My Journey Until You
27 A Desperation Family
Notas iniciais
Desculpem a demora, mas é que ontem eu acordei super disposta, mas aconteceu uma tragédia aqui no meu Estado :(
e minha criatividade sumiu,ok? desculpem.
Bom, muito obrigadoo pelos 4 reviews lindoos que me deixaram muito feliz!
Boa leitura!
POV Damon
Em poucos minutos, que tenho certeza, pareceram horas para todos, chegamos em acordo a um plano para salvar Caroline. Todos nós estávamos nervosos; o que só piorou com a notícia de que Kol havia roubado todas as adagas da casa de Klaus, só nos restando como opção a adaga que estava no coração de Rebekah,e torcer para que Tyler fosse nos ajudar, o que pelo que todos sabíamos seria muito difícil. O nosso plano era um tanto simples, mas complexamente ousado: Katherine, Elena e Tyler, se nos ajudasse, distrairiam o Original que não estivesse com Caroline; Klaus, Stefan e eu, resgataríamos a Barbie, enfrentando o Original que a ameaçasse; já os híbridos, cercariam a escola, proibindo a saída ou a entrada de qualquer um até o sinal de Klaus.
A parte mais estranha de toda essa situação desesperadora, era que o Híbrido mais cruel e egoísta de todos, não estava nem um pouco preocupado com a segurança das suas preciosas Doppelgangers. Ele simplesmente não mencionou nenhum plano de proteção ou qualquer palavra para impedi-las de executar o plano conosco. Esse fato me deixava extremamente preocupado; se ele não estava preocupado com Elena, significava que ela ou Katherine correriam perigo facilmente, sem qualquer tipo de resguardo. Entretanto, sendo o bom e velho Damon que sou; já tinha um plano B pronto, para caso algo desse errado: deixei Bonnie de sobre aviso sobre os nossos possíveis problemas, e estava portando, a raríssima e única, estaca de carvalho branco indestrutível do mundo; cortesia do meu querido amigo Alaric Saltzman.
Ninguém na sala se sentia confortável o suficiente para chamar Tyler; Klaus queria fazê-lo com inúmeras ameaças e palavras difíceis, porém, eu sabia bem como era viver aquele tipo de situação, e liguei eu mesmo para acabar logo com essa tortuosa espera. No início o Lobinho foi muito resistente, mas com um pouco de prática e verdade, acabei convencendo o, e ele já estava a caminho do Mystic Falls High, assim como todos nós. Elijah não havia se quer dado as caras; contudo, tanto Elena quanto Katherine insistiam que a presença dele era necessária para que todos nós saíssemos vivos, e diziam que ele chegaria logo, logo.
Chegando à escola, senti todos os músculos de meu corpo se retesarem; era um silêncio mortal, e vez ou outra enquanto procurávamos nossos inimigos, achávamos corpos totalmente sem sangue ou vida. Como o combinado, Tyler entregou a adaga a Klaus para que ele tivesse a chance de salvar Caroline e tirar todos nós de lá com vida; e nós nos separamos para encontrarmos nossos temidos destinos.
– Aonde será que ela está? – Stefan perguntou em um sussurro audível apenas para nós.
– Não sei. Mas nós já vamos descobrir. – Klaus respondeu, assumindo a sua tão temida posição de predador das duas espécies mais temidas na face da Terra.
– Hey, Little Sister! Pensei que pelo menos você teria a decência de me convidar para a sua festinha! Você não costumava ser tão rude; assim você até poderia ferir meus sentimentos, claro, se eu os tivesse. – Klaus gritou corredor a fora com o maior sarcasmo possível.
– Eu não faço ideia do porque pegar Caroline. Você já foi mais esperta; sabe muito bem que o meu maior desejo é ter um exército de híbridos, e a não ser que a bela Caroline tenha se tornado uma Doppelganger, ela não tem nenhuma importância para mim, exatamente como você! – Klaus continuou desdenhoso, e tanto Stefan quanto eu percebemos que seu rosto se contorcia em caretas enquanto ele negava a importância delas. Em um segundo, que pareceu passar muito mais rápido, Rebekah já estava segurando Klaus, pressionando o contra os armários, que agora já estavam totalmente amassados.
– Ah, Nick. Eu sempre fui esperta demais, sensitiva. Você sabe muito bem o porquê da presença dessa meretriz aqui! – ela disse apontando para um Kol, com um sorriso muito divertido, segurando uma Caroline, totalmente arrasada e machucada.
