My Sweet ... Boyfriend?!
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Obrigada à todos que me mandaram reviews ♥3 E se puderem, me mandem mais ;w; Por favor ♥ eu me divirto respondendo. -q
Saa, sem mais delongas, boa leitura ;3
Hirose estava tão próximo a mim, que eu podia sentir o calor emanando de seu corpo. Nenhum de nós dois piscava. E quando me dei conta, meus braços já estavam entrelaçados ao pescoço do maior, e os lábios dele nos meus. Nunca esquecerei do meu primeiro beijo. De como ele cheirava bem, da pele macia, dos cabelos lisos e sedosos, que eu puxava delicadamente. Das mãos dele, acariciando de leve a minha cintura, puxando-me para mais perto. Tudo ia perfeitamente bem. Tão bem, que eu até mesmo pensei em me confessar. Bastou apenas o separar dos lábios, à procura de ar, que o rosto de Hirose automaticamente ficou vermelho feito tomate, e uma expressão confusa e assustada formar-se em sua face:
- M-Me desculpe... – ele sussurrava, enquanto escondia o rosto entre os joelhos. – A-Agi sem pensar... Realmente me desculpe...!
- ... – eu não era capaz de responder nada. Eu estava sendo... Rejeitado, não é? Droga de primeiro beijo. Droga de sentimento. Droga de Hirose!
- Você é um grande babaca. – puxei-o pela gola da camisa, fazendo-o olhar para mim. Ele me encarava, assustado demais para dizer algo. – Você é um grande babaca! Me beija do nada, e ainda fica desse jeito?!
- Me d-desc- -antes mesmo dele terminar a frase, soquei-o com toda a minha força. Podia sentir um líquido quente rolar pelo meu rosto. Droga! Eu estava chorando!
Ele não respondeu nada. Simplesmente ficara em silêncio. Sequei meu rosto no dorso da mão, e corri, o máximo que eu pude, para bem longe dele. Saí daquela casa, e é claro que só podia estar chovendo. Só pra minha humilhação ser maior. E adivinhem? Sim! Como se não bastasse, eu ainda tive que tropeçar em mim mesmo, e ir de cara a uma poça! Desamparado, com o coração partido, e com um frio filho da puta, eu fiquei lá, esperando que algum anjo da morte me levasse.
Senti braços calorosos me envolverem em um abraço desajeitado. O infeliz me abraçou com força, mas como estava escuro não consegui ver a maldita cara.
- M-Me desculpe, Aki-kun...! – sussurrava o indivíduo, repetidas vezes, me apertando ainda mais naquele abraço:
Eu apenas correspondi ao abraço, fechando os olhos. Antes mesmo de perceber, já tinha adormecido. Dane-se se fosse um estuprador, um pervertido, um assassino, um vendedor ilegal de garotos ou órgãos. Minha vida não tinha como piorar mesmo.
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Finalmente eu despertei, mas tive medo de abrir meus olhos. E se eu estivesse em alguma cela? Quarto do pânico? Respirei fundo, abrindo de leve os olhos, e pude ver que estava no meu quarto. Levantei-me assustado por isso acontecer. Tateei meu corpo, e vi que nada estava faltando. Olhei o relógio. Puta merda! Estava atrasado para a escola! Sai correndo da cama, vesti o uniforme de qualquer jeito e fui correndo em direção à porta. Minha mãe, me barrou:
- Onde o senhor pensa que vai?!
- À uma igreja.
- Engraçadinho. – ela cerrou os olhos, ainda bloqueando a saída.
- Mãe, é sério! Eu vou me atrasar!
- Você está louco? Depois do estado em que você chegou em casa ontem? Não! O senhor vai ficar em casa, descansando hoje! – eu olhei-a, confuso. Cocei a nuca, e fui em direção ao sofá, desabando no mesmo.
- Aliás, o senhorzinho poderia me dizer o que aconteceu ontem?
