Notas iniciais
Bem agora sim vem a dose de Percy Jackson que precisávamos na história.

Acordei em cima de uma Lange-Rover sendo perseguidos por carros em estilo mais jipe com um design evolucionado. Estávamos subindo em diagonal para noroeste, em direção ao mar, qual era lindo com o nascer-do-sol deitado sobre si-Coisa estranha de se notar quando se está atordoado. Tínhamos despistado eles e vi minhas irmãs a salvo do meu lado, daí consegui descansar.

Acordei numa ala médica com enfermeiros passando de cama em cama. A ala era feita toda de árvores retorcidas de cor marrom claro e eram separadas por cortinas de flores-Achei que era para relaxar, mas isso não me acalmou- e ao olhar para frente da minha cama me deparei com uma garota linda de olhos de cor cinza penetrantes.
–Quem é você?-perguntou ela.
–Primeiro me diz, cadê minhas irmãs?
–Acalme-se, estão nas camas a frente.
Ela abril as cortinas atrás dela e pude ver minhas irmãs nas camas 4 e 5 repousando e tomando líquidos de cor amarelada.
–Ei, o que está dando a elas?!-falei tentando me levantar..
–Acalme-se, são remédios pré-aconselhados por um médico-disse tentando me acalmar.
Me levantei e fique lá olhando do lado de fora das cortinas e falei num tom raivoso:
–Olha aqui garota, eu não sei quem é você ou o quê é, mas você não pode ficar dando remédio sem minha autorização para minhas irmãs e ........
Desse ponto ela se dirigiu a mim e fez um movimento me girando e colocando minhas mãos nas minhas costas, mas eu desviei o que fez ela ficar perplexa.
–Agora você vai me escutar, me respeitar e poderá ver a receita de suas irmãs-falou ela.
–Ótimo, primeiro aonde estou?
–Está no acampamento Meio-Sangue.
–Acampamento o que?-falei num tom indagativo.
–Acampamento Meio-Sangue, é um refúgio para semideuses-Falou num tom ignorante e irritado.
–Pera, semideuses? Filhos de deuses e humanos?
–Sim, até que enfim um pouco de conhecimento por sua parte.
–... Kkkkkkkk- Segurei a risada
–Por que está rindo?-indagou-me
–Cara você só pode ser doida.
Houve-se um silêncio na sala inteira.
–Como é que é?
Na hora um garoto de olhos azuis e de porte físico entrou na sala correndo, pelo que me parece, para me socorrer.
–Aaaaaaaa!-ela gritava furiosa.
–Fique calma — tentava acalma-la.
Quando ele falou ela sossegou num instante.
–Cara, você já conseguiu irritar ela mal acabando de chegar aqui, sou seu fã-brinco ele.
–Meu nome é Percy Jackson, mas me chame de Percy.
–Yan, e só.
–Tudo bem, vejo que já conheceu Annabeth, minha namorada.
–Eu vi. Ela continua olhando feio pra mim.
Olhamos para Annabeth e ela virou a cara com vergonha.
–Bem ela é irritada e sabichona, mas eu não consigo mais viver sem ela.
–Cara ela começou a falar de um acampamento de semideuses, um refúgio para eles.
–Sim, ela deveria estar falando daqui, este é o Acampamento Meio-Sangue, nosso refúgio.
Fiz um sinal para minhas irmãs e elas pegaram suas coisas e saíram andando da ala junto a mim.
–Ei, aonde vão?
–É melhor não ficar aqui.
Percy entendeu meu pensamento, mas antes de cruzarmos uma nascente que estava a nossa frente atrás da ala, uma parede formada da nascente bloqueou nossa passagem. Olhei para Percy que estava numa posição a qual suas mãos estavam viradas para o mar e seu pé direito estava para frente como se buscasse equilíbrio.
Olhei perplexo e não acreditei no que estava vendo.
–Meu Deus-falava Fernanda se aproximando para tocar.
Afastei-a da parede.
–Tá bom, o que querem com a gente.

Nos dirigimos a uma área do acampamento a qual havia várias cabanas, todas enfeitadas de jeitos diferentes.
–Está é a área a qual nós organizamos os filhos de cada deus-falava Percy.
Era uma mistura de cores e decorativos estranhos,, rosa de um lado e marrom do outro. Vai saber.

Um pensamento passou pela minha cabeça: Se eu minhas irmãs estamos aqui, quer dizer que somos semideuses também. Parei um pouco sendo olhado por todos os que estavam comigo.
–O que foi?-perguntou Percy.
–Somos como vocês.
–É isso que vamos ver-Respondeu num tom misterioso.

