My End Of The World
1 Capítulo 1
Claire Dearing soltou um suspiro quando escutou seu despertador tocar. Ela soltou um gemido e esticou a mão para desliga-lo. Dormi as duas da manhã para acordar as cinco não era um bom negócio, mas quando ser é a gerente de operação do maior parque do mundo, tinha que fazer alguns sacrifícios. A mulher desligou o despertador e saiu da cama.
Claire soltou um suspiro quando tropeçou em uma peça de roupa. Ela se abaixou e pegou a calça masculina e a dobrou colocando na cadeira ao lado antes de lançar um olhar fulminante para o homem deitado na cama. Ela sabia que não adiantaria nada brigar com ele, ele apenas deixaria mais roupas espalhadas pela a casa. Pelo menos, ele deixava apenas no quarto, quando estava cansado demais para arrumar.
Ela se esticou antes de ir para o banheiro. Claire normalmente levava uma hora para se arrumar. Quase sempre levava meia hora no banho para relaxar os músculos tensos.
Quando a mulher finalmente saiu do banheiro, foi até seu guarda-roupas ver o que vestiria hoje. Ela geralmente deixava a roupa pronta para o dia seguinte, mas como tinha passado o dia fazendo um monte de planos e em reunião, para que no final tivesse que ler relatórios de última hora não conseguiu.
— Bom dia. – o homem atrás dela na cama disse.
— Bom dia.
— Que horas são? – ele perguntou sem abri os olhos.
— Seis e cinco. – ela disse pegando a maquiagem.
— Por que você sempre acorda tão cedo?
— Porque tenho muitas coisas para fazer. – ela disse olhando para ele pelo o espelho. – Eu tenho uma reunião com possíveis investidores e meus sobrinhos estão chegando hoje. Tenho que preparar tudo com Zara.
— Você é a pior tia da história das piores tias. – ele finalmente se levantou da cama. – Seus sobrinhos veem para a ilha depois de anos sem te ver e você vai mandar uma estranha pegar eles.
— Eu sou uma mulher ocupada, Owen. Não posso deixar tudo de lado apenas por que minha irmã não quer falar para os meninos que está se divorciando.
— Isso foi frio. Até mesmo para você. – o homem pegou uma toalha e foi para o banheiro.
Claire suspirou.
Ela e Owen eram casados a um ano. Ninguém sabia disso. Nem o pessoal do trabalho, nem a família dela. Eles tinham ido a um encontro horrível e por algum motivo acharam que deveriam tentar novamente. No primeiro encontro ambos estavam muito tensos e acabaram cometendo erros. Ele apareceu de bermuda e ela levou um itinerário.
No segundo encontro, ele a levou para comer em um restaurante que geralmente apenas os funcionários iam. Era caseiro e não tinha quase ninguém por ter sido um dia de festa na empresa. Eles tinham descoberto que podiam se dá bem. Eles mantiveram uma conversa e no fim acabaram na cama dele.
O namoro foi mantido em segredo. Foi complicado e eles aprenderam cada lugar escondido que tinha no parque. Cada ponto cego, cada hora que um guarda passaria.
O casamento foi uma coisa de momento. Eles tinham brigado e passaram um mês sem se falarem. Claire acreditou que eles tinham realmente terminado, mas um dia, Owen apareceu na casa dela e a chamou para ir a San José com ela. Eles tinham feito isso muitas vezes. Lá eles poderiam ser apenas um casal normal, que fazem coisas normais. No fim, acabou que os dois beberam demais e acabaram se casando.
Claire queria cancelar o casamento, mas Owen disse que eles já estavam junto a tempo o bastante para continuarem casados, se eles decidirem que queriam se separar no futuro, se separariam. Não tinha porque ela complicar tanto as coisas.
Claire concordou, apenas por que queria manter isso escondido. Pelo menos foi o que ela disse para ele. Claire era feliz com ele. Owen entendia as coisas dela. Entendia os motivos dela ser tão fechada e ele aprendeu a passar pelos muros que ela tinha feito em volta de si. E principalmente, ele entendeu por que ela não disse nada para a família dela.
Owen sabia que ela tinha uma irmã, dois sobrinhos, uma tia que ela odiava com todos as forças juntamente com sua prima e que seus pais ainda eram vivos, mas não falavam com ela por causa de suas escolhas profissionais. Mas sua família não sabia que eles estavam juntos. Owen duvidava que eles sabiam de sua existência.
— Que horas seus sobrinhos vão estar aqui? – ele perguntou saindo do banheiro secando o cabelo.
