Notas iniciais
Olá! Desculpe a demora, tivemos um probleminha chamado falta de criatividade o qual eu já resolvi ☺️ Eu fico muito grata pelos comentários maravilhosos e bondosos na fic! Fico feliz em saber que meu objetivo de agradar e entreter vocês está sendo cumprido! Vocês que também são escritoras certamente sabem o quão bom é receber uma recomendação, e adivinha? Nossa fic recebeu mais uma!! MUITO OBRIGADA LEEK! PELA RECOMENDAÇÃO QUE EU LI MAIS DE CINCO VEZES DE TÃO MARAVILHOSA! Fico grata pelo carinho e pelas lindas palavras para fic! Capítulo dedicado a você Leek! Boa leitura a todos meus amores!

Capítulo 48

Pov Lucca Belluschi

A casa com pouquíssima iluminação, apenas pouca claridade passa pela janela e vem do jardim. O cheiro de limpeza e o chão escorregadio comprova que as empregadas já estão em suas casas. Vou até a cozinha a qual está completamente apagada e tateio a parede procurando o interruptor. Vou até a geladeira pegando um copo de água e bebendo rapidamente. Escuto passos atrás de mim e viro o rosto na direção dos passos. Ellie sorri me abraçando.

—Demorou -Sussurrou me beijando ainda com os braços em meu pescoço

—Cheguei antes de vinte minutos -Beijei seus lábios e seu pescoço depois -Vamos subir? -Coloquei o copo na pia e Ellie negou

—Aqui -Apoiou os braços na bancada se sentando

Ah Ellie...

—Você não quer fazer isso quer? -Sorri desabotoando meu terno ela assentiu sorrindo.

Após terno e gravata removidos fui até ela reparando em seu baby doll branco. Encosto o rosto em seu cabelo e sinto seu perfume de morango delicioso. Deslizo de levo meu nariz sobre ela, começando pela orelha seguindo pelo pescoço até o ombro, beijo lambendo e chupando sua pele até o outro ombro. Ellie estremece ao meu toque rodeando suas pernas em meu corpo.

Puxei a fina camada de roupa que a cobria e pude ver seus seios. Esticando o braço, envolvo seus seios com as mãos e sinto seus mamilos endurecerem. Ellie enrosca seus dedos em meu cabelo, da maneira que eu gosto, e puxa.

—Linda -Murmuro enquanto vou apreciando, puxando e brincando com seus mamilos.

Belisco e torço com delicadeza, e seu corpo se curva convulsivamente na minha direção enquanto ela geme e roça o pé na minha ereção. Levanto o corpo de Ellie e levo as mãos até sua calcinha puxando-as para baixo e tirando-as com facilidade. Levo meus dedos até sua intimidade e enfio um deles lá.

Muito molhada.

Retiro o dedo colocando em minha boca. Deliciosa.

Desabotoei a calça sentindo meu pau latejar. Retirei em segundos a calca e os sapatos, puxei Ellie da bancada para meu colo, seus movimentos incríveis sobre minha ereção. Encostei seu corpo na parede me posicionando na frente dela, segurei em sua bunda rodeando meu dedo ali. Ellie jogou sua cabeça para trás, penetro nela de uma vez e ela leva a mão até a sua boca tampando-a. Tomo o lugar de sua mão com minha boca, beijo seus lábios desesperadamente a medida que penetro nela. Sua expressão com a boca semiaberta e olhos fechados só me deixa mais excitado.

Passo minha mão por baixo de suas pernas abrindo-as mais. Seu corpo sobe e desce na parede fazendo barulho. Ela tenta gemer baixo mais o som sai alto e volto a tomar seus lábios. Sinto que Ellie está perto de seu êxtase então acelero os movimentos com mais força e ela rapidamente chega lá, ela morde o lábios inferior com força e fecha os olhos, aquilo ali me fez chegar em em meu êxtase logo após ela.

Escuto um barulho na porta e arregalo os olhos juntamente Ellie. Encubro o corpo de Ellie com o meu e tomo coragem para olhar para a porta. Que não seja minha mãe!

—Eu não vi nada -Henry deu as costas fechando a porta novamente.

Olhei para Ellie que tinha o rosto vermelho e olhos fechados.

—Oh Lucca! -Não parava de rir -O que ele vai pensar?

—Sou um bom marido e estou satisfazendo minha esposa. -Sorri soltando ela.

Peguei sua camisola e entreguei para ela

—Que vergonha -Sorriu esfregando o rosto

Olhei para seu corpo mais magro que o normal e ainda com alguns hematomas na barriga.

—Se vista logo! Está correndo o risco de recomeçarmos.

