My Heart is Yours

11 Maybe we found love right where we are.


Notas iniciais
Olá :3 Eu voltei! Rapido né?! Mas tenho noticias não tão boas! Esse é o ultimo capítulo! :c Sim, o ultimo! Bom, agradeço todos os comentários do capitulo anterior e prometo que vou responde-los! Agradeço de coração a todos que acompanharam até aqui! Bem, não vou faze-los esperar mais! Apreciem sem moderação :3 P.S: Novamente o capitulo tem uns links! Então veja-os! E ouçam a música hein :3

Prendi a alça do violão e Hinata finalmente cansara de procurar a chave que não estava em sua bolsa, a campainha tocou e Kurenai foi para a porta, contando em movimentos labiais até 3, ela abriu a porta, e vi os olhos de Hinata se arregalando assim que a melodia da música começou.

Quando suas pernas não funcionarem como antes

E eu não conseguir te deixar nas nuvens

Sua boca se lembrará do gosto do meu amor?

Seus olhos vão sorrir até suas bochechas?

Pude a ver sorrir, e piscar, os olhos enchendo-se de lagrimas.

Querida, te amarei até termos 70 anos

E, baby, meu coração

Ainda vai se apaixonar como se tivéssemos 23

Penso em como as pessoas se apaixonam misteriosamente

Talvez só o toque de uma mão

Oh, eu, me apaixono por você todos os dias

E só quero dizer que estou apaixonado.

Eu fui andando em sua direção. Lagrimas desciam em seu rosto e ela cantarola a música junto comigo, olhando em meus olhos.

Então, querida, agora

Me leve em seus braços amorosos

Beije-me sob a luz de milhares de estrelas

Ponha sua mão em meu coração acelerado

E estou pensando em voz alta

Que talvez tenhamos encontrado o amor bem onde estamos.

Fui caminhando lentamente até ela.

Quando perder minha cabeça e minha memória falhar

E as multidões não se lembrarem do meu nome

Quando minhas mãos não tocarem violão do mesmo jeito

Sei que continuará me amando da mesma maneira

Porque, querida, sua alma nunca envelhece

É sempre jovem

Baby, seu sorriso estará sempre na minha mente e memória

Acariciei seu rosto, secando suas lagrimas, e voltei ao violão.

Penso em como as pessoas se apaixonam misteriosamente

Talvez seja tudo parte de um plano

Oh, vou continuar cometendo os mesmo erros

Esperando que você entenda

Ela assentiu para mim, sem deter as lagrimas. Eu estava a ponto de chorar com ela.

Querida, agora

Me leve em seus braços amorosos

Beije-me sob a luz de milhares de estrelas

Apoie sua cabeça em meu coração acelerado

E estou pensando em voz alta

Que talvez tenhamos encontrado o amor bem onde estamos.

Nossos amigos aplaudiam e eu largara o violão, segurando suas mãos e levando para meu peito. A música fechou ao fim, ela chorava e eu a fazia sentir meu coração acelerado. Ele batia irregular e temeroso, eu tinha medo de perdê-la, eu não podia perdê-la.

– O-o-o que é-é isso t-t-tudo? – ela gaguejava e me encarava.

– Na verdade, isso não é nada comparado ao que sinto por você. – respondi. – Mas eu queria que soubesse que essa música ainda descreve nosso amor. E, também, para dizer aqui na frente de todos os nossos amigos, o quanto eu fui idiota em magoar você e duvidar, Hina, eu errei e não tenho medo de dizer isso na frente de ninguém. — soltei suas mãos e tirei a alça do violão apoiando-o ao meu lado enquanto me ajoelhava na sua frente. Ela me encarava de olhos arregalados. – Você me perdoa? – a olhava nos olhos, segurando suas mãos novamente. – Por tudo que lhe fiz sofrer? Eu te prometo, a partir de hoje, um recomeço, onde eu nunca mais a farei sofrer. Se você for capaz de me perdoar, Hina, eu prometo ser tudo que você merece, e prometo te fazer feliz. – ela chorava, mas não tinha me respondido. – Então, o que me diz? – ela assentiu.

– E-eu te p-p-perdôo! – ela disse, senti meus olhos umedecerem. – Vamos começar de novo, juntos. – me levantei a abraçando pela cintura, não pude impedir que as lágrimas escapassem dos meus olhos, nós chorávamos juntos.

