Notas iniciais
Volteeei! Estou MUITOOO FELIZ! Mais uma recomendação! Vocês não têm noção de como fico feliz com elas! Elisa Black meu amor! Esse capítulo é dedicado a você com todo carinho! Boa leitura a todoss e um enorme beijo!

Capítulo 47

Pov Ellie

Senti beijos em todas as partes do rosto e sorri me espreguiçando.

—Bom dia meu amor. -Fui abrindo os olhos vagarosamente pela claridade

—Bom dia.-Fui me sentando e ele colocou uma bandeja em meu colo muito farta -Assim você vai me mimar! -Sorri olhando para o rosto dele

—Te mimaria o dia todo só para te ver sorrindo -Beijou minha testa -Não se esqueça dos remédios

—Ok mas, Lucca -Falei antes que ele saísse -Onde está Nina?

—Ao seu lado. -Olhei para o bercinho ao meu lado

—Vou trabalhar, qualquer coisa me liga! Amo você!

—Tem mesmo que ir?

—Não fui esses dias todos amor, não demoro -Assenti e ele saiu

Comi um pãozinho que por sinal estava uma delícia, tomei um pouco do suco de laranja junto com os comprimidos.

Depois de um rápido banho o qual pude verificar minha magreza pelo espelho, não parece nunca que eu tive neném à três semanas, minha barriga não existe mais. Maneira melhor de perder a barriga da gravidez do que passando fome? Olhei meu corte no rosto pelo espelho passando levemente a mão, ele já está fechado mas ficou uma cicatriz feia. Já no closet, optei por uma blusa de alcinha e short jeans pelo calor lá fora.

Sai do closet e sentei na cama secando os cabelos na toalha.

—Oi mamãe. -Pietro entrou no quarto de blusinha sem manga e bermuda simulando jeans, a chupeta na boca.

—Da abraço na mamãe? -Ele sorriu e correu para cima da cama me dando beijo e abraço -Que delícia de abraço!

Ele sorriu se sentando ao meu lado

—Agora conta para mamãe, por que você não larga mais essa chupeta? -Ele me olhou por um segundo e abaixou o rosto -Diz para mamãe.

—Eu gosto dela.

—Por que você não dá ela para Nina? Nina não tem chupeta.

—Não? -Falou assustado

—Não, por isso que ela usa o dedinho -Ele arregalou os olhos e tirou a chupeta da boca saindo da cama.

Pietro foi até o berço de Nina e passou o braço pelo meio da grade e puxando o dedo de Nina da boca e colocando a chupeta dele ali. Ao contrário do que pensei, Nina chupou a chupeta ao invés do dedo.

—Ponto', a Nina é mais neném que eu, né mamãe?

—Claro que é

—Ela precisa mais que eu, né mamãe?

—Precisa amor. -Ele assentiu e sorriu

—Quem deu banho em você?

—Papai deu

Ouvi um choro bem baixo e olhei para o lado observando Nina se mexendo sorri me levantando da cama.

—Bom dia minha menina. -Peguei ela no colo e me sentei na cama novamente

—Nina dorme muito né mamãe?

—Bebes dormem muito -Expliquei verificando a fralda de Nina suja.

—Não é só bebês mamãe, você dorme muito também. -Sorri

—Tem razão, bebês e a mamãe.

—Quero mostrar o desenho que eu fiz mamãe, vamos lá no quarto de brinquedo?

—Vamos, só vou trocar Nina. -Falei me direcionando ao quarto de Nina.

—Não mamãe! Por favor! Não!

—O que foi Pietro? -Falei ao entrar no quarto de Nina

—Não troca ela. Eu gosto muito dela! -Pediu limpando as lágrimas

Oh céus!

—Não meu amor, não vou trocar ela não! Vou trocar apenas q fralda. -Expliquei rindo daquilo

Como Pietro é inteligente! Lucca disse que quando Frederico me levou, eles inventaram que eu tinha viajado, Pietro falou que sabia que era mentira e ficou sem comer direito por uma semana.

