My Hellboy

4 Um encontro.... do destino?


Notas iniciais
Espero que tenha gostado do capítulos, eu tinha perdido o texto. Fiquei com uma raiva... mas usei a raiva para o capitulo maior e com mais detalhes.

Apos passar a manha e tarde trabalhando, agora estou na minha cama me arrumando com as meninas para esse "show".

—Vocês estão cientes disso né? a gente esta indo para um show que não sabemos o que vai tocar, quem vai esta no local, só eu estou achando isso estranho?—falei com a sensação de duvida e receio-Julia você é mais sensata de nos, por favor fala algo—implorei

—Carol deixa de ser chata, show é show—respondeu Julia enquanto se arrumava- Pelo que me falaram, eles nunca se desleixaram com esse tipo-comentou.–E também Carol, vai ser bom para você e para nos. Não saímos faz tempo juntas e tirar você do seu escritório—disse revirando os olhos.-Vai que você tira seu BV e BVL ao mesmo tempo—acrescentou rindo.

Eu-u-u não sou BV-falei me sentindo um pimentão e a cara queimando de vergonha. Se tem uma coisa que me envergonha é sobre isso.

Eu não sou de ficar muito com meninos, quando era mais nova meu pai falava sobre eu ficar com meninos. Desde de hoje ele sempre me dizia que tudo tinha o tempo certo, que eu não devia me apressar em encontrar o cara perfeito. Nunca tive tanta cabeça para pensar em ficar com muitos, botei na minha cabeça que esperaria para aquele "garoto". Se eu sou BV? a resposta eu vou deixar no ar. Apos minhas amigas esfregar na minha cara, estávamos arrumada e preparada para noite que está por vim. Agasalhamos, saímos do apartamento em direção ao nosso destino local. A ruas estava calmas e tranquilas como sempre e isso era bom demais, sempre gostei desse clima até porque eu sou bem tranquila, só as vezes algumas coisas me irrita mas eu não vejo como um "defeito grave".

20 Minutos depois...

E lá estávamos entrando nesse "show" que sinceiralmente estou com uma ponta de duvida. Um show devia ser em um local grande, não que o local seja pequeno, era razoável mas eu esperava um palco de show gigante, mas não posso reclamar até porque eu ganhei um ingresso de graça. Minutinhos as luzes apagaram do nada, algumas pessoas falaram, mas por conta da misturas de palavras não consegui entender nada.

Luzes vermelhas e brancas foram acessas e iluminaram o palco e uma voz muito sinistra falando:

"Was he the one I waited for centuries to see? How strange, so far out of his way that I could barely see the promise of glory he made.
Would that be it, Hellboy?"

Um som de guitarra começava calmamente e batidas iniciavam, as pessoas começavam a gritar entusiasmados. Olhei para minhas amigas com um ponto de interrogação e elas me olhavam com uma cara de "só assista". Quando um homem entra no palco, sem camisa mostrando sua magreza, multiplicas tatuagens na seus braços, dedos e muitas de todos os tipos em seu peito e barriga, cabelos bagunçados, usando uma calça xadrez e um All Stars branco. Ele esta com cabeça baixa e uma fumaça é ligada. Devo admitir que estou muito curiosa para conseguir ver o rosto do moço.

—You don't even know what I've been through— cantava com uma voz grave e o pessoal repetia.

—You don't gotta like me, ya bitch do— disse o artista com cabeça baixa, não mostrando seu rosto para plateia.

—Blowin up my phone like: I miss you-mais uma vez a plateia repetia o refrão e eu estava muito concentrada em saber.

—You know I love you by the way that I kiss you- as pessoas falavam mais alta. Quando reparei as meninas estavam pulando.

—Leave me to bleed, I know I got you on your knees— o desconhecido levantou o rosto com uma voz mais grave e aumentada. Foi ai que eu consegui ver a aparência do cantor. Meu primeiro pensamento foi:

"Era o moço tatuado!!!"

Ele estava lá no palco, fazendo a pessoas pular a cada refrão, as meninas mais perto no palco tentava tocar nele. Eu virei para as duas e comentei:

—É ele, foi ele que me ajudou com as compras— afirmei falando alta pois a musica estava extremamente alta, mas foi em vão. Voltei a minha atenção para o cara com muita curiosidade. As letras que ele cantava, suas expressões estavam mais solta, quando ele me ajudou não parecia tinha uma voz grossa. Assim que a musica acaba, as pessoas estão aplaudindo e gritando. Ele virou para plateia bebendo uma garrafa de água e com sorriso grande e tenho que admitir: o sorriso dele era bonito demais,não pode ser...

"Ele é bonito!"

A plateia estava uma loucura, Julia e Diana estava concentrada, na verdade todas pessoas estavam com atenção no palco. Mas aquela musica era... triste, uma voz grossa, melancolia e ao mesmo tempo calma.

—Amo vocês, mas agora quero propor uma coisa— falou o artista pegando um celular- eu vou gravar um Story e quero ver a plateia animada-finalizou.