– Eu te amo tanto minha Hime. – selei nossos lábios, concretizando ali a promessa de dali por diante, tudo seria diferente. Aprofundei o beijo, era como se houvéssemos nós dois, não existia mais ninguém naquele momento, até eu havia esquecido os nossos amigos em nossa volta, mas então palmas e assovios foram ouvidos e nos afastamos envergonhados.

– Ahhh, por que você não o esbofeteou antes? – disse Gaara, estragando todo o clima, fazendo com que todos caíssem na gargalhada. Hina me olhou rindo curiosa.

– Ah, não acredito que perdi para a Temari. – disse Shikamaru. – Aposta problemática.

– Os meninos da banda apostaram que você me bateria antes de me perdoar. – expliquei, ela riu e eu também.

– Se racharem o dinheiro comigo eu bato agora. – a olhei assustado e todos riram ainda mais. – Brincadeira meu amor. – ela me deu um selinho. Kurenai e as empregadas traziam os canapés para o pessoal, enquanto nossos amigos se aproximavam de nós para nos dar os parabéns.

– Eu ganhei a aposta. Apostei que choraria, na certa. – disse Temari. — Não a magoe de novo Naruto, se não nos mesmas matamos você. – eu assenti. Preferia morrer a ver a Hina sofrer por minha causa de novo.

– Faço minha as palavras da Tema. – disse Ino. As meninas vieram primeiro para falar com Hinata. – E se ele vacilar nos avise Hina, a gente acaba com ele. – ela riu.

– Obrigada meninas! Mas eu confio de que ele não vai fazer isso de novo. – apertei o braço que estava em volta de sua cintura concordando.

– Então sejam muito felizes vocês dois. – disse Tenten. – Quero muito vê-la feliz cunhada.

– Eu só quero ser madrinha do primeiro filho, você prometeu isso no seu casamento. – disse Sakura e Hinata riu assentindo. Vi minha mãe acenar para mim com a mão e deixei Hina com as meninas para ver o que ela queria.

– Fale Kaa-san.

– Parabéns, meu filho. – fora meu pai quem falou. – Você conseguiu o perdão dela, se esforçou pra isso, mas tenha em mente que é sua segunda chance, não faça Hinata sofrer, e quando errar, sabemos que vai, somos humanos, e por isso somos falhos, arrependa-se dos seus erros, peça perdão. Não cometa o mesmo erro que eu. – o abracei.

– Obrigada Otou-san. – respondi. – Não vou mais fazê-la sofrer, vou ser o marido que ela merece.

– Estamos orgulhosos de você, Naruto-kun. – disse minha mãe, sorrindo terna para mim. Eu podia ver o orgulho em seus olhos.

– O almoço está servido, Naruto-sama. – disse Kurenai, eu assenti e avisei para todos irem para a cozinha. Era bom ter a casa cheia, não só de pessoas, como também de felicidade.

Almoçamos todos juntos e então o povo começou a ir embora, todos se despediam antes de sair. Neji e Tenten foram os últimos a irem embora.

– Naruto. – olhei na direção do moreno com cabelos longos. – Faça minha prima feliz. – eu assenti. – Confio a felicidade dela a você, então não me decepcione agora.

– Não vou Neji, farei Hinata feliz, nem que custe minha vida. – ele assentiu e com a mão entrelaçada a de Tenten foi embora.

Fechei a porta e aliviado olhei que as empregadas haviam arrumado tudo antes de irem embora, agora éramos só eu e Hinata. Olhei para a cozinha e lá estava ela, lavando o copo que as meninas haviam esquecido próximo ao sofá, que anteriormente estava na saída da sala e agora já tinham voltado para o lugar.

Andei sorrateiramente até ela e a abracei por trás. Senti seu corpo se arrepiar e uma leve risada.

– Por que está rindo? – perguntei.

– Você. – ela disse. – Fez tudo isso, quando tudo que precisava era pedir desculpas. – ela se virou para mim.

– Achei que merecia mais que só desculpas. – ela sorria apaixonada. – Ainda mais depois que recebi a carta daquela audiência, por favor Hina, prometa-me que vai cancelar o divórcio amanhã? – ela mordeu os lábios e parecia envergonhada. – O que foi?

– B-bem... – suas bochechas ficaram coradas, seu rosto era como de uma criança que havia aprontado.

