My Sweet ... Boyfriend?!
7 Capítulo 7
Notas iniciais
Quero agradecer à todos os novos leitores, e todo mundo que me mandou reviews ♥ vocês são uns amores! ^///^
Capítulo completamente dedicado à lymda GabyBraz-chan, que recomendou a fanfic! Cara, você que é incrível ♥ muito obrigaaada! x//3
Saa, boa leitura! o/
Sabe, a vida é mesmo bem imprevisível. Poucas semanas atrás, eu era um garoto que vivia uma vida quase normal, apesar do fato de que eu me vestia como menina. Mas agora, eu estava sendo agarrado pelo meu amigo de infância, fui flagrado pelo cara por quem tenho uma queda, e ainda por cima estava vestido de princesa. Os acasos da vida realmente surpreendem. E quando eu menos esperava, os dois que estavam ali, naquele camarim, já começaram a brigar:
– Por que você estava agarrando o Aki-san?! Vocês são namorados?! – vociferava Hirose, pegando o Atsushi pela gola da camisa. Eu estava encolhido no chão, atrás do Tsu-kun. Por mais que eu tentasse, o choque e a vergonha dominavam meu corpo, e eu permanecia estático.
– Não, não somos namorados. Mas eu vou me esforçar para sermos. – Eu nunca vi aquela expressão tão fria no loiro antes.
Eles continuaram discutir, até que em uma hora, Hirose partiu para a briga, investindo um soco no rosto do Atsushi, e o loiro prontamente devolveu o gesto, fazendo o moreno ir ao chão. O som do baque surdo do corpo de Hirose caindo, me fez sair do transe. E né, eu precisava apartar a briga.
– P-Parem com isso vocês dois! – eu dizia, enquanto tentava afastar Atsushi do outro. Mas o legal de tudo, é que eles me ignoravam por completo!
– Eu disse pra pararem, que bosta! Parem com a viadagem vocês dois! – eu sou tão hipócrita que dá até pena.
– Mas esse idiota estava te agarrando e- — eu não pude ouvir mais nada. Na verdade não sei direito o que aconteceu, tudo foi muito rápido. Apenas lembro do Atsushi desviando-se de algo, e o punho do Hirose vindo em alta velocidade em minha direção. Depois disso, tudo ficara escuro, e as vozes indistintas.
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Não sei ao certo quanto tempo ficara desmaiado, mas quando acordei, estava na enfermaria do colégio. Abri os olhos devagar, na tentativa falha de fazê-los acostumarem com a luminosidade do local.
– Aki-kun! – Atsushi automaticamente veio correndo até a cama, me abraçando melosamente. Tentei empurrá-lo, mas logo alguém o fez para mim:
– Aki-san, por favor, me perdoe! – implorava o moreno, ajoelhando-se ao lado da cama onde eu estava. Finalmente ele havia voltado ao normal. Eu realmente tinha me assustado com os dois daquele jeito:
– O que aconteceu exatamente...? – murmurei, massageando a testa. Sentia uma dor incômoda.
– O herói ali te deu um soco no rosto.
– N-Não foi proposital! Era pra ter te acertado!
– É, mas não acertou. Você é um idiota por ter acertado meu precioso Aki-kun.
– Você que é um babaca por ter desviado e deixar o Aki-san tomar todo o impacto!
– Não me chama de babaca, princesinha secreta.
– Calado, seu Rei Gay dos mais Gays!
– Eu pelo menos sou o rei, você é o povão!
– Ah! Chega vocês dois! – eu gritei, fazendo-os parar na mesma hora. Suspirei, massageando as têmporas. – Tsu-kun, eu preciso conversar com o Hirose. Em particular.
– M-Mas...!
– Nada disso. Vá, vai ser rápido. – ele hesitara um pouco, mas logo me obedeceu, lançando um olhar mortal na direção do Hirose. Quando escutei a porta da enfermaria ser fechada, respirei fundo, e recomecei:
– Hirose... Creio que você deva querer explicações do que viu ontem...
– Na verdade não, Aki-san. – ele murmurou, sentando-se na beirada da cama. Inclinou-se para perto de mim, acariciando-me os cabelos. Corei de leve, desviando o olhar:
– Como não? V-Você não quer que eu explique porque estava como menina?! A Akira não existe! – ele sorriu, passando a mão cálida pelo meu rosto agora. Como aquele simples tato deixava tanta sensação de ardência em mim?