Ele começou a gravar e cada movimento que ele fazia as pessoas gritavam alto. Apos isso ele colocou o celular no bolso e começou a cantar varias musicas. O que mais me chamou era as letras.

Letras muito diferente que eu acostumava escutar. Elas eram bem tristes, mas sua voz era... viciante, uma voz calma e ao mesmo agressiva quando queria. Ele cantou varias musicas que eu não nem sabia que existia.

—Julia é ele!— falei mais alta- o "tatuado" que me ajudou—falei.

—Serio?????—perguntou as duas-Você se encontrou com esse cara?.

Uma batida diferente começou e eu fiquei toda concentrada de novo. O sorriso dele sumiu e ele baixou a cabeça, uma mão segura o microfone e outra estava em seu rosto. Ele ficou alguns segundos parado e quando o som da batida aumentou, ele levantou um pouco o rosto e soltou o primeiro refrão:

—I don't wanna do you like that— falou meio baixinho e com uma voz mais calma.

A cada trecho ele continuava com cabeça para baixo e cantando devagar. Porque ele ta assim? Parecia que ele estava sofrendo. Meu único pensamento era querer ajuda-lo.

—I don't wanna lose you—ele cantou novamente e com uma voz mais grave. Foi quando percebi que a cada fala dele as pessoas cantavam mais baixinho ao mesmo tempo com ele. Meu deus como assim, que show é esse?

—I don't wanna hate you- continuou com uma mão em seu peito e agora com cabeça mais erguida.

—I don't wanna do you like that—nesse momento ele estava andando mais próximo a plateia, as meninas se esticavam mais. Parecia que queria tocar nele.

Why you gotta do me like that?—dizia enquanto tocava nas mãos das fãs. Tenho que admitir que me senti estranha quando vi aquilo, uma sensação nova para mim.

Cause I got face tats and my boots black?-cantava. Agora que reparei, a musica dizia sobre ele, as tatuagens do seu rosto. Sera que ele foi magoado tanto assim?

—I don't wanna go to school I'on like that-a cada palavra dele, mais duvidas ficam em mim. Porque as são musicas triste?

—Everybody think I'm cool I'on like that-falou colocando as duas mãos no microfone.

Apos ele canta praticamente sussurrando ele aumenta o tom de vez e sua cabeça estava totalmente erguida repetindo alguns refrões. O que está acontecendo? como uma musica triste pode ser viciante de escutar? tenho que admitir, ele era bom cantor.

Quando a musica acabou, ele se despediu e saiu caminhando por uma porta mais próxima. Algumas pessoas começaram a sair para fora do local. Com a maior rapidez resolvi pegar as meninas e trazer para fora. As duas me olharam com caras estranhas, até que eu decidi falar:

Posso saber o que houve?—Perguntou Diana e Julia me olhando.

—Quem é ele?—disse perguntando. Eu já estava me irritando em querer saber. Pera, por que eu estou desse jeito?

—Eu não sei-respondeu Julia procurando algo em sua bolsa-Eu esperava um show de pop algo do tipo—acrescentou olhando o celular.

—Mas eu gostei das musicas—opinou Diana- Achei que seria um show de uma banda de uns garotos afeminados, mas pelo jeito nos damos bem—comentou com sorriso torto. Eu revirei os olhos e nesse momento as meninas me olharam com cara que eu sabia muito bem que iriam dizer.

—Você esta apaixonada pelo tatuado—falou as duas gritando e me abraçando. Agora eu tenho motivo para ficar mais vermelho do que eu fico.

—O-ii-ii? Eu nem sei o nome dele!—falei enquanto estava sendo abraçada e sendo jogada no alto. As meninas estava pulando e saltitando até começamos em sentido em ao apartamento.

1 hora depois....

Eu estava na minha cama, Julia e Diana tinham indo para casa. Para quem não sabe, elas moram junto em uma casa que a mãe da Julia comprou e deu para ajudar-la. Não sei o porque disso mas não me intrometo com isso. Mas voltei a pensar no show, eu devo está ficando louca só pode.

Ele estava mexendo comigo, tanto fisicamente e psicologicamente. Sera que estou apaixonada? Essas perguntas e mais outras estavam ainda na minha cabeça...

"Domingo, 7 horas da manhã"

Acordo com um barulho de companhia me tirando do sonho, me levanto de pijama e fui direto para ver. Se tem uma coisa que não gosto muito, é morar no oitavo andar no apartamento, desci a escada em vez de usar o elevador e com a chave abro a porta. Meio sonolenta e com cabeça para baixo eu escuto uma voz.

—Oi Caroline Fernandez, tudo bem?—Disse uma voz masculina. Eu rapidamente levo e olho no rosto da pessoa e percebo... era ele !

Notas finais
Gostou do capitulo? Favorite e fique alerta que toda semana eu vou está postando sempre que possível. Sugestões são bem-vindas. Deixa seu gostei e poder divulgar para o pessoal eu fico muito agradecido.