– Diga Hina. – pressionei, o que ela poderia ter feito?

– Eu cancelei a audiência no primeiro dia que voltei ao trabalho depois da morte de meu Otou-san. – ela disse rápido e sem respirar.

– É isso mesmo que entendi? – perguntei. – Você já tinha cancelado a audiência? – ela assentiu, envergonhada.

– Depois daqueles dias que passamos juntos eu não via mais vontade em mim de me divorciar de você, eu sabia que você tinha mudado. Eu tinha te perdoado, então por que me separaria? – eu estava confuso.

– Então o que foi tudo isso hoje? – ela desviou os olhos para o chão. – Vamos, Hina, me diga.

– Bom, eu queria que pedisse desculpas por ter agido como idiota com o que aconteceu com Kiba. – ela disse. – Queria que assumisse seu erro, e ver qual seria sua reação. Eu não esperava que fosse me preparar essa surpresa.

– M-mas... – eu ainda estava confuso, então era uma audiência falsa? – E a audiência que fomos?

– Iruka sabia que era tudo um plano meu e a juíza é minha amiga, então topou me ajudar. – eu piscava sem parar, confuso.

– Mas você tinha até acordo de divorcio. – ela corou ainda mais e me puxando pela mão me levou para o quarto onde estava sua pasta, a que ela levara para a audiência. Ela abriu a pasta e lá de dentro tirou um papel.

– O papel que lhe entreguei lá era uma copia desse. – ela me entregou. E foi então que eu li.

“Hinata Hyuuga Uzumaki concorda em desistir do divorcio se Naruto Uzumaki desculpar-se por duvidar de sua lealdade!”

Essa era a frase que se lia no inicio da folha, a olhei e voltei a olhar para a folha, repetindo o mesmo processo três vezes.

– Era pra você ter lido lá, mas rasgou sem ao menos ver. – ela disse. – A juíza me pediu para ficar porque queria perguntar se tinha se saído bem, apesar de no inicio ter me chamado de Senhora Hinata ao invés de Senhora Uzumaki, é sua mania de me chamar pelo nome. E, também, para saber o que eu faria já que você não tinha lido o papel. – eu começava a assimilar tudo o que ela me falava, então era tudo falso? Tudo para que eu me desculpasse. Ela me enganou, não era de verdade, ela já não pensava mais em se divorciar de mim. Eu estava feliz, mas levantei da ponta da cama onde havia me sentado com uma falsa raiva no olhar.

– Eu não acredito que me enganou. – intensifiquei a raiva no olhar enquanto andava em sua direção, fazendo-a andar de costas para a cama.

– Me desculpe, Naruto-kun. – ela se afastou de mim caindo sobre a cama, e deitei sobre ela.

– Vou te fazer pagar por me enganar. – apoiando meu peso sobre meus braços a encarei, agora já com meu verdadeiro sentimento de alivio transparecendo, só não mais que o desejo. Ela mordeu os lábios.

– Vai, é? Como? – podia ver desejo nos seus olhos perolados, ela correspondia-me. Passei a língua por seu pescoço, mordendo-o em seguida vendo-a suspirar.

– De uma maneira bem prazerosa. – respondi, girando na cama, deixando-a sobre meu corpo. Ela sorria um tanto safada e começava a abrir minha camisa, passando as unhas por meio peito.

Me esticando alcancei o zíper do vestido o descendo, ela apenas concentrou-se em abrir toda minha camisa e puxá-la para fora da calça, tirando-a de meu corpo, arranhando ainda mais forte meu peito com suas unhas pontiagudas. Eu gemi rouco e puxei o vestido que abria-se todo pelo zíper tirando-o de si, suspirei com a visão de seus seios firmes e volumosos ao vê-los descobertos.

– Toque-os. – ela disse mordendo os lábios e brincando com as unhas próxima ao meu umbigo antes de começar a puxar meu cinto. Levei a mãos aos seus seios, afundando meus dedos, apreciando a maciez. Ela gemeu, e eu os apertei ainda mais forte, apertava-os em minhas mãos e, também, um contra o outro. Gostava de esfregá-los, e pelos gemidos que se intensificava eu tinha certeza que ela também.

Podia ver a calcinha de renda ficar transparente com a umidade de sua intimidade, os apertei ainda mais entre minhas mãos, e levantando levemente o corpo lambi demoradamente os dois mamilos, fazendo com que ela inconscientemente rebolasse sobre meu colo.

