Claire seguiu o chefe para fora e entrou novamente no helicóptero. O caminho até a central de controle foi feito novamente rapidamente com o piloto se distraindo algumas vezes. Quando eles chegarem, Claire seguiu direito para seu carro. Pela a falta de contato de Owen, ela sabia que ele ainda estava com raiva. Ela tinha que descobri o que tinha feito. Oi ela podia chegar às boas graças com ele através do sexo. Isso também funcionava

Ela estava quase no bangalô do marido quando o telefone tocou. Ela soltou um gemido ao ver que era a irmã.

— Oi, Karen. – ela disse animadamente.

Oi, Claire. Como estão as coisas aí?

— Está tudo ótimo. Os meninos estão se divertindo muito.

— Sério? Porque eu acabei de falar com Zach e ele disse que você não está com eles. – disse Karen severamente. Claire suspirou.

— Sim, olhe, hoje acabou sendo um dia ruim para mim. Mas eles estão em ótimas mãos. Eles estão com minha assistente, ela é britânica, eles inventaram babás. – Claire disse tentando fazer uma piada. Mas quando Karen começou a chorar do outro lado. Claire fez uma pausa.

— Espere, você está chorando? – Claire perguntou.

— Isso deveria ser um divertido fim de semana para a família, Claire. Você não vê os garotos há anos. E eu sei como Zach vai tratar Gray se eles ficarem sozinhos, ele pode ser tão mau. – disse Karen enquanto chorando e soou muito desapontado.

— Ok. Sinto muito. – Claire pediu desculpas sinceramente, mesmo sabendo que não ia adiantar muito. – Amanhã, vou passar o dia inteiro com eles. Vou tirar uma folga do trabalho e não vou sair de perto. Prometo.

— Uma promessa de amanhã vale menos que tentar hoje. – disse Karen a Claire, fazendo a ruiva rolar os olhos.

— Você está usando as linhas da mamãe agora?

— Eu estou usando as linhas da mamãe. – Karen disse como se apenas afora se deu conta disso. – Mas elas funcionam. Apenas espere até eu tive filhos fiquem mais velhos.

— Se eu tiver.

— Você vai. E vai ver que que vale a pena.

— Tchau, mãe. – Claire desligou e seguiu para a casa de Owen.

Ela parou carro e desligou. Depois ela saiu e arrumou o cabelo se olhando na janela do carro.

Owen estava consertando sua moto quando ela chegou. Ele ouviu o carro e olhou para cima para ver Claire saindo dele em seu terno branco e saltos de altos que afundavam na terra.

— Senhor Gardy, eu preciso que o senhor venha comigo. O senhor Marsani quer que eu o consulte. – ela informou a ele. Owen apertou os olhos em confusão sem parar de mexer em sua moto.

— Por que você acabou de me chamar de Sr. Grady? –Ele perguntou a ela. – Esqueceu meu nome?

— Owen. – ela se corrigiu. – Se você não estiver muito ocupado.

— Estou muito ocupado. – ele informou e tomou um gole de sua bebida.

— Nós temos uma atração. – Claire disse, mas foi interrompida.

— Sim, Claire. Eu sei disso há muito tempo. É por isso que estamos casados. – Owen falou enquanto olhava para ela.

— Eu estou falando sobre um dinossauro, senhor Grady.

— Owen. – ele levantou e caminhou até ela lentamente.

— Uma nova espécie que fizemos. – Claire terminou.

— Você fez um novo dinossauro? – ele perguntou a ela.

— Sim, é o tipo de coisa que fazemos aqui. – ela disse sarcasticamente. – A exposição abre em três semanas e o senhor Masrani queria que eu consultasse com você.

Owen deu-lhe um sorriso malicioso quando se aproximou e perguntou:

— Quer consultar-se aqui ou no meu bangalô? – ele dirigiu um sinal para a casa ao lado deles.

— Isso não é engraçado.

Owen riu.

— É um pouco engraçado. – ele disse a ela. Ela revirou os olhos enquanto ele subia as escadas e entrava na varanda.

— Gostaríamos que você avaliasse o padoque em busca de vulnerabilidades. – ela seguiu para a varanda.

