Notas iniciais
Mais uma cena que eu imaginei.
Decidi continuar com essa fic para compartilhar com vocês algumas cenas muito estranhas com as quais eu sonho ou imagino, mas não consigo formar uma história.
Perdoem os erros e boa leitura:

A felicidade voltou! Eu estava em Hogwarts! Bom, eu amava morar no Olimpo, mas, infelizmente, meu pai era ciumento muitas vezes. Claro que ele não tinha moral nenhuma para falar sobre não ter namorados, já que ele aproveitava o tempo livre para bancar o Don Juan.

Enfim, não importa. Era o primeiro jantar e eu estava na mesa de Gryffindor. Bem, eu deveria estar na de Slytherin (por vontade própria e por palavras do Chapéu Seletor), mas eu não era sangue-puro e também combinava com a de Gryffindor. Eu quase surtei, é verdade, mas a minha casa era melhor do que ir para a Hufflepuff.

Eu estava sentada ao lado dos gêmeos Weasley. Eles eram mais velhos, mas me gostavam de me chamar para aprontar com eles, embora também me irritassem, me chamando de nerd, CDF e irmã perdida da Hermione por eu tirar notas boas. Harry, Rony estavam na minha frente e Hermione do meu lado.

Tio Dumby (Dumbledore) levantou-se com suas vestes verde-limão e o cabelo branco digno de propaganda do shampoo Seda e foi até aquele troço dourado com formato de coruja muito legal e fez um sinal para todos pararem e o ouvirem. Todos o fizeram.

-Boa noite! Boa noite! – começou ele. – Sejam bem-vindos a mais um ano na escola de magia e bruxaria de Hogwarts. Primeiro, os avisos de sempre: todos estão terminantemente proibidos de irem a Floresta da Propriedade. Os testes para Quadribol começam na próxima semana, caso queiram se inscrever, falem com a Professora Hooch...

Eu já ia me virar para a mesa, esperando um delicioso jantar para devorar, mas Dumbledore continuou:

-... Esse ano, teremos alguns visitantes. Vocês já devem ter estudado sobre a raça deles, e sabem que devem ser evitados, mas esse caso é diferente. Eles não são perigosos como os outros e vão passar esse ano aqui na escola. São uma família de vampiros: os Cullens.

Não! Não! Não! SÓ PODIA SER BRINCADEIRA! Eles estão me perseguindo ou o que?

Os portões do Grande Salão abriram e entraram a família de vampiros que me perseguiam. Muitas alunas suspiraram, e vários garotos encararam as mulheres da família.

-Ah, não. – Resmunguei antes de colocar minha cabeça sobre a mesa e bater um pouco minha testa, tentando descobrir se era uma miragem muito ruim.

Senti olhares dos alunos de Gryffindor sobre mim. Deviam estar se perguntando qual era o meu problema. Os ignorei e bati minha cabeça na mesa novamente.

-Ah, que ótimo! A maluca está aqui.

Ergui a cabeça e percebi que todos estavam em silêncio e os Cullens me encaravam. Carlisle parecia estar segurando o riso.

-Vocês estão me perseguindo? – perguntei. – Será que os vampiros não podem me deixar em paz?

-Como assim te perseguindo? – perguntou Lilá.

-Eu fui parar na casa deles nas férias. Foi terrível.

-Ah, então deu certo! – disse Dumbledore.

Eu ia ignorar o comentário, mas então a ficha caiu.

-Foi você? – perguntei descrente.

Dumbledore deu um sorrisinho, confirmando. Eu ia arrancar aquele sorrisinho da cara dele!

-VOCÊ O QUE? – gritei/berrei.

-Dumby, foi você que mandou a maluca pra lá? – perguntou Emmet. Ele quer morrer!

-POR QUE VOCÊ ME MANDOU PARA LÁ E OS CHAMOU AQUI?

-Qual é o seu problema? Não tá vendo que maravilha foi o Diretor ter chamado eles aqui? – perguntou uma garota da mesa de Hufflepuff.

-Vampiros que brilham não são o meu tipo – falei e os garotos que não gostaram dos vampiros do sexo masculino, riram.

-Respondendo a sua pergunta, Malu, eu decidi trazê-los aqui para acabar com o estereótipo de que todas as criaturas desse tipo são terríveis. E mandei você para lá, porque sabia que você não ia gostar e imaginei que, talvez, vocês pudessem se dar bem, o que não aconteceu.

-ENTÃO PORQUE, EM NOME DOS DEUSES...

Trovão.

-...VOCÊ NÃO CHAMOU OS SALVATORE?

-Mas eu chamei – ele respondeu com cara confusa.

Eu olhei para a porta, o local que todos encaravam e vi os irmãos Salvatore. E Damon me olhava com uma cara estranha.

-PAROU! – Disse Emmet. – Você prefere eles do que nós?

-Ah... – fingi pensar – sim.

-Malu, eles estão te encarando – disse Gina.

Revirei os olhos.

-Eu já disse para Apolo que ele era quente na frente de todos os olimpianos me encarando, então isso não é nada demais – respondi, dando de ombros.

-Quem é Apolo? – perguntou Edward.

-O deus do sol.

-E daí que você disse que o deus do sol é quente? Ele é o deus do sol! – disse Simas.

Eu apoiei meu rosto nas mãos, como se dissesse oh, Atena, abençoe este Percy da vida. E as garotas também reviravam os olhos.

TROVÃO.

-vish – falei.

-O que foi? – perguntou Fred.

-Meu pai não gosta de ser lembrado disso.

-Oops.

-Como assim, o seu pai? – perguntou Stefan.

-Sou filha do deus dos mares. E ele deve estar em um conselho, por isso o trovão. Ah, e ele também não deve gostar de saber que eu acho você e o seu irmão bonitos – falei, pensativa.

TROVÃO AGAIN.

-Três, dois, um... – contei.

-QUE HISTÓRIA É ESSA? – três formas surgiram ao lado da mesa de Gryffindor.

-Oi pai. Você precisa diminuir os escândalos. E você também, Percy.

-NÃO INTERESSA! QUE HISTÓRIA É ESSA DE VOCÊ SE INTERESSAR POR VAMPIROS E POR APOLO? – gritaram as três formas.

-E porque o Apolo quer saber disso também? – perguntou George. Ele e o Fred haviam ido para o Olimpo uma vez e haviam conhecido os deuses e agora perturbavam com alguns.

Poseidon e Percy viraram a cabeça e encararam Apolo com uma cara estranha. As garotas estavam distraídas com os novos visitantes e os garotos observavam o escândalo, rindo.

-Ah... tenho direito de saber.

-Por quê? – perguntou Fred, pondo mais lenha na fogueira.

-Vish.

Eu sai de fininho e chamei os gêmeos para irem comigo. Passamos pelos irmão Salvatore (Damon deu uma piscadinha para mim) e nós saímos correndo para o Campo de Quadribol, treinar. Depois eu ia ficar sabendo dos detalhes.

Notas finais
Espero que tenham gostado.
Bjos :*