Notas iniciais
Volteeeeei! Um capítulo deliciosamente HOT contado por ELLIE! Me digam o que irão achar! Se quiser entrar no grupo so chamar 987760477

Capítulo 24


-Ellie -Escutei uns gritos ecoando

-Ellie por favor! onde está? -Voz feminina, sim, Liesel.

Me levantei do sofá olhando pelas grandes janelas e vendo que já é noite, nossa, eu dormi bem. Sai daquela sala encontrando Lucca no Hall -Que está completamente escuro e não têm mais ninguém -que me abraçou fortemente beijando o topo da minha cabeça.

O que aconteceu?

-Que susto você me deu!

Liesel e Henry desceram as escadas desesperados.

-Onde estava? -Falou Liesel com a mão no peito

-Dormindo ali -Apontei para o quarto -Vocês estão ficando loucos.

-Vamos para casa.

Sabe, tenho medo disso, moramos no meio do nada, precisa subir uma serra para chegar aqui, a empresa é mais no alto da serra ainda, tanto que de lá dá para ver a cidade inteira. É bem estranho e ao mesmo tempo legal, trás uma certa paz ficar só ouvindo a natureza ao invés de carros.

-Amanhã não vou trabalhar, vamos sair, o que acha?

-Que milagre é esse? -Falei e ele deu um meio sorriso prestando atenção na estrada

-Vai querer ou não?

-Óbvio que sim. -Falei ansiosa

-Ótimo, um sábado só para nós dois.

É impressão minha ou Lucca está estranho?

Chegamos em casa e a mesma está toda apagada, um verdadeiro breu tateei a parede tentando achar o interruptor e apertei
Merda!

Liesel sem a blusa se agarrando com Henry na cozinha. Olhei para fora observando que Lucca estava chegando. Pensa!

-UMA BARATA! -Gritei

Henry olhou para mim com olhar desesperado e rapidamente entendeu o recado. Pegou Liesel e as blusas e correu para o banheiro do primeiro andar, já que não tinha tempo de correr para os quartos.

-Ellie? -Correu Lucca -Está tudo bem?

-Está é que eu pensei em ter visto uma barata.

-Barata aqui?

Aqui não tem barata tem?

-Eu não vi direito, devia ser uma borboleta

-Borboleta? -Franziu o cenho

-Esquece Lucca. Vamos subir, estou com sono. -Menti

-Sono? Você anda com muito sono. -Me deu a mão subindo às escadas.

Ellie, você mente muito mau. Não tente novamente.

Depois de um banho rápido e quente, vesti uma calça cheia de ursinhos e uma blusa igual. Não lembro de ter visto aqui quem será que comprou?

Lucca saiu do banheiro, me olhou por um instante e sorriu. E nossa, que sorriso! Seus olhos quase fecham quando ele sorri, seus dentes incrivelmente grandes são apaixonantes. Suspiro.

Me jogo na cama quentinha e cheia de travesseiros puxando a coberta e me enrolando nela. Lucca sai do closet com calça de moletom preta e blusa branca e ficou por alguns segundos em pé me olhando. Levantei as sobrancelhas

-Algum problema Lucca? -Ele apenas sorriu -Vem deitar. -Dei três tapinhas na cama

Ele levantou a coberta deitando na cama. Me dando um abraço seguido um beijo calmo e delicado

-Ellie. -Falou ainda com o rosto encostado no meu -Estou amando você.

Ó céus, Lucca está se declarando para mim?

-Não dá mais para ficar escondendo todo esse amor por você. Ellie, eu te amo.

Sorri, sim, foi o que eu fiz. Um sorriso que não cabia no meu rosto e ali deitada ao lado de Lucca o abracei sentindo seu cheiro maravilhoso.

-Ninguém nunca disse isso para mim. E se me permite dizer, eu também te amo Lucca! -Beijei seu pescoço que estava á minha frente

Ele me olhou sorrindo e me envolvendo com seus braços

Pode ser algo simples para alguns, um "Eu te amo" mas para mim não é, nunca ouvi um eu te amo, nunca me senti amada o suficiente e também nunca vi uma coisa mudar tão rápido.

Horas, minutos, eu já não sei quanto tempo passou mas minha barriga fez questão de atrapalhar aquele momento de carinho.

-Está com fome?

-Um pouco.

Ele ficou um pouco pensativo

-Quando foi sua última refeição?

-Ontem

Ele me olhou incrédulo

-Você não come faz um dia?

-Um pouco mais que isso, na verda...

-Venha. -Se levantou me puxando -Você está parecendo bebê que só come quando dá comida.

-Eu esqueci. -Falei sendo puxada escada abaixo.

Depois de comer pães, finalmente subimos e nos deitamos. Lucca acariciou meus cabelos até eu finalmente adormecer.

Beijos, beijos, hm..Bom. Abri um olho vendo Lucca dando vários beijos em meu rosto e meus lábios.

-Você está muito apaixonado. -Resmunguei me espreguiçando

-Temos que sair

-Aonde vamos?

-Não interessa. -Falou se levantando

-Ih! Que horror. -Me espreguicei mais uma vez. -E que roupa uso então?