— Por que eu? – ele gritou do outro lado da sacada onde ficava suas ferramentas. Claire encolheu os ombros.

— Eu acho que o Sr. Masrsni pensa, que já que você é capaz de controlar os raptores... – ela foi interrompida quando Owen fez seu caminho de volta ao redor da varanda para ficar a sua frente.

— É tudo sobre o controle com você. Eu não controlo os raptores, é um relacionamento. Baseado em confiança e respeito mútuo. É por isso que demorou uma eternidade para eu decidir te levar em um segundo encontro enquanto me perguntava se valia a pena. – Owen disse a ela enquanto passava por ela.

Claire ficou ofendida.

— Como é? – ela perguntou. – Eu não queria um segundo encontro.

Owen não estava prestando atenção no ela estava dizendo.

— Que tipo de pessoa imprime um itinerário para um encontro? – Owen perguntou a Claire.

— Eu sou uma pessoa organizada. – ela cuspiu de volta.

— Que tipo de dieta não permite tequila?

— Todas, na verdade. E que tipo de homem aparece em um encontro com bermudas? – ela atirou nele.

— É a América Central. É quente. – argumentou.

— Tudo bem. – ela sabia que eles podiam continuar com isso por horas não seria a primeira vez. – Podemos apenas falar sobre o ativo, por favor?

— O ativo? – Owen riu e se levantou e caminhou até perto dela limpando as mãos. – Olha, eu entendi. Você está no comando aqui, e você tem que tomar muitas decisões difíceis. É provavelmente mais fácil pensar nesses animais como números em uma planilha. Mas eles não são. Eles estão vivos. – ele informou a ela.

— Eu estou plenamente consciente de que eles estão vivos.

— Você pode tê-los feito em um tubo de ensaio, mas eles não sabem disso. – Owen explicou em nome dos dinossauros. – Eles estão pensando, eu tenho que comer. Eu tenho que caçar. Eu tenho que... – ele fechou o punho e fez um gesto com a mão enquanto olhava para ela que revirou os olhos. – Você pode se identificar com uma dessas coisas.

— Eu vou estar no carro. – ela disse a ele quando ficaram no nível dos olhos. Nenhum deles quebra o contato visual e estamos próximos um do outro sem nos tocar. – É melhor você trocar de roupa. Eles são sensíveis ao cheiro. – ela passou por ele é seguiu para o carro.

Owen suspirou e olhou para ela. De todos os dias para ter que fazer tinha que ser logo o que eles discutiram de manhã. Owen fez o que ela mandou e foi para o bangalô trocar de roupa.

O caminho até o padoque foi feito em silêncio. Owen estava olhando para a janela e fazendo o seu melhor para ignorar a esposa.

— Você vai falar o que eu fiz? – ela disse por fim.

— Eu não tenho nada a dizer.

— Você está com raiva de mim desde cedo. Pode muito bem me falar o que eu fiz para merecer isso.

— Pelo o que vi, não se deu ao trabalho de checar o pacote que deixei.

— Eu precisei fazer uma coisa para o senhor...

— Esse é o seu problema, Claire. Você sempre tem que fazer alguma coisa para alguém.

— Você sabia como eu era quando começamos a sair. – ela o lembrou. – Você disse que não via nada de errado com meu trabalho.

— Eu não vejo. Apenas não suporto quando você fica tão concentrada nisso que esquece o que realmente importa.

— Eu não me esqueço.

— Então, por que seus sobrinhos estão com a Zara enquanto você veio me buscar?

— O senhor...

— Não coloque a culpa em Masrani. Ele teria te dado folga essa semana se você tivesse pedido. Mas seu trabalho é mais importante do que sua família. – ele terminou e desceu do carro. Eles tinham chegado ao padoque da Indominus Rex.

— Estamos reservando ingressos há meses. – informou Claire quando saiu do carro e tomou a liderança para o padoque fingindo que eles não estavam discotindo um segundo atrás. – O Parque precisa de uma nova atração a cada dois anos para revigorar o interesse do público. Mais ou menos como o programa espacial. Os sócios sentiram que a modificação genética aumentaria o fator uau.