Minha excitação aumentava a medida que suas reboladas tornavam-se mais constantes, eu gemi quando em uma delas sua intimidade roçou meu pênis ainda coberto, deixando-o completamente ereto. Ela pode sentir e levou as mãos para minha calça, apertando-o sobre o pano, eu gemia e ela me olhava enquanto apertava cada vez mais forte. Quando a olhei pude a ver umedecer os lábios com a língua e o pensamento que me invadiu fez meus pelos se arrepiarem, eu precisava sentir sua boca. Ela abriu minha calça e a desceu junto com a boxer, liberando o membro para seus toques.

Levei minha mão para sua nuca puxando os cabelos, ela gemeu e me olhou. Puxei ainda mais, fazendo-a gemer mais forte.

– Chupa. – ela apertou mais forte meu membro e assentiu. Soltei seus cabelos, vendo-a beijar minha barriga e descer para onde eu desejava. Ela me masturbava forte, porém lentamente. Me torturava e eu gemia, gostava do seu toque, mas gostei ainda mais quando sua língua molhada acariciou minha glande. Joguei a cabeça para trás e gemi mais alto, pelo prazer. Há quanto tempo ela não me dava prazer dessa forma, havia me esquecido como era bom. Com algumas lambidelas ela deixara meu membro melado e ainda mais pulsante, precisava estar em sua boca.

Segurei firmemente seus cabelos puxando-a de encontro a mim, ela me olhou, seu olhar safado, abriu a boca e deixou ser empurrada, envolvendo meu membro com sua boca deliciosa. Ela brincava com a língua em volta de mim enquanto eu controlava seu ritmo tornando-o cada vez mais intenso e rápido. Ela sugava cada vez mais forte, tornando meus gemidos mais intensos. Eu podia sentir que estava próximo do ápice, e então soltei seus cabelos para que ela se afastasse.

Ela tirou minha excitação de sua boca, voltando apenas a lambê-lo, relaxei o corpo, respirei fundo, irei tomá-la para mim agora, mas antes que pudesse, senti novamente sua boca em meu corpo, chupando-me ainda mais forte e intensamente, gemi rouco e não consegui deter que meu gozo quente preenchesse sua boca.

Hinata me olhou passando a língua nos lábios os limpando, era tão sexy minha mulher. Ela ficou em pé sobre mim e desceu a própria calcinha de renda, tirando-a. Voltou a sentar sobre meu corpo, rebolando a intimidade molhada sobre meu membro recém aliviado. A encarei, ela rebolava provocativa, deixando que sua intimidade melasse ainda mais meu membro, apertei sua bunda fazendo-a rebolar mais forte. Minha excitação já voltava a aparecer, com uma mão em sua bunda e a outra em seu seio, eu a estimulava a rebolar mais rápido.

Meu membro já duro estava encaixado entre sua intimidade, e ela rebolava masturbando-se com o toque das duas intimidades, ela gemia e eu sentia meu corpo queimar de vontade de possuí-la, desci a mão do seio também para a bunda e a levantei em meu corpo, encaixando meu membro em sua entrada. Ela sorriu, queria tanto aquilo quanto eu. A soltei devagar encaixando nossos corpos enquanto gemíamos juntos.

– É tão bom te ter dentro de mim. – ela disse movendo o corpo, provocando uma onde de prazer em ambos. Eu assenti concordando e virei nossos corpos, me colocando sobre ela.

– Eu só me sinto completo quando estou dentro de você. – ela sorriu.

– Eu te amo, Naruto-kun.

– Eu também te amo, minha hime. – a estoquei com firmeza a vendo gemer, eu amava seu gemido, o vermelho em suas bochechas de prazer, o jeito como nos amávamos. Eu amava tudo naquela mulher e agora tinha certeza que ela estaria sempre ao meu lado.

Deixei os movimentos ainda mais intensos, meu corpo chocava-se com o dela, que prendera as pernas em minha cintura para que eu fosse ainda mais rápido. O som de nossos corpos era alto, mas nossos gemidos, ainda mais.

...

Espreguicei-me na cama, meu corpo estava dolorido, novamente, minhas costas ardiam, a ponto de me fazer estar deitado de bruços. Mas eu não reclamaria nunca, nos amamos a tarde e a noite inteira, dando prazer ao outro das formas mais intensas possíveis.

