My Heart is Yours
9 A resposta.
Notas iniciais
– Eu quero perdoar, a letra dessa música ainda é verdadeira pra mim, meu coração pertencerá sempre a você, mas se passa na minha cabeça, será que me traiu, pois já não me ama mais? Será que mudou, pois se arrependeu do rumo que nossa vida tomou? – caminhei para sentar ao seu lado no pequeno banco do piano.
– Bem, sendo, realmente, sincero, na época, eu achava que tinha um motivo para ter mudado com você, para te tratar daquela forma, e, até mesmo, para te trair, mas eu não posso dizê-los hoje como motivo, apenas posso usá-los como desculpas para o que fiz, mas isso não seria certo. – disse. – Eu errei, e para um erro como esse nenhum motivo jamais será valido, eu errei por ser humano, por ser falho, um erro grave, um erro sem volta e pelo qual eu irei me arrepender o resto da minha vida. Irei responder suas perguntas, todas elas, mas lembre-se nada do que eu dizer será um motivo, não sou hipócrita para tentar dizer algo que diminua o meu erro. – ela me olhava. – Primeiramente, eu desisti da banda porque eu precisava crescer, trabalhar, para te dar uma vida boa. – ela iria falar alguma coisa e coloquei meu dedo sobre seu lábio. – Eu sei que você não pediu isso Hina, mas no dia em que saímos da casa do seu pai, ele disse que eu nunca te faria feliz, que nunca teríamos nada, e eu não podia deixar aquilo ser verdade, faria o que fosse preciso para te dar tudo que você merecia, só não imaginava que esqueceria te dar a felicidade que eu prometi tantas vezes, no fim, acho que seu pai tinha razão. – ela chorava. – Eu fiquei assim, bom, como disse não existe motivo para nada do que eu fiz, mas na época que meu pai se aposentou e eu fiquei sobrecarregado de trabalho a minha mente distorcida me dizia que era culpa sua, que eu tinha aberto mão dos meus sonhos por você, que você era culpada por todo o trabalho e dificuldades da minha vida.
– Você ..?
– Eu estava cego. E, também, louco. – disse. – Você não foi culpada de nada, eu só precisava de alguém pra descontar minhas frustrações pessoais e acabei fazendo isso com você. – Ela me olhava, um tanto, incrédula. – E por ser um completo idiota, eu ouvi e acreditei nas palavras amargas de Shion sobre você, por isso cai em seus braços, era como se ela compreendesse minhas frustrações, e ela me dizia que a culpa era sua, e eu acreditei. Mas naquele dia, no momento que eu vi você sair da minha sala, chorando, e eu sabia que o motivo daquelas lagrimas era eu, eu soube que tinha estava sendo manipulado e que nada, nada era sua culpa, eu que não queria assumir, que não era forte o suficiente para uma vida de adulto, não tinha garra o bastante para trabalhar e para ser um bom marido. – podia sentir as lagrimas molhando meu rosto. — Eu te amo, Hinata, te amo mais que tudo, mas eu falhei em tudo. Falhei em te amar, falhei em ser seu marido, falhei em ser um homem. E eu só me dei conta disso, quando vi que a pessoa que sempre esteve ao meu lado, apostando, torcendo e acreditando em mim já não queria mais estar lá. Eu vi ali, que tinha falhado de tal forma que nem você acreditava mais que eu pudesse ser vitorioso em alguma coisa.
– S-s-se foi assim... – sua voz falhava. – P-p-por que não mudou, depois de Shion? – essa era uma ótima pergunta.
– Porque eu continuei fraco, fraco demais pra ganhar meu orgulho e confessar que eu havia mudado, que eu estava errado, que eu tinha que me redimir com você. – respondi. – Eu queria, mas meu orgulho que com o tempo se tornou grande demais, não me permitia enxergar dessa forma.
– E-E o que mudou?
– Eu descobri que eu faria qualquer coisa pra não te perder. – eu chorava, era a primeira vez que eu falava aquilo, que em voz alta eu assumia a culpa por meus erros. Coloquei a mão em seu rosto acariciando-a. – Quando eu vi que você estava saindo da minha vida, meu orgulho virou pó, eu não quero e eu não sei viver sem você. Eu errei e terei que conviver a minha vida inteira com esse arrependimento, mas eu não posso ficar sem você, eu te amo.
