Notas iniciais
E finalmente chegamos ao ultimo capítulo da fic! MAAAAAAS, ela não vai acabar, meus amores! Obrigada a todos que acompanharam essa fic até aqui, que comentaram, favoritaram, surtaram com esses dois amores da minha vida. Prometi que explicaria como será a fic daqui pra frente, então vamos lá. Não, ela não vai acabar, mesmo sendo o ultimo capítulo. Oi? Sim, meu objetivo agora será começar a postar extras, de situações onde Hiro esteja mais velho e os dois estejam morando junto. Por exemplo, primeiro emprego do Hiro, Dia dos Namorados, Natal, Hiro Neko, e por aí vai. Dependerá da ideia que aparecer (e por sinal já tenho 2 capítulos extras pela metade), então não se surpreendam quando aparecer que a fic foi atualizada ;D No mais, boa leitura. Amo vocês. bjs

Hiro mordia o lábio tentando não gemer tão alto.

Tivera a infelicidade – ou felicidade – de ser pego pelo irmão enquanto se masturbava sozinho no quarto, enquanto tia Cass tomava conta da nova lanchonete que havia sido ampliada, e Baymax permanecia quieto em sua forma compacta. Estava tão entretido com o fone de ouvido assistindo um vídeo, que só percebeu o irmão chegar quando este tocou em seu ombro, fazendo-o quase engasgar com a própria saliva.

– Se queria tanto assim era só me esperar, Gênio. – Riu Tadashi cruzando os braços.

– Culpa sua por demorar tanto! – O mais novo levantou da cadeira, ficando apenas poucos centímetros abaixo da estatura de Tadashi.

– Minha? Você que é apressado.

– Sim, talvez eu seja. – Respondeu, puxando a gola da camisa do irmão – É que não tenho paciência para certas coisas.

– Então acho que devemos dar um jeito nisso, não?

Segundos depois os dois se agarravam com fervor, Tadashi pressionando o mais novo na mesa de estudos enquanto Hiro tentava desesperadamente tirar cada peça de roupa e abrir a calça do mais velho. Ver o irmão com tanta vontade fez o Hamada mais velho ficar excitado rapidamente, mesmo que tenham precisado pular as preliminares. O lubrificante foi aberto com rapidez, a penetração ocorreu seguida de um arquejo, e logo Hiro agarrava-se aos cabelos de Tadashi, gemendo seu nome.

– Se você gemer alto assim vão ouvir lá fora, Hiro. – Sussurrou Tadashi, segurando as coxas do mais novo enquanto investida com vigor dentro dele.

Hiro envolveu a cintura do mais velho com as pernas, Tadashi apoiava os braços na mesa que naquele momento estava vazia, já que tudo foi ao chão quando Hiro foi empurrado em cima dela, não se importando com o que estivesse ali.

O mais novo não era mais o adolescente inexperiente com quem Tadashi se preocupava a cada vez que transavam. Naquele dia finalmente seria legalmente maior de idade, e a cada ano que passava ficava mais ávido por sexo, inventando mil brincadeiras para fazerem na cama. O único problema era o fato de ser ruidoso, então sempre tinha que morder alguma coisa para não fazer ruídos quando a tia estava em casa.

Tadashi continuou apoiando-se apenas com uma mão no momento em que segurou o membro do mais novo, passando a masturbá-lo.

– Dashi... – Gemeu Hiro, sabendo que o irmão adorava quando ele o chamava daquela forma – Assim eu vou...

– Não era isso que queria? – Sussurrou no ouvido do menor, fazendo com que ele se arrepiasse – Acha que não ouvi você murmurar meu nome enquanto batia uma?

– Sim...

– Então vá em frente – Tadashi parou de masturbá-lo – Mas vai gozar comigo.

– Mas... – Choramingou. Mesmo sem o rosto infantil de antes, qualquer frase manhosa ou pedido com um biquinho de Hiro, fazia Tadashi se derreter.

– Não – O mais velho apertou as nádegas de Hiro, trazendo-o com força de encontro à sua ereção, aumentando a intensidade das estocadas – Vamos juntos.

A ereção de Hiro era friccionada entre os corpos suados e ofegantes dos irmãos, que logo chegaram ao orgasmo juntos. Tadashi apoiou a cabeça suada no ombro de Hiro que o abraçou.

– Feliz aniversário, Cabeção. – Disse Tadashi.

– Obrigado. Não me diga que isso foi meu presente de aniversário.

– E se for? – O mais velho afastou-se saindo de dentro de Hiro, que desceu da mesa dando um soco leve no braço do irmão.

– Não é justo! Isso eu tenho o ano todo!

– Eu já sou um presente mais que suficiente, não acha? – Perguntou rindo da reação infantil de Hiro, que agora pegava o short e a camisa no chão, indo em direção ao banheiro.

– Vou lembrar disso quando você fizer aniversário! – Hiro parou no começo das escadas para responder a provocação de Tadashi.

– Se você vestir aquele vestidinho e aquelas orelhas de gato novamente, pra mim será um presente maravilhoso.

Hiro enrubesceu ao lembrar do ultimo aniversário do irmão, onde comprara um vestido azul curto com babados, além de orelhinhas de gato. O irmão tinha ficado de folga e os dois passaram o dia juntos, falando todo tipo de bobagem, assistindo filmes, experimentando diversas posições possíveis. No outro dia sentiam todo o corpo doer, mas tinha valido a pena cada segundo.

– Mas esse não é seu presente, Cabeção. Comprei uma coisa pra você. – Continuo Tadashi pegando uma caixa que tinha colocado no canto do quarto silenciosamente quando chegara, enquanto Hiro assistia a um vídeo pornô.

