Notas iniciais
Faz tanto tempo... Dei um tempo, precisava me afastar, ler e etc. Mais voltei mais animada! E espero que gostem e não me abandonem!

Marquei de me encontrar com o Cebola, hoje.

Passei uma semana, lendo e relendo aquele contrato, minha cabeça estava mexida com as decisões de aceitar ou não. Mais acho que pela primeira vez irei fazer algo que quero. Termino de arrumar meu cabelo e calçar meu salto e vou ao meu carro.

Estou nervosa, ele quer tratar de sexo como se fosse uma reunião? Cara, isso é muito broxante. Mais não iremos negar, ele fica lindo de terno.

Meu carro voa nas estradas ao som de ”Love On The Brain” da Rihanna. O que se encaixa na minha situação, mais em vez de amor, estou sendo guiada pelo prazer. Quero ser fodida de todos os meios possíveis, todas por ele.

Chego no restaurante e encontro ele no bar, com um copo de whisky na mão.

Cebola_ Mônica, está perfeita nesse vestido. – Fala com um tom malicioso e grave da sua voz.

Mônica_ Não é pra tanto. — Considerando, o seu terno negro, eu ao seu lado sou quase uma mendiga.

Cebola_ Deseja beber algo? – Que tal seu liquido? Melhor, esse copo de whisky escorrendo pelo seu corpo seria ótimo pra começar. Mônica!

Mônica_ O mesmo que o seu. – Ele me olha surpreso.

Cebola_ Não é muito forte? – Ele olha como se quisesse mudar minha opinião. Me desculpe senhor, não sou tão fraca assim.

Mônica_ Não senhor. – Ele me olha irritado com o deboche. – Vamos começar?

Cebola_ Sim. Venha comigo. – Entramos em um elevador e quando as portas fecharam, ele parou o elevador com um botão.

Cebola_ Mônica, vai ser assim mesmo? – Ele estava com raiva. Pelo que percebi.

Mônica_ Sabe o que me ocorreu? Falar de sexo, como se fala de negócios é broxante para mim. Melhor! Vamos substituir a palavra sexo por ”Introdução no Orifício Sexual por meio de um órgão sexual de tamanho pequeno” – Seu corpo se endireitou e seu olhar ficou duro. Claro né Monica! Você acabou de dizer que o pau dele era pequeno.

Estou realmente com medo, seus olhos escureceram e seu rosto emoldurava um sorriso diabólico. Mais era isso que eu queria, eu quero despertar nele o seu pior lado. Até aonde ele vai? Até aonde eu consigo ir. Eu o desejo, desejo seu lado furioso. E eu queria muito, ser fodida loucamente, por ele.

Cebola_ Então, quer dizer que eu tenho um ‘Orgão Sexual de tamanho pequeno’? Mônica, você tá conseguindo me deixar puto. Primeiro passa um a semana sem falar comigo, me deixando ansioso pela merda da sua resposta, depois deixa meu órgão de tamanho pequeno, extremamente duro com esse vestido que eu no momento quero arrancar com os dentes. Depois ainda me desafora. Eu estou com muita, muita vontade mesmo de te foder e te marcar com esse órgão pequeno que eu tenho. – Ele disse isso com a voz grave, seu corpo colado ao meu pelas paredes do elevador.

Mônica_ Porque não tenta? Tem medo de broxar, senhor? – Ele está me despertando o pior lado. – E isso é uma pena, porque eu vim sem calcinha achando que o senhor pudesse fazer algo para me ajudar com isso. – Sorri maldosa para ele. Agora vai provar do próprio veneno.

Cebola_ Ajoelha. – Falou no meu ouvido. – Ajoelha. – Ele puxou meus cabelos e me fez ficar de joelhos na sua frente. – Desabotoa.

Comecei a desabotoar os botões de sua calça, e dei de cara com uma boxer preta guardando um membro que parecia estar duro e ser muito grande.

Cebola_ Não quer ver o órgão pequeno? – Ele sorriu. – Agora, tira. – Eu ia começar a tirar com as mãos, mais ele deu um tapa forte nelas. – Com a boca. E se me morder, juro que te dou palmadas. – Caralho.

Coloquei minha boca na parte de cima da sua boxer, e fui puxando ela devagar. Ouvindo suspiros quando minha boca encostava no seu membro. Até que a desci.

Cebola_ Meu membro é tão pequeno assim? – Ele sorriu maldoso. – Me chupa.

Segui sua ordem e comecei a chupa-lo, minha boca não conseguia colocar ele todo, então colocava o máximo que podia. Ele começou a forçar minha cabeça, fodendo minha boca. Seu membro engrossou e ele gozou em minha boca, normalmente eu cuspiria. Mais eu engoli, não por que gosto, mais por que queria sentir o seu gosto e queria impressionar a ele.

Cebola_ Levanta. – Levantei e suas mãos, prenderam as minhas com o seu cinto. E sua mão foi a minha vagina. – Se eu te disser, que essas câmeras – Com a mão que estava na minha vagina, foi ao meu clitóris, e começou a estimular ele com beliscões e esfregadas. – gravaram você me chupando, se eu te contasse agora, que os seguranças que veem essas câmeras viram tudo o que você fez e que estão vendo você gemendo enquanto eu brinco com essa maravilha. – Gemi em resposta. – Parece estar gostando, já que está rebolando na minha mão. – Ele gargalhou.

E agora percebi que estava mesmo rebolando em seus dedos e tudo que ele me disse me deixou mais quente.

Cebola_ Temos que cuidar disso né? – Ele sorriu e se abaixou.

Soprou minha vagina e senti seu hálito gelado, como se tivesse com uma bala de menta ou algo assim arrepiar meu corpo inteiro, seus dentes beliscavam meu clitóris, estava quente, foda se as câmeras, eu queria ele. Sua língua começou a me penetrar, mais fundo, e como seu hálito estava gelado, me arrepiava e causava espasmos, não demorou muito e gozei na boca dele.

Cebola_ Essa é só a primeira prova do que pode aprender comigo. O que praticamos foi o voyeurismo, ele consiste em obter prazer sem saber ou sabendo que está sendo observada. – Ele se levantou e se vestiu, e eu fiz o mesmo, envergonhada. – Não negue, se ficou excitada com minha boca, quem dirá quando eu te pegar direito. – Ele piscou – Vamos?

Notas finais
Isso é só o começo, docinhos ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.