Notas iniciais
Penúltimo sz

Após o orgasmo, Sanji até chegava a parecer inocente, e só parecia mesmo. Cair no peito de Zoro era uma estratégia para poder abusá-lo com a desculpa de que estava muito cansado e fraco para poder se mover e sair de lá. Estava envergonhado por ter durado tão pouco, especialmente naquele momento em que finalmente estava realizando seu maior desejo. Era vergonhoso ouvir o moreno tirando uma com sua cara, mas ele estava muito ocupado abusando daqueles peitões, então com uma mínima risadinha do outro ele mordeu com força o mamilo, pressionando seus dentes sem dó e puxou, dando a impressão de que arrancaria. Não que aquilo fosse do desagrado da vítima, muito pelo contrário, o loiro já tinha percebido que seu namorado muitas vezes apreciava certa dor no meio do sexo.

O carinho do moreno acalmou a fera selvagem, mas não mudou sua posição e os abusos continuaram. Com a bochecha apoiada no volume delicioso, Sanji estendia a língua e lambia um dos mamilos enquanto o outro estava abandonado abaixo de si. Sabia que Zoro gostava de ser abusado ali, especialmente depois de gozar só com o namorado lambendo seu cuzinho e tocando os mamilos. Havia o treinado bem e deixado aquelas pequenas partes exageradamente sensíveis. Era delicioso e Sanji amava.

Por mais que quisesse continuar para todo sempre apenas mamando os peitos de Zoro, também tinha outras partes de seu corpo às quais desejava dar atenção antes que seu próprio pau estivesse pingando outra vez de tanto tesão, o que não demoraria muito... Ele se colocou de quatro em cima do maior, tomando cuidado para não deixar seu pau escapar do interior alheio e deslizou sua mão do peitoral para o abdômen e continuou descendo até chegar no pau que pouco a pouco ganhava vida.

A mão habilidosa começava a fazer movimentos lentos, sentindo o membro tímido ganhar vida e crescer a cada movimento. Ele sorria com aquela visão graciosa, lambendo os lábios sedento para tê-lo em sua boca. Seu desejo e perversão eram tão grandes que pelo canto da boca ele estava babando, sujando o peitoral do outro, mas nem aquilo era ruim, porque ver sua saliva escorrendo para um dos mamilos escuros fez seu pau pulsar tanto dentro do cuzinho melado que era até dolorido, fazendo-o perceber que já conseguia dar mais uma.

— Vou meter. — Ele avisou e sem esperar uma resposta, investiu com força o quadril para frente, fazendo suas bolas baterem na bunda grande. Era delirante a sensação de seu pau naquele orifício apertado juntamente com toda sua porra, só o fazia pensar que queria gozar naquele cuzinho mais milhões de vezes.

Para quem estava sendo tão comedido antes, Sanji aparentemente tinha jogado a paciência para o alto, anunciando o que iria fazer enquanto imediatamente já fazia, sem aguardar uma resposta. Não que Zoro se opusesse a isso, muito pelo contrário. Já estava completamente duro graças aos toques de Sanji há pouco e ter o loiro investindo contra si novamente apenas melhorava tudo.

Sanji voltou a se ajoelhar na cama, tendo mais apoio para as investidas e começou a estocar forte contra o outro, sempre metendo toda sua rola o mais fundo que conseguia, com tanta vontade que parecia que até suas bolas iam acabar entrando em algum momento. Cada vez que seu pau retornava, ele via uma quantidade de gozo escorrendo para fora até deslizar por toda a bunda do moreno e sujar seu lençol e aquilo não poderia ser melhor. Só se perguntava como havia aguentado tanto tempo sem foder seu namorado.

Para alguém que nunca havia feito isso até que Zoro estava se saindo muito bem em abrigar aquele pau grande dentro de si, os músculos de sua entrada há muito já haviam relaxado o suficiente para que não houvesse mais incômodo a cada investida e com certeza toda aquela lubrificação extra ajudava bastante.