— Sua balsa chega as dez. vou ter tempo para me encontrar com eles meio-dia
— Quantos dias eles vão ficar?
— Uma semana. – ela respondeu se virando para olhar para ele.
— Certo.
Owen foi até o guarda roupa e pegou uma cueca a colocando rapidamente antes de pegar uma mochila e começar a colocar algumas roupas dentro.
— O que você está fazendo?
— Não tenho roupa o bastante no bangalô para uma semana.
— Por que você vai passar uma semana lá? – Claire perguntou indo atrás de um sapato que combinava com sua roupa branca.
— Porque eles não sabem que eu existo e você teria que explicar para dois meninos por que dorme com um homem. Sua irmã sabe que você é comprometida?
— Não. Mas você pode vim depois que eles forem para a cama.
— Você se escuta? Eu não vou entrar na sua casa no meio da noite como se fosse um ladrão apenas para que seus sobrinhos não me vejam.
— Nossa casa.
— Não. Sua. – ele fechou a mochila e olhou para ela. – Você disse que não moraria em um bangalô feio como o meu. Se eu quisesse viver junto teria que me mudar para cá. Vim por que eu te amo e queria fazer esse casamento dá certo, não por que acho esse lugar minha casa.
— Se você não se sente em casa aqui, por que ainda continua aqui? – ela perguntou enquanto ele colocava sua calça.
— Porque estou tentando fazer isso dá certo. Alguém tem que tentar.
— Você está insinuando que não estou tentando fazer nosso casamento dá certo?
— Sim. Você sabe que dia foi ontem? Tem alguma ideia?
— Claro que sim. Foi sexta, dia 23 de dezembro.
— Você está certa. E essa data não quer te dizer nada? – ele perguntou colocando os sapatos.
— Não. Não quer me dizer nada.
— Ótimo. – ele jogou a mochila nas costas e se aproximou dela. – Acho que você vai querer ver o que eu deixei para você na cozinha.
Com isso ele virou as costas e saiu. Claire pensou em ir atrás dele, mas ela tinha mais coisas para fazer do que lidar com as birras do marido. Ela tinha muito o que fazer nesse dia. Ela terminou de arrumar os cabelos e foi para a cozinha. Ela pegou sua torrada e uma xicara de café. Ela viu uma caixa em cima da pia com um cartão em cima. Ela deu uma mordida em sua torrada e foi até a caixa. Quando ela pegou o cartão seu telefone tocou.
— Alô? – ela atendeu sem olhar o visor.
— Claire, bom dia. — ela reconheceu de seu chefe na hora.
— Bom dia, Simon. Como vai?
— Muito bem. Se lembra que hoje iremos ver meu novo dinossauro.
— Me ligou apenas para isso? – ela perguntou colocando o cartão de volta em cima da caixa. Sabe que nunca me atrasei para nada.
— Você tem que relaxar mais, Claire. Sair um pouco. Eu queria também pedir para que você fosse pegar alguns papeis na minha sala leve para John. Ele ainda está com a perna quebrada e eu esqueci de enviar para ele.
— Tudo bem. Estou indo agora mesmo.
— Ótimo. Nos vermos em algumas horas.
— Até mais. – Claire desligou o telefone e arrumou a roupa pela a última vez antes de pegar a chaves e saiu do apartamento.
Claire fez o que Simon tinha pedido para ela e foi entregar os documentos que Simon tinha pedido. Depois ela foi para o laboratório aonde os investidores estariam esperando.
— Hal Oterley, vice-presidente. Jim Drucker, cabelo ruim. Erica Brand, merece coisa melhor. – Claire disse para si mesma enquanto esperava o elevador chegar aonde eles estavam esperando por ela. – Hal. Jim. Erica. Hal. Jim. Erica. E eu sou Claire. – ela olhou no relógio. – Três minutos atrasada.
Ela respirou fundo e colocou seu melhor sorriso no rosto quando o elevador abriu as portas e os três estavam esperando por ela com a recepcionista ao lado deles.
— Bem-vindos ao Jurassic World. – ela disse sorrindo. – Desculpem meu atraso. Se puderem me acompanhar. Vamos começar nossa excursão.
Claire assumiu a frente e começou a falar confiantemente.
— Enquanto a receita continua subindo ano após ano, os custos operacionais estão altíssimos. Nossos acionistas têm sido pacientes, mas vamos ser sinceros... – ela olhou rapidamente para eles. – Ninguém mais se impressiona com um dinossauro. Há vinte anos a dexestição parecia mágica. Hoje em dia, as crianças olham para um Estogossauro como olham para um elefante no Zoológico da cidade. E o desenvolvimento de item não está ficando para trás. Nossos escavadores de DNA descobrem novas espécies a cada ano.
