Zoro se pronunciou sobre isso a primeira coisa que o pervertido quis fazer foi voltar correndo para casa de tanto que queria.
Desde o festival Sanji estava abusando daquele cuzinho apertado. Naquele mesmo dia ele lambeu, chupou e conseguiu meter o comecinho de um dedo e amou ver as reações do moreno. Ele sabia que não entraria tão fácil, modéstia à parte seu pau era bem grande e grosso para os padrões, teria que conseguir meter pelo menos três dedos, mas Zoro certamente não acharia agradável logo na primeira vez. Ele ficava tenso e se contraía, esmagando seu dedo em seu interior, mas quando estava apenas lambendo o moreno parecia apreciar muito. Como estavam com muito tesão outra vez, Sanji acabou cavalgando gostoso nele até que estivessem satisfeitos.
As vezes que se seguiram, de pouco em pouco o moreno começava a permitir que o tocasse mais. Já conseguia enfiar um dedo inteiro e praticamente tudo que conseguia da língua e ouvir os gemidos prazerosos do outro o deixava excitado. Vez ou outra conseguia enfiar dois dedos e o moreno nem notava que já estava com dois dentro. Era estranho ele ser o fodido mesmo depois de passar horas tocando o cuzinho de Zoro. Muitas vezes não se aguentava de tesão e metia os dedos no próprio buraquinho, ou apenas se masturbava enquanto lambia e tocava o outro.
— Eu não vou quebrar, idiota. — Zoro olhou para o loiro irritado, enquanto Sanji retirava seus dedos de dentro dele antes que chegasse a meter três, para enfiá-los em si mesmo, como sempre. Zoro observava o outro enquanto levava sua mão até seu pau, apertando propositalmente forte, fazendo-o se contorcer. — Me prepara direito e mete em mim.
Nessa noite, Sanji estava como sempre fazendo tudo bem devagar. Ele amava ficar horas abusando do corpo de Zoro, excitando-o até não se aguentar mais e pedir para que fosse logo, para que fodessem de uma vez. No entanto, sempre era uma surpresa agradável Zoro falando aquelas coisas safadas que o enlouqueciam, será que o moreno não percebia o quão pervertido estava sendo? Pedindo para ser fodido, para que metesse logo. Sanji sentia que ia morrer sempre que ouvia aquelas coisas obscenas, parecia que o outro queria mais dar do que Sanji queria comer, o que era um completo absurdo porque desde o segundo em que ouviu aquele desejo saindo dos lábios de seu namorado, era a única coisa que pairava em sua mente. Queria foder Zoro, com força e vontade, fazê-lo se sentir tão bem quanto ele se sentia ao ser fodido gostoso. Mas, o problema de namorar um cara orgulhoso é que ele não falaria que está doendo mesmo que estivesse sangrando, Sanji sabia bem disso porque era igual. Então, tomar cuidado nunca era exagero.
O desespero do moreno era fofo, especialmente porque haviam começado há pouquíssimos minutos. Então, ao invés de dar o que ele queria, o loiro fez exatamente o contrário e parou os toques. Subiu pelo corpo do maior dando vários beijos em cada parte, demorando-se ainda mais no peitoral enorme e nos mamilos muito duros. Sanji os mordeu tão forte que os dentes ficaram marcados na pele escura.
Zoro com certeza estava mais do que acostumado a ter seu namorado abusando seu peitoral, o pervertido não podia vê-lo sem camisa, ou seja toda hora, que já ficava babando e querendo tocá-lo, até quando estava dando Sanji não parava de abusar de seu peito como um maníaco. E agora não era diferente, ele beijou seu abdômen de leve, fazendo Zoro se arrepiar um pouco, e subiu direto para a parte que mais parecia gostar de seu corpo, gastando um tempo absurdo com o abuso de seus pobres mamilos. Ele passou tanto tempo chupando que eles já estavam absurdamente sensíveis e o fato do loiro mordê-los com tanta vontade só piorava a situação de Zoro, que se sentia totalmente patético por ficar tão excitado com algo tão mínimo.
