My Sex Slave
5 Esfomeado.
Notas iniciais
"Eu te amo, Ema."
Aquilo ecoou na mente de Ema, fazendo-a corar de imediato. Ela sabia que não podia se emocionar com isso, afinal, eles eram irmãos. Ema finalmente conseguiu tudo o que sempre quis: uma família. E agora que conseguiu, ela não poderia estragar tudo.
— Me desculpe... — a colegial murmurou, acordando de seus devaneios. Tsubaki, ouvindo isso, arregalou os olhos.
— Está... me rejeitando? — o garoto soltou-a.
— Eu... — antes que pudesse protestar, fora calada pelos doces lábios de Asahina Tsubaki. Ele não aceitaria ser rejeitado. E, por algum motivo, estava sentindo um nó na garganta. Estava chateado. Acariciou a bochecha de Ema e finalizou o beijo com um selinho demorado. Abriu a porta do armário e saiu para fora, puxando Ema junto a ele.
— Quer continuar? — ele disse, mantendo a expressão séria.
— Acho melhor não. Eu vou dormir... — falou Ema. Seu rosto ainda estava fervendo de tão ruborizado.
— É claro que você vai dormir. — ele riu.
— Estou indo. — sorriu e virou-se para a direção em que seu quarto estava. Quando estava prestes a ir, foi puxada. Arregalou os olhos de imediato, não compreendendo a atitude de Asahina. — O que foi?
— Eu disse que você ia dormir... — puxou-a para perto de si. — mas não disse onde você ia dormir.
— O que... você quer dizer com isso? — as bochechas da colegial ganharam um tom rosado.
— Parece que você sabe muito bem o que quero dizer com isso. — riu sarcástico. Não a deixou explicar nada, apenas caminhou em direção à seu quarto, levando Ema junto com ele.
— Tsubaki, solte-me! — ordenou, envergonhada.
— Não quero. — sorriu de canto. Em questão de minutos, Ema foi puxada porta adentro, para o quarto de Tsubaki. Ele a pegou no colo e jogou-a sobre sua grande e macia cama.
— Pare com isso! Deixe-me ir! — ela exclamava. Ele a ignorou. Tsubaki subiu em sua cama, e foi engatinhando até Ema. A colegial, corada, tentava ir para trás, mas esse era o limite da cama. Ela não tinha como escapar. O garoto se aproximou cada vez mais e deitou-se sobre ela. Ema tentava empurrá-lo, mas era inútil. Percebendo o esforço que ela fazia para se livrar dele, Tsubaki agarrou as mãos de Ema com certa força, impedindo-a de movê-las. Separou as pernas da garota, pondo-se entre elas. — Tsubaki...
— Idiota. Não conseguirá fugir de mim. — disse. Selou os lábios de Ema em um beijo quente e demorado. Enquanto a beijava, colocou novamente sua mão boba dentro da blusa fina e de tecido macio que Ema usava. A colegial, com a respiração ofegante, tentava escapar. Tsubaki levou a outra mão até a coxa de Ema, apertando-a violentamente. Apalpou seus seios com a mão esquerda, enquanto deixava beijos por todos seu pescoço. Chii gemia baixinho.
— Ah... Tsubaki, por favor, pare. — implorava. O garoto de cabelos brancos nada respondeu, apenas continuou provocando. Tirou a mão da coxa de Ema, e levou até a intimidade da irmã, que agora, estava toda molhada devido as provocações de Asahina. Ele sorriu ao perceber a excitação da garota. Começou a massagear toda a intimidade de Ema, enquanto chupava seu pescoço. — Ah...! — sentindo o dedo de Tsubaki sobre sua parte mais sensível, Ema gemeu. Ainda massageando sua parte intima, Tsubaki foi descendo os beijos até chegar na pele macia da barriga de Ema. Encarou-a e sorriu, perguntando:
— Será que desço o beijo mais para baixo? Você sabe onde vou chegar, não sabe? — ele riu. Chii ficou extremamente corada. Isso não podia estar acontecendo. Tsubaki voltou a beijar todo o corpo de Ema. Foi descendo os beijos, até chegar na altura de sua vagina.
— N-Não passe além disso! Estou dizendo para não fazer isso, por favor! — implorou novamente. Ele não dava ouvidos a ela. O garoto retirou a delicada calcinha da irmã, e observando sua úmida intimidade, lambeu os próprios lábios. Ema tinha certeza de uma coisa: Tsubaki estava faminto.
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