- Nem eu sei direito, mãe... – É claro que eu sabia. Mas não iria contar à ela que eu beijei um homem, fugi da casa dele, dei com a cara no chão e.... Espera! Eu fui salvo ontem!
- Mãe! Como foi que eu cheguei em casa ontem?
- Ah, você realmente não se lembra? – ela sorria de um modo estranho, e as bochechas coraram. – Um garoto lindo carregou você até em casa!
- Ele te disse o nome? – perguntei, desconfiado.
- Não... Ele parecia incomodado com algo... Por isso, quando te deixou aqui em casa, saiu correndo! Mas eu me lembro bem da pele bronzeada dele, hu hu! – Hirose. Só podia ser ele, não é? Mas... Ele me deu o maior fora ontem! Quer dizer... Mais ou menos.
- Ah... Obrigado... Vou voltar para a cama. – murmurei, já sentindo a tristeza voltar à tona. Ela disse algo atrás de mim, mas eu não me importei. Apenas entrei no meu quarto e desatei a chorar, enrolado nas cobertas.
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Senti algo sentar perto de mim. Me encolhi mais nas cobertas, e ignorei, achando que era minha mãe ou minhas irmãs.
- Aki-kuuuuuuuuuuuun! – Levantei em um pulo, constatando a presença do Atsushi, com o semblante sério. Me afastei mais dele, virando o rosto.
- Aki-kun... Esteve chorando? – murmurou ele, aproximando-se de mim, e puxando meu rosto de forma que eu o encarasse. Já sentia as lágrimas virem mais uma vez, por sorte, consegui barrá-las.
- Não estava c-chorando... Só estou doente.
- Eu te conheço há 12 anos, Akihiro. Sei quando você está triste. Me diga... O que aconteceu?
- Não te interessa. – sussurrei, me livrando dele. Voltei correndo à minha cama, abraçando o travesseiro e escondendo meu rosto nele.
- O que veio fazer aqui? – perguntei, com a voz abafada.
- Vim te ver, é óbvio. Você não é de faltar à escola. E... O Hirose também faltou. – congelei. Agora ferrou tudo. – Será que isso tem algo em comum?
- Mera coincidência. – menti na cara dura. É, isso é um dom que eu tenho. Senti o loiro sentar na cama, e logo depois os dedos dele deslizarem pelos meus cabelos. Eu realmente não queria chorar... Droga!
- Aki-kun... O que houve? Sabe que pode contar pra mim.
- Que saco! Eu já disse que não foi nada! Eu só... Passei a noite toda em claro jogando! – recebi um soco na nuca. Tudo bem... Até que eu merecia, por mentir daquele jeito.
- Seu idiota! Aki-kun, eu não posso acreditar! – Ai, já ia começar com o sermão...
E foi exatamente assim. Atsushi brigou feio comigo, depois me entregou o dever de casa, e o resultado da peça da Cinderela:
- Perai... Eu vou ter que ser a princesa?! Mas eu fiz de tudo pra ir mal! – protestei, ainda sem acreditar naquilo.
- Eu sei. Mas o Mizu-senpai disse que você era o que ele imaginava pro papel. Ah! E adivinhe, mon amour! O Hiro-kun será o príncipe! – o pequeno sorriso que eu tinha no rosto se desfez completamente, e a vontade de chorar voltou. Não queria de jeito algum fazer par com ele. Não depois daquilo tudo.
- Pensei que você fosse se animar com isso, Aki-kun. – o loiro me fitava com curiosidade. – Tudo bem. Só me conte o que aconteceu quando estiver preparado.
- Não tem nada... – senti uma das mãos dele puxar-me, e logo depois um beijo carinhoso foi depositado em minha testa. Corei com aquilo. O resto da tarde seguiu-se do Atsushi falando besteira, e me fazendo rir.
