My Sweet Criminal
9 Meu Doce Criminoso.
Notas iniciais
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Vocês acreditam que quatro pessoas favoritaram My Sweet Criminal??? Nem eu acreditei! Ardaigh Black, Sakura Hime, nathaliediangelo e Nataliiip eu queria agradecer por favoritarem minha fanfic e darem tanto carinho à ela! Muito obrigada! Vocês são umas lindas! *-* Eu nunca pensei que ia receber tanto carinho assim na minha primeira fic, estou muito feliz! *seca as lágrimas*
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Queria mandar um beijo para todos que me apoiaram nesses quatro meses, obrigada a todos que mandaram review, que ainda vão mandar e até àqueles que não mandaram!...
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As partes em itálico e entre aspas são os pensamentos dos personagens. O poema ao fim do capítulo me pertence.
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Acho que eu já falei de mais... Boa leitura, nos vemos nas notas finais, aonde vou falar mais ainda... aiosudhaiosdu xD /apanha
A calmaria antes da tempestade.
Três meses se passaram desde que eu descobri o que sinto pelo Raito. Três meses desde que ele terminou com a Misa e se declarou para mim. Três meses desde que tivemos nossa primeira relação sexual. Três meses desde que ele me pediu em namoro e eu aceitei. Eu nunca pensei que três meses fossem mudar tanto a minha vida.
– Raito, preciso falar com você em particular.
– Não tenho nenhum assunto a tratar com o senhor. — Raito respondeu frio sem olhá-lo.
– Bom, vejo que ainda está magoado pelo que fiz, mesmo depois de tanto tempo.
– Claro que estou, o senhor me desrespeitou, desrespeitou meu namorado e ainda por cima me humilhou na frente de todo mundo. Eu não deveria nem estar te dando atenção. — a mágoa na fala do Raito era quase palpável.
– Eu sei de tudo isso Raito e eu queria lhe pedir desculpas pelo que fiz. — eu podia sentir a sinceridade na fala do mais velho, mas decidi não interferir quem tinha que perdoá-lo era o Raito, não eu.
– O senhor não acha que é meio tarde para isso... Pai? — ele disse a última palavra olhando seu pai nos olhos.
– Eu sei que errei, — o Yagami-san disse aproximando-se do Raito. — sei que o que fiz foi errado mas você tem que levar em consideração que nascemos em épocas diferentes, foi difícil no começo mas finalmente consegui aceitar que você namore com o Ryuuzaki. Eu quero te ver feliz Raito, e se ele é capaz disso não vou mais impedir que fiquem juntos. — ele disse colocando as mãos nos ombros do Raito, que o olhou surpreso e depois abriu um sorriso de tirar o fôlego. ~ "Ai como eu amo esse sorriso..."
– Sério mesmo pai? — perguntou esperançoso e seu pai apenas assentiu como resposta. — Obrigado pai, o senhor não sabe quanto tempo esperei para ouvir isso... Eu te desculpo. — terminou de dizer abraçando seu pai carinhosamente.
– Obrigado filho, mas tem mais uma coisa... — Yagami-san disse temeroso.
– O que é? — perguntou curioso mas como seu pai não disse nada, ele sorriu e continuou: — Pode falar.
– Sua mãe e eu vamos permitir o namoro, mas você tem que voltar para casa. — Raito se afastou do pai o olhando incrédulo e antes que ele começasse uma discução inútil eu resolvi interfirir.
– Não precisa se preocupar meu amor, eu já sabia que iria ser assim. — falei tranquilo enquanto comia mais um de meus doces, colocados em uma mesa no centro da sala.
– Amor, foram três meses para eles se acostumarem com o nosso namoro, não posso permitir que você volte a ficar sozinho aqui. — ele se aproximou, apoiou-se na mesa e me olhou preocupado.
– Eu já disse que está tudo bem Raito. — o olhei nos olhos para passar certeza, depois voltei a me cencentrar em meus doces. — Eu sempre vivi sozinho, isolado do mundo. Além disso seus pais devem sentir a sua falta.
– É, mas a gente passou muito tempo juntos, tem certeza que consegue voltar a ficar sozinho? — perguntou acariciando minha bochecha com as costas dos dedos.
– Sim. Além do que eu não vou estar literalmente sozinho, o Watari sempre fica aqui no "escritório"¹ comigo.
– Hum. Vou ficar de olho em você Ryuuzaki! — ele se afatou de mim e voltou sua atenção para o pai.