– Eu já sabia, Aki-san. Desde o primeiro dia em que você se vestira assim. – Epa, epa, epa! Como assim?! Como você já sabia?! Pelo meu rosto, de total surpresa e descrença, Hirose recomeçou, rindo sem jeito:
– A-Ah, como posso dizer? Lembra-se no dia em que nos conhecemos? – fiz que sim com a cabeça. Eu me lembrava muito bem da primeira vez que o vi. Hirose agora detinha as bochechas de um vermelho vivo, e eu fiquei surpreso com isso!
– E-Então... Quando eu o vi pela primeira vez, seus olhos ficaram gravados na minha mente. Nunca, em toda a minha vida tinha visto olhos tão negros e brilhantes quanto os seus, Aki-san. Eu o reconheceria em qualquer lugar. – ele murmurava, com o rosto parcialmente oculto sob a franja.
– Fiquei impressionado com a beleza deles, e ao mesmo tempo confuso. Nunca tinha sentido tal coisa por um garoto... E quando você apareceu vestido de menina na escola, foi só uma oportunidade para me aproximar mais de você. – eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo.Estava boquiaberto, e com o rosto mais vermelho do que nunca. A mão dele foi parar sobre a minha, entrelaçando os dedos nos meus:
– H-Hiro...
– E naquele dia em que andamos de guarda-chuva juntos, me fez perceber o que eu realmente sentia por você. – ele levantou lentamente o rosto, me encarando com certa dificuldade. – Aki-san. Meu coração batia rápido por você, não pela Akira-chan. Eu sorria por você, e não pela Akira-chan. Eu sentia ciúmes de você, tinha vontade de abraçar e beijar você...
– M-Mas naquele d-dia...
– V-Você entendeu errado! Eu estava tão nervoso que comecei a passar mal! M-Mas aí eu vi você sair correndo... – me encolhi mais, escondendo o rosto nos joelhos. O que estava acontecendo? Duas confissões em um dia só? O que eu faria agora? Que merda! Eu nunca tinha tido um único amor no passado, e agora vem dois ao mesmo tempo?!
– Aki-san... – ele se aproximou de mim, abraçando-me carinhosamente. – Eu te amo.
– H-Hiros-
– TUDO BEM! TUDO BEM! GYAAA! PAROU COM A PALHAÇADA! DESINFETA, DESINFETA! – Atsushi apareceu do nada, puxando Hirose para longe de mim. Ao mesmo tempo me abraçou possessivamente.
– Ele é meu, idiota.
– E-Eu não acredito que você estragou um momento como esse!
– A-Atsushi, me s-solta... – sussurrei. Meu corpo estava tremendo. Não quero que o loiro me toque, não depois daquilo tudo. Ele olhou para mim, logo depois suspirou e me largou.
– C-Certo... Eu vou pra casa agora. –anunciei, levantando-me da cama. Tudo ia bem, até eu ver que estava vestindo uma blusa que ficava enorme em mim, e estava sem calça. Corei na mesma hora, assim como Hirose. Voltei correndo para as cobertas, e vi o sorriso pervertido do Atsushi em mim.
– Waaaa! Seu babaca! Pare de olhar assim pra mim!
– Huhuhu, Aki-kuun! Fui eu quem te troquei!
– E-Ei, você tinha me dito que foi a enfermeira! – ouvi Hirose gritar.
– Hahaha! Você está vendo alguma enfermeira aqui?
– P-Parem com isso, só me arrumem uma calça! O-Os dois! Quero ficar sozinho! – gritei mais alto, escondendo-me embaixo da coberta. O dia foi muito confuso, cheio de emoções, estava mais gay que o normal, e tal. Não me julgue. Só avalie minha situação! Eu ainda tomei um soco hoje!
– T-Tudo bem... – murmuraram em uníssono, indo embora, em busca de alguma calça. Pude vê-los se chutando e xingando-se entre si, até a porta do lugar ser fechada mais uma vez, deixando-me sozinho.
– O que aconteceu aqui...? – levei uma das mãos até meu coração, fechando os olhos com força. Hirose tinha se declarado para mim! Meu amor fora correspondido finalmente! Mas... Por que essa dor tão incômoda permanece em meu coração? Desde quando eu comecei a nutrir sentimentos pelo Atsushi?