— São dinossauros. São uau o suficiente. – disse Owen enquanto a seguia pelas escadas até a sala de exibição.

— Não de acordo com nossos grupos de pesquisa. O Indominus Rex nos faz revelar novamente. – disse ela como se estivesse falando com um acionista. Owen riu.

— O Indominus Rex? Isso é sério? – disse sarcasticamente.

— Precisávamos de algo assustador e fácil de dizer. Você deveria ouvir uma criança de quatro anos tentando dizer Archaernithomimus. – disse ela olhando para ele, antes de entrar na sala de exibição.

— Você deveria ouvir você tentar dizer isso. – ele resmungos antes de entrar atrás dela. – Então, do que é feita essa coisa? – Owen perguntou enquanto ia ficar ao lado dela na frente do vidro.

— O genoma base é um T-Rex e o resto é confidencial. – ela respondeu sem jeito.

Ele olhou para ela como se ela fosse louca.

— Você fez um novo dinossauro, mas nem sabe do que é feito? – Ele riu. Claire estava ficando irritada com o comportamento dele.

— O laboratório nos entrega os ativos acabados e os mostramos ao público. Podemos soltar um boi, por favor? – Ela perguntou ao funcionário da equipe que estava na sala com eles.

Ele apertou um botão e o guindaste foi para o meio da jaula.

— Há quanto tempo o animal está lá? – Owen perguntou por curiosidade.

— Toda a sua vida. – Claire respondeu indiferente.

— Nunca vi nada fora dessas paredes? – Ele perguntou novamente. Ele estava ficando desconfortável com o rumo dessa conversa.

— Não podemos andar com ela por aí exatamente. – Claire rolou os olhos para ele.

— E você alimenta com isso? – Owen apontou para o guindaste a sua frente.

— Existe algum problema? – Claire estava se sentindo desconfiada com essas perguntas.

— Animais criados em cativeiro nem sempre são os mais funcionais.

— Mas seus raptores foram criados em cativeiro.

— Com irmãos. Eles desenvolvem habilidades sociais. E eu os conquistei quando nasceram. – ele argumenta com ela. – Há confiança. O único relacionamento positivo que esse animal tem é com aquele guindaste. No mínimo, ela sabe que isso significa comida.

— Então, ela precisa de amigos. Devemos agendar datas de brincadeiras? – ela perguntou sarcasticamente se aproximando dele.

— Não tenho certeza se é uma boa ideia. – ele finalmente cedeu.

Claire olhou para o vidro procurando o animal. Ela já devia ter aparecido. Ela bateu o dedo no vidro como sem isso fosse chamar a atenção do dinossauro.

— Cadê? – Ela perguntou confusa.

— Talvez esteja no porão. Há um andar de baixo? Talvez esteja na sala de recreação. – provocou Owen.

— Nós estávamos aqui. – ela murmurou enquanto checava o computador.

Ela acionou o sistema de verificação térmica, mas um aviso vermelho apareceu dizendo que nenhuma radiação térmica foi dedicada de dentro da gaiola.

Nick entrou em cada câmera naquela sala.

— Isso não faz qualquer sentido. – disse o segurança enquanto terminava o almoço e se aproximava do computador. – Essas portas não abriram em semanas.

Owen se afastou deles e foi para a janela mais distante para ver se encontrava o animal.

— Essas marcas de garras sempre estiveram aqui? – ele perguntou vendo as marcas de garras nas paredes. Havia garras de arranhões por todo o longo dos lados e grandes pegadas no chão.

Claire olhou para ele com preocupação em seus olhos.

— Você acha... – ela não terminou a frase. – Oh Deus. Ela tem um implante nas costas dela. Eu posso rastreá-la da sala de controle. – Claire fez um movimento com a mãe e saiu da sala de exibição correndo para o carro.

Ela entrou no carro e o ligou e acelerou em direção ao centro do controle. Ela pegou o celular e discou para avisar.

— Temos um ativo fora de contenção, coloque a UC em alerta. Não é treinamento.

