My Youth Is Yours
17 Consumação
Notas iniciais

Definitivamente Sanji estava agindo muito vergonhosamente para Zoro conseguir lidar naquele dia. Ele sentiu seu rosto esquentando e, antes que pudesse ficar vermelho, segurou o rosto do loiro com as duas mãos e o beijou. Estava tão feliz que não conseguiria fazer outra coisa nem falar nada em resposta, só queria beijá-lo até amanhecer. Já sabia que o que estavam tendo era firme desde que Sanji apenas continuou com ele depois de sua confissão desajeitada e fora de hora, mas a confirmação verbal do que o loiro queria era bom de ouvir. Que era ele que Sanji queria, e não qualquer mulher que passava na sua frente, apenas ele. Zoro esperava que beijá-lo fosse o suficiente para que sua resposta fosse entendível. Que era sim, mil vezes sim, que não havia nada que quisesse mais no mundo, além do seu sonho, do que ficar ao lado dele. Que ele era a pessoa mais importante em sua vida.
O beijava com tanto entusiasmo que acabou pressionando o loiro contra o tronco largo da árvore atrás deles, empurrando as costas do namorado contra a madeira. Suas línguas se moviam juntas e seus lábios buscavam por qualquer pequeno contato que fosse possível, saboreando o gosto um do outro com vontade. Aquele já deveria ser seu milésimo beijo com Sanji, e Zoro com certeza havia melhorado muito desde a vez em que se beijaram pela primeira vez e ele tinha o total de zero experiência beijando alguém. Felizmente Sanji não parecia ter achado tão horrível assim na época.
Aquele beijo representava tudo para Sanji. Era a aceitação de seu pedido, seus sentimentos, do seu amor. Não poderia ficar mais feliz. Acabava de se tornar oficialmente namorado de Zoro e só queria chorar de emoção. Merda, era tão vergonhoso e ele estava queimando tanto de vergonha. O beijo era tão bom que deixava o cozinheiro aéreo, mal conseguindo identificar o local em que estavam. Suas costas batiam contra a árvore e parecia que não sairiam dali tão cedo. Zoro estava faminto por seus lábios e Sanji pelos dele. Poderiam ficar apenas se beijando durante horas, isso se o moreno não tivesse ficado tão próximo que seus corpos se colaram.
A cada vez que aprofundavam mais o beijo, Zoro colava mais seu corpo no do cozinheiro, seu corpo inteiro implorando para ficar o mais perto possível daquele homem que amava tanto. Acabou se aproximando tanto que conseguiu sentir que Sanji estava duro por baixo daquele kimono. Porém, faziam apenas poucos segundos que estavam se beijando, então aquilo significava que o pervertido estava assim desde antes. Zoro não se conteve em sorrir no meio do beijo, Sanji era sempre muito previsível, era engraçado. Ele colocou sua perna mais à frente, pressionando a coxa contra a ereção pateticamente aparente do outro, e movimentou de supetão, sentindo o outro morder seu lábio como vingança, o que era bom demais para contar como uma retaliação de verdade.
A ereção que parecia esquecida, pulsou com o toque e o loiro só quis gemer, mas os lábios o devorando nem isso permitiram. A língua de Zoro era tão deliciosa e quente, parecia que ia comer cada pedacinho da sua boca, ele estava tão diferente do começo e tão mais perfeito, não que desde o primeiro já não fosse perfeito. Amava beijar aquele homem, amava transar com ele, amava ser unicamente de Zoro.
A perna grossa do maior sendo esfregada contra sua ereção estava deixando-o em transe. Cada movimento o estimulava com vontade e seu kimono estava começando a se tornar mais molhado e o volume ainda maior. Seu pau estava tão duro e molhado, aquilo parecia ser tão sujo. Estavam em público, poderiam ser vistos ali a qualquer instante e pensar nisso apenas fazia o kimono ficar mais úmido. Ele odiava ser atacado com tanta vontade e desejo, odiava ficar sem reação, e a única coisa que restava era morder os lábios carnudos do outro que parecia sempre amar. Zoro estava fora de si e não conseguia parar de atacá-lo, o que na realidade era muito bom. Sanji amava odiar cada detalhe estúpido de sua alga preferida.