Sanji sorriu satisfeito com o trabalho e alcançou os lábios do maior, fingiu que ia beijá-los, mas apenas desviou o caminho e foi para o lóbulo com os brincos, passando a língua e brincando com cada um dos brincos que havia dado de presente algum tempo atrás.
— Que marimo mais apressado. — Por sorte estava em um ângulo que o outro não conseguia ver seu sorriso maldito, ou acabaria levando uma boa surra. A língua fazia círculos provocando aquela parte exageradamente sensível do corpo do espadachim, querendo levá-lo à loucura só com poucos toques. — Me deixa te amar primeiro.
O loiro falou aquela coisa vergonhosa e antes que Zoro pudesse irritá-lo por estar sendo vergonhoso, Sanji atacou seus lábios em um beijo intenso e demorado o bastante para que Zoro esquecesse completamente o que havia dito. Queria sim amar aquele homem e fazê-lo se sentir tão bem quanto quando estavam em posições invertidas. Ele penetrava a língua afoita na boca e era devorado, amava como o moreno se tornou bom em beijar... Em transar... Em chupar... Em tudo. Experiência realmente significava muito.
Zoro realmente quis brigar com o desgraçado, mas sua boca foi tomada depressa por um beijo delicioso. Ele até gostava de ser abusado em seu lóbulo, gostava até mais do que deveria, mas o loiro tinha sempre que provocá-lo enquanto isso. Ele ficava falando coisas tão impróprias que merecia um belo tapa na bunda redonda e branquinha, quando estava com tesão e nessa posição de controle Sanji parecia que não se controlava e derramava todas as baboseiras melosas possíveis em seu ouvido.
— Fica de quatro e empina bem a sua bunda gostosa. — O cozinheiro pediu gentilmente em um segundo que os lábios se afastaram e olhou nos olhos azuis o encarando de volta.
— Tá, mas cala essa boca. — Zoro não queria obedecê-lo, mas ficar de costas não era uma má ideia, pelo menos podia parar de encará-lo enquanto dizia tantas baboseiras. Ele se virou de quatro e enfiou a cabeça num travesseiro, se deixando totalmente exposto.
Após admirar aquela bunda enorme empinadinha, Sanji afastou as nádegas carnudas e caiu de boca no cuzinho gostoso. Ele não perdeu tempo e logo Zoro sentiu aquela língua quente, que há pouco invadia sua boca, provocar sua entrada de leve, espalhando saliva por todo o local. Circulava o orifício com a língua, deixando-o completamente molhado. Sentia o moreno contrair a entrada como se estivesse desesperado por aqueles toques, como se amasse aquilo e Sanji realmente se condenou por ter demorado tanto tempo para começar a tocá-lo ali. O loiro amava aquilo, abusar de Zoro, lamber seu cuzinho gostoso e deixá-lo louco por seus toques sempre seria a melhor coisa de todas. A pontinha da sua língua entrava no buraquinho apertado e ele lambia para fazer o outro relaxar. Já fazia semanas que estava só brincando e nesse dia já estavam há horas se tocando, seu pau parecia que ia explodir de tanto tesão, não dava mais para se conter, precisava meter em Zoro ou acabaria morrendo.
Ele continuou a passar a língua melada na região, cada vez com mais pressão, fazendo movimentos circulares em sua entrada ainda apertada, enquanto suas mãos mantinham suas nádegas separadas e aproveitavam para apertar bastante sua bunda. Zoro sentiu que o outro estava penetrando um pouco da língua em seu cuzinho, como faria se estivesse beijando sua boca, acostumando gentilmente sua musculatura à invasão.
Como um bom pervertido que era, Sanji se aproveitava de cada situação que podia. Ter seu namorado de quatro o deixava bobo, Zoro todo empinado e exposto, esperando por seus toques e abusos, era tão perfeito. E pensar que Zoro era seu namorado agora. Ele ficava corado só de pensar. Zoro e ele, namorando, algo que nunca imaginou que se tornaria real e existiria apenas em seus melhores sonhos. Quem diria que Zoro sentia o mesmo por ele, por mais que estivesse óbvio desde o primeiro toque, o primeiro beijo. O loiro se sentia muito burro por não ter concluído que aquele beijo significava algo, que Zoro também o amava, afinal, o moreno que deu o primeiro passo para se beijarem. Parecia algo não relevante, mas significava tudo. Eram os pequenos gestos que os entregavam.