— Eu não conheci Carl até os 13 anos, mas ainda o considero mais como meu pai do que meu verdadeiro pai... – Lowery disse a Vivian de volta à sala de controle. Então o telefone tocou. – Alô? – Lowery atendeu o telefone confuso. Aquele telefone nunca toca.

— Lowery, me dê as coordenadas do Indominus! – Claire gritou do outro lado do telefone.

— Ok, sim, estou fazendo agora. – ele disse a ela enquanto começava a digitar para conseguir a informação que ela queria.

De volta ao padoque, Owen e dois funcionários entraram na jaula e olharam as marcas das garras tentando entender o que estava tinha acontecido.

— Essa parede tem 20 metrôs de altura. Você realmente acha que ela saiu? — o segurança perguntou olhando para as marcas e depois olhou para Owen.

— Isso depende. – respondeu Owen.

— Do que? – o outro trabalhador perguntou.

— O tipo de dinossauro eles fizeram naquele laboratório. – respondeu Owen olhando para cima.

— Espera, que diabos? Está na jaula. – disse Lowery olhando confuso para a tela. Claire estava confusa com isso.

— Isso é impossível. Eu estava lá agora. – ela disse a ele olhando para a estrada.

— Claire, eu estou dizendo que ela está na gaiola. – ele assegurou a ela.

— Espere um pouco. – Vivian fez uma pausa. – Há pessoas na jaula!

Quando ela disse isso, a cor de Claire se subiu de suas bochechas.

Owen!

— Tirem eles. – ela ordenou. – Agora!

— Padoque 11 este é o controle. Você precisa evacuar a área de contenção! – Vivian disse no fone de ouvido.

O walkie-talkie do segurança estava disparando, mas não dava para escutar direito.

— Padoque 11? Padoque 11 você copia? – uma cortada disse.

— Qual é o problema? – Nick perguntou.

— Está na gaiola que está lá com você! – Vivian gritou.

— Vão. – Owen gritou.

Eles começaram a correr em direção à sala de exibição, enquanto o outro correu para o portão. Na hora certa, o Indominus Rex apareceu e bloqueou o caminho de Owen e do costrudor. Eles rapidamente se viraram para o outro lado e voltou a correr, mas o outro trabalhador foi pego e comido. O segurança abriu o portão e escapou, enquanto Owen corria por sua vida em direção a ele.

Claire podia ouvir o som de ossos sendo esmagados através do telefone. O Sr. Masrani entrou e instruiu Lowery a fechar o portão.

— Não podemos simplesmente deixá-lo lá dentro. – Lowery tentou argumentar com seu chefe.

— Alguém fala comigo. O que está acontecendo? – Claire gritou com tanta raiva e medo em sua voz.

“Por favor, que Owen esteja bem.” Ela rezou silenciosamente pensando no marido.

Owen conseguiu passar pelo portão que estava se fechamento, mas o seguiu Indominus. Owen se jogou no chão e deslizou para baixo de um caminhão, enquanto Nick estava sentado atrás do outro.

O Indominus afundou ao redor do carro em que o segurança estava se escondendo atrás e sacudiu o veículo, enquanto deixando o segurança visível. Owen conseguiu ver pelo o retrovisor quebrado. O segurança olhou para o lado enquanto chorava. Ele sabia que ia morrer. Com uma mordida, Indominus pegou-o e comeu-o.

Owen assistiu a coisa toda com tanta adrenalina correndo pelo seu corpo. Ele se virou no chão e pegou sua faca. Ele cortou a mangueira de gasolina do carro. Ele tomou um banho com a gasolina se molhando o máximo possível para esconder seu cheiro.

Ele ouviu um rosnado baixo e congelou. Ele ficou perfeitamente imóvel e tudo o que ele podia ver era a luz sendo bloqueada pela cabeça enorme do dinossauro. Ele olhou diretamente para ele, e o cheirou, mas deve ter sentido o cheiro da gasolina e se desviar em desgosto e se afastado.

Ele suspirou um enorme suspiro de alívio. Ele não achava que estava respirando quando o tempo todo apareceu. Mas agora, aquela máquina de matar estava indo em direção ao parque. Ele não podia parar de pensar que eles tinham que parar essa coisa.