My Crazy Dream
1 Capítulo 1: My Crazy Dream
Notas iniciais
Para quem lê as minhas fics, já conhece a Marcela e a Amanda também tem conta aq no Nyah (Ayumi Naruhinalove).
Espero que gostem:
My crazy Dream
Quando pisquei os olhos, me vi em uma floresta. Com altos pinheiros e pedras cobertas de musgo. O céu estava coberto por nuvens, como se fosse chover há qualquer momento. Eu devia estar no Olimpo.
-Mas que droga eu estou fazendo aqui? – Murmurei.
Comecei á andar. Devia dar em algum lugar. Depois de caminhar por alguns minutos, avistei uma casa. Era muito bonita. Tinha várias janelas. Ouvi um leve baque. Devia ter alguém em casa. Precisava saber onde estava, então andei até a entrada e bati.
Um cara loiro veio atender. Eu devia conhecê-lo. Ele esperou que eu falasse, mas eu só exclamei:
-OH MEU DEUS!
-Você está bem? – Perguntou ele.
-Você é Carlisle Cullen! – Apontei – MAS QUE DROGA!
-Como me conhece?
Uma garota baixinha, de cabelos pretos, espetados aparecer. Alice Cullen. Mas que droga! Eu estava feliz da vida em casa. Esperando que as férias começassem e eu pudesse ir para o acampamento meio-sangue, e de repente eu estava ali!
-POR QUÊ, EM NOME DOS DEUSES, EU NÃO POSSO IR PARA HOGWARTS? – Berrei para o céu. Um trovão. – EU NÃO TE OFENDI, TIO TOMADINHA! E NEM VEM! HERA GOSTA DE MIM!
Agora todos os vampiros estavam na entrada. Vi a Bella e a filha dela. Ainda pequena, me encarando no fundo. Ouvi um choro dentro da casa.
-Você pode explicar o que... – Não deixei que Carlisle terminasse a frase. Passei por eles e caminhei em direção do choro.
Havia uma maca ali. Era uma sereia. Ela estava grávida! Eles entraram atrás de mim.
-Quem você pensa que é para entrar aqui sem ser convidada, humana? – Perguntou uma loira aguada. Rosalie.
-Opa, opa, opa! Não me chame de humana! Sou filha de Poseidon, tenho a benção de Hera, de Ártemis, sobrinha menos odiada pelo deus dos deuses. Então não me chame de humana! – grite/berrei.
-Minha senhora. – A sereia tentou fazer uma mesura. Corri para junto dela para ajudá-la. Devia estar perto da hora do parto. Embora eu nem soubesse que elas tivessem os filhos que nem humanos e tal. Mas não importa. Ela estava com dor e aqueles vampiros brilhantes estavam com ela.
-Onde a pegaram? – Perguntei.
-Ela estava no rio. Sentia dor e precisava de ajuda. – Disse outro deles. Era o Edward.
Suspirei.
-Vou pedir ajuda ao meu pai, está bem? – Disse a ela calmamente. Depois me virei para eles e disse: — Vocês podem fazer uma fogueira?
-O que?
-Ah, por favor! Façam algo de útil para a minha vida e façam uma fogueira. Eu preciso de comida também! É para ajudá-la. – Indiquei a sereia.
Carlisle concordou. Eles fizeram uma fogueira e trouxeram umas frutas para mim.
-Vocês tem bacon? – Perguntei ao lembrar das preferências não saudáveis do meu pai.
Trouxeram o bacon e eu me aproximei da fogueira. Antes que pudesse ter a chance de rezar para o meu pai, ouvi um barulho na floresta. Uns lobos apareceram. E alguns rapazes na frente na forma humana. Reconheci Jacob. Droga, eu me arrependi de ter visto os filmes com as filhas de Afrodite.
-Que ótimo! – Exclamei – O corno chegou!
Eles me olharam sem entender. Se aproximaram dos Cullen para tirar as dúvidas e eu me voltei para a fogueira.