– N-Naru...
– Shh. – a interrompi. – Não fala nada, por favor, me deixa fazer isso. – agora com as duas mãos em seu rosto a segurei levemente, aproximando meus lábios dos seus, a vi fechar os olhos, e rocei nossos lábios. – Posso te beijar? – sua resposta fora completar o espaço entre nossas bocas. Sorri e tomei seus lábios para mim, nós movíamos lentamente juntos, até que passei minha língua sobre seu lábio inferior, eu temia uma recusa de sua parte, mas ela os entreabriu para que minha língua invadisse sua boca como a muito não fazia. Senti seu tímido suspiro quando nossas línguas se tocaram, movi a minha com a dela acariciando-a, suguei-lhe os lábios levemente os umedecendo, e voltei a beijá-la, agora explorando lentamente toda sua boca, relembrando seu gosto doce e único, reencontrando os pontos certos que a fazia suspirar em meus braços. Eu a beijei com todo meu amor. Alguns selinhos foram dados antes que nos separássemos pro completo. – Eu te amo. – já com a mão em sua cintura, puxei seu corpo de encontro ao meu. Eu precisava senti-la. Voltei a tomar sua boca para mim, de maneira apaixonada e desejosa, eu não conseguia impedir o desejo que invadia meu corpo ao tê-la daquela maneira, todo meu corpo ansiava por ela. O banco pequeno do piano me deixava privado de muitos movimentos, então a puxei para meu colo, intensificando o beijo, mostrando-lhe toda desejo e saudade que eu tinha dela, e, para minha felicidade, ela retribuía da mesma forma.
Minhas mãos acariciavam suas costas e ela prendia seus dedos em meus cabelos, eu controlava-me, ia o mais devagar que podia, queria amá-la, como há muito não fazia. Quando o beijo acabou, suas mãos brancas e delicadas pousaram em meu peitoral. E com os dedos eu lhe fazia um leve carinho nas bochechas.
– M-me faça sua. – ela disse com os olhos fechados e o rosto ruborizado. – Me faça sua, aqui e agora. – sorri, não seria necessário dizer de novo. Levantei com ela em meu colo e a sentei sobre a caixa do piano, levei meus lábios para seu pescoço, puxando o cabelo para o lado, beijei a pele branca e convidativa, subindo para seu ouvido.
– Como desejar, minha hime. – sussurrei vendo-a se arrepiar. Voltei a descer os beijos para seu pescoço, sugando sua pele e mordendo. Puxei seus cabelos pra trás, deixando-me com mais liberdade. Suas mãos, tremulas, abriam com dificuldade os botões de minha camisa, mas ela conseguira e a puxara deixando meu peito a mostra. Com um leve empurrão ela conseguiu me afastar de sua pele e seu olhar dizia-me que era sua vez. Com a língua ela tocou a pele de meu corpo, descendo e subindo por meu peitoral, revezando com beijos e mordidas, eu suspirei, gostava de senti-la me tocando. Mas eu já não agüentava estar com elas em meus braços e não tocá-la, achei o zíper nas costas do vestido e o desci enquanto capturava sua boca.
Desci lentamente as mangas do vestido, olhando-a nos olhos, a expectativa por achar que ela estava sem sutiã. Eu acertara, quando seus braços deixaram as mangas e o vestido cobria somente de sua cintura para baixo pude ver os seios fartos, tão lindos quanto eu me lembrava. Os segurei em minhas mãos, apertando-os gentilmente um ao outro, ouvi com prazer o primeiro gemido escapar os lábios de Hinata. Sem resistir passei a língua sobre um deles, tão gostosos. Senti as mãos de Hinata em meus cabelos impedindo que eu me afastasse.