Zoro tentava manter a compostura, se manter completamente imóvel, mas era praticamente impossível quando Sanji fazia aquilo com tanta vontade, o lambendo naquele lugar como se fosse a melhor coisa do mundo. Sanji o beijava cada vez mais freneticamente e aquilo estava matando o espadachim, sua ereção gotejante pesava intocada entre ele e a cama e ele sentia que iria explodir se Sanji continuasse só fazendo aquilo. E maldito era Sanji por ter deixado seus mamilos sensíveis antes, pois agora Zoro não conseguia parar de pensar em tocá-los para ter algum estímulo, já que tocar seu pau nesse momento significaria gozar na hora, e não era isso que queria.
Cedeu a seus desejos e esgueirou suas mãos por baixo de seu peito, apertando seus mamilos sem nenhuma gentileza, muito mais rudemente do que Sanji faria consigo. Estava tão molhado que sentia a saliva do outro escorrendo pelo seu períneo e seu saco, e o loiro não parava de lamber e beijar seu cu nem por um segundo, fazendo Zoro se contrair involuntariamente em resposta àquele abuso delicioso.
Sanji continuava abusando de todas as formas daquele cuzinho virgem, pensou em interromper o que fazia, mas no momento sentiu um movimento em sua direção quase como se o moreno pedisse por mais e por nenhuma reclamação ter sido ouvida, ele continuou faminto a devorar o cuzinho de Zoro. Todas as vezes em que o moreno se contraía apertando sua língua eram um ápice de prazer que o loiro jamais saberia descrever. Em todas as vezes anteriores Zoro nunca ficou tão fácil e exposto para si, era sua perdição.
— Chega... — Zoro tentava dizer enquanto mordia o travesseiro para que seus gemidos não chegassem aos ouvidos do outro. Queria que Sanji parasse logo com aquilo e metesse, já estava preparado o suficiente… E definitivamente não queria gozar daquele jeito. — Já chega...
Sanji ouviu Zoro dizendo chega, como se quisesse que ele parasse, e Sanji realmente tentou parar e teria conseguido se só no movimento de se afastar o moreno não tivesse prensado sua língua e não permitido que fugisse. Surgiu um sorriso desgraçado em seus lábios e agradeceu por Zoro não ter visto, ou teria um tigre atacando sua jugular em um instante, o que não era má ideia. Conseguia ouvir os grunhidos desesperados, sabendo que eram os mais belos gemidos que ouvira na vida e que o moreno tentava esconder dele, sem nenhum sucesso.
Quando o loiro não parou, na verdade apenas continuou com ainda mais intensidade, Zoro notou que ter escolhido não tocar sua ereção não faria mais a menor diferença. Estava tão perdido naquele prazer que só aquilo acabou sendo o suficiente para fazê-lo ter um belo orgasmo sem que precisasse encostar no seu pau.
Para surpresa de Sanji, Zoro acabou gozando só com aquele estímulo e o loiro continuou chupando aquele cuzinho gostoso com ainda mais vontade enquanto o outro se esbaldava no orgasmo. Ele ousou enfiar dois dedos na abertura que nem parecia mais tão apertada e até mesmo conseguiu enfiar pela primeira vez três dedos e estocá-lo forte. Por estar relaxado pelo orgasmo estava sendo menos apertado. A entrada de Zoro se dilatava e ele sentia Sanji conseguindo enfiar alguns dedos nele. Parecia bem mais fácil de recebê-lo e Zoro estava tão sensível que a invasão apenas maximizava as sensações prazerosas em seu corpo, fazendo com que desejasse que Sanji tivesse metido muito antes ao invés de ficar brincando consigo.
O pau de Sanji pulsava e parecia bem dolorido. Ele estava enorme e sedento para meter. Continuou a estocar o moreno com os dedos mesmo Zoro já tendo terminado de gozar. Olhava para o corpo morto totalmente receptivo e sorria largo. Ao se afastar, viu a porra do outro sujando os lençóis brancos e impecáveis de sua cama e suspirou, por ter dado aquele orgasmo gostoso ao outro ia deixar quieto, depois era só fazê-lo lavar.