-Ó Poseidon, poderoso deus dos mares e das tempestades. Senhor dos cavalos e dos terremotos. Cara que precisa de uma nova esposa. Atenda minha prece e ajuda aqui! – Falei com sarcasmo.
Uma fumaça azulada apareceu ao meu lado. Poseidon na forma mais jovem, que usava para conquistar as mães dos seus filhos.
-Te atrapalhei, Don Juan?
-Não gostei do sarcasmo, mas percebi que precisava de ajuda.
-Tem uma sereia grávida na casa dos vampiros que brilham no sol. – Falei indicando a casa ao meu lado esquerdo com a cabeça. Imagino que como um bom rei, vá ajudá-la.
Ele revirou os olhos.
-Obrigado por ajudá-la, mas eu preciso levá-la. – Falou para o grupo que nos encarava de olhos arregalados.
Ele passou por eles e pegou a sereia no colo.
-Vai ter que voltar sozinha. Não posso me intrometer. – Disse ele antes de sumir numa fumaça azul com cheiro salgado.
Suspirei.
-Preciso de uma carona. – Falei e do nada, surgiram umas pessoas vestidas de preto da floresta.
-Volturi. – sussurrou alguém atrás de mim fazendo uníssono comigo.
-Que ótimo. – Resmunguei. – Agora preciso achar mesmo uma carona.
-Quem é você, mortal, e como sabe tanto sobre nós.
-Se mais alguém me chamar de humana e/ou mortal, eu juro que mato. – Para dar ênfase, peguei a minha presilha que se transformava em uma espada. Presente do meu pai.
-Aliás, quem é você? – Perguntou Carlisle.
-Malu. – Falei. – Filha de Poseidon, deus dos mares, das tempestades, senhor dos cavalos e dos terremotos, um dos três grandes. Tem a bênção de duas deusas poderosas e acha que ele é gay.
Apontei para o cara que devia ser Aro Volturi. Eu achava mesmo que ele era gay. Ele me lançou um olhar de ódio.
-Ooook. Preciso de uma carona... – Pensei por um instante e comecei a gritar: — Amanda! Ô Amanda! Se você não aparecer agora, eu mato um dos lobisomens antes da hora!
Caminhei em direção dos lobisomens em forma humana e fingi que ia enfiar a espada no coração dele.
-NÃO! – Ela apareceu. Com uma roupa preta. E botas que me fariam babar se eu não estivesse ocupada.
-Hola, shinigami. — Falei.
-Você é louca. – Disse ela.
-Tive uma ótima professora. – Dei de ombros.
-Então o que houve?
-Eu estava em casa, me arrumando para ir ao acampamento. Do nada apareci na floresta. Então andei e acabei chegando aqui. Chamei o meu pai para levar uma sereia grávida que estava aqui. Então estou presa, sem carona, com os vampiros fadinhas que brilham e os lobisomens que se depilam.
-Uau. –Falou ela balançando a foice – Sinto muito.
-Você estava fazendo uns turnos com o tio Suquinho. Achei que podia pelo menos me levar lá, aí eu iria para o Olimpo.
-Tio Suquinho? – Perguntou uma garota loira do lado dos Volturi. Jane.
-Hades, o deus dos mortos. Tem um suco chamado Ades. Então eu o chamo de Tio Suquinho. – Falei antes de me voltar para Amanda – Viu? São um bando de sem cultura.
-Poisé.
-Do que vocês estão falando? – Perguntou Aro – Quer dizer que existem... Deuses.
-Deuses considerados da mitologia grega, sim. – Respondi – Existem e continuam tendo filhos. A propósito, a Marcela está P da vida com o Hermes de novo.
A última frase eu disse para a Amanda, que riu e disse:
-E você?
-Eu o que?
-Está com raiva de Apolo?