Ela vestiu a camisola pegando a calcinha e o meu sapato do chão. Coloquei a calça pegando minha cueca e subimos as escadas escuras. Ellie não parava de sorrir ainda com vergonha, ela me deu a mão e fomos andando até o quarto, ela tirou a camisola e se dirigiu para o banheiro

—Papai? -Ouvi a voz de Pietro no corredor

—Oi filho, o que foi? -Ele entrou no quarto de cabeça baixa

—Não dá pra dormir. -Veio até mim estendendo os braços

—Por que não? -Peguei ele no colo

—Sonho ruim. Cade mamãe? -Olhou para os lados

—Tomando banho. -Me sentei na cama -Quer dormir aqui? -Ele assentiu ainda com a cabeça baixa -Deita aí então -Tirei o lençol e ele deitou no meio dos dois travesseiros

—Papai? -Olhei para que prosseguisse -Por que criança que é pequena dorme soxzinha', e pai e mãe que são grandes domem' juntos?

Que tipo de dúvida é essa! Sorri ao tentar achar uma resposta.

—Porque namorados dormem juntos. -Expliquei confuso -Quando você for grande, você não vai mais dormir sozinho. -Ele pensou por um tempo e a porta do closet se abriu e Ellie vestia um short de pijama e uma blusa branca dê alcinha.

—Lucca, por que você não foi tomar... -Ellie levantou a cabeça e viu Pietro -Filho, o que foi?

—Não dá pra dormir. -Falou

Ellie olhou para trás sussurrando "a chupeta", ah sim, Pietro está sem chupeta, o que ele fez com ela?

—Vou tomar um banho...

Esse bebê não para de chorar não? Abri os olhos impossibilitado de me mexer. Pietro estava em cima de mim e Ellie com a perna sobre meu corpo. Nina que está chorando! Me levantei e coloquei Pietro deitado em meu lugar e olhei no celular o horário, dez e meia. Fui capengando até o quarto de Valentina retirando-a do berço, seu rosto vermelho de tanto chorar se acalmou assim que a peguei.

Desci as escadas com ela no colo seguindo para a cozinha. Sua mamadeira estava pronta sobre a mesa. Conferi a temperatura e me encostei no balcão a amamenta-lá. Ellie não tem mais leite, devido ao coma, os remédios fizeram seu leite secar, no início ela ficou arrasada mas acabou se acostumando e deixando isso de lado.

Olhei para Nina que sugava a mamadeira já vazia.

—Acabou Nina. -Coloquei a mamadeira na pia

Ajeitei Nina verticalmente em meu colo e subi batendo nas costas dela.

—Oi pai. -James sorriu -Tio Henry quer falar com você, ele está no quarto dele.

—Certo, vou lá.

Ainda com Nina no colo segui para o quarto de Henry abrindo a porta. O que Henry quer comigo?

—Fala. -Ele estava sentado na cama

—Só te avisar que vamos jantar fora hoje, gostaria que vocês fossem também.

—Tipo jantar em família?

—Exatamente isso

—Algum propósito?

—Comer Lucca.

—Certo. -Sai achando aquilo estranho.

Louco.

Segui para meu quarto para acordar Ellie, Nina precisa de um banho e eu não gosto de fazer isso. Antes de abrir a porta, ela foi aberta

—Oi papai. -Pietro resmungou ao sair do quarto.

—Bom dia. -Ellie me beijou

—Bom dia. Aqui. -Entreguei Nina -Sua filha precisa de um banho

—Ah sim... -Seguiu para o quarto de Nina -Seu celular não para de tocar -Gritou do corredor

Fui até meu celular o pegando-o no criado-mudo. Olhei as chamadas e retornei o número das seis chamadas perdidas.

—Belluschi?

—Quem é?

—Um velho amigo. Bom, vamos direto ao assunto, não era só Frederico Chavéz que sabia sobre a traição de vocês com toda a Cosa Nostra. Bom, não quero muita coisa, apenas uma boa quantia em dinheiro para me calar basta. Caso contrário, vou destruir seus Casinos e suas casas de show e vou avisar a algumas máfias vizinhas sua sobre a traição. Te aguardo amanhã no seu Casino mais famoso, Casinò di venezia.

Merda! Mais um para matar. Não vou deixar vivo sabendo da traição, e eu pensando que esse segredo morreria com Frederico.

Pov Ellie

—O rosa ou azul Ellie? -Liesel segurava os vestidos desesperada

—Liesel, já disse, o rosa está melhor.

—Promete?

—Claro que sim.

—Então por que você sempre usa o preto?

—Acho elegante. -Ajeitei o vestido de Nina.

—Não acha o rosa elegante? -Perguntou desesperada

—Ai céus! Liesel, está linda! Não se preocupe!

Ela suspirou se olhando no espelho pela última vez com o vestido rosa. Coloquei em Nina um vestido branco com pequenas flores rosa, uma meia calça e botinhas brancas combinando com o casaco de pelinhos brancos e um laço rosa claro na cabeça, decidi uma roupa mais quentinha pois estamos no final do verão e vamos jantar na serra, que é frio.