– O que é? – Perguntou Hiro, enquanto segurava o presente que lhe era entregue.

Depois de rasgar o papel de presente e abrir a caixa, Hiro encontrou um novo notebook. Seus olhos brilharam ao ver de qual se tratava, o modelo mais novo especializado em jogos 3D, vindo até com um capacete de realidade virtual.

– Meu Deus! Tadashi, eu... – O mais novo ria como uma criança com o presente, que colocou em cima da cama antes de envolver o pescoço do irmão com os braços – Eu te amo, Tadashi!

– Você já me disse isso, Hiro. – Riu o mais velho, correspondendo o abraço segurando-o pela cintura.

– Mas é sempre bom lembrar.

– Eu sei. Também te amo, Cabeção.

Quando finalmente afastou-se do irmão, Hiro envolveu o rosto dele e o beijou, demorando-se enquanto os lábios permaneciam comprimidos um no outro.

– Esse é o melhor presente que eu poderia ganhar.

– Sabia que ia gostar.

Antes que Tadashi retribuísse o beijo de forma mais intensa, ouviram um barulho vindo do andar de baixo, indicando que tia Cass tinha chegado.

– Garotos! Venham aqui, rápido!

O susto fez com que Hiro vestisse rapidamente a roupa, limpando-se com lenços úmidos que tinha no quarto. Tadashi fechava a camisa – que quase tinha sido arrancada ainda com os botões por Hiro – e fechava o zíper da calça. Chegaram ao andar de baixo com um sorriso inocente forçado, mas a tia estava tão animada que nem notou.

– Vamos, logo seus amigos vão chegar! Me ajudem a preparar essas asinhas de frango. No aniversário do meu pequeno gênio não podem faltar! – Tia Cass sorriu para Hiro que pegava Mochi nos braços.

– Asinhas de frango? Maravilha! Com bastante pimenta? – Perguntou o Hamada mais novo.

– O suficiente para derreter seu rosto!

***

Os irmãos nunca tinham comido tanto. A música alta envolvia a lanchonete da tia que havia sido fechada mais cedo por causa da festa de aniversário. Não apenas os amigos mais próximos dos dois estavam ali, mas também conhecidos, colegas tanto da faculdade, quanto do trabalho de Tadashi que conheciam o menor. Até mesmo Baymax arriscava alguns passos de dança, graças a uma atualização que Hiro lhe fizera, deixando todos do recinto maravilhados e com vontade de repetir os movimentos do robô-enfermeiro.

Hiro estava quase seguindo os amigos que estavam na pista de dança com Baymax, quando Tadashi tocou em seu braço e indicou com a cabeça para que ele o seguisse até o lado de fora.

– Precisando de ar, Nerd? – Começou o mais novo sorrindo, as bochechas começando a ficar ruborizadas por causa do álcool.

– Mal completou dezoito anos e já está bebendo todas, Gênio?

– Sabe como é, temos que aproveitar.

– Imagino. – Riu – Mas não é sobre isso que quero falar.

– Sobre o quê então?

– Isso. – Tadashi pegou uma caixinha retangular dentro do bolso, entregando-a para Hiro.

– Sabe... Por mais que eu fosse aceitar seu pedido, infelizmente não podemos casar. Acho que por lei irmãos não podem casar, mas como já tem o mesmo sobren- Hiro se interrompeu ao ver o que tinha na caixa. – Uma chave?

– Sim.

– De onde?

– Do apartamento onde vamos morar.

– Vamos nos mudar?

– Sim. – Tadashi encostou-se a parede, observando o irmão que continuava confuso.

– Bem... eu...

– Lembra que tia Cass está noiva? – Tadashi lembrou o mais novo de que a tia tinha aceitado o pedido de casamento do namorado que tinha conhecido no Clube de Poesia – Então acho que já está na hora de nos mudarmos. Sem contar que... – O mais velho riu de forma sugestiva –...uma certa pessoa não consegue gemer baixo pela noite.

– Eu não esperava isso...

– Eu sei. Andei conversando com tia Cass depois de Sam pedir a mão dela em casamento. O objetivo dela era se mudar para uma casa maior, assim caberia todo mundo, mas acho melhor deixá-la ter sua vida conjugal em paz. E nós... – Ele se aproximou de Hiro — ...podemos começar a ter a nossa.

– Mas nós não...

– Sim, mas nada nos impede de morarmos juntos, não é? Podemos comprar um cachorro, ou um gato... — Tadashi envolveu o rosto do menor com uma mão – Contanto que fiquemos juntos, nada mais importa Hiro.

– Sim... – Hiro corou e abaixou a cabeça – Não faça nada aqui fora, Nerd.

– Então vamos lá pra cima...

– Agora?

– Sim.

– Sem chance, vou voltar pra dançar com o Baymax.

– Mas... – Tadashi fez um biquinho teatral.

– Não se preocupe, Dashi – Hiro deu um selinho rápido no irmão depois de se certificar de que a rua estava completamente vazia – Teremos o resto das nossas vidas para ficarmos juntos.

Notas finais
E então? O que acharam da fic? *3* Aos fantasminhas: comentem, porfa, eu sempre respondo, sou gente boa e não mordo u-u Além de fazer uma autora muito feliz, claro. Beijos a todos, principalmente aos lindos que comentavam em todo santo capítulo, realmente amo cada um de vocês *w* Qualquer dúvida, crítica, xingamento, ideia e afins, já sabem! Comentários, recomendações... ~cof cof~ /apanha ...sempre serão bem vindos o/ Até os capítulos extras! (que por sinal estou super ansiosa pra começar a postar *brilha animada*)