My Sexy Boss
5 O quão bom foi me conhecer, Mônica?
Notas iniciais
Pego minha jaqueta, uma gravata e um par de bolas tailandesas. Eu vou fazer uma coisa que eu nunca fiz por nenhuma submissa, quebrar regras.
Para um dominador as regras são uma das coisas mais importantes no BDSM, ele determina até onde podemos ir e isso também nos excita, ver até aonde aquela pessoa aguenta. E aqui estou eu quebrando minhas regras por conta de uma garota que está na merda da minha cabeça há dias. E que agora está me fazendo quebrar as minhas regras. Por que?
Você pode estar se apaixonando, Cebola.
Meu subconsciente deu pra falar comigo enquanto dirijo esta merda de carro.
Chego na casa dela e desço do carro, ela mora em uma casa no subúrbio, um bairro bonito e antigo, dá pra perceber pelo modelo da casa. Estilo veneziano. Na verdade é um condomínio, soube que ela se mudou hoje à tarde. Toco a campainha e vejo sair de lá uma morena de corpo esguio e bonito e rosto que agora aparenta um sorriso malicioso.
— O que deseja docinho? – Ela tem um charme, porem não a desejo no momento.
Cebola_ Falar com a senhorita Sousa. – Ela revira os olhos e volta a sorrir.
— Ok. Pode entrar, ela está no quarto. Me chamo Magali. Qualquer coisa me chame senhor? – Ela faz referencia a mim para falar meu nome. Me desculpe, mais isso é um projeto de vadia.
Cebola_ Cebola Menezes. – Ela se assusta com o sobrenome. – Até mais, Magali. – Sorrio e pisco pra ela, eu gosto de manter amizades aparentes, elas sempre podem me ajudar.
Magali_ Até. – Ela sorri maliciosa e entra no quarto.
Eu entro no quarto de Mônica e me deparo com a mesma com um vestido de seda para dormir vermelho sangue e os cabelos longos soltos até a cintura enquanto ela encarava o computador sem notar a minha presença enquanto come morangos mergulhados em chocolate. Senti o espaço de minha calça jeans diminuir e quando olhei pra baixo vi que estava com a puta de uma ereção e ela não tinha feito porra nenhuma.
O que caralho ela faz comigo?
Cebola_ Mônica. – Ela me olha assustada e sua respiração aumenta. – Vim te fazer uma pergunta e quero que me responda ok? – Ela assente. – O quão bom foi me conhecer, Mônica? — Ela fica confusa e quando olha o computador empalidece.
Chego até ela e a beijo com desejo, sinto o gosto do chocolate na sua boca. Sua língua e a minha travam uma batalha e realmente ela não tem vencedor. Sua boca carnuda junto a minha são uma das melhores coisas da minha vida.
Eu deslizo um das alças do seu baby doll e ela separa sua boca da minha.
Mônica_ E o contrato? — Ela pergunta com sua respiração acelerada por conta do beijo.
Cebola_ Foda-se o contrato por agora. — Assim como vou foder você.
Eu volto a beijá-la e tiro tudo da sua cama a colocando nela. Assim tiro todas as suas peças. Acho que não irei usar as bolas tailandesas agora.
Pego a gravata no bolso da jaqueta e coloco no seus olhos.
Mônica_ Por que isso? – Ela mantem sua respiração acelerada.
Cebola_ Não quero que veja nada, quero apenas que sinta minhas mãos pelo seu corpo, meus beijos na sua pele, quero que sinta tudo a sua volta. – Falo isso no seu ouvido após morder o lóbulo da sua orelha arrancando um gemido da mesma.
Tiro seu vestido e vejo que está vestida com um conjunto de calcinha e sutiã da mesma cor. Deus! Ela quer me matar.
Abro seu sutiã e caio de boca naqueles grandes seios, Sugando, Beliscando entre outros enquanto ouço seus gemidos altos. E sinto me como se tivesse sido agraciado pelo som dos anjos.
(...)
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