– Tudo bem, eu volto para casa, mas esse fim de semana eu vou passar aqui.
– Por mim não tem problema. — assim que terminaram a conversa cada um foi cuidar de seu trabalho, algumas horas depois o expediente tinha acabado e na sala só restaram o Yagami-san, o Raito e eu.
– Pai pode ir na frente, depois eu vou.
– Tudo bem, até amanhã Ryuuzaki. — ele me cumprimentou saindo da sala.
– Até, obrigado pelo seu trabalho duro. — disse antes que a porta do elevador se fechasse. Aguardei alguns poucos minutos sozinho mas depois o Raito me fez companhia.
– Lawliet... — chamou da escada me fazendo olhar para ele enquanto se aproximava.
– Raito, eu já disse que está tudo bem. — coloquei meus braços em seus ombros enquanto ele colocava os dele envolta da minha cintura.
– Na verdade não era isso que eu queria falar. Eu gostaria de te perguntar uma coisa... — ele disse fazendo suspense.
– Pode falar. — sorri.
– O que você acha de termos um encontro?
– Hmm... Não sei... — disse fingindo que estava pensando. — A minha agenda está apertada e... É claro que eu aceito seu bobo. — terminei de dizer dando-lhe um selinho.
– Hum, acho bom. — ele disse em resposta à brincadeira.
– Então amor, quando vai ser o nosso encontro? — perguntei curioso.
– Segunda. — assim que ele disse aquilo meu coração já começou a disparar e eu sorri bobamente apaixonado.
– Por mim tudo bem, eu posso dar folga a todos e assim poderemos aproveitar mais o nosso encontro.
– Certo! Agora vem aqui que eu quero te dar um presente antes de voltar para casa. — ele disse maliciosamente, colou mais nossos corpos, e me beijou. Quando a falta de ar se fez presente nos separamos e ele atacou meu pescoço.
– R-Raito... — ofeguei jogando a cabeça para trás, deixando meu pescoço totalmente exposto para ele.
– Antes de ir para casa eu quero tentar uma coisa diferente... — sussurrou sensualmente em meu ouvido fazendo-me arrepiar por inteiro.
– Hmmm... — ofeguei enquanto ele mordia o lóbulo da minha orelha e lambia o meu pescoço, quando ele se afastou o puxei para outro beijo, agarrei a parte de trás do cabelo do Raito com uma das minhas mãos e desci a outra até a barra de sua camiseta adentrando-a para brincar com os mamilos dele. Separei o beijo, por causa da falta de ar, e aproveitei para tirar a camisa dele atacando seu peito, hoje não queria que ele ficasse com marcas em lugares visíveis do corpo, afinal ele ainda tinha que voltar pra casa dele e se os pais ficaram chocados só com o namoro imagina o que ia acontecer se eles soubessem que a gente se relaciona sexualmente!... Depois que marquei bem o peito do Raito e deixei seus mamilos durinhos eu desci meus beijos, chupões e mordidas por todo seu abdomen, quando cheguei ao seu umbigo o contornei com a lígua e usei as mãos para abaixar a calça do Raito, antes de começar qualquer tortura ele me despiu deixando-me apenas de boxer. O puxei para outro beijo, desci minhas mãos por suas costas até colocá-las por dentro de sua boxer espalmei-as em suas nádegas e apertei com força, fazendo com que ele parasse o beijo para gemer sensualmente perto da minha boca. Fui o empurrando para trás e quando chegamos perto do sofá abaixei sua boxer até os joelhos e com um último impulso fiz com que se sentasse, ele se encarregou de terminar de se livrar daquela peça incômoda, então me ajoelhei e fiquei no meio de suas pernas encarando o membro rijo dele. Para provocar comecei a dar chupões na parte interna de suas coxas perto da virília e sempre que me aproximava de seu membro eu só o tocava com a língua.
– L-Lawliet... — chamou ofegante.
– Sim? — atendi olhando nos olhos dele.
– Pare de me torturar desse jeito.
– Me diga... — disse passando a língua da sua entrada até antes da glande. — O que quer que eu faça? — perguntei lambendo a ponta de seu membro. ~ "Ai como eu amo torturá-lo".
