Notas iniciais
Eu sou um monstro. Eu desanimei legal com essa fanfic, e pensei até em abandoná-la. Não sei, toda a vez que eu pensava em escrever, me dava um bloqueio mental e preguiça.
Sei que não vão me desculpar, mas.... perdão ;o;
Capítulo meio curto, mas tem coisas que eu julgo legais -q
O próximo vem sexta feira, sendo um dos últimos. Desculpe, eu disse que ela estava chegando ao fim.
Boa leitura!

Por que meu corpo não obedecia aos meus comandos? Eu estava lá, deitado naquele sofá, com um maníaco deslizando as mãos sujas pelo meu corpo. E por que eu não fazia nada, além de chorar? Aquelas palavras imundas sendo proferidas ao meu ouvido. O arrepio que tomou-me o corpo era de repugnância:

- P-Pare com isso...! – eu murmurei, com o tom de voz baixo. Isso não podia estar acontecendo comigo!

- Fique quieto e aproveite, Akihiro. – o meu nome fora sussurrado com um tom de malícia que eu nunca presenciara nem mesmo com o Atsushi.

E falando na anta loira, onde ele estava? Ele já devia ter sido solto! Ele não pode deixar isso acontecer comigo, ele não pode! Meus pensamentos foram interrompidos por um gemido baixo que escapara de meus lábios, no momento em que o ruivo tocara a minha intimidade, por cima do tecido da calça. Arregalei os olhos, e estes estavam marejados. Não havia como escapar dessa vez.

Restavam pouquíssimas peças de roupa no meu corpo. Eu estava tão envergonhado, a ponto de esconder os olhos sob a franja, e constantemente mordia os lábios, afim de não deixar escapar os sons constrangedores que teimavam em raspar-me a garganta. Não daria esse gostinho a ele.

- Vamos, deixe-me ouvir a sua voz. – Ele mandava, e não obtendo uma resposta positiva, tão pouco negativa de minha parte, senti o ruivo cravar os dentes na minha pele, fazendo-me gemer de dor. Um sorriso sádico serpenteou o rosto do outro, fazendo-me engolir em seco:

- Finalmente, Akihiro. Vou poder corresponder ao seu amor. – O arrepio que seguiu-se na minha coluna, fizera meu corpo congelar. Eu não queria isso. Nunca o quis. Um barulho irrompeu-me do pesadelo. A campainha soara.

Makoto resmungou algo, mas não saiu de cima de mim. A campainha continuou a tocar, e eu vi aquilo como algo que pudesse me ajudar. Comecei a gritar, desesperado. O ruivo tentara me silenciar, colocando a mão sobre minha boca:

- Calado! – Por impulso, mordi a mão do desgraçado com força, sentindo o gosto metálico em minha boca. O ruivo gritara, afastando-se de mim e avaliando a mão ferida. Como eu não sou um completo inútil, chutei o peitoral do maior, fazendo-o ir ao chão. Corri em direção à porta, sem me importar o estado em que me encontrava, que no momento, devia ser desagradável.

Destranquei aquele obstáculo, rapidamente partindo para a rua. Eu teria feito isto, se não tivesse esbarrado em alguém e quase caído no chão, se o ser em questão não tivesse me segurado.

- A-Akihiro?! – A voz conhecida fizera meus olhos olharem para cima, dando de frente com ninguém menos que Hirose. O que ele fazia ali? E por que ele estava com aquela expressão tão assustada, como se tivesse visto Satanás?

- M-Meu Deus! O que houve com você?!

E antes que eu pudesse reclamar, ele já pegara-me no colo e partira apressadamente dali. Ele andara cerca de 20 segundos, antes de cruzar um pequeno jardim e adentrar uma residência. Eu já havia estado lá, e pude reconhecer que esta era a casa dele. Hirose me colocara no chão, e ficara em silêncio, me observando, com uma expressão de dor no rosto. Minutos depois, seu punho cerrado chocou-se contra a parede, fazendo um estrondo cortar aquele silêncio, e eu arrepiar-me de susto. Nunca havia visto-o daquele jeito.

- Onde ele o tocou? –Encolhi os ombros, ajeitando melhor minhas roupas rasgadas. Mordi os lábios, humilhado, abaixando a cabeça e fitando meus próprios pés.

- Onde ele o tocou, Akihiro? – A voz do moreno saíra mais autoritária desta vez, e a expressão de seu rosto era, provavelmente, fria. Senti-o se aproximar de mim, segurando-me ambos os pulsos.

Despira-me o pouco tecido que cobria-me o peitoral, revelando marcas de mordidas e chupões, distribuídas por toda a minha pele. Ele respirou fundo, inclinando a cabeça e beijando carinhosamente cada marca, fazendo-me arrepiar.

- Ninguém, além daquele loiro e eu, pode te tocar assim.

Os beijos foram descendo de modo perigoso, e eu já me via arfante. Levei minhas mãos aos cabelos do moreno por puro impulso, e sem perceber o que estava prestes a acontecer ali. Pelo silêncio da residência, era óbvio que estávamos sozinhos.

Hirose abriu o zíper de minha calça, deixando a mesma deslizar até o chão. Acariciou aquela área sensível ainda por cima da Box preta que eu usava, deixando com que um gemido baixo escapasse-me os lábios. Retirou-me a última peça de roupa que sobrara-me no corpo, segurando o meu membro e iniciando uma lenta masturbação. Suspirei com o toque, secretamente desejando por algo mais.