Chegamos a uma casa um pouco afastada do acampamento de cor azul e branca, com marcas que representavam que era uma casa antiga e que já fora pintada muitas vazes, mas aquela era recente.
–Oi Percy, quem é seu novo amigo-Perguntou um homem sentado numa cadeira de rodas.
–Este é Yan e suas irmãs Kawanna e Fernanda.
–Uau, esta é nova, três irmãos de mesmo sangue
–Sim. Por que é tão impressionante-indagou Fernanda.
–Bem, deuses geralmente não conseguem ter três filhos, na verdade, nem é por não conseguir, é por não querer-respondeu.
–Qual o problema deles?
–Ninguém sabe-respondeu Annabeth.
–Mas somos filhos de quem, nosso pai morreu executado.
–Vocês viram seu pai?!-se espantou Percy.
–Sim, ele viveu até meus cinco anos-respondi.
–Uau, essa também é nova-falou um garoto que estava atrás uns cinco passos de mim.
–Uou!-me espantei.
–O quê?-me indagou.
–Oi Groover, há quanto tempo está ai-perguntou Percy, chegando para bater em sua mão.
–Há alguns cinco minutos, oi Annabeth-respondeu e deu um oi a amiga que levantou a mão dando um oi mudo-quem é esse?
–Yan, acabou de chegar.
–E ai Yan, impressionado com a minha beleza-disse sarcasticamente.
–Bem, vou-me acostumar-respondi aceitando.
–Relaxa, sou o sátiro mais legal que vai conhecer-brincou ele.
–Tá.
–Devem estar morrendo de fome-interrompeu Kíron-Annabeth leve-os até o refeitório.
Ela fez uma cara de porque, mas depois obedeceu. Fomos andando para o refeitório, passando pelo meio das cabanas e por uma fogueira enorme depois, ela nos disse depois de Fernanda perguntar que era aonde acontecia ás reuniões públicas a qual eram dados informes e aonde eram discutidos futuro e a base de proteção ao acampamento.
–E aqui é o refeitório, comam pouco para guardarmos mais suprimentos para as próximas semanas.
Depois disso fiquei pensando: Se é um acampamento tão grande e nele abriga-se vário e vários campistas, como não tem comida suficiente? Será seguro e preventivo ficar aqui?
Fomos para uma mesa e ficamos calados comendo pizza.
–E agora Yan?-perguntou Kawanna.
–Agora vamos passar um tempo aqui e vamos planejar um modo de buscarmos nosso avô-respondi.
–Sinto falta dele-acrescentou Fernanda.
–Calmo tá vai tira-lo de lá-falei, mas por enquanto é saber se eles são confiáveis.
–É esse o objetivo-perguntou Kawanna.
–Sim.
Passado um tempo me dirigi aquela casa de novo procurando respostas e Kíron me chamou para entrar. Cheguei a uma sala a qual tinha várias pessoas, uma diferente da outra.
–Bem, como podem ver, esses são os líderes do acampamento-continuou-estes são Percy de Poseidon, Nico de Hades, Piper de Afrodite, Jason de Zeus, entre tantos outros que vai conhecer-Ele fixou sua voz em Hades, acho que já sabia a minha casa-Bem pessoal este é Yan, o novo campista daqui, ele quer repostas e é mais do que justo de responder a ele. Todos ficaram me examinando, principalmente Nico.
–Tudo bem, pode começar a me perguntar.
–De quem sou filho.
–Você é filho de algum deus que ainda não sabemos
–Ele é filho de Hades, deus do inferno-disse Nico.
Houvesse um silêncio na sala.
–Mas Nico, como sabe disso?- Se espantou Kíron.
–Eu vi o que ele fez lá, e aquilo é de que é filho de Hades-respondeu.
Todos começaram a pensar e discutir em sussurros.

–Ei, alguém pode me falar o que está acontecendo?-perguntei.
–Não se lembra do que fez né?-perguntou Nico.
–Não, não consigo me lembrar d
e nada-disse.
–Bem, é melhor acreditar, eu vi.
–Como posso acreditar nisso se nem te conheço bem.
´-Porque sou seu irmão-respondeu
Olhei para Percy, o único que conhecia bem e ele fez sim com a cabeça dizendo que eu podia confiar.
–Pois bem, irmão, vamos para a cabana então, quero que me apresente a casa.
–Pois bem, vamos
–Irmão-gritou Fernanda indo abraçar Nico.
Ela o abraçou e Nico ficou estranhando e percebi que não era acostumado a fazer isso. Ele a afastou e disse:
–Vamos para a cabana...

Começamos a andar e se desaproximar da casa de Kíron, Nico olhava para o chão e ficava pensando, talvez fosse sobre nós, mas ele não tinha uma cara boa.

Chegamos a uma cabana a qual ela era totalmente incolorada preta — acinzentada em uma mescla assustadora que até parecia queimada, com colunas gregas em cor preta e com panos vermelhos. Fomos passando pela porta vermelha com escudos na frente servindo de enfeite.

–Esses escudos nunca foram usados.

–Pelo que eu saiba não.

–Foram sim-disse uma garota na última cama-por mim.

–A claro, me desculpe Beatriz-disse Nico.

–Eles são novatos.

–Sim.

–Que pena, não vou mais poder ficar trocando de cama a cada noite — se entristeceu.

–Tem muitas camas aqui- respondi a ela como uma indireta- pode usar qualquer uma.

–Prefiro essas aqui-apontou para as camas que íamos nos sentar.

Olhei para ela por um tempo e fui andando para as primeiras camas. Não gostei de Beatriz, ela já me era uma inimiga, no meu primeiro dia, que trágico. Fui dormir pensando no meu plano.

Notas finais
Obrigado por ler.