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A semana passou-se tediosa, e nem sinal do Hirose aparecer. Eu ainda estava vestido como uma garota. Mas pretendia parar depois da peça. Aquilo não fazia mais sentido, mesmo. Não é como se eu estivesse acostumado a levar fora. A sorte é que eu não me declarei, assim teria sido pior. No momento, era sexta-feira à tarde, e eu estava – para variar- no anfiteatro, ensaiando para a bendita peça, que ocorreria no próximo fim de semana.
- Mas que merda! Aquele garotinho egoísta estragará minha peça! – reclamava o senpai, quase arrancando os cabelos. Era engraçado, ver como ele era dramático.
- Calma, Mizu-senpai. O Hirose deve ter uma razão muito boa para ter faltado a semana toda! – tentou tranquilizar Atsushi, suspirando.
- Calma nada! Temos apenas mais uma semana para ensaiar e o príncipe não está Aqui! Óh! Aki-chaaaaan! – droga, lá vem coisa.
- O que é?
- Você é bem chegada ao Hirose, não é? — eu desviei o olhar, fazendo beiço.
- Está enganado.
- Ah, pare de se fazer de difícil. Você poderia investigar onde ele se meteu?
- Não quero.
- Aki-chan, obedecer ao mais velho é importantíssimo!
- Não quando ele parece mais imaturo que eu. – cerrei os olhos, em desafio. Ele gritou em espanto, indo ao chão. O ambiente ficara escuro, e um feixe brilhante de luz iluminava o Mizu-senpai. Às vezes, eu acho que vivo em uma escola de melodramáticos.
- Como podes dizer tal difamação do meu ser?! Óh, Kami-sama! Estou indignado! Leve-me para o abismo entre o céu e a lua! – uma música fúnebre e baixa começara a tocar. Ah! É mesmo! Eu estava em um teatro! – Não quero mais... Viver neste mundo!
- Pare com isso, que gay. – murmurei, chutando de leve o mais velho, que estava jogado ao chão. De repente, ouvimos passos correndo ao longo do anfiteatro, e Kurumi adentrou o local, puxando ninguém mais, ninguém menos, que Hirose.
- Hah! A madrasta trouxe o príncipe desaparecido! – ela riu, balançando os cabelos. Por mais que eu quisesse ignorá-lo por completo, acabei me atrevendo a olhar para o rosto dele. E me assustei com o que eu vi.
- Deus! Hirose, você está horrível! – Atsushi quebrou o silêncio, estático. E de fato, ele estava. Pelo rosto avermelhado e olhos inchados, ele deve ter chorado durante um bom tempo. Merda, agora fiquei com raiva! Ele me deu o fora e é ele que chora mais?!
- M-Me desculpem a sumida... Não me senti bem, então faltei esses dias. Sinto muito mesmo. – Atsushi automaticamente virou-se para mim, estranhando toda aquela história.
- Sinto muito, mas agora você terá que ensaiar! – indagou o mais velho de nós, com as mãos na cintura:
- Eu sei, Kurumi-chan me explicou tudo. Então vamos ensaiar. – ele forçou um sorriso, colocando-se ao meu lado:
- Olá, Aki-chan.
- ... – eu apenas não respondi, dando às costas a ele, indo ao meu lugar na cena. Não importa, por mais que eu tente fingir ser a Aki-chan, eu não consigo olhar na cara daquele babaca!
Tudo estava indo bem, e todos estavam fazendo pelo menos, um ensaio decente. Hirose parecia meio perdido, mas até eu me assustei com a rapidez em que ele entrou no papel. Posso ter ficado um pouco admirado... Mas logo voltei à realidade! Juro! Ah, mas que merda! Aquele maldito ainda faz meu coração bater acelerado! Por mais que eu não queira admitir, sinto falta do sorriso radiante do Hirose. E do jeito que ele estava infeliz, não o veria tão cedo.