Ele começava a sentir a ereção do outro cutucando a sua e arrancando gemidos abafados pelos lábios e língua que não paravam um segundo de invadir sua boca. Zoro em um movimento rápido segurou o loiro pela bunda e o levantou até estar em seu colo, com as pernas enlaçadas em sua cintura. As ereções tiveram mais facilidade para se esfregarem e sem pensar duas vezes o loiro começou a rebolar em círculos nada decentes. O moreno grunhiu excitado, arrancando um sorriso vitorioso do outro. Como vingança, Zoro encheu as mãos com a bunda redonda e gostosa, fazendo o menor perder o ritmo do beijo para gemer. Sem perder nenhum segundo, ele avançou para o pescoço pálido e encheu de beijos e mordidas rápidas, mas que ficariam marcadas de tanta força que colocava no ato.
Sanji arranhava seu pescoço, gemendo baixo para não chamar a atenção de qualquer pessoa que estivesse por perto. Seu pau estava enorme e a cabecinha começava a se esgueirar pelo tecido fino da vestimenta, derramando seu pré-gozo no kimono alheio. Estava tão distraído com o estímulo em seu pau e pescoço que não notou quando o moreno babou na própria mão, enchendo os dedos de saliva e os esgueirou pelo kimono até alcançar a sua entrada. Ao sentir os dedos molhados Sanji imediatamente contraiu o corpo e fincou as unhas na nuca do outro, chegando a machucá-lo. Zoro não se importou tanto com a dor, apenas com a reação hesitante do outro.
— Não quer? — Ele perguntou um tanto rude com a voz completamente pesada e carregada de tesão.
— Sim... — O cozinheiro respondeu em um gemido fraco, chegando a parecer até inocente pela hesitação, o que era completamente impossível vindo de Sanji. — Mas aqui? Alguém pode passar...
— Não quer? — Zoro se repetiu, sua voz parecia ainda mais grave, fazendo o corpo do loiro estremecer pelo tesão. Os dois estavam tão desesperados por aquela foda suja em público, correndo o risco de serem flagrados que só aumentava a vontade.
— Mete... — Ele gemeu manhoso no ouvido do moreno que pareceu rugir com aquilo.
Em um segundo um dedo extremamente grosso e babado fora introduzido em seu cuzinho, com uma facilidade que o envergonhava. Estava largo depois de todos aqueles meses dando com vontade para Zoro. Poucos segundos depois, outro dedo estava deslizando para dentro e o loiro perdeu completamente a razão. Seu pau gotejava no kimono alheio, seus mamilos estavam enormes e duros, sendo marcados pelo tecido justo e sua boca só conseguia gemer gostoso sem nenhum controle.
Deixou de segurar no corpo maior e levou as duas mãos até os mamilos, tocando-os por cima do tecido quase como se estivesse se exibindo. Ele apertava-os e rodeava os dedos sedutoramente, enlouquecendo o outro que respondeu investindo os dedos com força contra o cuzinho melado e em seguida juntando mais um dedo, começando a meter facilmente os três de uma vez. Suas bocas voltaram a se encontrar várias vezes, mas o tesão e desespero era tanto que apenas as línguas se esfregavam fora da boca, e uma quantidade enorme de saliva escorria até as ereções se esfregando.
— Segura com força em mim. — Zoro mandou e Sanji pateticamente atendeu, soltando seus mamilos e apertando os ombros fortes. A boca faminta do moreno foi direto para um de seus mamilos e a mão que apertava a bunda subiu para o outro mamilo e ele começou a abusar de ambos ao mesmo tempo, chupando gostoso um e apertando com força o outro, tudo por cima do tecido.
Sanji gemia desesperado, enlouquecendo com todos aqueles estímulos ao mesmo tempo. Os dedos estavam sendo forçados com tanta vontade em seu cuzinho que ele não conseguia mais pensar, respirar ou qualquer coisa. Ia gozar se continuasse assim, gozar tão fácil e rápido...
— Marimo, mais... Mais... — Ele implorou e o espadachim prontamente respondeu, mordendo seu mamilo até que o outro gritasse de prazer. Sanji começou a movimentar-se contra seus dedos grossos que eram metidos bem fundo dentro dele, Zoro sabia que havia encontrado a próstata e não pararia de investir até que visse seu namorado gozando bem gostoso.
Seu ombro começava a se encher de baba, o loiro não conseguia se controlar. Os movimentos eram rápidos e fortes, tornando os dois ofegantes. Zoro ficou com medo de que o outro entrasse em transe e soltasse seu corpo, então enlaçou sua cintura dando apoio para não o deixar cair. Com isso ele conseguia meter com mais facilidade, sempre com a mesma força e profundidade, esfregando a ponta dos dedos tão grossos na próstata do menor.