-A que você quiser -Falou entrando no banheiro e fechando a porta

Olhei pela janela vendo que hoje estava ventando. Visto pelas folhagens das árvores balançando na floresta. Um tempo gostoso.

Fui para o closet e separei um short jeans e uma blusa com as mangas até o cotovelo preta soltinha, botinhas curtas sem salto. Depois de um delicioso banho, me olhei mais uma vez no espelho. Lucca nem parecia ele, vestia uma bermuda jeans com tênis e uma camisa preta, como sempre.

-Não gostei muito desse short

-Que pena, vamos? -Falei sem dar importância

Ele cerrou os olhos e descemos as escadas

-Onde vão?

Liesel veio da cozinha com um top e calça de moletom, sua barriga enorme e linda. Uma panela de brigadeiro em uma mão e na outra uma colher de pau.

-Aceitam? -Neguei e Lucca fez o mesmo.

-Respondendo sua pergunta, vamos sair e depois almoçar fora. Não saia dessa casa.

-Não trabalha hoje? -Lucca negou -E por que Henry trabalha?

-Pois eu sou o chefe, posso escolher quando trabalhar.

Lucca deu um beijo na testa de Liesel e saiu.


O carro deu partida, Lucca dirigia subindo a serra sem preocupação. Uma música aleatória tocava no som porém a melodia era boa e animada. Quinze minutos depois o carro parou e só o que eu via era natureza, as folhagens amarelas e laranja em todas as partes, o outono mostrando estar presente. Descemos do carro e eu não conseguia parar de admirar o lindo parque que estávamos.

Lucca pegou uma bolsa e fomos pra baixo de uma árvore grande, ele forrou um pano no chão e nos sentamos ali, do meu lado esquerdo tinha algumas pessoas sentadas em bancos, cães brincando e até mesmo algumas crianças.

-Não sabia que as pessoas conheciam ou vinham aqui.

-Poucas conhecem e sabem chegar, precisa subir muito a serra.

-Esse lugar é incrível. -Sorri -Você também é incrível, olha o lugar que me trouxe.

Me virei para encará-lo e seu rosto estava bem perto, segurou meu pescoço aproximando nossos lábios e ficamos por um momento sentindo a respiração um do outro. Em poucos segundos nossos lábios se encostaram e logo após nossas línguas, um beijo calmo, apenas apreciando o momento; quando o ar se fez necessário, separamos os lábios porém as testas continuaram unidas mais um selinho e desgrudamos os rostos.

-Tome -Me deu um sanduíche

-Não estou com fome.

-Mas coma, você está muito magra.

-Gosto assim.

-Mas eu não, coma.

Olhei para ele franzindo o cenho e dando uma mordida no sanduíche. Ele sorriu.

-Quem fez? -Falei reconhecendo o delicioso gosto.

-Ada.

-Ada? Ela não estava de licença maternidade?

-Sim. Como ela precisava de dinheiro, deixei ela voltar a trabalhar com o neném.

-Ele está lá em casa?

-Sim.

-Saudades dela.

Ada, a melhor cozinheira de todas que tirou licença maternidade quatro meses atrás

Conversamos a manhã inteira sobre todo tipo de assunto, de qual era a cor favorita até gostos musicais. Nem parece o Lucca que conheço e isso é bom. Paramos em um pequeno restaurante ali próximo, e eu pensando que não tinha nada ali perto, a varanda do restaurante dava de frente para um lago. Segundo Lucca a origem desses lagos é uma cachoeira aqui próximo.

Depois de comer um Tortellini de Bolonha nos sentamos na ponte de madeira sobre um lago e tiramos fotos da paisagem e de nós na paisagem.

-Por que não deixa que vejam essa bondade há em você?

Ele ficou alguns instantes pensativo

-Porque quando veem bondade, esperam bondade.

-E o que tem isso? Não é bom ser bom?

-Eu não quero viver das expectativas de ninguém. Não quero que as pessoas pensem que sou bom, que eu tenho coração -Ele me olhou enquanto eu assimilava as palavras dele -Vamos mudar de assunto?

Foi quando um cachorrinho se aproximou por trás de Lucca.

-Olha que bonitinho! -Apontei

Lucca se virou e viu o cachorro afagando sua cabeça.

-Ele é manso, toma. -Entregou na minha mão.

Ó cachorrinho parecia um lobo, pelagem branca e preta e um olho de cada cor, lindo! Ainda é filhote e não sei se tem uma raça.

-Lucca. -Pensei no que falar -Podemos levar?

Ele olhou para o cachorrinho no meu colo e sorriu assentindo.

-Aí teve uma vez que fui ao parque com Constance e achei um, era fêmea. Eu levei para casa toda feliz, quando acordei ela não estava mais. -Falei observando o final de tarde

-Ele colocou na rua? -Lucca disse prestando atenção na estrada

-Sim. Eu briguei muito com ele esse dia, tinha doze anos.

-Eu imagino, ele não gostava de cachorro?