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Era mais uma vez domingo, e hoje eu tirei o dia para repensar nas coisas. Atsushi me ligou chamando-me para um encontro, mas é lógico que eu recusei. Sai de casa depois do almoço, e fui caminhar pela vizinhança. Caminhei pelas lojas, centro comercial, comprei um sorvete. Estava caminhando por um parquinho, até que vi algo que eu nunca imaginei. Vi Atsushi e Hirose juntos. Eles estavam sentados nos balanços, parecendo conversar algo de extrema importância.
– M-Mas que merda?! – me escondi atrás de uma árvore, e fiquei a observá-los. O que estava acontecendo? Peguei meu celular e disquei o número do Atsushi. E ele atendeu:
– Aki-kun?
– Olá, Atsushi. – murmurei, com a voz carregada de ciúmes.
– Aconteceu alguma coisa?
– N-Nada, só queria saber onde você está agora. – ele hesitou um pouco.
– Estou fazendo compras. – MAS QUE FILHO DE UMA ÉGUA, MAIS SEM-VERGONHA DO MUNDO! PUTO! É UM LOIRO PUTO!
– VOCÊ NÃO ESTÁ FAZENDO COMPRAS QUE EU SEI, SEU IDIOTA! NUNCA MAIS OLHA NA MINHA CARA! – Acho que eu gritei alto demais, pois quando percebi, Atsushi e Hirose já estavam atrás de mim, atônitos:
– Aki-kun, n-não é o que parece!
– N-Não minta... E-Eu devia ter imaginado isso. – o que eu estava dizendo? Por que estava sendo tão ciumento? Os dois me abraçaram, beliscando um ao outro. Senti minha face queimar ainda mais.
– Só estávamos discutindo sobre a disputa que vamos fazer. – respondeu Hirose, beijando o topo da minha testa, escutei um “Ei!” vindo do loiro, mas decidi ignorar:
– Disputa?
– Sim! Mas os detalhes são segredo! – anunciou Atsushi, beijando de leve a minha bochecha. Eles estavam me usando pra irritar um ao outro?! Malditos! Me afastei deles, ajeitando as roupas:
– Bom, isso não é do meu interesse, de qualquer forma. Se me dão licença, vou continuar meu passeio. – coloquei as mãos nos bolsos, e senti duas mãos segurarem o meu braço:
– Certo, vou com você! – exclamaram juntos
– Não! Eu que vou com ele! Pare de me imitar! Não, você! – revirei os olhos, corando na mesma hora. Peguei uma mão de cada um, e recomecei a andar com eles, bem no meio. Corava a cada passo:
– Vamos todos juntos, não irritem. – Eles sorriram pra mim, depositando um beijo nas minhas bochechas.
Aquela situação era estranha, mas eu estava feliz. Andar com o Hirose de mãos dadas era algo com o qual sonhara desde o começo do ano. E até que o Atsushi não era tão ruim.
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Aquele domingo foi muito divertido. Andamos por tudo, fomos à várias praças, fliperamas, shopping e agora estávamos em um café. Olhei pela janela, pois não aguentava mais ver aqueles dois discutirem. Até que um pingo grosso que chocou-se contra o vidro tirou-me dos meus devaneios:
– Está chovendo... – murmurei, fazendo a atenção deles voltar pra mim:
– Ah, cara! Deixei a minha casa toda aberta! – desesperou-se o loiro, colocando-se de pé, tirando o dinheiro do bolso:
– Atsushi... – ele saiu correndo, me puxando com ele.
– E-Ei, Atsushi! – senti a pesada chuva sobre meu corpo assim que deixei o estabelecimento, me deixando encharcado rapidamente. Ouvi passos atrás de nós.
– Ignore ele, Aki-kun. – sussurrou o loiro, puxando-me para um beco, e Hirose passou reto. Ele cobriu minha boca, para que eu não nos revelasse:
– E-Ei, me solta! – murmurei, com a voz abafada. Ele obedeceu, soltando-me. Respirei fundo.
– Mas que droga é ess- — senti os lábios dele colarem nos meus, calando-me de imediato. Até quando ele pretendia fazer esse tipo de coisa?! Não está certo! E o Hirose?! Tentei empurrá-lo de qualquer forma, mas ele era mais forte. Prensou-me contra a parede, segurando meus pulsos acima da minha cabeça, aprofundando cada vez mais o beijo:
– Aki-kun, você tem um cheiro tão bom... É tão quente... – sussurrou ele, deslizando as mãos pela minha blusa molhada. Corei ainda mais:
– N-Não diga essas coisas, pervertido!