– Me chupa logo! — sorri maliciosamente ao vê-lo tão impaciente mas logo tratei de desfazer o sorriso e abocanhar o membro dele, chupando-o com vontade. Ele começou a gemer e agarrar meu cabelo com uma das mãos, o que me incentivou a ir mais rápido. Antes dele chegar ao seu ápice parei o que estava fazendo, recebendo um gemido em repovação, mas não deixei que ele vocalizasse alguma reclamação levei três dedos para a boca dele e quase gozei vendo-o chupá-los tão deliciosamente. Enquanto ele estava lubrificando meus dígitos me levantei e tirei minha boxer aproveitando para deitá-lo no sofá, coloquei-me no meio de suas pernas passando a chupar a parte interna de suas coxas, deixando marcas no local, quando achei que meus dedos estavam bem molhados os tirei da boca do Raito e introduzi um de cada vez, chegando no terceiro parei de movimentá-los deixando que ele se acostumasse e comecei a chupar seu membro, uns segundos depois eu já começava a mexer a mão. — Aaaah... L-Lawliet... V-Vem logo, e-eu vou... Aaaah... — os gemidos dele só fizeram que eu aumentasse mais minha velocidade fazendo-no gozar na minha boca, eu prontamente engoli tudo e fui subindo aos beijos até o seu rosto depois dei-lhe um beijo selvagem, enquanto trocávamos carícias ele inverteu as posições, ficando por cima, começou a marcar meu peito e desceu até meu membro o colocando por inteiro dentro da boca.
– Aaaah... R-Raito... — gemi entrelaçando meus dedos em seus fios castanhos, o que fez com que ele aumentasse a velocidade e chupar com mais vontade. O que me surpreendeu, foi que ele também colocu três dedos em minha boca, não deixei de chupá-los, e depois de bem lubrificados ele os colocou, um de cada vez, em minha entrada e poucos minutos depois eu havia gozado na boca dele.
– Delicioso... — ele comentou sorrindo maliciosamente.
– Raito, o que significa isso?... — perguntei confuso. — Achei que você queria tentar uma coisa diferente...!
– Eu estou tentando uma coisa diferente. — eu provavelmente estava com um ponto de interrogação estampado no rosto pela risadinha que ele deu em seguida. — Hoje nós vamos tentar uma coisa chamada reversi.
– E o que isso significa?
– Significa que nós dois seremos o seme hoje.
– Como pretende fazer isso?
– Deixe-me explicar melhor... — ele disse enquanto entrava em mim lentamente. — Eu vou ser o seme primeiro, por que na última noite foi você quem o fez, e depois que ambos estiverem satisfeitos, e se ainda tivermos energia, você vai ser o meu seme.
– Você disse bem... Se tivermos energia. — respondi enquanto ele segurava em minhas coxas.
– Para de reclamar e aproveita. Eu sei que vai dar certo, estou muito excitado hoje... — ele disse começando a me estocar. No ínicio os movimentos foram lentos, mas aumentaram de acordo com meus gemidos e enquanto Raito investia rápido, forte e me masturbando eu arranhava suas costas com minhas unhas curtas.
– Haaa... R-Raito... M-Mais fundo... Haaa... — ele continuou a estocar, indo mais fundo como eu pedi e quando ele acertou minha próstata urrei de prazer, fazendo-no acertar mais vezes no mesmo lugar. Perdido no prazer e quase chegando ao ápice entrelaçei meus dedos no cabelo dele e o puxei para um beijo selvagem, quando nos separamos uma linha fina de saliva ainda nos unia. — Aaaah... R-Raito... E-Estou quase lá... Aaaah...
– Aaaah... E-Eu também, vamos juntos então... — ele colocou mais força em suas estocadas e mais rapidez em sua mão, poucos minutos depois havíamos gozado juntos, eu melando nossos corpos e ele preenchendo o meu interior. Seu corpo cansado caiu sobre o meu, o fiz descansar a cabeça em meu peito enquanto normalizávamos nossa respiração.
– Pronto para mais uma? — ele disse retirando-se de mim.
– Mas já? — respondi com uma pergunta sentando-me no sofá.
– Sim, temos que apreveitar enquanto nossos corpos ainda estão quentes. — ele respondeu sentando em minhas coxas e colocando as mãos em meus ombros.
– Nossa... Que namorado pervertido que eu fui arrumar hein! — disse apertando suas nádegas com força.