– C-chupe-os. – ela ordenou. Eu sabia que seus seios eram seu delírio, conhecia seus pontos fracos e ali era um deles. Com a ponta da língua toquei seu mamilo esquerdo e a vi gemer baixinho jogando a cabeça para trás, eu tentei a torturar, não colocando na boca e chupando com ela desejava, mas não consegui. Ao sentir a textura deles em minha língua, tudo que mais desejava era chupar-lhe e assim o fiz, com seu mamilo em minha boca, eu mamei, de maneira forte, a fazendo gemer, agora alto, por meu nome, pedindo por mais.
E eu a dei mais, depois de sugar-lhe os dois seios, a empurrei sobre o piano. Deitava ela olhou, em seus olhos eu podia ver a pergunta, ela se perguntava o que eu faria, eu sabia o que faria, eu precisava sentir seu sabor, o sabor do seu prazer. Puxei o vestido, deixando-a só com a calcinha de renda preta, que fazia um ótimo contraste com o tom de sua pele. A olhando nos olhos, a toquei, ainda sobre a calcinha, e pude sentir que o tecido começava a ficar umedecido. Esfreguei o dedo de cima para baixo até que o tecido de renda se tornasse transparente, abaixei o rosto de encontro a sua intimidade e com a boca puxei a calcinha deixando que o tecido se partisse.
Olhei a intimidade convidativa e com os dedos a abri tocando o clitóris com a outra mão, ela gemia de olhos fechados, e eu queria arranca-lhe ainda mais gemidos, precisava tê-la gritando meu nome. Ainda com os dedos mantendo-a aberta para meu deleite, suguei seu clitóris, fazendo-a abrir os olhos e gemer mais alto.
– N-N-Naruto-kun. – falou como um gemido que se tornou ainda mais intenso assim que meus dedos a invadiram enquanto a chupava. Puxava seu clitóris, sugando-o cada vez mais forte, e estocava com os dedos sentindo seu interior contrair-se para mim, ela iria gozar. Os sapatos de salto ainda em seus pés apertavam as teclas do piano, não era um som afinado, mas era o sinal de que ela não estava mais se controlando. Com estocadas firmes e uma ultima chupada, ensurdeci com as teclas do piano sendo ainda mais forçadas por seus pés e por seu gemido alto e agudo que acompanhou o ápice. Provei seu prazer, mas levantei para lhe olhar, o rosto vermelho, a boca entreaberta, os pingos de suor fazendo o cabelo grudar-se a sua testa. Ela abriu os olhos e mordeu os lábios. – E-E-eu quero v-v-você. – sorri, puxando-a pela mão, abaixei a tampa do teclado e ela se sentou abrindo meu cinto e calça. Deixei que tirasse minha calça e cueca, ela olhara para minha excitação latente envergonhada. Sorri, ainda tão envergonhada.
A puxei pelo queixo beijando-a,deixei com que sentisse seu próprio sabor em meus lábios, e gemi em sua boca, quando suas mãos tocaram meu membro, apertei sua mão envolta dele para que fosse mais rápido, mas nem eu e nem ela queríamos mais esperar, a coloquei novamente sobre a caixa do piano, encaixando-me em sua intimidade molhada, com dificuldade, pela altura do piano. Ela se esfregou em mim, incentivando-me.
Gememos juntos quando a penetrei em uma só estocada, ela gemia arranhando o piano abaixo de si com as unhas e eu apertando suas pernas em meu corpo. Sai de sua intimidade e voltei a invadi-la, não tinha pressa. Eu a devorara firme, porém lentamente. Apreciando cada gemido, cada contração de sua intimidade em meu membro que pulsava em seu interior, que parecia ser feito para receber-me. A puxei para mim, tocando seus seios com minha boca, enquanto as estocadas tornavam-se ainda mais intensas e agora mais rápidas.
Ela rebolava de encontro a mim e afundava suas unhas em minhas costas a medida que a velocidade aumentava, tornando tudo ainda mais gostoso, afundei o rosto em seu pescoço mordendo-a, e ela gemeu ainda mais alto. Agora sim, ora ela gritava meu nome, ora ela gemia alto por mais. A tirei de cima do piano, segurando suas pernas em minha cintura e a deixei contra a parede, indo ainda mais rápido, eu queria dar-lhe todo o prazer que ela merecia.