Dei banho em Nina e coloquei um vestido com desenhos de abelhinhas sem mangas. Abri a gaveta de lacinhos e céus! Tem muito mais desde a última vez que vi! Um maior que o outro e de todas as cores, sem dúvidas Liesel é a responsável. Peguei uma fita branca com laço enorme e coloquei na cabeça dela e sorri ao ver seu rosto lindo.

Definitivamente Valentina foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida, tão linda! Não sei se o mundo é bom, mas ele ficou melhor depois que ela chegou. Quando perdi minhas esperanças e forças, ela me fortaleceu, fazendo com que eu não desistisse e não abrisse mão de lutar para sair daquele lugar.

—Está parecendo uma princesa. -Peguei no colo colocando a chupeta azul em sua boca.

Eu acho que Nina realmente gostou da chupeta, só vamos ver até quando Pietro vai conseguir ficar sem ela.

—Onde está seu carrinho Nina? -Perguntei em vão -Ai droga! Deixa o carrinho para lá, vamos. -Falei ao descer as escadas

—Mamãe? Pode entrar na piscina? -Pietro perguntou e James estava atrás mexendo nas mãos

—Pode Pietro. -Ele assentiu subindo as escadas -Vai devagar! Você não quer entrar na piscina? -Olhei para James que me olhava, envergonhado?

—Sim.

—Então pode ir meu amor. -Ele sorriu subindo as escadas.

Continuei andando até a sala e olhei da enorme janela. Liesel na piscina com os gêmeos que pulavam e jogavam água para todo lado, Eden com uma boia rosa nos braços também brincava e Caille e Anabelle sentadas na cadeira pegando sol. Até que para um final de verão está bem sol e calor.

Eu e Nina assistimos filmes a tarde toda na sala de televisão, minha menina quase não chora, ela resmunga às vezes mas nunca grita de chorar. No final da tarde ela pegou no sono e só então subi para colocá-la no berço.

Pov Lucca


-Não é melhor esquecer esse negócio de tortura? -Henry se pronunciou

—Não Henry, quem sabe o que é melhor ou não sou eu. Busca logo a corda!

Henry assentiu se retirando. Entrei na sala com enorme sorriso no rosto. Torturar Daisy e Frederico vai me fazer um bem enorme. Entrei no subsolo sendo cumprimentado pelos seguranças, fui andando até as grades e lá estava Frederico, sentado no chão com os braços cruzados e sem camisa com diversos ferimentos na barriga, na grade ao lado Daisy, cabelos bagunçados e amarrados no alto da cabeça, ela mexia nas mãos entediada.

—Bom dia meus amigos -Gritei e sorri. Os dois me olharam assustados mas logo depois com raiva. -Quem vai primeiro?

—Leva esse idiota. -Daisy resmungou com raiva.

—Primeiro as damas. -Frederico se defendeu

—Tem razão Frederico. -Abri a grade de Daisy e enrolei a mão no cabelo dela puxando-a

Levei ela para sala a prendendo na cadeira de ferro. Fui até a prateleira avistando de cara algo perfeito, um martelo.

—Daisy, você acredita em fada do dente? -Peguei o objeto com um sorriso enorme no rosto.

Daisy me olhou por alguns segundos se desesperando.

—Não Lucca, o que você vai fazer? Eu não fiz nada que não precisasse, tudo foi para manter nosso filho longe da máfia.

Sai de perto a procura do abridor de boca. Em segundos achei colocando nela que tinha os olhos cheios d'água. Levei a parte traseira do martelo até a boca dela encaixando no dente da frente e puxando. O uivo de Daisy ecoou pelo cômodo, quanto mais ela uivava mais eu ria.

—Então você afogou Ellie... -Encaixei o martelo em outro dente e puxei bem vagarosamente

Daisy se debatia com os olhos fechados berrando muito, seu rosto molhado de lágrimas só me deixava mais feliz.

—Você escondeu meus filhos e os fez sofrer -Encaixei no outro dente puxando e logo após puxei outro

—Lucca, mata logo vai. -Resmungou Henry

—É mais fácil ir você primeiro se não parar de me encher! Trouxe a corda? -Olhei para ele que assentiu com uma grossa corda na mão

Posicionei o martelo e puxei mais um. Ela chorava gritava se sacudia e eu observava aquilo feliz.