O loiro tentava se segurar, suas mãos tremiam e se agarrava com toda força no kimono verde, gemendo sem controle. Ainda se forçava contra os dedos, mas naquele último movimento ele perdeu totalmente as forças do corpo, soltando-se do maior e quase chorando de prazer. O orgasmo o deixava trêmulo e os jatos de sêmen escapavam de seu pau manchando a roupa de ambos. Era sujo e delicioso, mas não o suficiente. Sanji era guloso e por mais perfeito que fosse gozar sendo fodido apenas pelos dedos do moreno, ele sempre precisava da dose completa. Zoro o desceu de seu colo e o beijou, estava tão ofegante que mal conseguia manter o beijo. As mãos rápidas do loiro foram para o peitoral do maior, fazendo o polegar e indicador estimularem os mamilos saltados no kimono, infelizmente estava agindo com muito desespero e urgência e as mãos logo envolveram o tronco largo, indo para as costas e descendo até a bunda grande. Sanji a apertou e afastou cada uma das nádegas, sentindo que não existia nenhum tecido ali. Estranhou, não estava sentindo perfeitamente o pau do outro, então ele tinha que estar de cueca… A não ser que...
No segundo em que sua mente entendeu, ele rapidamente puxou o tecido do kimono verde para cima, mostrando as pernas grossas e o volume protuberante sendo contido por um simples fundoshi. Sanji engoliu a seco sem acreditar na visão perfeita. As mãos voltaram a tocar a bunda, aproveitando-se para abusar com mais vontade. O fio mínimo do fundoshi no meio das nádegas o enlouquecia, então Sanji o tocou e puxou, causando um gemido envergonhado no outro. Sanji sempre achou fundoshi a coisa mais horrível e brega do mundo, isso até ver Zoro usando um quando ainda eram apenas amigos. Naquele dia a punheta foi intensa lembrando-se do garoto com aquela peça vergonhosa e desde que começaram a ficar foram poucas as vezes que o moreno havia usado, mas nessas o loiro sempre se aproveitava. Havia desenvolvido um tesão por Zoro vestido com aquila peça que não sabia nem descrever, a ponto de já ter até mesmo mamado ele por cima do tecido e o feito gozar bem gostoso. Droga.
Seu pau há pouco morto começava a crescer outra vez, graças a quantidade absurda de hormônios por ser tão jovem, e antes que fosse impedido, ajoelhou-se no chão e foi de cara no fundoshi, lambendo cada gota do pré-gozo que o havia sujado, não só o pré-gozo do moreno... Sanji lambia desesperado o caralho grosso por cima da peça, mas não foi permitido por mais que pouquíssimos segundos, a mão grande do outro tirou seu pau que pulsava enorme em sua direção derramando o pré-gozo acumulado no chão. Imediatamente Sanji o enfiou todo na boca, mergulhando-o em sua saliva e quando ia começar os movimentos do boquete, Zoro o puxou pela roupa obrigando-o a ficar em pé outra vez, forçando a abandonar a rola gostosa toda babada, realmente um desperdício. Vergonhosamente para o moreno, um fio de pré-gozo misturado com saliva subiu junto a boca do loiro que quando o notou o pegou com a mão e o levou até a boca, engolindo até o último vestígio da forma mais obscena de todas.
— Maldito pervertido. — Zoro resmungou e ao invés do menor se encolher e parar, no mesmo instante os dedos foram para os mamilos escuros e voltaram a abusá-lo. Ele balançou a cabeça em reprovação e só recebeu um sorriso obsceno. Os lábios foram pressionados outra vez e eles recomeçaram o beijo.
Enquanto isso, sem o loiro perceber, o espadachim havia recolhido todo o sêmen que ele derramara e estava passando em seu pau, tornando-o branquinho de porra. Não havia lubrificante ali, mas de longe seria a primeira vez que transavam sem lubrificante. Em meio ao beijo, Zoro puxou a perna esquerda do loiro um pouco para cima para poder meter nele e para sua felicidade seu namorado era o cara mais flexível do mundo e o pouco que puxava logo se tornou muito, fazendo a perna se apoiar em seu ombro. Ele amava tanto aquela flexibilidade. Seu pau pulsou com o pensamento e sem enrolar ele enfiou de uma vez no cuzinho pouco lubrificado.