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O dia da peça finalmente chegou, e como tradição, toda a escola veria a apresentação. Por mais que eu dissesse que não, eu me sentia nervoso. Aquele vestido de empregada pinicava, e era extremamente irritante se vestir daquele jeito.
- Vaaaaaamos lá! Coloquem-se em suas posições! A cortina subirá em três minutos! – Gritou o Senpai, tão nervoso quanto nós todos. Rapidamente, Kurumi, eu e mais duas outras garotas colocamo-nos em nossas posições iniciais. E antes mesmo que eu pudesse perceber – ou me acalmar- as cortinas já levantaram, revelando uma grande platéia.
- Cinderela! Você está limpando o chão errado, sua porca! Não deixarei você ir ao baile! – começara Kurumi, a madrasta. Sim, esse papel caía perfeitamente bem nela. Eu esfregava o chão, com a maior expressão de “puta merda, o que diabos estou fazendo aqui?” no rosto:
- Oh, me perdoe! Eu estou fazendo o que posso, por isso me deixe ir! – gesticulei, o mais dramático que consegui:
- Não! Você não merece tudo isso! – gritou uma das minhas irmãs malvadas. Gostava da Eikko, ela era uma garota boazinha:
- Óh, Onee-sama!
- Você vai no baile usando isto! – ela anunciou, me jogando um lindo vestido de babados. Pobre Eikko. Deveria estar nervosa.
- Óh, que lindo, onee-sama!
- E você só vai comer isto! – E então, a minha “suposta” irmã má, me jogou diversos pedaços de bolo – artificiais- que pareciam ser deliciosos:
- Que gostoso, Onee-sama!
- E você simplesmente vai usar essas jóias de esmeraldas super caras e feias no baile!
- Obrigada, onee-sama! – Todos da platéia pareciam confusos. Mas bem, estava no script para fazer isso.
A peça fluiu bem, mas estava demorando demais. E agora eu me encontrava atrás das cortinas, observando a cena de Hirose com outro garoto, que eu esqueci o nome:
- Príncipe, hoje será a noite do baile! Tem alguma ideia de qual donzela escolherá para a dança? – perguntou o menino, que provavelmente era do segundo ano:
- Sim! Dançarei com uma garota com sapatos de cristal, cabelos cor mel, e com o nome que começa com “C”. – wow. Muito detalhado. Quem raios escreveu esse roteiro fajuto mesmo?! Sim, o veterano do clube de teatro.
Finalmente minha vez chegara novamente, desta vez com a fada madrinha, que nesse caso seria um homem loiro e gay.
- Óh Kami-sama! Minha madrasta e minhas irmãs malvadas me deixaram em casa, e foram para o baile sozinhas! – eu dizia, com uma luz filha de uma mãe na cara, dando aquele ar dramático à cena. Foi então que uma figura surgiu, e meus olhos arregalaram-se.
- Não chore aqui sozinha, minha nobre donzela. – dizia Atsushi, aproximando-se de mim como se mal tocasse o chão. O que estava acontecendo? Desde quando ele ganhara tanto brilho, aos meus olhos?
- Quem é você....?
- Sou alguém que sempre cuidará e zelará por você, Cinderela. – Atsushi puxou-me com delicadeza, sorrindo ternamente para mim.
- Isso quer dizer que você é... Um amigo?
- Digamos que não a vejo por esse modo, minha amada... – Epa! Isso não estava no roteiro! Atsushi, você está improvisando?!
- C-Como assim...? – murmurei, fazendo uma expressão confusa. Foi então que algo completamente estranho aconteceu. Atsushi se aproximou do meu rosto, selando meus lábios rapidamente. Nunca corei tanto na vida!
- Eu te amo, Cinderela. – ele anunciou, fazendo todos ouvirem. A platéia começara a aplaudir, sem entender muito o que aconteceu. Mizushiro-senpai começou a fazer um escândalo atrás das cortinas, e eu pude ver os rostos surpresos do resto do elenco. Inclusive o meu.