– Fica quietinho que eu sei que você gosta. — ele respondeu colando nossos membros e começando a acariciar os dois ao mesmo tempo, aproveitei para chupar a base do seu pecoço e subi uma de minhas mãos para a boca dele. Depois que três dos meus dedos foram lubrificados eu os inseri, um a um, em sua entrada fazendo-no gemer e aumetar as carícias em nossos membros, não demorou muito para que ficassem eretos novamente. Soltei seu pescoço e o beijei, chupando e mordendo até que seus lábios ficassem avermelhados, ele ofegou quando nos separamos e atacou meu pescoço começando a nos masturbar. — Hmmm... L-Lawliet... E-Eu vou... — ele nem conseguiu terminar sua fala quando intensifiquei o movimentos dos meus dedos enquanto ele aumentava o rítmo de sua mão, logo os dois chegaram ao ápice gemendo juntos. Apesar de termos atingido o orgasmo ainda estávamos excitados, retirei meus dedos de dentro do Raito e afestei sua mão de nossos membros, segurei firmemente em suas coxas posicionando-me em sua entrada e ele foi descendo vagarosamente sobre meu membro.
– Hmm... — gemi enquanto ele terminava de sentar sobre mim, enquanto ele se acostumava trocávamos beijos luxuriosos e carícias cheias de desejo. Uns segundos depois ele já estava se movimentando com as mãos apoiadas em meu peito ofegando e gemendo deliciosamente.
– Haaa... Lawliet...
– Haaa... Raito... — gemi apertando sua coxa, o incentivando a ir mais rápido. Depois de um tempo notei que as pernas dele estavam trêmulas, provavelmente ele tinha se cansado com os movimentos repetitivos, inverti as posições — nos deitando no sofá — aumentei a força e precisão das minhas estocadas, fazendo-no gemer mais alto.
– AAAAH... Lawliet... M-Mais fundo... Haaa... — acatei ao seu pedido e continuei estocando. — AAAAAAAAAAAAAAH... — ele urrou de prazer, indicando que eu havia atingido sua próstata, me afastei um pouco apenas para conseguir colocar suas pernas em meus ombros continuando a investir nele com força e profundidade, com uma das mãos em sua cintura e com a outra comecei a masturbá-lo. — Haaa... Lawliet... E-Eu v-vou... Haaa...
– Então vamos juntos. — coloquei meu últimos esforços nas estocadas, nós gritamos de prazer e gozamos juntos, ele melando nossos troncos e eu preenchendo seu interior, deixando que meu corpo cansado caisse sobre o seu, quando consegui recuperar meu folêgo retirei-me dele e deitei ao seu lado. — Isso foi maravilhoso... Eu te amo. — disse o abraçando pela cintura e dando-lhe um selinho.
– Também achei e eu também te amo. — ele respondeu retribuindo o selinho. — Eu queria poder ficar com você hoje... — disse manhoso achonchegando-se em meu peito.
– Eu sei, também queria que você ficasse aqui, mas você prometeu que iria para sua casa hoje. — subi uma das mãos e acariciei seu cabelo.
– Hmm nem me fala... — respondeu um pouco desanimado. — Eu preciso tomar banho antes de ir embora.
– Vai lá, eu vou tomar banho em outro banheiro.
– Eu nem sabia que tinha outro banheiro!
– É que eu só uso em casos especias ou de emergência.
– Entendo... — ele respondeu colocando somente a boxer e eu o imitei, foi quando nos levantamos do sofá que percebi que ele havia ficado todo sujo por causa do ato que praticamos ali.
– Hmm... Vou ter que mandar lavar o sofá... — disse pensativo enquanto encarava o mesmo.
– Você tem razão. — Raito concordo colocando-se ao meu lado.
– Depois eu peço para o Watari ver isso... — disse arrumando a bagunça na sala. — Eu vou colocar isso para lavar e deixar aqui como troca de roupa, tudo bem?
– Sem problemas. O Watari não vai achar estranho? — o deixei sozinho para ir ao banheiro deixar as roupas na cesta de roupa suja e voltei para a sala.
– Acho que não, por que foi ele quem me ajudou com tudo relacionado a você, ele deve deduzir que faríamos esse tipo de coisa. E por mais que eu não queira isso, você tem que ir para a sua casa. — disse me aproximando dele.
– Entendo... Eu também não quero isso, mas é o único jeito de manter nosso namoro por enquanto e vou fezer qualquer coisa para ficar com você. — ele disse aproximando-se e me abraçando pela cintura, possessivo como sempre.
– Que fofo, eu me sinto do mesmo jeito. — coloquei meus braços em volta de seu pescoço e uma das minhas mãos subiu para meus dedos entrelaçarem-se em seu cabelo e puxá-lo para um beijo, tirando o fôlego dos dois.