Sanji quase perdeu o equilíbrio com aquela investida forte, felizmente estava apoiado na árvore porque não conseguiria se sustentar apenas com um dos pés. Zoro cortou o beijo deixando uma mordida em sua língua e sorriu pervertido, fazendo o coração do loiro disparar. Os lindos olhos azuis do moreno não eram desviados de seus verdes, o que era muito vergonhoso. Ele se abraçou no pescoço grosso para parar de ser encarado como se fosse comida e os movimentos começaram.
A cada investida o pau do loiro ganhava mais vida, até estar enorme e vistoso outra vez. Zoro estava enorme em seu cuzinho ou estava sentindo aquilo só pela falta de lubrificante. Não, realmente ele estava enorme e grosso. Era delicioso, Sanji amava ser fodido assim... Hmm... Na verdade ele gostava mais rápido e forte...
— Zoro... — Ele chamou e o outro que investia com vontade olhou para seu rosto corado. — Mete mais forte.
Sanji sorriu envergonhado como um anjo e Zoro perdeu o resto de sanidade que tinha. Era tão injusto um pervertido ser tão lindo. Então, segurou com força a coxa grossa perto de seu peito e a outra mão apertou a cintura esguia, começando a investir com mais força e intensidade. Os corpos se chocavam um contra o outro com urgência, os barulhos eram sujos e os gemidos altos. Naquele momento não estavam mais ligando para caso alguém os visse ou ouvisse, só queriam se aproveitar um do corpo do outro e enlouquecer juntos. O pau de Sanji voltava a gotejar no corpo do maior e eles não estavam nem ligando, Zoro só queria se despejar naquele cuzinho delicioso, enchê-lo de porra e dar outro orgasmo para seu amado, que parecia que ia terminar outra vez antes dele. Como sempre o cara mais fácil e rápido do mundo.
Sanji gemia seu nome alto dezenas de vezes, o envergonhando e excitando ao mesmo tempo, Zoro sentia-se um completo pervertido ao lado dele e o pior é que isso não o desagradava. Quando seu pau alcançou a próstata do loiro, sentiu as unhas sendo enfiadas em seus ombros e aquela dor o agradava muito. O loiro foi desesperado atrás de sua língua outra vez e ao invés de beijá-lo, começou a chupar e mamar como sempre fazia com seu pau. Era vergonhoso e prazeroso. Seu pau estava pulsando a cada estocada forte e o menor parecia que não aguentava mais, o pré-gozo estava escorrendo em alta quantidade e o outro nem parecia conseguir raciocinar mais, não que Zoro estivesse muito diferente, e a forma que Sanji contraia o cuzinho e o apertava com tanta força o fazia pirar.
— Zoroo... Zoo...ro... — O loiro chamava sem controle enquanto mamava a língua dele e se agarrava. Não estava raciocinando, mas aquela foda com certeza era uma das melhores de sua vida. Ouviu seu nome ser chamado outra vez e deu de cara com os olhos verdes brilhando ao encontrarem-se com os seus. Seu coração disparou, Sanji era tão perfeito. — Te am...o... Zoro... Amo... Ahnn...
A confissão inesperada fez o outro arregalar os olhos e pareceu que seu pau se tornou mais grosso e pulsante naquele instante. Foram menos de três estocadas para ele gozar com força no cuzinho que o apertava, despejando toda a porra acumulada daquele dia na cavidade quente. Era sua vez de gemer alto e rouco, chamando o nome de Sanji. Seu corpo aos poucos parecia perder as forças, mas ele não parou de meter. Não conseguiu mais segurar a perna do loiro, então a levou até o chão, tirou seu pau e o virou de costas. A bunda redondinha fora empinada e Zoro meteu com força antes que seu gozo escorresse.
A mão do menor foi até o próprio pau e começou a se masturbar com uma mão e a outra apertava suas bolas. As duas mãos de Zoro puxaram o kimono azul com força deixando o peitoral do menor exposto e as mãos atacaram os mamilos rosados, apertando-os com força e puxando-os, do jeito exato que sabia que Sanji amava. O loiro batia uma punheta gostosa e desesperada, enquanto era fodido mais lentamente, o que não deixava de ser a coisa mais perfeita do mundo. Seus mamilos eram abusados e suas bolas também e ele que antes já estava quase gozando outra vez não resistiu e logo gozou o resto de porra que existia em suas bolas, sujando a árvore.