Ela parou na frente deles no laboratório enquanto os cientistas ignoravam eles. Ela olhou para cada um deles antes de continuar.
— Mas os consumidores querem eles maiores e mais barulhentos. Com mais dentes. A boa notícia? Nossos avanços em ciência genética, abriram uma nova fronteira. – ela voltou a andar. – Nós aprendemos em genética mais na última década, do que em um século escavando ossos. – ela parou novamente em frente a algumas telas com DNA e outros dados. – Então... Quando vocês dizem que querem patrocinar uma atração, o que vocês têm em mente?
Os três se olharam antes de olharem novamente para Claire.
— Queremos mais emoção. – Hal respondeu pelos três.
— Todos querem. – ela passou o dedo pelo DNA e deu dois passos para a frente. – Indominus Rex. Nosso primeiro hibrido geneticamente modificado.
— Como conseguiu que dois tipos diferente si... – Jim perguntou fazendo um gesto com a mão. – Entende?
— Indominus não saiu da reprodução. – Wu disse se aproximando deles sorrindo. – Nós a criamos. Terá quinze metros de altura na faze adulta. – ele passou por ele e se postou ao lado de Claire. – Será bem maior que o T-Rex.
—Toda vez que apresentamos um novo ativo temos aumento de público. – Claire continuou. – Cobertura da mídia mundial. Visitas de celebridades. O mundo fala de nós.
— Quando estará pronta? – Hal perguntou
— Ela já estar. – Wu respondeu sorrindo.
— Como podem ver, temos uma grande nova atração apenas esperando pelo o investidor certo. – Claire continuou abrindo outro sorriso.
Ela seguiu falando com eles antes de se despedir sem ter a certeza se fechou o acordou ou não. Ela olhou as horas e viu que tinha que ir encontrar seus sobrinhos e reunião levou mais tempo do que ela imaginava. O telefone dela tocou quando ela estava chegando a central de visitantes.
— Olá, Simon.
— Claire, estou ligando apenas para dizer que estou a caminho. Vou começar a voar em pouco tempo.
— Ótimo. – ela desceu as escadas e viu os sobrinhos vendo sobre os DNA. – Gray, é você?
— Como foram as coisas com os sugadores de almas hoje cedo?
— Ótimo, eu tenho que ir. Meus sobrinhos acabaram de chegar. – ela disse descendo as escadas para se encontrar com eles.
— Tudo bem. Nós falamos quando eu chegar aí.
— Sim. Até logo.
Ela terminou de descer as escadas e se surpreendeu quando Gray veio correndo para ela e a abraçou.
— Oi. – ela disse sorrindo enquanto colocava as mãos nos braços deles. – Gray, olha só para você. Você está tão fofo. – ela se afastou um pouco dele e olhou para o mais velho. – Olha só para você, Zach. A última vez que eu vi você estava desse tamanho. – ela mostrou com a mão. – Isso foi a quanto tempo? Três ou quatro anos?
— Sete, na verdade. Faz sete anos. Mas, ei, passou perto. – Zach disse fazendo Claire se chutar mentalmente. Owen estava certo. Ela era uma péssima tia.
— Hã, ótimo. – ela disse olhando para ele sem graça. – Eu vejo que estão usando suas pulseiras. Isso é para comida. – ela entregou a liberação de todos os restaurantes para Gray e apontou para a sua assistente. – E a Zara vai cuidar muito bem de você até hoje à noite, certo?
— Você não vem com a gente? – Gray perguntou triste. A voz de Owen voltou falando que ela era uma péssima tia.
— Eu adoraria, querido, mas... Amanhã, eu posso levar vocês para o centro de controle e mostra os bastidores de tudo isso. Vai ser muito legal, não é? – ela olhou para o celular que apitou uma mensagem que ela tinha recebido e-mails que ela estava esperando. – Eu vejo vocês à noite. As seis.
— Não se esqueça que você tem o...
— Claro. As oito da noite então. Que horas vocês vão dormi? Ou vocês têm horário diferentes? – Os meninos se olharam confusos. – Vocês têm hora para dormir ou... – o celular apitou novamente. – Eu tenho que ir. E você, cuide bem deles. Se divirtam, meninos.
Ela se afastou deles e atendeu o telefone. Ela falou rapidamente enquanto caminhava antes de desligar e olhar para o relógio e viu que ainda tinha tempo de pegar um café antes de ir para a central de controle. Ela olhou no celular para ver se Owen tinha deixado alguma mensagem para ela, mas nada. Apenas algumas ligações perdidas de Karen. Ela ignorou as chamadas e foi pegar seu café.