Poderia passar horas olhando para seu namorado naquela posição e realmente queria, no entanto, seu pau chorando por atenção não permitia. Como o moreno estava morrendo, Sanji o virou na cama se surpreendendo em como seus braços fracos conseguir arrastar um amontoado de músculos pesados. Zoro foi realmente virado a contragosto, pois preferia enquanto o loiro não parava de meter seus dedos habilidosos dentro de si. Além do mais, naquela posição Sanji podia ver seu rosto e não era algo que Zoro queria, não sabia que tipos de reações vergonhosas iria ter.
Sanji se posicionou no meio das pernas do outro, banhou seu pau em lubrificante e pressionou a glande contra a entrada apertada que se contraía como se não quisesse dar espaço para que entrasse. Sanji olhou para os olhos azuis o encarando e sorriu dócil.
O moreno se contraiu um pouco quando sentiu o volume melado que pressionava contra sua entrada, mas não era que Zoro não quisesse, era apenas uma reação normal involuntária do corpo ao estar prestes a ser invadido por algo tão grande.
— Se você não quiser nós podemos parar... — Ele falou baixo abdicando-se daquele prazer mesmo que fosse tudo que desejava naquele momento.
— Você é idiota? — Zoro não podia acreditar que quando achava que Sanji finalmente iria direto ao ponto ele ainda estava hesitando. Tentou relaxar seus músculos o melhor que pôde para ficar mais fácil para o cozinheiro se acomodar ali. Mesmo assim Sanji continuava imóvel, o que irritava Zoro. — Eu quero.
Com essa afirmação, Zoro deixou claro para o loiro idiota, e não ficou vermelho porque já estava há muito tempo. Queria que ele se movesse de uma vez. Queria que ele sentisse prazer sem se preocupar com ele. Queria senti-lo dentro de si e queria que ele parasse de fazê-lo afirmar o tempo todo por que iria morrer de vergonha se continuasse.
Sanji não desejava machucá-lo, de forma alguma, queria que a primeira vez de Zoro fosse perfeita, sem nenhum tipo de dor, apenas o mais puro e delirante prazer. Por experiência própria, sabia que no começo era meio dolorido, especialmente se não estivesse muito preparado, as primeiras vezes que se tocou por trás acabou se machucando por não saber direito como fazer e o prazer que começou a sentir após aprender como se tocar era indescritível. Ele sorriu com a confirmação de que o moreno queria, era isso que precisava ouvir. Em outra ocasião, teria provocado Zoro por estar aceitando aquilo, mas não era o momento para isso.
Ele forçou o corpo para frente o suficiente para beijar brevemente os lábios do moreno, só conseguia pensar no quanto amava aquele idiota. Sanji sorriu como um anjo para o maior e voltou a se posicionar. Antes de levar a mão ao próprio pau, ele a passou pelas coxas grossas e bronzeadas, sentindo os músculos exageradamente saltados. Era lindo, Zoro era um pecado. Apertou a parte interna das coxas, ouvindo um resmungo de que estava enrolando e resolveu parar com as provocações.
Pegou o tubo de lubrificante, despejando outra vez uma quantidade exagerada em sua mão, sempre tentando evitar qualquer dor que o outro pudesse sentir. Com o pau todo lambuzado, segurou-o e começou a forçá-lo na pequena entrada apertada. Olhou nos olhos de Zoro, como se tentasse transmitir uma paz para ele se acalmar.
— Relaxa, marimo. Vou ser gentil. — Sorriu envergonhado e voltou a olhar para seu pau. Respirou fundo para se conter, sentia que estava quase gozando e nem mesmo havia se tocado, sua perversão nunca permitia que durasse tanto. Colocando um pouco mais de força ele conseguiu penetrar a glande, fazendo uma careta ao sentir o pau sendo prensado. Engoliu toda a saliva acumulada, lembrando que precisava respirar. Quando notou a musculatura relaxando, se aproveitou da situação e empurrou seu pau mais fundo.