– Olá Stefan! Damon! – ela nos cumprimentou com um aceno de cabeça.
– Ultimamente você tem precisado de muita ajuda. Não acha? – Rebekah disse ironicamente a Klaus.
– Solte ela. Por favor! – Stefan disse suplicante, tentando, como sempre, ser o irmão bom.
– Você! Não tem o direito de me pedir nada! Nem se quer falar na minha presença! Você o ajudou! – ela disse raivosamente a Stefan, se referindo graciosamente a Klaus.
– O quê? – perguntei confuso.
– Eles que me empalaram. E agora vão pagar. – Rebekah disse docemente, e a luz foi imediatamente cortada.
Pela reação de todos, pude jurar que isso não era obra do time adversário, o que só se confirmou quando Elena, Katherine e Tyler, tiraram Rebekah de perto do Klaus e começaram a combatê-la. Rapidamente as coisas ficaram confusas: os híbridos chegaram ao corredor e começaram a nos atacar, provavelmente hipnotizados; Caroline dançava entre Rebekah e Kol, que combatia furiosa e velozmente Klaus; Stefan e eu nos juntamos à batalha, pegando o lugar das garotas no confronto com Rebekah, ambos revezávamos, tentando ao máximo não atingir Caroline, a quem a Original usava como escudo.
Todos lutávamos em completa sincronia; era como uma dança, vez ou outra alguém comandava, e acabava se dando melhor. Rebekah era extremamente forte, Stefan e eu, quase não conseguíamos ataca-la; e ainda para atrapalhar híbridos e mais híbridos nos atacavam simultaneamente. Klaus havia chamado vinte deles, deixando os outros vinte protegendo a casa do lago; como que silenciosamente nós havíamos chegado ao acordo de não matá-los. Entretanto o acordo foi desfeito quando o próprio criador arrancou o coração de uma de suas criaturas, que tentou morder Caroline, que parecia completamente alienada, com certeza, cheia de verbena. Foi impressionante a rapidez com que Klaus matou um de seus soldados, para proteger Caroline; ele revelava um olhar raivoso e psicótico, que se transformava ao lançar os olhos sobre a garota loira e confusa. Tendo Klaus matado um híbrido, todos nós seguimos o que nos pareceu uma ordem para fazer o que fosse preciso; logo Katherine já estava aplicando a sua especialidade, esmagar corações inocentes.
Combatemos uns aos outros pelo que me pareceram horas, era uma luta sem fim. Porém, com um grito sufocado, todos nós paramos, procurando a origem do grito alto,raivoso e desesperado que se seguiu. Era uma cena de cinema: provavelmente para impedir o irmão de ser empalado, Rebekah jogou Caroline para os braços de Kol, que a usou como proteção contra a investida de Klaus, que acabou por enfiar a adaga na barriga da pobre garota, que agora voltava, ainda com a adaga, para o poder de Rebekah. Foi quando me descontrolei, e deixei ressurgir o vampiro louco e impulsivo que eu podia ser, e avancei com a estaca de carvalho branco em direção a Kol, surpreendendo a todos, e atingindo o no ombro, fazendo o soltar um grito tão agoniante quanto o que escapou da garganta de Rebekah. Em um piscar de olhos, Stefan e Katherine já seguravam os braços de Kol para trás e eu retirava a estaca de seu ombro para cravá-la em seu coração; o ódio me consumia, eu não morria de amores por Klaus, porém, me coloquei em seu lugar, percebendo que teria morrido caso machucasse Elena.
Antes de qualquer movimento, naquele mínimo minuto de incerteza, Rebekah avançou ao meu encontro, fazendo com que tudo se tornasse mais confuso e desesperador. Kol aproveitou a chance que a irmã lhe dera, e agora segurava Elena fortemente; Rebekah brandia a estaca que havia pego de minhas mãos contra Klaus, que continuava a se defender; Stefan e eu, protegemos Katherine de mais ou menos cinco híbridos raivosos, voltando a combate-los; e Tyler juntava uma Caroline, no pior estado que eu já vi, do canto aonde Rebekah a atirou impiedosamente.
Enquanto retirava o último coração, do último híbrido que se encontrava contra nós; um clarão surgiu nos distraindo novamente; a luz havia voltado. Olhando mais uma vez para a situação, percebi que agora Rebekah, mais uma vez, tinha Caroline em seus braços, com a estaca apontada para seu coração; Tyler estava inconsciente no chão; e Klaus se levantava com a ajuda de um homem vestido elegantemente, com uma expressão muito similar a do irmão; Elijah.