Ela mandou algumas mensagens e respondeu algumas antes de ir para a central. Assim que entrou o segurança a cumprimentou com um movimento da cabeça ela entrou. Ela acenou para ele enquanto bebia um pouco de seu café. Ela seguiu para o médio da sala e parou olhando para a tela.
— Quantas pessoas temos? – ela perguntou apesar de poder ver o número na tela.
— 22.216. – Vivian respondeu.
— Algum incidente? – ela mudou o café de mão.
— Sim. – Lowery respondeu. – Seis crianças nos achados e perdidos, vinte e oito com insolação.
— Onde conseguiu isso? – ela perguntou olhando para ele e vendo a camiseta que ele estava vestindo.
— A camisa? Eu comprei no eBay. – ele disse orgulhoso da camisa do antigo parque. – É incrível, não? Comprei por cento e cinquenta dólares, mas ela pode chegar até trezentos se você...
— Não te ocorreu que seria de mal gosto? – ela não deixou ele terminar. – Pessoas morreram.
— Eu sei que pessoas morreram e isso é horrível, mas aquele primeiro parque era irado. Eu era muito fã. Eles não precisavam desses híbridos genéticos. – Claire suspirou olhando para a frente. – Precisavam apenas de dinossauros reais.
— Ok. Mas não use mais isso. – ela o cortou.
— Sim, vou tirar.
— Fechou o acordo? – Vivian perguntou olhando para a chefe.
— Parece que sim. Verizon Wireless, apresenta o Indominus Rex.
— Isso é horrível. – Lowery disse fazendo drama. – Por que você já não entrega tudo, Claire? Deixa eles colocarem nomes nos dinossauros? Eles já colocam no em tudo mesmo. Por que...
— Por que o oeste está fechado? – ela perguntou quando viu a parte vermelha no mapa.
— Outro Paqui andando fora da cerca. Mas está sedada e pronta para relocação. – Vivian respondeu.
— “Pepsisauro”, ou “Tostitodonte.” – Lowery continuou resmungando.
— A segurança afirma que as cercas invisíveis não falham e essa é a segunda vez nesse mês.
— É eles quebram os implantes quando um bate na cabeça do outro. – Vivian disse tentando acalmar a chefe.
— Quanto tempo mais até tirarem ela de lá?
— Acabaram de introduzir 5mg de carfentanil.
— É. Ele está muito dopado. Por que não mostramos um pouco de solidariedade? – Lowery disse e se virou para Claire. – Vem cá, por acaso você esqueceu que eles são animais?
— Arrume seu local de trabalho. – Claire disse olhando para ele. – Está uma bagunça.
— Gosto de pensar nele como um sistema vivo. – Lowery disse olhando para seus dinossauros de plástico. – Com estabilidade suficiente para evitar que o colapse em uma anarquia.
Claire empurrou o lixo com o pé porque sabia que ele ia derrubar a bebida e se afastou.
— Helicóptero chegando. Jurassic Um. Estimativa, cindo minutos.
Claire pegou seu tablete e foi esperar pelo helicóptero. Ela terminou o café e arrumou o cabelo. Quando o helicóptero pousou ela se aproximou e subiu com a ajuda de um segurança.
— Claire. – Simon Masrani disse do banco do piloto.
— Senhor Masrani, você está pilotando. – ela disse prendendo o cinto.
— Conseguir minha licença.
— Mais dois dias. – seu professor disso.
— Sim. Daqui a dois dias. – ele virou para olhar para ela. – Então, como vai meu parque?
— Ótimo. Ganhamos 2,5% a mais do que ano passado. – ela disse olhando seus dados. – Um pouco menor que nossa projeção ini...
— Não. Como está indo? – o homem a interrompeu. – As pessoas estão se divertindo? Os animais estão felizes?
— A satisfação das pessoas está estável em 90%. E quanto aos animais, não temos como saber se estão felizes ou não.
— Tem. Basta olhar nos olhos deles.
— É claro. – Claire concordou antes de pegar o fone e colocar.
— Tá bom. Agora me mostre meu novo dinossauro. – ele começou a subir o helicóptero e Claire se encolheu no banco. Ele não sabia voar. – Conseguir. Deixe comigo.
Claire não estava tão certa de que ele tinha realmente conseguido mais não disse nada, apenas voltou sua atenção para seus números, pelo menos ali era um lugar seguro. E ela podia tirar da sua mente que podia morrer a qualquer momento.