Diferentemente da primeira vez, em que Sanji não chegou a ir tão fundo assim, agora parecia que estava determinado a entrar por completo em Zoro, metendo tudo desde a cabecinha até a base, fazendo o espadachim sentir a pélvis do outro indo de encontro a seu próprio corpo. Ainda se sentia estranhamente cheio, como se estivesse completamente preenchido por dentro, mas o jeito como Sanji o fodia era tão bom que não conseguia ligar para isso. O cozinheiro tinha um perfeito equilíbrio entre velocidade e precisão, e cada vez que rebolava seu quadril contra Zoro era um choque de prazer na certa.

Porém, o moreno odiava aquela posição. Sabia que iria se arrepender no segundo que deixou o namorado virá-lo de costas para a cama. Sentia seu rosto enrubescido desde que começaram a transar, mas agora parecia que estava em chamas. Sanji continuava a meter sem nenhum descanso, sempre no mesmo ângulo, sempre com uma precisão deliciosa, e Zoro sabia que estava falhando em manter seu rosto inexpressivo. Levou a mão à face numa tentativa ineficiente de tentar se esconder pelo menos parcialmente do tarado ridículo acima de si, que o olhava como um idiota e murmurava as coisas mais retardadas possíveis.

— Kokku… Para de ser… Ahnn — Tentou completar uma frase, mas sua voz o traía cada vez que Sanji entrava novamente dentro de si. — De ser tão retardado… Porra.

Embora Sanji mantivesse suas pernas agarradas a si, fazendo com que a movimentação do espadachim fosse bastante limitada, Zoro estava se mexendo bastante para alguém preso. Involuntariamente, sua bunda fazia de tudo para ir mais para frente e sem consciência de que estava fazendo ele investia contra o pau do loiro, aprovando completamente quanto mais contato fosse possível.

Aquele cu era incrível, Sanji não poderia estar mais viciado. Suas estocadas eram fortes e rápidas, sempre fazendo o pau grosso do moreno balançar e derrubar o pré-gozo no próprio corpo, desejava poder lamber cada gota e se esbaldar com o maravilhoso gosto.

O loiro amava ver seu namorado corado, era excitante e irritantemente fofo. Queria abraçar Zoro e dizer o quanto o amava, então foi exatamente o que fez, abraçou bem forte as pernas dele e começou a sussurrar o quanto ele estava lindo e o amava, não só uma vez como várias e várias, incontáveis e vergonhosas declarações de amor. Não se aguentava com seu marimo, sempre tão dominante e tentando se passar por superior, totalmente entregue a seus braços e toques. O melhor era saber que Zoro jamais se entregaria assim para outra pessoa, apenas para ele. Sorria bobamente apaixonado, enquanto seu coração batia descompassado não só pelas investidas fortes.

Os gemidos de Zoro pareciam que o enlouqueceriam, e Sanji realmente achou que era seu fim, isso até começar a sentir as reboladas gostosas contra seu pau e ali definitivamente não só enlouqueceu como também morreu. Ele passou a estocar com mais vontade, se é que isso era possível, fazendo a enorme bunda bater contra seu corpo.

— Zoro... Zoro... — Ele chamou várias vezes, delirando por completo de prazer. — Toca seus mamilos, eu preciso ver.

Sanji pediu... Não, aquilo era ele implorando em desespero para ver seu namorado em uma posição ainda mais erótica. Não bastava estar devorando aquele cuzinho gostoso, também queria ver o outro se mostrando, seduzindo-o com o corpo lascivo. Só com aquele pensamento seu pau pulsou forte naquele buraquinho apertado o fazendo gemer ainda mais a cada contraída deliciosa que o esmagava.

— Nem pensar... — Zoro falou, ainda tentando cobrir o rosto com a mão bronzeada. Já estava com vergonha o suficiente daquele jeito. Sem contar que o estímulo em sua próstata estava sendo demais, se começasse a estimular outro lugar provavelmente não se aguentaria por muito tempo, exatamente como havia acontecido antes.