– Acho que preciso cortar as unhas. – pude sentir o peso de Hinata apoiado em meu braço que estava para seu lado da cama, seus lábios tocaram a pele ardida de minas costas descobertas. – Desculpe Naruto-kun. – me verei a puxando, deixando-a deitada em meu peito.

– Então também tenho que me desculpar por esses roxos no seu pescoço, nas suas costas e nos seios? – ela corou.

– N-não. – eu ri e beijei a curva do pescoço.

– Então não se desculpe, minha hime. – levantei com ela em colo. – Que tal um banho? – ela assentiu e entrei no banheiro com ela.

Ensaboei nossos corpos juntos, e a puxava para água comigo, sentia como se não pudesse ficar separado dela um só instante, mas sabia que precisaria. Eu havia conversado com meu pai, não iria trabalhar hoje, ele iria ao meu lugar, mas eu tinha que sair. Desliguei o chuveiro enquanto ela se enrolava na toalha, peguei a minha e me enrolei também. Beijei sua bochecha, e a deixei no banheiro penteando os longos cabelos.

No quarto eu me arrumava, não queria demorar na rua, uma bermuda e uma camisa estavam de bom tamanho, sequei os cabelos esfregando a toalha sobre eles e depois a mão para os arrumar no lugar.

– Vai sair? – Hinata perguntou da porta do banheiro. Assenti. – Posso ir com você? Sasuke me deu folga hoje. – eu neguei. – Por que não?

– Surpresa. – levantei da cama e caminhei até ela. Beijei a ponta de seu nariz. – Me espere em casa, ok? Eu não vou demorar. – bati a porta do quarto e fui para a garagem. Entrei no carro e sai rapidamente, não podia esperar que Hinata aparecesse e tentasse me convencer a levá-la comigo.

Rumei para o centro da cidade, pelo que Sakura falara, ali era o endereço. Parei o carro numa vaga qualquer e caminhei pelo centro olhando atentamente o nome das lojas, e então eu vi. Como conseguiria não achar antes? O nome parecia brilhar, assim como os diamantes que vendiam ali. Abri a porta da loja e ouvi o sininho familiar, avisando que alguém entrara. Andei até o balcão, não era bom comprando jóias.

– O que deseja Senhor? – perguntou a atendente sorridente.

– Eu quero um anel. – respondi, mas pensei um pouco. – Na verdade, eu quero uma aliança. – ela sorriu.

– O Senhor tem preferência de algum modelo? – eu neguei. – Temos muitos tipos de alianças aqui na loja.

– Bom... – passei os olhos pelo balcão até que achei uma aliança. – Posso ver aquela ali? De ouro branco?

– A com diamantes, Senhor? – eu assenti, e ela fora buscar. Quando ela entregou em minha mão, eu sabia que seria aquela, era bonita e delicada o bastante para Hinata.

– Eu vou levar. – ela assentiu pegando de volta para colocar em sua devida caixa, mas antes me encaminhou a mulher que fecharia a venda.

Sai da loja com a pequena caixinha vermelha escondida em meu bolso, entrei no carro, e acho que nunca cheguei em casa tão rápido. Eu tinha pressa em chegar.

Quando vi a porta de casa, estacionei o carro na rua, demoraria muito deixá-lo na garagem. Sai trancando as portas e entrei. Minha morena estava sentada no sofá, assistia algum programa na TV e comia um pacote de cookie de chocolate, ela amava esses biscoitos.

– Pode dizer agora aonde foi? – ela me olhava curiosa. Eu sorri.

– Posso. – ajoelhei em frente ao sofá, vendo-a me olhar confusa. Peguei a caixinha no bolso lateral da bermuda e a abri em minha mão. – Casa-se comigo de novo, Hina. Vamos deixar esse casamento falho para trás, vamos começar outro, uma nova vida. – ela me olhava com os olhos cheios de lagrimas. – Então, você aceita?

– Sim, Naruto-kun. – ela jogou os braços para meu pescoço, abraçando-me. – Eu aceito!

Continua...

Notas finais
E então? Gostaram? Espero mesmo que sim! E também espero comentários! Bom, deixa eu explicar o continua, a fic terminará no Epílogo! Então até breve pessoal :3