– Chega de brincadeiras Rebekah! – Klaus se pronunciou firmemente.
– Não! Após todos esses anos, você ainda se importa mais com os outros do que comigo, que sempre estive ao seu lado! Você me empalou, olhando nos meus olhos! Por motivos estúpidos, e então eu acordo e descubro que você desistiria de tudo por ela! – Rebekah cuspiu as palavras sofridamente, colocando um pouco de pressão na estaca.
– Irmã, por favor! Chega de destruir essa família! Já não basta toda a dor que já passamos! Vamos, Rebekah! – Elijah quebrou o silêncio que já estava se tornando palpável.
– Ele nos carregou por séculos em caixões; mortos! Só porque não concordávamos com ele. Durante toda a eternidade dessa família, só o que ele fez foi nos destratar, nos trair, nos desprezar, porque não somos totalmente seus irmãos. Elijah, como podemos deixa-lo ser feliz, depois de tudo isso? – Kol perguntou com olhos acusadores, ainda com Elena em seu abraço mortal.
– Porque mesmo que nós nunca tenhamos sido os irmãos dele, ele é nosso irmão. É parte da nossa família, nós o queremos bem. Apesar de tudo: de ele ter nos enganado; nos usado; nos traído; nos desprezado. Apesar de todos nós termos perdidos nossos verdadeiros amores pela interferência dele; não somos assim, nós não negamos o amor a alguém que depois de mil anos está disposto a sentir algo novamente. – Elijah discursou pesadamente, sem olhar nos olhos de Klaus.
– Eu só queria que nós pudéssemos ser uma família feliz como erámos, Elijah. Nick arruinou tudo, nos impedindo de sermos quem queríamos ser. Por que eu não devo impedi-lo de sentir? Quando ele apunhalou nossos corações tantas vezes. – Rebekah disse, e uma lágrima escorreu pelo seu rosto perfeito.
– Porque nos tornaríamos como ele, como nosso pai; desonrando as pessoas que um dia nos amaram, decepcionando as. Deixe a garota! Esqueça essa cidade! Venham os dois comigo! Levamos as adagas, destruímos. Só não se tornem como ele, porque eu já o fui uma vez, e só o que me restou foi a perda. – Elijah disse equilibradamente, olhando fundo nos olhos da irmã mais nova.
– Eu aceito. Mas nós nunca mais vamos vê-lo. – Kol disse sorrindo, atirando Elena nos braços de Katherine e indo até os irmãos localizados mais a frente.
– Venha Bekah. – ele encorajou a irmã, que começou a chorar descontroladamente, o que me deixou com pena dela.
Klaus começou a se aproximar lentamente da irmã; ele não havia dito uma palavra se quer em sua defesa, apenas tinha ouvido, atentamente, todos os julgamentos sobre si mesmo. Logo ele chegou a irmã, e fez sinal para que eu me aproximasse. Quando cheguei ao seu lado, ele retirou gentilmente Caroline dos braços trêmulos de Rebekah e a entregou para mim, abraçando a irmã, que ainda segurava a estaca firmemente.
– Você pode me matar se quiser. – Klaus sussurrou quase inaldivel.
– Me perdoe! Eu só queria que vocês me aceitassem como eu sou.
– Nós aceitamos. Foi você quem não quis nos aceitar. – Kol disse retirando a irmã dos braços protetores de Klaus, que ficou paralisado.
– Até mais. – Elijah falou, retirando a estaca das mãos de Rebekah e a entregando, velozmente, nas mãos de Elena; sumindo com os irmãos.
E mais uma vez, lá estávamos todos nós vivendo um drama familiar. Apesar de tudo e de todos, nenhum de nós jamais seria capaz de matar o próprio irmão; e eu falo isso, porque já quis muito matar o meu. Voltamos todos para a Mansão; estávamos cansados, com as roupas rasgadas, sujos, mas acima de tudo perplexos; por ver, diante de nossos olhos, mais uma prova viva de que nada é mais importante do que o laço familiar. Após algumas horas, quando já estávamos todos bem, Caroline e Tyler acordaram de suas mortes temporárias, fazendo assim, com que um Klaus, muito quieto e perturbado, esboçasse um pequeno sorriso, e fosse embora; provavelmente, perdido em pensamentos e lembranças dos mil anos que possuía com sua família.
Notas finais
Deixem muitos reviews, ok?
Leitoras fantasmas, por favor, hein?
Alguma recomendação???
até o próximo...
xoxo
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