– Você beija muito bem pra uma pessoa que nunca teve contato com a sociedade.
– Sim, é que eu tenho um professor maravilhoso, além dele ser um gostoso.
– Hmm, adoraria conhecê-lo.
– Bobo... É só se olhar no espelho. — respondi enquanto o beijava, aproveitamos o máximo que podíamos, depois fomos tomar banho e quando estávamos devidamente limpos namoramos mais um pouquinho, mas ele teve que se despedir e ir embora. As coisas estavam melhorando e eu gostava de nossa situação atual, a única coisa que poderia me deixar ainda mais feliz seria capturar o Kira.
~ L POV OFF ~
O dia que Yagami Soichiro foi conversar com seu filho era uma segunda-feira e por mais que os dois namorados quisessem que a semana passasse rápido ela se arrastava vagarosamente como uma tartaruga.
Depois de muito sofrimento a semana chegou na quinta-feira, mais dois dias e os dois namorados poderiam aproveitar o fim de semana só para eles, já que Lawliet pretendia dar uma folga aos outros investigadores até a segunda-feira, e ele tinha um motivo muito especial para isto.
Dia 17 de setembro de 2012. Para muitos essa data não significa nada, mas para o moreno significa muita coisa. Quatro meses se passaram desde que conheceu e se apaixonou pelo ruivo. No primeiro mês eles só tinham amizade, no segundo o ruivo começou a namorar a loira tapada, no terceiro o moreno descbriu que ama o ruivo e que o sentimento é recípocro, então — depois de muitos acontecimentos. — começaram a namorar e agora, no quarto mês, vão comemorar por finalmente estarem juntos e felizes.
~ L POV ON ~
– Watari, é minha impressão ou essa semana está passando mais devagar que o normal? — perguntei enquanto ele trazia meu carrinho de doces diários.
– Você tem razão Ryuuzaki. Mas veja bem, hoje é quinta-feira. Falta pouco para o fim de semana.
– Você está certo Watari, talvez eu esteja muito ansioso.
– Ansioso?
– Sim. Segunda-feira, dia 17, vão fazer quatro meses desde que eu conheci o Raito e me apaixonei por ele.
– Verdade, eu tinha até me esquecido...
– Além disso vamos aproveitar e comemorar o aniversário de namoro, adotamos o dia 17 por que foi nesta data como tudo começou...
– Entendo... Acalme-se, eu acretido que tudo vai dar certo.
– Você tem razão Watari, obrigado.
– De nada. — depois que nossa conversa acabou ele voltou ao seu escritório me deixando sozinho na sala, o que não durou muito tempo já que os investigadores do caso Kira chegaram um pouco depois.
– Olá, bem-vindos. — cumprimentei a todos.
– Oi Ryuuzaki. — todos responderam. Foi aí que eu percebi que estava faltando uma pessoa.
– Yagami-san...
– Sim?
– Aonde está o Raito?
– Ele já está vindo, parou em algum lugar para comprar alguma coisa...
– Hmm... E você não sabe o que é?
– Não, ele disse que era surpresa.
– Sei, obrigado Yagami-san.
– Acho que você não precisa ficar com ciúmes Ryuuzaki, aposto que a surpresa é para você!
– Hmm... — murmurei como resposta, voltando minha atenção aos meus doces.
– Sabe Ryuuzaki... Meu filho te ama muito. Esses dias que ele ficou em casa só falava sobre você, o quanto você é maravilhoso e o quanto ele te ama. Então eu acho que você deveria confiar mais nele.
– Eu confio no Raito e o amo muito.
– E por que esse ciúme?
– Por que tenho medo de perdê-lo. Eu não confio nas pessoas lá fora.
– Entendo... — como não eu não disse nada ele voltou ao seu trabalho.
*meia hora depois*
– Ryuuzaki. — Watari me chamou pelo computador.
– O que foi Watari?
– Você poderia vir à minha sala?
– Tudo bem. — levantei-me e fui até a sala do Watari. — O que foi?
– Matsuda-san ligou e disse que indentificou o corpo da Misa entre as vítimas do atentado em Paris.
– Eu já suspeitava disso... Mas eles só acharam o corpo agora?
– Sim, os números divulgados antes eram baseados em depoimentos de civis.
– E o que mais? Você não me chamaria aqui só por causa disso.
– Ele pediu afastamento do caso Kira para ajudar a polícia de Paris a localizar o terrorista.