-Ele tinha uns grandões que ficavam no quintal, eu nunca podia ir para lá pois os cachorros corriam atrás de mim para me morder

O filhotinho choramingou no meu colo e Lucca riu

-Ele está com fome.

-Então anda mais rápido... Merda, o que vamos dar para ele comer?

-Pedi que Leo fosse comprar as coisinhas dele.

Nunca vou me acostumar com essa facilidade

Entramos em casa e Liesel estava sentada no sofá comendo pipoca com Henry.

-Ah! Estão aí... -Se levantou e quando viu o cachorrinho arregalou os olhos -Quem é essa coisa fofa? -Pegou o cachorrinho -Deus, olha os olhos dele, são coloridos! Qual o nome dele?

-Maximus -Olhei para Lucca e ele sorriu

De onde tirei esse nome?

-Onde acharam?

-No parque, ele veio até nós. -Lucca disse

Fui até a cozinha procurando o saco de ração porém já tinha um pote azul com ração e outro com água

-Toma seu filhinho -Liesel me entregou e levei Maximus par comer.

Sai de perto porém ele parava de comer e vinha atrás, resultado, tive que esperar Maximus terminar a refeição para poder subir.

Quando ele finalmente acabou, o peguei no colo levando para o andar de cima junto com o pote de água e comida. Entrei no closet e lá tinha uma caminha azul, pensaram em tudo!

E foi ali que deixei meu novo amiguinho dormindo com um osso de borracha ao lado. Ele é apaixonante

Sai do closet e Lucca estava no banho suspirei e deitei na cama cansada, muito cansada. Esperei por longos segundos Lucca sair para eu tomar banho.

Não sabia que Lucca era capaz de ser carinhoso, nunca o vi tão relaxado, falando coisas sem pensar. Acho que esse trabalho mexe um pouco com ele

À porta do banheiro foi aberta e Lucca saiu lá de dentro com uma toalha amarrada na cintura, os céus, seu peitoral definido coberto com gotas de água, seu cabelo desgrenhado e molhado. Seu rosto...Lucca abriu um sorriso quando viu que eu estava olhando

-Apreciando Senhora Bellusci? -Falou se aproximando

-Não muito.

-Não é? -Apoiou a mão uma de cada lado do meu corpo

-Não -Fiz cara de esnobe

Ele olhou para minha boca fixamente e foi se aproximando, senti seu hálito de menta e sorri. Em um movimento rápido, Lucca levou seus lábios até os meus, segurei em suas costas que ainda estavam molhadas. Um beijo desesperado e quente sem dúvidas, como se respirar fosse uma dificuldade. Lucca afastou os lábios para respirar mas foi para meu pescoço beijando, mordiscando e lambendo. Em um ato, envolvi minhas pernas no corpo de Lucca ficando completamente presa a ele.

Com as mãos por baixo de mim ele sem tirar os lábios do meu pescoço, me levantou chegando para cima. Seus lábios beijavam do meu pescoço até o vão de meus seios causando arrepios inimagináveis. Lucca pôs a mão por baixo da minha blusa a levantando, ajudei-o a se livrar daquela peça de roupa inútil no momento. Ele foi descendo os beijos para minha barriga ao mesmo tempo que desabotoava meu short. Em um puxão rápido se livrou dele me deixando apenas de calcinha e sutiã. Seus lábios foram até minha intimidade e ele puxou minha calcinha.

Lucca chegou próximo a minha intimidade e meu instinto foi fechar as pernas, merda de vergonha. Ele me olhou com um meio sorriso safado no rosto e senti sua respiração ofegante, ele se aproximou mais assoprando. Céus! Segurei o lençol da cama de contorcendo quando ele encostou os lábios na minha intimidade.

Ele sugou meu clitóris e gemi. Começou a fazer movimentos circulares com a língua e nossa! Isso está me levando a loucura. Começou a fazer movimentos delicados de vai e vem, fechei os olhos colocando a cabeça para trás. Podia melhorar? Foi quando ele aumentou o ritmo me fazendo chegar ao meu ápice em um gemido abafado.

Ele foi subindo arrastando seu corpo no meu e retirou meu sutiã, senti que a toalha já não estava mais lá, ótimo, mais fácil assim. Lucca me virou de costas e segurou em minha barriga levantando meu quadril. E em questão de segundos o senti me penetrar.

-Você é minha -Sussurrou -Só minha, não se esqueça!

Unhei o colchão abaixando a cabeça, ele segurou meu cabelo levantando-a. Em rápidos movimentos de vai e vem já estou exausta. Senti um tapa forte em minha bunda arqueando-a mais. Sem soltar o meu quadril Lucca chegou em seu ápice e minutos depois foi minha vez.

Ele não me soltou de imediato, me segurou por um tempo, e só então saiu de dentro de mim, me deitando na cama e me cobrindo. Logo após senti a cama afundando ao meu lado e seu braço envolta de mim. Me virei para ele que estava também incrivelmente exausto.

Sem dúvidas, essa foi q melhor que já tivemos.

Notas finais
Oh CÉUS!!! Olha esse capítulo! Eu a-m-e-i Um beijoooo e comentem!