My Family and My Vengeance
4 Meu pai.
Notas iniciais
Acordei umas quatro da manhã e fui com minha biografia para cima da montanha que ficava no meio da floresta. Chegando lá olhei o sol nascer e comecei a relatar o que aconteceu ontem, dia 30 de novembro do ano de 2022. Nascendo o sol, desci da montanha com a soma de 1.004 linhas.
Chegando à entrada do acampamento-uma entrada bem rústica-acabei me deparando com Beatriz, aos prantos, vindo em minha direção.
–Onde você estava?-vinha furiosa.
–Na montanha-respondi dormindo
–Como conseguiu chegar lá?
–Olhando o mapa que Kíron me deu.
–O que foi fazer lá?
–Te faço um relatório depois.
–Responde.
–Fui olhar o sol nascer.
–Sério?!
–Serio!
–Arriscou sua vida para ver o sol-Disse ela p... De raiva.
–Por que essa raiva?-perguntei.
–Por que sou sua treinadora e sou responsável por você.
Pensei: ´´Sou responsável por você´´. Quem ela acha que é. Posso ser responsável por mim mesmo.
–Olha,... Treinadora, treinadora de quê?
–De luta, irei te ensinar a lutar-disse ela com mais raiva ainda.
–Não preciso de treinadora, eu sei lutar, pratiquei para os jogos e ainda pratico toda noite.
–Mas você já lutou contra monstros de nove cabeças.
–Não, mas...
–Sem mais, vem. -ordenou.
Chegamos a um campo vazio com pedras vulcânicas cercando ele, como se fosse uma proteção ou um recurso.
–Agora-começou a falar-você vai aprender a mexer com fogo. Vou te ensinar a controla-lo e usa-lo de forma benéfica, entendido.
–Sim, mas fogo não é para os filho de Hefesto-perguntei especulando.
–Sim, mas nós somos diferentes-começou- Nós, filhos de Hades, de século em século nasce um filho, mas só um que consegue expelir fogo de suas veias-disse.
–Mas eu sou um deles, por quê?-perguntei.
–Você não se lembra do que fez no distrito, Nico me disse. Bem você simplesmente erradicou o lugar inteiro-disse-não existe mais esse distrito.
Fiquei pensando, bem mais do que precisava, só para entender porque fiz isso.
–Bem, não fique impressionado, você tem cara de quem destrói tudo-olhei para ela- e parece, também, alguém bem zangado, olha que fofo você com raiva.
Quase corri para cima dela. Fiquei me segurando para não bater nela e ao mesmo tempo espantado com tanta raiva.
–Viu por que precisa de treinadora?-perguntou retoricamente-para controlar isso; essa explosão de raiva. Vá para o refeitório e tome café, por hoje acabamos.
Fui andando para o refeitório, tremendo de raiva e me sentei na última mesa, Nico veio até mim e perguntou se eu estava bem, fiz sim com a cabeça.
–Você não parece um cara de falar ou vir falar com as pessoas-afirmei.
–Não sou, só falo quando precisam ouvir-contradisse e se sentou ao meu lado.
–E ai, como é ser uma criação de destruição-brincou ele.
–Não sei me reponde.
–Bem chato.
Nós dois rimos.
–Mas, por que isso?-perguntei.
–Bem, em primeiro lugar, meu pai precisava de um lugar aonde deixar o poder roubado de Kraken, para que ele não reviva.
–Quem é Kraken?-perguntei.
–É o primeiro filho de Hades com Perséfone e o imortal filho rebelde dele. Como Kraken queria roubar o trono do pai, acabou que Hades prendeu-o nas profundezas do Rio Estige, para que um dia possa tira-lo de lá e receita-lo como filho.
–Trágico. Mas como isso vai guardar o poder de seu filho e como Rio Estige não pode curar a memória dele em uma gota e sim num mergulho quase eterno?-perguntei.
–Bem, porque ele acaba criando um filho com os genes da mulher junto ao poder dele e, claro, daí vem o espermatozoide dele entre outas coisas, mas ele vai guardando o poder nas crianças de forma de balas, remédios-fui ficando com raiva- e etc. E para a segunda pergunta, porque ele é imortal e é quase impossível apagar as memórias deles.
– Dois: Porque de depois de uns anos ele notou que as crianças cresciam como bestas malucas que só queriam sangue. Daí, como ele queria o poder do Olimpo, derrotando Zeus...
–Tal pai, tal filho.
–Pois é. Ele começou a aprisionar e fazer uma maldição neles para deixa-los imortais.
–Mas ele pode fazer isso?
–Não, mas a mulher dele podia.
–Como?
–Por meio da bruxaria.
–Ok, então ele é um tremendo canalha filho da p.. que usa seus próprios filhos para sua vingança-resumi.
–Exato-afirmou.
–Mas só mais uma pergunta.
–Diz.
–Eu sou imortal?
Ele fez uma pausa um tempo e fez sim com a cabeça. Uma alegria correu pelo meu corpo e comecei a ficar feliz, parando a raiva.
–Mas só você só não morre de velhice que por falar nisso, só para aos dezoito. Mas você pode morrer por facas de monstros ou mordidas deles.
–E humanas?
–Não.
Ficava preocupado e não preocupado ao mesmo tempo. Podia morrer e não podia morrer. Se morresse, como ficariam minhas irmãs? E se me descontrola-se perto delas? E meu avô no distrito? Como ficaria a minha vingança se eu morresse. Ficava pensando e andando até que me esbarrei em Annabeth. Ela olhou para mim e disse: — Se você colocar em perigo toda minha família, eu te mato.
Olhei para ela e falei: — Digo o mesmo para você- provoquei.
Fui andando e a cada pensamento uma pressão em minha cabeça. Peguei meu almoço e fui sentar sozinho. Parei na mesa de madeira da esquerda, a última da esquerda e me sentei. Começando a comer Percy chegou, ele e minhas irmãs com uma garota linda, olhos de mel faiscantes e rupas normais; Calça jeans com uma camisa branca de maga comprida escrita Rock-in-Rol , com um colar dourado com um coração escrito Karen.
–Oi- disse ela morrendo de timidez.
–Yan essa é Karen, uma amiga minha-Disse Percy.
–É quis vir te enturmar na turma dela
A garota olhou para a Kawanna, daí vi que era uma indireta.
–Bem, como pode ver, meu nome é Karen e sou filha de Afrodite.
Percy olhou para mim e olhou de olhos espantados para ela.
–Eu Também sou novata aqui, mas já conheço muita gente e como soube que acabou de chegar e vi que anda sozinho, decidi te apresentar a pessoas.
–Você me vê andando, como se não passo elo meio da praça?
–Bem...
Eles ficaram atrás dela quase rindo.
–Eu faço a limpeza de trás da cabana e ás vezes eu te vejo andando.
–Ok Karen, prazer em conhecê-la. Por enquanto não posso falar, pois tenho de treinar, mas queria encontra-la alguma outra hora, posso?
–Claro, que tal no porto, ás três?
–Claro, vou estar lá.
–Tá tchau- me despedi.
–Ok, tchau- despediu-se.
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