Não queria que Zoro se escondesse de seu olhar, queria apreciar cada pequena reação que ele mostrava. Não precisava ter vergonha, eram apenas os dois naquele quarto, no ninho de amor deles. O loiro soltou um dos braços que prendia a perna e levou até a ereção molhada, começando a masturbá-lo de forma meio atrapalhada, mas era o que estava dando para aquele momento em que queria proporcionar todo o prazer do mundo para seu namorado.

Ao sentir a mão agarrando seu pau, ele não se conteve e gemeu um pouco mais alto, encarando imediatamente o cozinheiro para censurá-lo, pois obviamente estaria com um sorrisinho de merda estampado no rosto pronto para caçoá-lo. Entretanto, seu namorado não estava nem um pouco assim. O olhava abobado, completamente perdido no que estava sentindo enquanto continuava os movimentos. Metia no ângulo que achava que era melhor para Zoro, tentava masturbá-lo da maneira mais prazerosa que conseguia, embora seu ritmo não fosse dos melhores por estar ocupado com tanta coisa, e o olhava como se ele fosse a coisa mais preciosa do mundo. De alguma forma, aquilo chegava a ser mais vergonhoso do que se ele risse dele e Zoro desviou o olhar daquele idiota apaixonado.

Suspirou fundo e se viu sem escolhas, a não ser ceder aos caprichos do loiro. Não resistia quando ele era assim. Só restava a Zoro se render àquele amor, àquela cafonisse. Levou as mãos até os mamilos hesitante, enquanto os olhos do loiro brilhavam. Começou lentamente a rodear os mamilos escuros, um contraste e tanto com o frenesi com o qual Sanji se enfiava dentro de si e tocava seu pau. O olhar de Sanji persistia em si, e apesar de embaraçoso, Zoro percebeu que havia um lado muito bom nisso. Sanji parecia ter ficado ainda mais alucinado, seus gemidos aumentando alguns decibéis enquanto seu rosto entregava que ele estava quase gozando.

Sanji estava apaixonado. Cada ação dele demonstrava isso com todas as letras. Zoro era seu mundo e fazia questão de mostrar para ele o quanto era importante na sua vida, no momento de uma forma bastante indecente. Ele amava aquele cuzinho apertado se contraindo em seu pau, esmagando-o da melhor forma possível, enlouquecendo-o. Era tão bom que parecia ser mais um dos delírios de sua mente que teve durante anos envolvendo Zoro. Mas não, tudo aquilo era a mais pura e deliciosa realidade, queria chorar de emoção por ter finalmente Zoro tão entregue em seus braços, aceitando seu amor.

A visão do maior tocando os próprios mamilos era perfeita. Por ser mais contido, não era sempre que podia apreciar o namorado tocando o próprio corpo em sua frente, se expondo daquela forma tão safada. O loiro babava de tesão e passava a língua nos próprios lábios, como se estivesse imitando os movimentos circulares que o outro fazia com os dedos. Queria sua língua nos mamilos, abusar de todas as partes do corpo maior e se o pau grosso não estivesse pulsando alucinado em sua mão, ele facilmente teria se deitado e começado a mamar os peitões de Zoro, enquanto continuava a foder com força.

Diferente do normal, ele tentava se conter para não gozar, porque com a visão que tinha e a penetração, estava sendo o suficiente para que gozasse em minutos outra vez. Por seu objetivo ser unicamente fazer o namorado ir ao ápice antes dele, toda sua atenção era dedicada ao outro e seu próprio corpo estava sendo ignorado, porque com um toque diferente, um movimento mais brusco, faria com que enchesse o cuzinho de porra outra vez.

