My Demons
1 Piloto
Notas iniciais
Depois de um tempo em silêncio Dean resolve falar:
– Então, vai ficar calado mesmo? — Perguntou, desviando o olhar da estrada para encara-lo. -
– Está irritado? — Perguntou Castiel confuso -
– Se estou irritado? Você sumiu o dia inteiro, não deu sinal de vida e de repente aparece dizendo que precisa da minha ajuda, mas não explica para o que, e para onde estamos indo. O que acha?
– Que você está irritado. — Respondeu Cass -
– Que ótimo que percebeu. — Falou com uma expressão sarcástica no rosto -
– Estamos pertos. — Castiel disse olhando o nada -
– Perto? — Dean olhou para o caminho a frente e nada havia lá além da enorme estrada que não parecia ter fim e as sombrias arvores cobertas de musgo que escondiam as mais terríveis criaturas dentro das florestas. — Perto de onde?
– Pare o carro! — Mandou o anjo de repente -
– O que? — Perguntou Dean confuso. -
– Pare o carro. — Repetiu Cass -
Ao ouvir Castiel, Dean pisou no freio e parou o carro bruscamente. O anjo por sua vez saiu do mesmo e seguiu floresta adentro.
– Oh Castiel! Espera ai! — Falava Dean o seguindo — O que foi aquilo? Poderia ter dito, hey Dean quando estivermos perto pare perto de uma arvore.
– Mas aqui à várias arvores Dean, como saberia qual seria a certa? — Castiel para, olha para todas as direções como se estivesse procurando por algo. — Está aqui. — Falou ele nervoso -
– Está... O que está aqui? — Perguntou Dean olhando para os lados -
– É MUITO ALTO!– Gritou Cass se ajoelhando e pondo as mãos sobre as orelhas -
– Castiel! — Dean corre para levantar seu amigo — O que é muito alto? Droga Castiel, responda! — Mandou Dean levantando-o -
– Ela sentiu minha presença, temos que sair daqui agora. — Falou andando confuso -
O anjo cambaleou para o lado de Dean que segurou seu braço, para apoia-lo.
Castiel colocou sua mão na testa de Dean.
– Achei que você não podia usar seus poderes. — Falou Dean -
– Não há tempo...
2 horas antes
– Nenhuma noticia do Castiel? — Perguntou Sam desviando o olhar de sua pesquisa para encarar seu irmão -
– Não, nada. — Respondeu Dean preocupado — E você? Descobriu alguma coisa? — Perguntou, pegando os folhetos -.
– Sim. A umas cinco quadras daqui tem uma ferrovia abandonada. — Disse mostrando sua pesquisa ah Dean. O mesmo lhe encarou:
– E porque você acha que o Metamorfo teria tanto trabalho em levar as vítimas por cinco quadras? E mesmo que fosse de noite, não acha que alguém veria? — Sam o olhou e falou em um tom de deboche:
– Também descobri que uma antiga linha de esgoto passa por baixo da ferrovia. E que todas as outras vítimas tinham algo em comum.
– E o que era? — Perguntou -
– A conta bancária. — Respondeu Sam -
Dean olhou para os folhetos mais uma vez, fez bico e disse:
– Descobriu isso tudo enquanto eu tentava chamar o Castiel?
– É. — Respondeu Sam desligando seu notebook. -
– Hum, então vamos. — Falou pegando sua jaqueta e as chaves do carro. -
Após entrarem no impala seguiram em direção a ferrovia.
Enquanto Dean dirigia, Sam tentava ligar para Castiel, mas quando o toque de celular cortou o silêncio se deram conta que o anjo estava sentado no banco de trás observando o céu antes de dizer qualquer coisa.
– Nunca mais faça isso! — Falou Dean assustado controlando o volante do carro novamente -
– Por onde esteve? — Perguntou Sam olhando para o retrovisor para assim poder vê-lo -
– Não tenho tempo para explicar. Dean, você tem que vir comigo.
– O que? Por quê? — Perguntou confuso -
– Não tenho tempo — Respondeu olhando pela janela o céu novamente -, meus poderes ficaram confusos. Não posso me tele transportar.
– Não. Não vou deixar o Sam em um caso sozinho.
– Dean... — Castiel o chama, para por um segundo e continua — É importante.