Seu interior apertava-me ainda mais, e meu membro deslizava pela intimidade dela, meus gemidos eram alto mesmo com a pele de seu pescoço em minha boca para abafar, eu sabia que não agüentaria muito mais. Mais uma contração de seu interior em meu membro, um gemido ainda mais alto e rouco escapou de meus lábios e com algumas estocadas mais fortes, me despejei em seu interior sentindo seu corpo tremer, exausto, em meus braços. Nós tínhamos gozado. Juntos.
...
Sentia uma leve ardência em minhas costas quando acordei e a sensação de estar deitado em um lugar diferente, suspirei, me virando e, finalmente, abrindo os olhos. Oh, eu estava em minha cama? Por isso estranhara, não era o sofá que eu já estava o. Mas se estou aqui, então, não fora um sonho? Virei para o outro lado, e lá estava. Ela dormia, o corpo coberto por um lençol que me permitia saber que não tinha roupa em seu corpo. Toquei a pele de suas costas, vendo os pelos se arrepiarem, beijei seu ombro e reparei na marca de mordida em seu pescoço, eu a havia deixado marcada, mas pela dor em minhas costas, tenho certeza que também estava marcado por suas unhas. Com mais um beijo em seu ombro eu sai da cama e fui para o banheiro do quarto, peguei uma bermuda e uma camiseta, não iria ao trabalho hoje e aproveitaria que era segunda para ligar para meu Otou-san, pediria para ele ficar pelo menos até quarta cuidando da empresa.
Tomei um banho relaxante, acho que a anos não estava tão relaxado. Lavei o cabelo e sai da água, vesti a roupa e sai do quarto, Hinata ainda estava dormindo. Fui até o escritório, sabia que meu celular estava lá. Eu acertei, olhei no relógio e já passava das 11h00m, mesmo que tivesse passado a noite com a Okaa-san, ele já estaria acordado.
– Diga Filho. – ele atendeu.
– Bom dia Pai. – disse. – Desculpe incomodar.
– Imagina filho. Foi até bom ligar, sua mãe está querendo ir almoçar ai. – eu ri, imaginei que ela fosse querer vir.
– Podem vir. – eu ri. – Otou-san, você poderia ir resolver algumas coisas da empresa até pelo menos quarta pra mim?
– Posso sim, filho. Mas por que não está conseguindo lidar com a empresa sozinho? – ele ria.
– Claro que consigo pai. – agora eu conseguia. – Mas quero ficar pelo menos ficar esses dias com Hinata. Ela não vai trabalhar e não quero deixá-la sozinha.
– Está certo! Até quarta eu cuido das coisas pra você. – ele disse. – Vou almoçar com vocês e depois vou para empresa.
– Obrigada pai! – disse. – Espero vocês. – desliguei e largando o telefone sobre a mesa sai do escritório. Fui para a cozinha, estava com muita fome e as empregadas não viriam hoje, dia de folga. Cheguei na cozinha e não pude deixar de rir, Hinata estava enrolada no lençol procurando algo na geladeira. – Bom dia. – ela virou assustada pra mim.
– Bom dia. – disse, sua expressão não era das melhores. – Pensei que fosse estar trabalhando.
– Não, eu não vou. – respondi. – Consegui com meu pai uma folga até quarta. – ela fechou a geladeira, assentiu e ia saindo da cozinha, a segurei pelo braço. – O que foi? Por que está assim?
– S-s-sei o que aconteceu ontem, e acho que agora posso a vir te perdoar, mas sei lá. – ela disse.
– Por favor, Hina. – ela ainda estava chateada comigo. – Me dá uma chance, vou ficar três dias com você, não precisa ser como se eu nunca tivesse errado, mas não se fecha pra mim. – ela assentiu.
– Hai. – ela sorriu. – Vou tomar banho, prepara algo para comermos? – assenti.
– Meus pais virão para o almoço. – disse e a vi concordando antes de entrar no quarto. Certo, agora eu tinha 3 dias, eu sabia que iria conseguir. Não deixaria ela sair da minha vida, nem se afastar de mim, nunca mais.