Zoro não conseguiu se manter lento por muito tempo, seu corpo e o olhar de Sanji ambos implorando para que ele se igualasse ao ritmo, e logo ele estava apertando os dois mamilos com vontade entre os dedos grossos, fechando os olhos com força, entorpecido pelo prazer. Não tinha nem tempo de pensar no quão vergonhosa era a situação, os estímulos já eram demais para que conseguisse pensar em qualquer coisa que não fosse gozar gostoso. O pau de Sanji entrando incessantemente e atingindo seu ponto mais sensível, seu próprio pau praticamente fodendo a mão melada do outro e ainda por cima seus próprios dedos em seu peitoral. Era tão bom que parecia que iria perder a consciência a qualquer instante. Só havia uma única coisa que continuava na sua mente, por mais desconexos que começassem a ser seus pensamentos: Sanji. Seus gemidos, seus toques, seu cheiro, amava cada detalhe. Zoro abriu os olhos para encará-lo mais uma vez, o rosto vermelho, a saliva escorrendo, a expressão completamente satisfeita, e a visão foi o suficiente para fazê-lo finalmente gozar forte na mão do loiro, enquanto seu quadril se mexia ainda com mais vontade forçando o pau do outro dentro de si.

Ver Zoro sentir prazer era a melhor visão que existia. O corpo forte tentava não se contrair, mas Sanji facilmente podia ver espasmos enquanto ele tinha seu merecido orgasmo e gozava em sua mão, despejando todo o leitinho que Sanji queria. O loiro não perdeu tempo e aumentou as estocadas, metendo com mais vontade, força, indo o mais fundo que era permitido, intensificando o orgasmo gostoso de Zoro. Quando os jatos pararam de manchar sua mão, o cozinheiro abandonou o pau e a levou até a boca, lambendo um dedo de cada vez para reunir toda a porra e consequentemente engolir com gosto.

Zoro nunca iria se acostumar com Sanji saboreando seu gozo sem o menor pudor, a perversão do loiro jamais deixava de surpreendê-lo. Mas, claro, ele também jamais deixaria de assistir, encarando abobado cada vez que Sanji levava os dedos à boca enquanto continuava a meter. Era um tanto desconfortável na verdade, Zoro havia acabado de gozar e estava bastante sensível, mas não pediria para ele se retirar. Iria aguentar até que o loiro estivesse satisfeito, queria vê-lo se derramar outra vez dentro de si.

Terminando sua exibição vergonhosa, Sanji ainda ousou lamber os lábios para não perder nenhuma gotinha e só então focou-se no próprio prazer. Já não estava mais aguentando esperar, os movimentos eram enlouquecedores e o cu de Zoro parecia cada vez mais quente, como se tentasse queimar toda sua rola. Ele não ligava, aquela temperatura era deliciosa. Em uma investida mais forte, ele sentiu a força de suas pernas sumirem e caiu por cima do outro, passando a se meter meio atrapalhado, porém não deixava de ser delicioso. Se esticou até alcançar os lábios do moreno e antes que pudesse beijá-lo, Sanji gozou outra vez, por consequência apertou os braços fortes do outro e o marcou com as unhas, sua boca se fechou no pescoço largo, deixando a marca de seus dentes e o cuzinho quente se enchia de leitinho da melhor qualidade.

— Zoro... — Chamou ofegante, sem perceber apertando ainda mais os braços dele. — Amo você…

Sanji sorriu angelical e caiu morto na curva do pescoço do outro, sentindo o cheiro de suor e de Zoro que o embriagavam. Ao se tornar mole, seu pau deslizou para fora, e realmente desejou ver sua porra escorrendo de dentro de Zoro e teria se movido para ver, se tivesse alguma força restante. Um de seus melhores orgasmos e que queria muito repetir incontáveis vezes fodendo o namorado outra e outra vez.

— Eu sei, Sanji... — Zoro duvidava que Sanji fosse se levantar naquele estado, mas mesmo assim manteve a mão segurando a cabeça loira no lugar por precaução. Não queria que o visse enquanto sorria tão abobadamente, algo tão fora do seu feitio. Enquanto seu nome saía de sua boca ao invés de um apelido. — Eu ouvi das primeiras trinta vezes… Kokku. — Acrescentou logo depois, tentando disfarçar que estava derretido por dentro.

Seu coração batia completamente desenfreado devido ao recente orgasmo e às palavras idiotas de Sanji. Zoro achava que se amasse mais o loiro, só mais um bocadinho, seu coração iria explodir.