—Não chore querida -Limpei uma lágrima em seu rosto -Pense pelo lado positivo, ganhará muito dinheiro da fadinha do dente. -Aí que ela chorava e se debatia com raiva.

Flashback On

—Daisy, por favor, deixa ela! Ela está grávida! Não deixa que ela tenha a bebê aí!

—Cala boca Lucca! Olha só! Como eu esperava! Sua filha está nascendo!

—Daisy! Deixa eu pegar elas, não deixo Frederico matar você!

—Ainda vou deixei você ouvir o último choro dela antes de mata-lá

Minha filha! Daisy não pode matar outro filho meu! Não estou acreditando! Isso só pode ser um pesadelo. Ouvi um choro baixo e logo após o choro de bebê. NÃO! Não posso perder minha filha!

Flashback Off

Soltei o martelo no chão socando o rosto de Daisy várias vezes seguidas, mais um dente caiu e eu sorri. Olhei para seu nariz que parecia estar quebrado, seu rosto cheio de sangue e seus olhos caídos e exaustos. Encaixei mais uma fez o martelo no dente e puxei jogando-o no chão. Daisy começou a se engasgar com o sangue em sua boca e se debater desesperada. Ouvi um tiro e olhei para o lado, Henry colocava a arma na bancada, Daisy estava morta com um tiro na cabeça.

—Você é um babaca! -Falei puto -Agora vai lá, queima ela pois a brincadeira com Frederico vai ser pior e você é sensível. -Debochei saindo de perto

Joguei o martelo na prateleira e fui até as grades abrindo a de Frederico.

—Vamos Chavéz? -Ele se levantou algemado e foi caminhando.

Peguei uma cadeira sem fundo e coloquei no meio do cômodo.

—Tirem a roupa dele. -Dois seguranças vieram rapidamente fazendo o que eu mandei, Frederico tentou impedir mas em segundos já estava despido.

—Lucca, isso já é demais cara! Vamos pensar, a única coisa que fiz de mal foi sequestrar Ellie. Quem machucou foi Daisy

—Prendam ele. -Os homens fizeram ele ficar sentado na cadeira sem fundo. -Isso não é um julgamento Frederico.

Peguei a corda grossa e dei uma, duas, três vezes seguidas com ela em seus brinquedinhos. À expressão de Frederico era absurda, ele gritava sem parar se debatendo. Se um tapa dói, imagina uma surra com corda grossa.

—Fazer uma vasectomia para você morrer sem poder ter filhos. -Mais uma vez -Vou adorar colocar sua cabeça na minha lareira. -Mais uma vez

—Lucca! LUCCA! -Mais uma vez -Me mata logo, por favor Lucca. -Sussurrou

Mais uma vez estalei a corda e logo após estalei em seu rosto ficando vermelho na hora. Soltei a corda me lembrando do que ele fez no rosto de Ellie e peguei uma faca começando a cortar seu peitoral e seu rosto e seus braços, inúmeros cortes em todas as partes ele gritava descontroladamente se debatendo. Uns cinquenta cortes depois, me afastei e peguei o álcool jogando em cima dos cortes. Frederico chorava de dor e eu ria feliz, ele abriu a boca para gritar e taquei álcool dentro da boca dele e logo em seguida risquei o fósforo tacando. Ele foi literalmente queimado vivo.

—Quando ele virar cinzas, limpe a bagunça -Falei saindo da sala

Sai da sala analisando minha roupa com algumas gotas de sangue. Merda!

Entrei na minha sala indo direto para o banho. À água mais gelada possível e fiquei ali por longos minutos até ouvir o toque do meu celular, enrolei a toalha na cintura e fui em direção ao som. Sobre a mesa do escritório, Ellie.

—Oi meu amor.

—Que horas você vem? Terminamos de almoçar e adivinha? As crianças dormiram... -Deixou um vazio nas palavras me fazendo sorrir

—Olha que ousadia a sua! Me subornando para ir embora para casa.

—Consegui?

—Óbvio que sim, em vinte minutos estou aí.

Notas finais
Eu amei escrever esse kk Beijos e aguardo comentários!