– Tudo bem, sem problemas. — disse me direcionando à saída. — Mas Watari... Eu quero que fique de olho nele, evite que ele cause algum tipo de problema para a polícia de Paris.
– Pode deixar. — assim que obtive sua resposta retirei-me da sala do Watari e voltei à sala do QG, mas quando cheguei lá o Raito estava acompanhado de uma moça e todos conversavam animadamente com eles, até esqueceram do caso. Passei reto por eles e sentei à mesa para comer meus doces, parecia que eles nem tinham notado minha presença. — "Vou mostrar pra 'essazinha' a quem o Raito pertence."– Depois de comer alguns doces me aproximei do meu ruivo afastando gentilmente a moça e o puxei para um beijo, quando estava satisfeito nos separei, fiquei atrás dele e o abraçei possessivamente pela cintura, fazendo questão que ela notasse nossas alianças.
– E esse é o Ryuuzaki, meu namorado ciumento. — ela riu enquanto ele me apresentava.
– Prazer em conhecê-lo Ryuuzaki, meu nome é Sayu² e eu sou irmã do Raito.
– Opa... Acho que exagerei no ciúmes... — sai de trás do Raito e a encarei um pouco envergonhado. — É um prazer conhecê-la também. — completei cumprimentando-na.
– Não tem problema, eu também teria ciúmes do meu irmão. — ela disse sorrindo.
– E eu nem sei pra que todo esse ciúme, você sabe o quanto eu te amo. — ele disse dando-me um tapa fraco no braço.
– Eu sei e confio em você! O problema são as pessoas lá fora, nunca se sabe o que pode acontecer e eu não quero te perder. — disse o abaraçando novamente.
– Além de ciúmeto é carente... — ele disse acariciando meu cabelo. — Mas eu te amo do mesmo jeito. — completou dando-me um beijo na testa.
– Seu pai me disse que você foi comprar alguma coisa para mim, mas por que ela está junto? E o que é? Eu quero saber, estou curioso.
– Ela me ajudou a escolher sua surpresa, mas só vou te dar na segunda.
– Ah... Seu malvado!... — disse manhoso.
– Eu prometo que você vai amar a surpresa.
– Hmm... Quero só ver!... — depois disso a semana passou rápido aos meus olhos e quando finalmente, o tão esperado, fim de semana chegou não cabia dentro de mim de tanta anisedade.
~ ♥ ~
A tempestade.
– Ryuuzaki, uma emergência. — Watari entrou correndo na sala de investigações, que se encontrava vazia, por causa do fim de semana que teria com o meu namorado.
– O que aconteceu Watari?
– O Kira voltou a atacar e o Near tem um suspeito.
– O que??? — perguntei surpreso. — Contate-o imediatamente!
– Sim. — Watari respondeu começando a prepar tudo para a vídeo conferência que teria com o Near, um garoto que também foi criado na Wammy's House e ele é o meu futuro subtituto, o coloquei nessa investigação para me ajudar secretamente, então só Watari e eu sabíamos que ele estava envolvido.
– Near, Watari me disse que você tem um suspeito de ser o Kira, fale mais sobre isso.
– Olá L, que bom que você me contatou rápido, eu tenho um plano para comprovar as minhas suspeitas e vou precisar de sua ajuda para executá-lo.
– Claro! Fale-me sobre o plano e tudo que descobriu. — Near me disse que o Kira arranjou um novo 2º Kira e que este estava executando os assassinatos mais recentes enquanto o Kira não fazia nada, era como se o 2º Kira estivesse querendo encobrir o 1º. Na mesma hora meu sangue gelou, só havia uma pessoa que eu suspeitava e tinha quase certeza que era a mesma que o Near. O plano dele era atrair o Kira para um galpão abandonado e encurralá-lo com a chegada da polícia, depois atrair o 2º Kira e fazer ele identificar o 1º, e assim poderíamos finalmente prendê-los. — Diga-me Near...
– O que Ryuuzaki? — perguntou curioso.
– O seu suspeito é o Yagami Raito? — eu sabia a resposta e sabia que ouví-la e confirmar minhas suspeitas só machucaria o meu coração, mas eu sou um detetive profissional não devo deixar minha vida pessoal afetar o meu trabalho, idependente do criminoso ser o meu único e verdadeiro amor.
– Sim, por que? — sabia! Mas preferiria não saber. Por que eu tinha que ser o detetive e o Raito o criminoso que eu deveria prender? Ainda que ele seja só um suspeito não tem nada que me prove que é inocente.