Continuou naquela posição, sentindo-se um pouco sujo e molhado nas partes baixas, mas aquilo pouco importava. Com sono, ele afundava o rosto nos fios dourados e sedosos de Sanji, sentindo seu perfume e vestígios de especiarias, o que o faria ter fome se não estivesse com tão sonolento. Sanji aparentemente se aproveitou da sua falta de força devido ao sono e de ter recobrado parte de suas forças e se desvencilhou de seu aperto, levantando-se para encarar seus olhos. Zoro detestava quando ele fazia isso, era impossível manter qualquer compostura quando aqueles olhinhos verdes e injustos o olhavam tão profundamente. Zoro diminuiu a distância entre eles como se fosse beijá-lo nos lábios, mas ao invés disso plantou um beijo no nariz do loiro, sorrindo de leve com a reação do amado.

Sanji ouvia o coração acelerado do namorado e sorria que nem idiota por isso. Aquela era a prova de que Zoro o amava também. Já fazia tempo o suficiente do esforço físico para que o coração se acalmasse, então tudo era o amor dele. Ouvir seu nome saindo da boca de seu homem era perfeito, sentia o corpo todo fraco por isso. Era raro, então ele apreciava. Mal sabia o marimo que ficava tão envergonhado que nem mesmo precisava ter a cabeça segurada para não encarar o rosto dele, pois estava corado o suficiente para não querer ser visto também.

Falando em marimo, o loiro se lembrou que o pequeno filho de Zoro estava ali no quarto, observando-os. Com uma ideia perversa em mente, após aquele carinho extremamente fofo, ele rolou para o lado do maior e deitou apenas a cabeça em seu peitoral. Ouviu um barulho indecente vindo do meio das pernas do moreno e realmente quis ir lá olhar seu gozo escorrendo para fora, mas óbvio que Zoro não deixaria. Sonhava com o dia que o foderia de quatro e pudesse ver cada gotinha escorrendo, até mesmo lambê-lo enquanto se contraia e derramava sua porra... Sanji era tão pervertido que ele mesmo se envergonhava com seus pensamentos sujos.

— Você é tão safado... — Ele começou provocando o maior e sorrindo travesso. Apontou para um lugar, esperando Zoro olhar e quando o fez, Sanji continuou. — Fazendo essas coisas pervertidas na frente da sua pequena cria. É mesmo um ero-marimo.

Estava tudo tão tranquilo, tão perfeito. Zoro poderia facilmente adormecer em seu estado relaxado depois de transar com aquele idiota que ele tanto amava. Mas, tinha que morder a isca e olhar para o marimo e ouvir o deboche do namorado. Maldita ideia de dar aquele negócio para ele. Ele sabia que era como dar munição ao inimigo, por que inventou de presenteá-lo com aquela coisa?

— Puta merda, você não consegue ficar calado? — Zoro perguntou um pouco irritado e ainda corado, mas rindo. — É algum tipo de fetiche em ser infame e extremamente irritante?

Sanji ria, se divertindo com as reações exageradas do namorado. Zoro era tão fofo quando ficava envergonhado e seu motivo de existir era apenas deixá-lo constrangido. De fato, era um fetiche ser infame, mas apenas para envergonhar quem amava.

— E teoricamente é seu filho, já que eu te dei ele. Tch. — Zoro acrescentou. Ele sabia muito bem que Sanji estava se referindo à suposta semelhança entre a alga e seu cabelo, mas apontou o fato mesmo assim.

Aproveitando-se da guarda baixa do moreno, Sanji se aconchegou em seu peito e o fez envolvê-lo em seus braços. Havia certa manha naquele ato e ele achava que realmente merecia depois de tanto esforço físico.

— Então ele é o filho fruto do nosso amor... — Era só mais uma tentativa idiota para envergonhar Zoro, só que quem mais ficou envergonhado com aquilo fora o próprio Sanji, que escondeu o rosto no peitoral do amado e fechou os olhos, fingindo que havia dormido.

Talvez fosse melhor dormir mesmo, além de não precisar encarar o outro depois daquela declaração constrangedora, seu corpo estava fraco e necessitava de descanso. Em alguns minutos conseguiria dormir realmente e na manhã seguinte estaria bem disposto para outra rodada.