My Sex Slave
4 Agora é a minha vez.
Notas iniciais
Me desculpem por ter demorado tanto! /apanha ÇLDFSKFÇS ;_;
Tenho estado muito ocupada com a escola.
Pois bem, eu estava desanimada para escrever este capítulo, mas o comentário da minha leitora querida, a Diana Kuroki, me reanimou. Obrigada, Dianaaaaaa~
Enjoy!
Ema não conseguia dormir. Eram precisamente 4:50 da madrugada. Estava confusa pelo que aconteceu. Ela tinha certeza de que estava criando um conflito entre seus irmãos. Sentou-se na cama e jogou as cobertas de lado, espreguiçando-se, pois estava deitada por muito tempo, deixando assim, seu corpo dormente. Abriu a porta lentamente para não acordar Juli. Ele estava dormindo tão graciosamente. Saiu porta afora e caminhou pelo corredor, indo em direção à cozinha.
— Se eu tomar algo quente, talvez consiga dormir. — falou para si mesma. Foi para a cozinha e preparou um chá de morango, seu favorito. Sentou-se no sofá e deliciou-se daquele chá que ela tanto amava. Ela não queria acordar seus irmãos, e nem que eles soubessem que ela estava ali. Então, desligou a luz da cozinha, deixando apenas a luz de seu celular acesa, facilitando a visão dela.
Após terminar seu chá, sentiu-se cansada. Deu um suspiro de alívio por ver que seu "truque do sono" havia funcionado. Iluminou o corredor com a luz do seu celular e começou a caminhar lentamente, em direção à seu quarto. Enquanto caminhava, sentiu uma respiração bem perto dela.
"Talvez seja só minha imaginação, ou, esse chá estava estragado." pensou. Estava tão cansada e com medo do que havia naquele escuro, que estava falando coisas sem sentido. Ela tinha a impressão de ter mais alguém além dela naquele corredor. Isso é possível, já que o corredor da casa era tão grande, afinal. Caminhou mais rapidamente, e a medida que agilizava seus passos, sentia a respiração ainda mais perto dela. De algum modo, Ema estava com medo. Cansada disso, pensou em correr. Mas quando iria correr, foi puxada para dentro de um armário que havia naquele corredor. De alguma forma, isso estava começando a parecer um filme de terror. E era exatamente um filme de terror: um pervertido e a garotinha indefesa presos dentro de um armário. Daria um filme sensacional.
— Por favor, não me machuque! — implorou ela. Ficou pasma ao ouvir a pessoa rir. — Por que diabos está rindo?
— Você é tão engraçada! — continuava rindo.
— Essa voz... — arregalou os olhos. Aquela não era uma situação boa. — Tsubaki-kun!
— O que estava fazendo perambulando sozinha pela casa? — riu de canto.
— Não consegui dormir. — corou. Tsubaki não poderia ver seu rosto corado, já que estava escuro e eles estavam dentro de um armário. Por que motivo Tsubaki havia puxado-a para aquele armário? Ema corou novamente ao pensar em coisas "eróticas". — Va... Vamos sair daqui. Está escuro.
— Você tem a luz de seu celular, e a conversa está divertida. — ele riu novamente. Suas risadas eram tão provocantes que Ema ruborizava.
— N-Não está divertida. — tentou sair do armário, mas o garoto de cabelos brancos não a deixava sair. — Solte-me, Tsubaki-kun.
— Nããão~! — abraçou-a com força. — Você não vai conseguir fugir. Está escuro e sou mais forte que você. — Na tentativa de ligar seu celular para iluminar aquele pequeno e apertado armário, deixou-o cair. — Ora, ora. Perdeu sua chance de fugir de mim. A culpa é sua por caminhar por aí de madrugada, tão indefesa.
— Pare, por favor...
— Gosto quando você implora assim. Tão kawaii~! — prensou-a na parede do armário e colocou a mãe dentro da blusa de pijama da colegial, deslizando sua mão fria pela delicada pele macia da barriga de Ema.
— Tsu...baki. — Ema corou pelo fato de seu corpo estar tão grudado ao corpo de Tsubaki. Por algum motivo, ela estava sentindo calor. Tsubaki a deixava assim. Ela só não queria admitir. Tsubaki continuou provocando Chii, dando uma série de beijos em seu sensível pescoço. Ainda com as mãos dentro de sua blusa, apalpou o seio esquerdo da garota. Sentindo as mãos geladas e ao mesmo tempo quentes de Tsubaki, a colegial não conseguiu conter-se e deixou escapar um gemido. O garoto apenas sorriu, e de forma provocante, sussurrou em seu ouvido:
— Ei... eu te amo, Ema.
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