O maior pareceu entender o que eu queria, apenas pela expressão deleitosa que estampava o meu rosto, pegando-me no colo e correndo pela casa, subindo rapidamente as escadas e entrando em seu quarto. Segurou-me com uma mão, enquanto trancava a porta, para depois jogar-me na cama e retomar o que fazia.

- H-Hirose... – Gemi-lhe o nome, corando mais ainda e agarrando firmemente os lençóis da cama.

Ele despiu a camisa, de um modo lento e até mesmo sensual, o que fizera-me morder os lábios, mas desviar os olhos, jamais. Voltou a abaixar a cabeça, abocanhando meu membro por inteiro, estabelecendo um ritmo acelerado e caprichado na sucção. Tombei a cabeça para trás, arriando a coluna e gemendo manhosamente por mais.

Seus olhos estavam fixos em mim, e sua língua acabou deslizando cada vez mais para baixo, até encostar-se em minha entrada, onde penetrou-me lentamente. Ao sentir tal ato ousado partido de Hirose, encolhi os dedos dos pés e agarrei-me com mais força ao tecido do lençol. Ele fazia movimentos circulares, saindo completamente de mim, para depois voltar a me penetrar com mais profundidade. Aquilo era o limite para mim, não ia aguentar muito mais do que poucos minutos.

- H-Hirose... E-Eu... E-Eu vou...! – Dito isso, senti-o parar com tudo o que fazia, para então posicionar-se melhor na cama. Puxou-me pelos cabelos, colocando-me de quatro.

O moreno abriu bem minhas pernas, abraçando-me por trás e colando os dois corpos. Senti-o esfregar-se em mim, até finalmente penetrar-me, de modo lento e torturante.

- Ninguém pode fazer isso com você, entendeu? – A voz dele soara rouca e fria, muito diferente da melodia doce que saía de seus lábios, todas as vezes que ele dialogava comigo. Ele estava realmente bravo e com ciúmes do que acontecera.

As estocadas finalmente iniciaram, rápidas e curtas, aumentando a profundidade com o tempo. Estava na cara que esta era a primeira vez dele fazendo algo do tipo, mas eu não me importei. Estava ocupado demais tentando reprimir os gemidos, que aumentavam a agudez à medida que ele atingia o meu ponto de prazer.

Ele dava-me beijos molhados nas costas, na nuca, no ouvido. Apertei com ainda mais força aqueles lençóis, fazendo uma parte do mesmo rasgar-se. Fechei os olhos com força, ao senti-lo chegar ao orgasmo, inundando-me com o seu sêmen. Ele permaneceu a estocar-me, para que, minutos depois, eu atingisse o meu ápice também.

Ficamos juntos por certo tempo, até que eu acabasse por fechar os olhos, ao mesmo tempo em que Hirose saiu de dentro de mim, deitando-se ao meu lado na cama. Ele nada dissera, apenas acariciou-me delicadamente os cabelos , fazendo com que eu adormecesse. Este tinha sido um dia cheio até para mim.

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Makoto estava sentado no balcão da sala, olhando para a mesma, onde deixara sua adorável presa escapar. Por que queria tanto o corpo daquele garoto? Talvez porque não conseguira daquela vez, ou por que estava secretamente apaixonado? Não. Não ele. O ruivo não era do tipo que se apaixonava, ainda mais por um garoto como o Akihiro. Ele apenas estava frustrado, por ter deixado o menino escapar outra vez de suas garras.

Ouvira a porta se abrindo, seguido de um “tadaima” desanimado. Makoto inclinara o rosto para frente, vendo que seu irmão chegara:

- Okaeri. – Utilizara um tom tão desanimado quanto o do outro ruivo.

- Você é um idiota, fui preso por sua causa, hoje.

- Ah... É? Enfrentou uma briga minha?

- Sim. E foi com aquele menino loiro, o.... Bem, o amigo do Akihiro. – A atenção voltou aos olhos de Makoto, fazendo-o descer do balcão e andar até o irmão, interessado agora na conversa:

- Como assim? O que aconteceu?

- Aparentemente nos encontramos na rua. Ele me confundiu com você, e me bateu.

- E?

- E que um policial passava, nos desvencilhou e nos prendeu para aprendermos uma leve lição. Akihiro estava junto.

- Ah. Agora toda aquela história faz sentido... – Um dos gêmeos se afastara, jogando-se no sofá, pensativo. O que ainda estava de pé, permaneceu a fitá-lo, franzindo o cenho:

- Como assim, Makoto?

- Encontrei com o meu pequeno moreninho.

- Não me diga que-

- Ele se desenvolveu um bocado. Está muito mais delicioso. – Dissera, com um sorriso divertido nos lábios.

- ... Você não o trouxe para cá... Trouxe?

- Digamos que sim. – Uma mão ergue-se no ar, puxando o outro sentado pela gola da camisa. Entreolharam-se, o clima de tensão reinava entre os dois univitelinos:

- Você esqueceu, não é? — Um sorriso pervertido dominou os lábios de Makoto, e ele passou os braços ao redor do pescoço do irmão, puxando-o para mais perto:

- Esqueci casualmente do quê, Keito-kun? – Os lábiosde ambos estavam a centímetros de distância, e as mãos de Makoto fecharam-se por entre os cabelos avermelhados do irmão:

- De que você é meu.

Notas finais
Bem, foi isso. eh he he he HE HE HE HE.
Vou responder os reviews todos amanhã, right? ~~ Ah, e como a fanfic está no final (prevejo mais uns 3 ou 4 capítulos), bem que os leitores fantasmas podiam se manifestar com reviews ou recomendações, ja? ;u;
No? ;u;
Okay ;A;
Até sexta! (ou quem sabe, quinta :33 ) purr, purr!!~~