Para o jantar, escolhi um vestido preto justo até a cintura, um pequeno decote e atrás rendado e um salto não tão alto preto, Liesel me maquiou e fez meu cabelo deixando-o ondulado nas pontas.

Peguei Nina no colo e em seguida a bolsa dela.

—Vamos Liesel?

—Ah não Ellie! Você está tão maravilhosa, e eu tão feia!

—Liesel, você está linda, sexy, atraente e se eu fosse um homem comeria você, podemos ir?

Ela sorriu e assentiu. Descemos as escadas e todos nos esperavam na sala

—Finalmente -Jonh gritou se levantando

—Ih pai! Quantas crianças você arrumou? -Liesel perguntou irritada -Nenhuma! Eu arrumei duas crianças loucas e inquietas e mais eu que já demoro. Ellie arrumou três crianças e mais ela que não é uma coisa difícil pois é linda de qualquer jeito.

—Só comentei -Jonh resmungou

Jack e Jeff como sempre vestidos iguais, blusinha polo azul e calça jeans preta. Pietro com blusa jeans e calça preta, James de blusa polo preta e calça jeans.

—Vamos comer! -Jack gritou -Eu amo comer! Jeff, leva a arminha!

—Não! Deixa a arminha em casa! -Liesel falou

—Está maravilhosa! -Lucca me beijou -Estão -Corrigiu

—Você também -Olhei para sua roupa social -Mas está com o rosto estranho, triste ou preocupado?

—Apaixonado. -Sorriu fraco

—Pegou o carrinho dela?

—Peguei aquele que vira cadeirinha também, já está no carro.

—Vamos? -Ele assentiu pegando a bolsa

Cada um em seus devidos carros e seguimos para o restaurante. Henry nunca inventou nada desse tipo e ele e Liesel estavam muito nervosos, fico pensando o que pode ser e já me embrulha o estômago, que não seja mais criança! Creio que o time esteja completo, são cinco meninos e duas meninas, é muita criança!

—Papai, onde vamos tem piscina? -Pietro questionou

—Não. Tem lago, mas não pode entrar.

—Que ruim!

—Tem sorvete. -Balbuciou Lucca sem tirar os olhos da estrada.

—Sorvete? -James perguntou -Ah eu amo sorvete!

—Eu também amo -Falei

James é uma criança incrível, mesmo passando por algumas situações digamos que tristes, ele é muito bonzinho e faz de tudo para ajudar e agradar a todos, inclusive ao Pietro.

—Chegamos! -Lucca exclamou ao estacionar o carro

—Olha Pietro! Que lugar legal, dá para andar de bicicleta nesse jardinzão! -James exclamou olhando pela janela

Lucca ainda sorrindo saiu do carro abrindo a porta traseira e pegou a cadeirinha com Nina da de dentro. Desci do carro ajeitando o vestido e abrindo a porta, Pietro levantou os braços e eu o peguei colocando-o no chão, James se segurou na porta pulando no chão.

Seguimos para a única mesa no andar de cima e todos nos sentamos nas cadeiras já olhando o cardápio. O restaurante possui as paredes de madeira com inúmeros quadros da Italia antigamente e atualmente, as janelas grandes permite uma vista linda para o lago bem iluminado, já no andar de cima é a luz do luar, olha qie chique! Lucca fez questão de reservar o andar de cima para nossa família, que só vem aumentando ultimamente.

—O que você vai querer? -Lucca perguntou

—Tagliolini. -Já sonhei com isso.

—Hum... Então eu também vou querer. -Lucca marcou no cardápio. -O que vocês querem meninos?

—Sorvetes -James respondeu

—Sorvete só depois da comida. -Lucca falou ainda olhando o cardápio

—Eu não sei... -James respondeu -Pode escolher.

Lucca marcou o cardápio e entregou para o garçom juntamente Henry. Todos conversavam e Lucca repousou a mão em minha perna batucando os dedos ali.

—Inventei esse almoço por um motivo. -Henry cortou todos -Aproveitar que está toda a família aqui na Italia para fazer esse pedido. -Henry ficou pálido e se ajoelhou ao lado se Liesel ao pegar uma caixinha no bolso -Quer casar comigo Liesel?

Oh céus! Que lindo!

Liesel arregalou os olhos e sorriu assentindo, olhei para o resto da mesa e a expressão de todos era incrédula, ninguém esperava por um pedido desses.

—Claro que quero Henry! -Entregou a mão -Eu amo você! -Sussurrou com os olhos cheios d'água

Os dois se levantaram se abraçando antes de ser parabenizados por todos. Jack apenas observava com os olhinhos cerrados.

—Família tradicional, eu gosto! E você Dylan?

Notas finais
TAN TAN! Quero comentários! Haha beijooos e até o próximo!