-Se ele ousar se encontrar com qualquer ser vivo do sexo feminino que não seja eu, vai receber o troco. Tem um novo filho de Hefesto que é bem bonitinho.
-Ele tá te ouvindo. – Ela alertou, rindo.
-É bom que escute mesmo! – Gritei para o céu e depois falei normalmente: — Então? A carona está de pé?
-Sendo a sua amiga não posso te deixar com os fadinhas e os depilados, então sim. Antes que o Hades me pague o suficiente para eu te matar.
-Dá para pararem de nos xingar como se não estivéssemos aqui? – Perguntou Jacob, irritado – E como assim ela te matar?
-Ela é um shinigami. – Falei simplesmente. – São uns espíritos da morte e tals. Mas Hades não faria isso. Perséfone gosta de mim. Então ele teria greve se me matasse.
-Greve? – Perguntou um dos lobisomens.
-Não pergunta. – Falei enquanto ria, quase rolando no chão.
-Ei, parece que Zeus traiu Hera de novo. – Disse Amanda.
-Eu vou ser a advogada dela no divórcio. A menos que Afrodite interfira.
-O QUE MAIS EXISTE? – Explodiu um lobisomem sem importância. – HOGWARTS?
-Na verdade, é possível. – Falei e comecei a pular feito uma louca – Eu quero ir para lá.
Amanda veio até mim e me deu um tapa.
-Você está passando muito tempo com a Marcela. – Reclamei.
-Eu sei. – Disse ela dando de ombros – Agora vamos. Não tem nenhum cara bonito aqui. E o que poderia ser interessante, é corno.
Ela olhou para Edward ao dizer isso e eu ri.
-PAROU! – Disse Aro Volturi. – Quer dizer que eu posso conquistar o Olimpo e comandar os deuses?
Eu e Amanda nos encaramos e começamos a gargalhar. Caímos no chão e começamos a rolar. Eu sentia lágrimas escorrendo no meu rosto.
-O que foi? – Perguntou outro vampiro dos Volturi. Devia ser um dos irmãos.
-Tomar... O... Olimpo. – Gaguejei.
-Logo... Eles... – essa foi Amanda.
-São mais loucos que nós. – Falei e gargalhamos de novo.
-O que querem dizer?
Depois de alguns minutos, nos recompomos e nos levantamos. Claro que rimos por mais um tempo antes de Amanda falar ironicamente:
-Vocês se acham capazes de tomar o Olimpo?
-Eles não viram Zeus com raiva. – Falei.
-Ou Hera depois de Zeus aprontar. – Amanda falou e começamos a gargalhar de novo.
-Ok. – Falei enxugando uma lágrima que escorreu depois de muita risada. – Vamos?
-Certo. Da próxima vez, me chame para fugir de Hogwarts. Lá é mais legal.
-Ok. – Disse antes de nós falarmos em uníssono: — Tchau, otários!
Nós sumimos de lá em uma nuvem de fumaça negra. Aparecemos nos jardins de Perséfone. Estavam os três. Perséfone, Hades e Deméter sentados a uma mesa de jantar.
-Oi tio. Prima. Tia. – Falei. Ordem: Hades, Perséfone e Deméter.
-O que está fazendo aqui, Malu? – Perguntou Hades.
-Por algum motivo fui parar em Forks, no meio dos vampiros e lobisomens de Crepúsculo. Salvei uma sereia grávida e peguei carona com a Amanda porque estava sem dinheiro.
-Vou irritar o meu irmão por não te dar dinheiro. –Disse ele.
-Pode irritar. – Respondi. – Preciso de um aumento de mesada.
Sai do mundo inferior e fui para o Olimpo. Zeus estava irritado por eu ter dito que ajudaria Hera com o divórcio e Afrodite indignada por eu ter xingado os vampiros de Crepúsculo. Eu dei de ombros e fui para o meu quarto.
Meu dia fora cheio e chato. Fui assistir The Vampire Diaries para me desintoxicar dos vampiros brilhantes.
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