Seus olhos estavam cheios de lágrimas e ele sentia-se patético por ser tão fácil, mas não se arrependia. O pau de Zoro saiu de seu cuzinho e junto uma quantidade enorme de porra escorreu para suas coxas, fazendo seu rosto ferver de vergonha. Sem tempo para reclamar, o maior basicamente caiu em cima de seu corpo, prensando-o na árvore. Ele sorriu e colocou as mãos por cima das que abraçavam sua cintura, enquanto esperava os batimentos voltarem ao normal e recuperavam o fôlego juntos.
— Maldito marimo pervertido. — Sanji provocou e levou uma mordida no ombro.
— Cala a boca... — Zoro coçou a nuca, envergonhado. Ele começou a fazer círculos na barriga do loiro, como se quisesse falar algo.
— O que foi?
— Nada... Eu só... — O moreno desviou o olhar envergonhado, não que Sanji estivesse vendo o rosto dele no momento, estava se arrependendo do que iria falar antes mesmo de sair de sua boca. Ele quis realmente morrer naquele momento. — É bom? Sabe... Dentro...
— Ah... — Sanji entendeu o que o monossilábico queria dizer e sorriu. Era a vez do loiro se envergonhar, por que o idiota estava falando aquelas coisas? — É bom... Muito...
— Hm... Faz em mim... — Naquele momento Sanji tentou se virar, mas a força do moreno era maior e conseguiu mantê-lo no mesmo lugar. Sem chance de deixar ver sua cara vermelha naquele instante.
O loiro ficou em silêncio sem acreditar no que ouvia. Aquilo significava que... Zoro... Ele... Queria dar...? Era isso mesmo? Dar para ele? Não que achava que nunca o comeria, muito pelo contrário, só não achou que seria tão rápido para o outro sentir vontade disso. Ou talvez há muito ele sentia e só não tinha coragem de falar. Sanji só conseguia pensar no tempo que havia perdido, poderia estar há meses fodendo aquela bundinha deliciosa do marimo.
— Sim, com certeza, agora mesmo. — Outra vez ele tentou se soltar dos braços do maior, sem muito sucesso. Estava muito fraco pelos dois orgasmos, sem contar que naturalmente já possuía menos força física que o moreno.
— Agora não. — Zoro afirmou e viu um biquinho manhoso se formando nos lábios do namorado. Suspirou e soltou o idiota, começando a se arrumar de costas para ele. — Quando chegar na sua casa...
A decepção do loirinho não durou muito tempo e ele imediatamente voltou a ser o cara mais feliz do mundo. Não só havia começado a namorar oficialmente com Zoro como também ele queria ser fodido, definitivamente era o melhor dia da sua vida. Queria correr para casa naquele mesmo instante e jogar a plantinha de quatro na cama.
Enquanto isso, Zoro estava enrolando mais que o normal por estar com certo receio de ter feito o pedido errado na hora errada. Ele estava fodido naquela noite, literalmente. Arrumaram suas roupas, principalmente as de Sanji que voltou a ficar impecavelmente perfeito e lindo. O obi fora amarrado pelo moreno e quando estavam outra vez vestidos decentemente, deram as mãos vergonhosamente e começaram a andar para fora dali.
A maioria das pessoas já havia debandado para casa, o que agradava bastante Zoro, pois significava que não teriam que enfrentar uma multidão irritante no caminho de volta. A noite estava com cheiro da fumaça dos fogos e das comidas típicas do festival, e Zoro caminhava observando as estrelas acima.
Minutos depois, quando estavam no meio do caminho, ele pensou que não seria tão mau desviar um pouco do percurso de volta, chegariam um pouco mais tarde em casa, mas valeria a pena. Expressou seu desejo a Sanji, que entendeu sem muitas explicações, e este os guiou até a direção certa. O loiro pegou algumas flores bonitas enquanto caminhavam e deu algumas a Zoro.
Chegaram ao cemitério onde Kuina fora enterrada e rezaram por sua alma, depositando as flores em frente a sua lápide. Zoro estava sentado no chão, de olhos fechados, pensando no quanto gostaria que sua irmã estivesse ali. Queria ter dito a ela o quanto era amado e amava o loiro. Queria até mesmo ouvir o deboche em sua voz, o caçoando por ter demorado tanto tempo para começar algo com Sanji. Ele só a queria ali. Porém, aquilo nem doía mais, já havia cicatrizado há muito tempo, então Zoro apenas se contentaria em contar tudo a ela enquanto fechava os olhos, ele sabia que ela gostaria de ouvir o quanto estava feliz ao lado de Sanji.
Fale com o autor