Sanji gemeu de dor ao ser apertado com tanta força, parecia que Zoro ia realmente esmagar sua rola. Estava tremendo e com certo receio, não sabia que era tão dolorido na primeira vez. Se perguntava se a primeira vez que Zoro meteu nele também fora tão dolorido.
Tentando esquecer da dor, o cozinheiro abraçou as pernas do outro e deu uma investida sem querer. Aquilo o fez ir até as nuvens, como podia ser tão bom? Levantou o olhar, vendo o rosto corado do namorado e sentiu seu coração disparar. Zoro era lindo e o amava tanto. O sentiu se contraindo, parecendo que estava massageando internamente seu pau. Era Sanji quem estava fodendo e era ele quem mais gemia também. Aquilo estava sendo uma tortura. Zoro era tão apertado e quente.
Os instintos de Zoro o diziam para tirar aquilo dali, era esquisito, era enorme. Mas, Zoro não iria fazer aquilo obviamente. Ele aguentaria o que fosse preciso, desconforto não era um problema para ele. Surpreendentemente, a sensação estranha foi diminuindo e assim que ele se acostumou com a invasão seu corpo foi relaxando, fazendo com que Sanji se afundasse ainda mais dentro dele.
Não era ruim, pelo contrário, quando Sanji teve a chance de se mover um pouco Zoro começou a gostar da fricção e pensou que aquilo definitivamente era melhor que os dedos finos, porém habilidosos, do cozinheiro. Sanji era bastante… Vocal a respeito de seu prazer, coisa de que Zoro gostava muito, não só porque ele adorava ouvir os gemidos do namorado, como também porque aquilo abafava qualquer ruído mais alto que deixasse escapar de sua própria garganta.
— Zoro... — Ele apertou as coxas do outro e sentia as lágrimas invadindo seus olhos, era tão bom, parecia que ia morrer. Ao abrir a boca uma quantidade enorme de saliva escorreu até os peitos do moreno, melando-o por completo.
Aos poucos começou a conseguir meter. Investiu algumas vezes, delirando com os movimentos, delirando com o aperto. Seu pau pulsava com força e as paredes internas o pressionavam, era exageradamente bom. A cada investida o loiro gemia alto, suas mãos tremiam e pareciam que perdiam as forças. Estava ofegante e desesperado, sem conseguir raciocinar. Em poucas estocadas o loiro não aguentou mais e gozou dentro de Zoro, perdendo totalmente o controle. Encheu o cuzinho apertado com sua porra e antes que a rola deslizasse para fora, Sanji caiu por cima do corpo grande e o abraçou, mantendo-o no lugar para que não fugisse. Ainda não era o bastante.
As estocadas de Sanji naquela área já previamente sensível fizeram Zoro querer fechar os olhos e se entregar àquele prazer e tinha sentido que não seria tão difícil assim seu pau voltar à vida naquele ritmo. Era uma pena que tivesse durado tão pouco graças ao fato do loiro gozar em três segundos. Zoro mal pôde acreditar quando observou as feições de Sanji pateticamente se contorcendo em meio a seu orgasmo precoce.
— Desculpe... — Falou envergonhado por ter durado tão pouco, mas não era sua culpa, estava desejando fodê-lo há muito tempo. — Me dá cinco minutos...
Ele sorriu constrangido e roubou um selinho do namorado, logo em seguida caiu de cara nos peitões tentando acalmar sua respiração descompassada. Odiava aguentar tão pouco, mas o resultado de seu pau deslizando em um interior bem mais molhado e quentinho estava bastante agradável.
Zoro deveria ficar irritado, estava numa posição extremamente embaraçosa e exposta e quando finalmente o loiro foi direto ao ponto o ato acabou antes mesmo de realmente começar, mas por algum motivo ele só conseguia rir. Sanji se afundou em seu peitoral e Zoro levou as mãos aos cabelos loiros, acariciando os fios dourados de Sanji enquanto ele respirava ofegante contra sua pele.
— Tudo bem, eu estou acostumado com você durando pouco. — Zoro disse, ainda sorrindo com a situação. Sanji ainda continuava enterrado dentro de si, embora agora estivesse obviamente bem mais macio do que antes. Pelo menos assim ele teria tempo de se recuperar também, já que demorava um pouco mais que o loiro para isso.
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