- O que você está d-dizendo...?! – estava chorando. Por que ele teve que fazer aquilo? Fazia parte do improviso? Ou era... Real? Sem pensar duas vezes deixei o palco, correndo desesperadamente, para os camarins.
Agachei-me perto de alguns caixotes com fantasias dentro, e abracei os joelhos, escondendo o rosto choroso entre eles. Isso não podia estar acontecendo. Não agora... Não daquele jeito! Pude sentir braços me envolverem em um abraço. Quando reabri os olhos, dei de frente com o loiro:
- Saia daqui! Eu não quero ver a sua cara burra agora! – eu gritava, sem mais conseguir controlar os soluços:
- P-Por que você fez isso?! I-Isso não estava no script, seu idiota! – ele segurou o meu rosto com força. Arregalei os olhos mais uma vez, ao vê-lo com tal expressão séria, mesclada à dor, ou algo assim:
- Aki-kun... Ouvir isso de você dói tanto... – ele encostou a testa na minha. Seu sorriso que tanto me irritava não estava lá.
- P-Por que, A-Atsushi...?
- Porque eu te amo. – antes mesmo de eu poder balbuciar algo, já senti os lábios dele pressionarem os meus, a língua já pedindo passagem. Não sei muito bem, não sei se era o choque de ouvir aquelas três simples palavras, ou pelo meu melhor amigo estar me beijando agora, mas eu concedi a passagem.
O beijo começara lento, mas com a mesma rapidez que iniciara, ganhara intensidade, com as línguas brigando por espaço. Senti uma das mãos dele puxar a peruca, tirando-a da minha cabeça. Com a outra, ele acariciava de leve minha cintura. Entrelacei sorrateiramente os braços pelo pescoço dele, diminuindo a distância inexistente dos corpos. E as carícias começaram a ficar perigosas. Atsushi desceu os lábios pelo meu pescoço, beijando toda aquela área com vontade, arrancando gemidos baixos de mim. O que eu estava fazendo?
- A-Atsushi... N-Não podemos... – eu tentei afastá-lo, sem sucesso:
- Eu esperei muito por isso, Akihiro. – ele sussurrou, deslizando a ponta da língua pelo lóbulo da minha orelha. Estremeci ao toque. Nunca pensei sentir meu corpo tão quente quanto agora. Mas que porra! Não podia fazer isso! Ele era meu melhor amigo! Estávamos no camarim, em um teatro LOTADO DE PESSOAS.
- P-Pare...! Eu disse para parar! – vociferei mais alto, mas logo fui calado com um beijo. As mãos dele foram até os botões do meu vestido, desabotoando-os com cautela. Agora eu estou fodido. Vou ser estuprado... No anfiteatro do colégio. Pelo meu melhor amigo. E ainda vestido de princesa.
Ele me beijava com tanta necessidade, que eu mal conseguia acompanhar. Mas as carícias estavam tão... convidativas. Não tem problema se eu só ceder um pouco, não é?
- AKIHIRO?! – Um grito assustado fez com que eu e Atsushi parássemos o que fazíamos, correndo o olhar até uma figura, que encontrava-se em estado de choque.
- H-Hirose...!
Ele encontrava-se em completo estado de choque. Pude ver lágrimas brotarem no canto dos olhos, mas logo uma fúria atípica de sua personalidade tomou o rosto do dele, e começou a se dirigir, lentamente, em direção à nós dois.
E eu realmente não me importava com o que iria acontecer. Eu só queria morrer.
Notas finais
Foi isso. ouo Pegação caliente. ouo Aki-kun, seu safadenho -qq
Espero que tenham gostado o/ Até o capítulo 7 owo
E NÃO ESQUEÇAM MEUS REVIEWS LYMDOS E SÉQUIÇES. (por favor ;w;)-q
kissus caramelizados ~ q
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