Os irmãos se entreolharam por alguns segundos e então Dean pergunta:
– Você vai ficar bem?
– Vou sim. Pode ir Dean, eu dou conta.
– Vou deixar você na ferrovia primeiro.
Após ter deixado Sam no local determinado, o irmão mais velho deu a partida em seu impala.
– Para onde vamos? — Perguntou ele -
– É só seguir em frente. — Respondeu o Anjo -
Depois de um tempo em silêncio Dean resolve falar:
– Então, vai ficar calado mesmo? — Perguntou, desviando o olhar da estrada para encara-lo. -
– Está irritado? — Perguntou Castiel confuso -
– Se estou irritado? Você sumiu o dia inteiro, não deu sinal de vida e de repente aparece dizendo que precisa da minha ajuda, mas não explica para o que, e para onde estamos indo. O que acha?
– Que você está irritado. — Respondeu Cass -
– Que ótimo que percebeu. — Falou com uma expressão sarcástica no rosto -
– Estamos pertos. — Castiel disse olhando o nada -
– Perto? — Dean olhou para o caminho a frente e nada havia lá além da enorme estrada que não parecia ter fim e as sombrias arvores cobertas de musgo que escondiam as mais terríveis criaturas dentro das florestas. — Perto de onde?
– Pare o carro! — Mandou o anjo de repente -
– O que? — Perguntou Dean confuso. -
– Pare o carro. — Repetiu Cass -
Ao ouvir Castiel, Dean pisou no freio e parou o carro bruscamente. O anjo por sua vez saiu do mesmo e seguiu floresta adentro.
– Oh Castiel! Espera ai! — Falava Dean o seguindo — O que foi aquilo? Poderia ter dito hey Dean quando estivermos perto pare perto de uma arvore.
– Mas aqui a várias arvores Dean, como saberia qual seria a certa? — Castiel para, olha para todas as direções como se estivesse procurando por algo. — Está aqui. — Falou ele nervoso -
– Está... O que está aqui? — Perguntou Dean olhando para os lados -
– É MUITO ALTO!– Gritou Cass se ajoelhando e pondo as mãos sobre as orelhas -
– Castiel! — Dean corre para levantar seu amigo — O que é muito alto? Droga Castiel, responda! — Mandou Dean levantando-o -
– Ela sentiu minha presença, temos que sair daqui agora. — Falou andando confuso -
O anjo cambaleou para o lado de Dean que segurou seu braço, para apoia-lo.
Castiel colocou sua mão na testa de Dean.
– Achei que você não podia usar seus poderes. — Falou Dean -
– Não há tempo...
Narra Dean
Assim que Castiel nos iria tele transportar, ele some.
Mas para onde ele foi?
– Droga Castiel!
Olho para todos os lados o procurando, quando o chão abaixo de meus pés começa a esquentar. A água do lago que lá se encontrava borbulhava, e das mesmas várias nuvens de vapor surgiam, subiam e cobriam as arvores como um manto. O oxigênio estava sendo sugado para baixo da terra. Meu corpo todo suava, e minha respiração estava ficando pesada.
Eu tinha que sair daqui agora. Comecei a correr, mas, no segundo seguinte uma explosão de ar quente me lançou contra as arvores. Cai no chão com a mesma velocidade e força com que fui lançado. Como se a pressão da terra me puxasse. Como se minha massa pesasse muito mais agora. Não conseguia me mover, a terra me prendia como um ímã.
Olhei para onde aconteceu a explosão e vi uma enorme bola de fogo flutuando ao meio das arvores, agora queimando. Aquela bola de fogo foi perdendo seu brilho, e começou a ir em direção ao chão.
A cada vez que sua luz e calor enfraqueciam mais eu conseguia ver uma silhueta dentro dela.
E por fim pude ver, assim que toda a bola de fogo desaparecera, uma garota surgiu.
No segundo em que seu pé tocou o chão, todo o oxigênio foi devolvido.
A água parou de borbulhar, e o fogo que queimava grande parte da floresta foi sugado para ela. Como se a pele dela tivesse o absorvido.
De longe pude ver seus olhos, brilhavam em uma cor alaranjada, como o próprio fogo.
E antes mesmo que ela conseguisse se estabilizar ao chão. Desmaiou.
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