Preparei o almoço, Lamen, eu sabia que Hinata amava tanto quanto eu, e, depois que saiu do banheiro ela me ajudou. Ficou perfeito, só pelo cheiro eu sabia, então meus pais chegaram, sentamos a mesa para almoçarmos juntos e o clima estava agradável. Era bom estar com ela e pela primeira vez não ter uma tensão estranha no ar. Depois de comer Otou-san fora para a empresa e Okaa-san foi para o Shopping estendendo o convite para Hinata que não quis sair, então ficamos nós dois, vendo filmes a tarde toda. Filmes em sua maioria de romance, ela sorria enquanto assistia. No jantar comemos mais lamen e eu fui me deitar no escritório depois que ela se despediu para ir dormir.
Eu já estava de banho tomado e de pijama, deitado no sofá do escritório, vendo a um programa qualquer na TV, o sono não vinha,e confesso que um tanto decepcionado, pensei que poderia dormir com Hinata essa noite, mas lá estava ela dormindo no quarto e eu aqui.
– Naruto-kun.. – a fala baixa me tirou de meus pensamentos e desfocou meus olhos da TV, olhei para a porta. Hinata estava lá, usava sua camisola habitual, mas seu rosto era assustado.
– O que aconteceu Hime? – ela parecia a ponto de chorar.
– T-tive um p-pesadelo com m-meu O-otou-san. – ela segurava para que as lagrimas não caíssem. – P-p-posso dormir aqui com v-você? – eu assenti e abri os braços para que ela se acomodasse em meus braços. Mas ela caminhou lentamente e sentou na ponta do sofá.
– Eu to aqui com você. – disse, e a circulei com meus braços deitando com ela em meu peito. – Não chore, eu estou aqui. – ela acomodou o corpo sobre o meu e algum tempo depois sua respiração normalizou. A olhei e ela dormia, parecia tranqüila, sinal que seus sonhos estavam livres de pesadelos. Desliguei a TV, a apertei mais em meu corpo.
...
Dias depois (sexta-feira)
“Prima! Voltei para o trabalho ontem, mas o dia foi muito corrida para mandar-lhe um e-mail. Bom, como eu falei a ultima vez que lhe mandei noticias há 3 dias, eu e Hinata ficamos 3 dias em casa, e esse seria o tempo para nos entendermos, bom, devo, orgulhoso, dizer que estamos melhor impossível.
Passamos os dias assistindo filmes, conversando e fazendo amor. Sendo, obviamente, minha parte favorita os momentos em que nos amávamos. Foram dias incríveis, e ontem finalmente conversamos sobre ela – já que ela mesma se representa. – ligar para meu advogado cancelando a audiência do divorcio. Bem, ela falou sobre isso, eu apenas disse para ela fazer como achasse certo, mas espero que ligue, afinal seria terça-feira.
Ela agora sorri mais, em alguns momentos sinto que ela espera a pior atitude de mim, ou que eu esqueça de fazer algo referente a nós dois, mas se tem uma coisa que suas dicas me ensinaram é que agora não posso mais errar com ela. Me sinto, novamente, um adolescente apaixonado quando estamos juntos. Após muito tempo estou realmente feliz.”
Desliguei o computador, e me levantei, já era 18h30m, estava na hora de buscar Hinata para nosso jantar de sexta. Peguei o blazer me despedi de Anko e de alguns funcionários que passaram por mim e peguei o carro. Me sentia ansioso para estar com ela depois de um dia inteiro longe. Sim, meus sentimentos estavam como de um adolescente, eu sentia necessidade de estar com ela a todo instante.
Andando rápido logo cheguei na empresa Uchiha, eu chegara na hora, nem teria como subir para falar com Sasuke, apesar de estarmos nos falando com freqüência, o reencontro da banda que tínhamos conversado, iria realmente acontecer, já tinha falado com Hinata e ela estava ansiosa. Parei o carro na rua, perto da entrada da empresa e caminhei até a recepção, mas ao abrir a porta me deparei com Hinata, e pelo que podia ver Kiba, eles se abraçavam quase intimamente, na frente de todos, e ele falava algo a seu ouvido. Senti meu sangue esquentar, fechei os punhos, irritado, o que ela fazia com ele? O que ele sussurrava em seu ouvido? Estaria ela me traindo?
– Hinata!
Continua...
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