– Por que ele também é meu suspeito. — respondi à sua pergunta com um sorriso triste nos lábios e lágrimas descendo pelos olhos. — Obrigado por tudo Near. Quando o plano vai ser executado?
– Segunda-feira. — "Por que logo nesse dia? Era para ser um dia especial, apenas nosso, não o dia que eu provavelmente iria prendê-lo".
– Segunda? Por que?
– O Watari me falou sobre sua relação com o Yagami-kun e nada melhor do que simular um encontro no galpão no dia do aniversário de vocês.
– Entendo... Belo plano Near, vejo que Watari te criou muito bem, você vai ser um ótimo substituto. Quem sabe um dia você até me supere...
– Isso é exagero L.
– Não se subestime pequeno. Bom, até segunda.
– Até. — desligamos a transmissão e eu fiquei imóvel olhando para a tela escura do computador, senti quando Watari me abraçou fazendo com que minha cabeça ficasse em sua barriga, o abraçei forte e me desfiz em lágrimas. ~ "Eu sabia... Nunca deveria ter confiado no Raito. Por que as pessoas que mais amo me traem?" ~ depois de um tempo divagando e chorando acabei dormindo então Watari me levou para o quarto, onde fiquei até o dia da execução do plano. Nem preciso dizer que tudo o que eu havia planejado para o fim de semana foi por água abaixo né?
– Ryuuzaki, está na hora. — Watari disse entrando no quarto, levantei-me sem dizer nada, caminhei até o banheiro e lavei o rosto, tinha passado o fim de semana inteiro só chorando. Saimos do QG e fomos encontrar o Near no galpão, ele disse que iria mandar um bilhete para o Raito em meu nome dizendo para nos encontrarmos naquele local. Ele me avisou também que quando o ruivo chegasse era para me esconder antes dele me avistar. O plano logo foi colocado em prática e quando vi a sombra do mais novo se aproximando me escondi e apartir daquele momento eu seria apenas um observador.
– Lawliet? — chamou me procurando enquanto entrava no galpão.
– Sinto lhe dizer que ele não está aqui. — Near apareceu do nada assustando o maior.
– Quem é você? — Raito perguntou confuso.
– Meu nome é Near e eu sou o futuro substituto do L.
– Como uma criança como você pode substituir o L?
– Minha idade é o que menos importa... Yagami Raito.
– Como sabe meu nome?
– Isso é o que menos deveria se preocupar... Kira.
– Deixe de besteiras moleque! Eu não sou o Kira! E eu quero saber... Cadê o meu namorado?
– Sinto lhe dizer que o namoro acabou Kira e a sua liberdade também. — Near estalou os dedos e logo o galpão encheu-se de policiais de todos os lados.
– Você não pode provar que eu sou o Kira!
– Posso sim, aliás seu assistente estará na porta daqui uns 5 minutos. — passado-se o tempo uma sombra apareceu no vão da porta. — Hmm... Parece que ele chegou. — passou-se mais um tempo e ninguém disse nada, só que dessa vez um homem moreno de cabelos compridos entrou no galpão gritando desesperado, dizendo que tinha tentado matar todos com os olhos de Shinigami mas não conseguiu, chamando o Raito de Deus e quando ele entrou deixou que um caderno preto caísse perto do Near e este o recolheu.
– Mas como?
– Eu troquei a folha de hoje que ele iria usar neste caderno. O vigiei por um tempo e descobri que ele escrevia, sem falta, uma página por dia então troquei por uma folha qualquer. — Near respondeu dando de ombros.
– HAHAHAHA... Idiotas, vocês acham que podem deter o Deus do novo mundo? HAHAHAHA... — Raito de repente começou a agir diferente de antes, ou talvez aquela fosse sua verdadeira personalidade, abriu o relógio e parecia começar a ecrever alguma coisa com seu sangue dentro dele, imaginei que deveria ter um pedaço de uma folha do caderno lá, um dos policiais atira no braço do ruivo mas isso não o impediu de continuar a escrever, logo o 2º Kira estava morto e Raito corria dos policiais para perto de uma saída. — Vocês nunca vão me pegar... Nunca! — ele gritou e saiu correndo para fora do galpão e os policiais foram atrás dele. Eu fiquei pasmo com tudo o que vi. — "Então minhas suspeitas eram reais...?" – Senti lágrimas escorrerem por meus olhos incontrolavelmente. Estou chocado, magoado, decepcionado. Como ele pode mentir para mim?... Quatro meses se passaram desde que eu descobri o que sinto pelo Raito. Quatro meses desde que ele terminou com a Misa e se declarou para mim. Quatro meses desde que tivemos nossa primeira relação sexual. Quatro meses desde que ele me pediu em namoro e eu aceitei. Eu nunca pensei que quatro meses fossem mudar tanto a minha vida. Como ele pode mentir para mim? Ele disse que me amava... — "Não consigo acreditar!...