– Por que está resistindo tanto? – Ele já havia desabotoado toda a minha camisa, deixando meu peitoral à mostra. Traçou uma trilha de beijos, que ia dos meus lábios, pescoço, clavícula até o meu mamilo esquerdo. Quando a língua do loiro roçou contra o local, não pude conter um gemido, o que me fez corar ainda mais.
Sem nem perceber fechei os olhos, e levei minhas mãos até os cabelos dele, acariciando-os, desajeitado. Os fios eram tão macios... Sedosos. Isso pareceu encorajar o outro, que agora fizera a sucção com mais vontade, arrancando gemidos baixos dos meus lábios. Essa não!
– N-Não faça i-isso...
Ele apenas me ignorou, como de costume, passando agora ao outro mamilo. Mordi meus lábios, ao constatar sua mão, passeando por entre minhas pernas. Os olhos dele voltaram a me fitar, e brilhavam de forma tão intensa. Meu corpo estava ainda mais quente do que a última vez, e o tecido da calça já começara a me incomodar. Quando ele apertou ainda mais a minha intimidade sobre o tecido, soltei um gemido mais alto, abafado pela chuva que caía.
– A-Atsushi... – Sussurrei, fechando os olhos com mais força ainda. Ele já estava afrouxando o meu cinto, e abrindo o zíper. Enfiou a mão ali, passando-a por baixo da Box que eu usava, acariciando-me de modo mais íntimo. Mordi os lábios, na tentativa falha de segurar aqueles sons tão constrangedores.
– Aki-kun, eu quero ouvir sua voz. – Ele voltara o rosto ao meu, tomando-me os lábios vorazmente. Não sei como alguém pode ter sanidade em horas como essa, mas isso não é meu caso. Eu estava fora de mim! Só assim, para explicar o fato de que levei minhas mãos até a blusa do maior, deslizando-as por debaixo da camisa molhada dele, raspando a unha de leve ali. Senti-o estremecer ao meu toque.
– Me toque também. – Ele segurou uma de minhas mãos com a que estava livre, levando-a até seu membro, já ereto por dentro da calça. Meu corpo começara a tremer, e eu corei com intensidade desta vez. Arrisquei massagear a área, apertando-a levemente e arrancando gemidos baixos do loiro, que voltou a me beijar.
Eu sei que não devia fazer isso com alguém que acabou de se confessar à mim, e que por um acaso da vida, é meu melhor amigo. Retirei finalmente a blusa dele, jogando-a no chão. Passei meus lábios pelo pescoço dele, deixando alguns chupões e mordidas. Ele que não pense que eu sou um negligente! EU vou dominar a situação!
– A-Aki-kun, você é tão b-bom nisso... – Intensifiquei as carícias, à medida em que os gemidos ficavam mais alto. Se ele continuasse, eu não ia aguentar por muito tempo. Ele puxou-me pelos cabelos, voltando os lábios aos meus, sussurrando coisas completamente pervertidas.
Até que foram ouvidos alguns passos, mas eu ignorei. E então alguém chutou o loiro pra longe de mim, pegando-me no colo:
– WAAAA! VOCÊ PODE TER VENCIDO A PRIMEIRA BATALHA, MAS EU GANHO A GUERRA! – Hirose me pegou no colo, correndo comigo, para bem longe. Escutei Atsushi logo atrás de nós, ainda ofegante:
– PODIA TER ESPERADO EU PASSAR DAS PREMILINARES!
– Nem vem! A preciosidade do Aki-san é m-minha! – Hirose corou. E eu ainda estava no choque e na flor da necessidade.
– ELE ESTAVA ATÉ ME ACARICIANDO! VAI SE FERRAR SEU MORENO DE MERDA! – Malditos. Esses dois são uns malditos! Eu não quero mais saber!
Isso não é amor, isso não pode ser amor, EU NÃO ESTOU MAIS APAIXONADOOOOO!
Notas finais
E OS CAPÍTULOS FICARÃO CADA VEZ MAIS CALIENTES, COM ESSA "DISPUTA."
Até o próximo capítulo o/ Nom esqueçam meus reviews, onegai. UwU
byeni ♥
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