— Jesus. – ela disse depois de ter balançado novamente, sem notar ela girou a aliança, uma coisa que ela passou a fazer depois que se casou. Ela quase nem notava que estava fazendo isso. Assim como ninguém notou que ela usava uma aliança há um ano.
— Está tensa, Claire. – Simon disse depois de olhar para ela.
— É, melhor se concentrar nos controles. – ela disse apontando para a frente.
— O segredo para uma vida feliz é aceitar que você nunca está realmente no controle.
— Pássaro. – ela disse quando viu a ave se aproximando deles.
— Você deveria passar um dia na praia, pegar um sol.
Agora ele falou igual ao Owen.
— Claro. Então, o marketing acredita que possamos deslocar alguns custos de...
— Esqueça os custos. – Simon disse fazendo com que ela olhasse para ele. – John Hammand confiou em mim com seu último desejo e nunca falou de custos. “Não poupe nada”, ele dizia.
— Muito obrigada por me lembrar, mas na verdade direção de um parque temático...
— Não se esqueça do motivo de construirmos esse lugar. Jurassci World existe para lembrar do quanto somos pequenos, do quanto somos novos. Isso não tem preço. Agora, por favor... – ele colocou seus óculos. – Estamos voando.
Claire ficou quieta, mas com medo do que por qualquer outra coisa. Eles não demoraram muito para chegarem ao padoque. O primeiro a descer foi o instrutor e ele correu para o mato para vomitar.
— Ele está bem? – ela perguntou olhando para o homem. – Você está bem?
— Ele está apenas sendo dramático. – Simon disse tirando os óculos escuro e olhando para os homens trabalhando. – Você ainda está construindo? — questionou.
— Bem, nós planejamos abrir em maio, mas a Contenção de Item insistiu que nós construíssemos as paredes mais altas. – Claire informou a ele enquanto ela o guiava para a entrada. – É maior do que o esperado.
— É um bom sinal. – disse Masrani, satisfeito.
— Nós tivemos alguns problemas no começo. – Claire começou quando eles estavam na sala do observatório. – Começou a antecipar de onde a comida estava vindo. Um dos manipuladores quase perdeu um braço e os outros ameaçaram desistir porque eu não podia garantir sua segurança. Tive que aumentar os salários. – ela concluiu.
— Ela é inteligente então? – Simon questionou.
— Para um dinossauro.
— O que é isso? – Simon apontou para o vidro trincado ao lado da mulher.
— Tentou quebra o vidro. – Claire disse após esperar um segundo.
— Gosto do espírito dela. – Simon disse olhando para as árvores.
— Pode soltar carne de bode, por favor? – ela pediu para o segurança.
Eles ouviram um galho quebrar dentro do padoque, então as árvores começaram a se mover. De repente, um enorme dinossauro branco apareceu e saiu das árvores, olhando diretamente para eles.
— É branco. – observou Masrani. – Você nunca disse que era branco.
— Você acha que vai assustar as crianças?
— As crianças? Isso vai estar nos pesadelos dos pais. – ele disse baixinho.
— Isso é bom? — Claire perguntou olhando para o chefe.
— É fantástico. – respondeu Masrani animado. – Ela pode nos ver?
— Eles disseram que ela pode detectar radiação térmica, como cobras.
O Sr. Masrani estava confuso enquanto olhava para o padoque procurando pelo o outro.
— Eu pensei que você disse que havia dois deles. – disse ele olhando dele canto de olho para ela.
— Havia um irmão caso este não sobrevivesse à infância. – Claire informou a ele.
— Onde está o irmão?
— Ela comeu. – Claire sorriu para ele forçadamente e caminhou para o outro lado da sala para verificar o computador.
— O padoque é seguro então?
— Temos os melhores engenheiros estruturais do mundo. – disse ela com confiança.
— Isso é o que John Hammond disse. – disse Masrani em voz baixa. – Tem um homem da marinha americana aqui. Owen Grady. Ele faz parte de um dos programas de pesquisa que uma das minhas empresas está executando. – Claire parou um segundo sem olhar para ele.
— Eu sei quem é.
— Seus animais muitas vezes tentam escapar. Eles são espertos, ele tem que ser mais.
— Ele pensa que é mais esperto. – ela resmungou baixinho enquanto checava os dados do padoque.
— Quero que traga ele aqui. Talvez ele possa ver alguma coisa que não podemos.
— É claro. – ela disse olhando para ele.
— Vamos. Tenho que terminar algumas coisas no parque que deixei para a última hora.
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