A pessoa que menos esperava
Me apunhalou pelas costas.
Fui traido de novo.
Nunca mais vou amar.
A pessoa que eu mais confiava
Me apunhalou pelas costas.
Nunca mais vou amar de novo.
Foi um erro me apaixonar.
Não... Isso era uma coisa que não se evitava.
Mesmo que a pessoa amada te ataque pelas costas.
Eu não quero sofrer de novo.
Eu deveria ter ouvido minha razão.
Mas não... Agora estou aqui, completamente destruído
Tentando concertar o que um dia foi meu coração.
E, em meio à essa confusão, minha vontade de viver tinha sumido.
Por mais que eu diga não
Meu mundo continua sendo ruído
E pouco a pouco vou perdendo-me na solidão.
Meu coração está destruído.
Razão x Coração.
Estabilidade x Instabilidade.
Felicidade x Sofrimento.
Ilusão x Amor.
Ninguém mandou você se apaixonar por um criminoso.
Não pode negar, nós sabemos o que ele é!...
Sim, até eu sei, um criminoso.
Mas ainda assim ele é...
O Meu Doce Criminoso."
~ ♥ ~
"There can not believe it!...
The person least expected
Stabbed me in the back.
I've been betrayed again.
I'll never love.
The person I trusted most
Stabbed me in the back.
I'll never love again.
It was a mistake to fall in love.
No. .. That was something that was not avoided.
Even if the person you loved attack from behind.
I do not want to suffer again.
I should have listened to my reason.
But no ... Now here I am, completely destroyed
Trying to fix what was once my heart.
And amid this confusion, my will to live was gone.
As much as I Say No
My world is still noise
And little by little I lose myself in solitude.
My heart is destroyed.
Reason x Heart.
Stability x Instability.
Suffering x Happiness.
Illusion x Love.
Nobody told you to fall in love with a criminal.
You can not deny, we know what it is!...
Yes, even I know, a criminal.
But still he is...
My Sweet Criminal. "
~ L POV OFF ~
~ ♥ ~
Fim.
Notas finais
2)Nesse cap a Sayu já é uma moça, assim como no anime quando o Matsuda meio que dá em cima dela.
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LOOOOOOOOOOOL o cap 9 ficou maior que o 8!!! *-*
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Bem é isso gente, espero que tenham gostado da minha primeira fic e obrigada por me acompanharem até agora, obrigada pelo carinho de vocês e eu queria agradecer principalmente à minha prima Paula, por que se ela não tivesse me emprestado o DVD de Death Note essa fic não existiria.
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Sobre o lemon... Eu sei que ficou uma bosta, mas eu não consegui achar uma fanfic lemon com reversi para me ajudar, então usei minha criatividade e saiu isso aí... oaisudhasioud xD /apanha
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Para acabar com uma cara nova eu troquei a capa... Ficou tão bonitinha *-* eu que editei =D
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Espero que a parte do galpão não esteja muito confusa... Faz tempo que eu assisti o anime então não me lembro direito... /apanha
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Desculpem a demora, mas tem um motivo razoável para isso... Nada do que eu escrevia me agradava. O final do cap já estava pronto só faltava o resto para completar a fic... oaidhaiosd xD /apanha de novo
~ O começo até foi fácil de fazer, mas o lemon demorou para sair, eu tinha prometido para a minha marida que ia fazer um reversi na fic, mas ele não se encaixaria no fim da fic e eu não tenho a mínima ideia de como se faz um reversi, tanto que ainda acho que está ridículo!... Enfim, depois de pensar muito eu consegui terminar o cap e tive que me controlar para não postar antes... Eu queria que as duas datas e horas ficassem iguais, é eu sou perfeccionista... /apanha
~ A hora não deu certo... E ia dar muito trabalho postar de novo e eu tava morrendo de sono, então para evitar que muita coisa saísse errado resolvi deixar assim... Pelo menos tentei...
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Vou me despedindo de vocês por aqui e espero que vocês leiam minhas outras fics.
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Muito obrigada, amo todas(os) vocês! Beijos até uma próxima ;*
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