Mundo ao Contrário
8 A aula de violão... Que ta mais para confusão
Notas iniciais
Gente nossa. To muito feliz e triste ao mesmo tempo. Tava vendo as estatísticas da fic e teve 284 visualizações *-* isso me deixou muito feliz. Mas aí eu me liguei. Eu tenho muitos seguidores fantasmas .-. Não sejam seguidores fantasmas gente, isso deixa nós, escritores, muito tristes :'(
Bem, estou contagiada pelo efeito natalino, então hoje ou amanhã (para quem não tem horário de verão) irei postar uma One-Short de natal. Ainda estou resolvendo sobre o gênero, mas acho que vai ser do GC, então não deixem de dar uma olhadinha.
Depois de muito falar, aí esta mais um capítulo. Espero que gostem.
Quando chegou na casa de Holy, Azin pegou a chave na bolsa dela, a pegou e a carregou ate seu quarto. A deitou na cama.
– Tchau Holy. — falou ele. Sem querer que ele fosse embora, Holy falou.– Não vai... Fica comigo. — ela o puxou para cima dela, aproximando muito o rosto dos dois.– Holy eu precis... — ele não conseguiu terminar, pois ela o beijou. Ele retribuiu, mas lembrou que: 1º- ela estava bêbada. 2º- Os pais dela estavam no quarto ao lado. Ele parou de beijá-la, deu um beijo na bochecha dela e saiu do quarto fechando a porta atrás de si mesmo. ***O dia estava frio e chuvoso, mas Lass foi para casa da baixinha. Tocou a campainha e checou as flores. Logo Arme atendeu surpresa.– O que você esta fazendo aqui?!– Eu queria fazer uma surpresa... — ele entregou as flores para ela, que espirrou e jogou para trás.– Sou alérgica a flores. – Ok, sem flores. – E sem romantismo. Isso é clichê. – Ok, sem romantismo. Eu não me lembro de tudo... Mas eu lembro disso. — ele puxou ela e deu um beijo nela. E só se separaram para respirar. — Bem... Eu queria te fazer um pedido... Quer ir comigo no hospital? O Lupus vai levar um álbum de fotos e eu vou tentar me lembrar dos momentos. Aí eu acho que você junto pode me ajudar...– Claro Lass. Eu vou junto com vocês. E eu posso levar meu álbum de fotos. Quando nós vamos? – Amanhã... Quer fazer alguma coisa agora? – Sim. Vamos ver um filme. — ela o puxou para dentro e eles foram ver um filme. ***Ryan estava pensando em Lire. Na verdade ultimamente ele só pensava nela. Andava mais calado do que nunca então decidiu sair para colocar a cabeça no lugar. Do nada começou a chover, ele colocou o capuz de seu casaco na cabeça, mas não adiantou de nada. Ele estava todo molhado agora. Começou a pensar sobre ontem. Em como Lire dançava, no ódio que deu quando aquele cara a beijou, no desejo de beijá-la quando ela encostou sua testa na dele...– Ryan! — gritou alguém. Ele olhou na direção da voz e viu a garota que não saia do seu pensamento segurando um guarda-chuva. Ela foi até ele com passos rápidos e colocou seu guarda-chuva em cima dele. – Você ta todo molhado! Minha casa é aqui ao lado. Eu posso colocar sua roupa para secar. Vem. — ela o puxou pela mão e o levou até sua casa. Lhe deu uma roupa masculina, que Ryan não sabia de onde era, e depois de trocar, ele lhe deu a roupa molhada. Ela colocou na secadora e eles se sentaram no sofá. – Obrigado. — falou ele por fim.– De nada... — falou ela. – De quem são essas roupas?– São do meu irmão... Ele esta no exército agora, trabalhando dia e noite para mandar o dinheiro dos medicamentos do nosso pai...– Mas, como você estuda na nossa escola? – Eu consegui uma bolsa. – Então quer dizer que você é inteligente? – Digamos que sim. — o silêncio se estendeu entre eles, que ficaram só se olhado. — Eu queria ter alguma jeito de te agradecer. Você... Salvou meu pai, e me salvou daquele cara ontem. Obrigada Ryan.– Eu já disse que não precisa agradecer.– Mas obrigada mesmo assim. — ela chegou mais perto no sofá e o abraçou. "Você é meu herói" sussurrou ela no ouvido dele.***Elesis estava esperando Ronan. Com o dia ruim, eles não poderiam tomar banho de piscina, então a ruiva separou jogos de tabuleiro para eles jogarem. Mesmo com todo esse jeito de patricinha, Elesis nunca tinha namorado. E ela queria que acontecesse tudo perfeito. Logo a campainha da sua casa tocou e ela pensou "meu príncipe chegou"***Depois das palavras de Holy, Azin não conseguia parar de pensar nela. Com certeza ela não se lembrava de nada... E ele teve raiva disso. Ele queria que ela se lembrasse. Mas ao mesmo tempo não queria. Eles não se conheciam muito bem, e Azin nem sabia se o que falou a Holy era verdade. E achava que a garota também estava na dúvida. Claro, nos dias de aula eles se divertiam muito. E os dois gostavam das mesmas coisas: mesmas bandas, mesmos seriados e os dois amavam música antiga — o que era muito difícil de encontrar com a idade deles -. E ela era muito bonita. Mas Azin ainda tinha suas dúvidas, então para desvanecer os pensamentos, foi dormir.***De quatro horas, Lin saiu de casa e foi para casa do Lupus. Estava chovendo, mas ela foi mesmo assim. O garoto havia dado seu endereço quando a deixou em casa, na madrugada passada. Chegou e bateu na porta nervosa. Uma garota loira, com olhos azuis, alta e muito bonita atendeu. – Oi... Aqui é a casa do Lupus?– Sim, é. — falou a garota curta e grossa. – Ele esta? – Não, e quando chegar ele vai estar muito ocupado comigo. Então se você não vier NUNCA MAIS vai ser ótimo. – Eu... Eu... — Lin estava se sentindo um peixe fora d'água. Ninguém nunca havia falado com ela assim. E ela não sabia o que responder.– Lin? — falou uma voz masculina atrás dela. Ela não falou, nem se virou para olhar. Só continuou de cabeça baixa. – Oi meu amor. — falou a garota bonita.
– Thaise?! O que você esta fazendo aqui?! – Eu fiquei com saudade, Lupus. E como eu sei onde fica a chave reserva, eu entrei. Fiz mal? – Lin eu... — falou Lupus olhando para Lin. A albina continuava de cabeça baixa juntando as peças. As peças erradas. – Não se preocupe Lupus. Eu já entendi. Só não achava que você é esse tipo de pessoa. — ela saiu andando rápido e Lupus não sabia o que fazer. – Eu não acredito! Isso é culpa sua Thaise! – Olha para mim. Eu sou bem melhor que ela.– Você nunca vai chegar aos pés dela. Vai embora. — a garota tentou falar com ele. Mas ele não queria papo. Então ela foi embora. ***Holy acordou quando já era de noite. Ela acordou com uma baita dor de cabeça, e não se lembrava de quase nada. Estava com a roupa de ontem ainda, então decidiu tomar banho. Ela tomou um demorado e relaxante. Tirou toda a maquiagem com demaquilante e desceu para comer. Seus pais estavam assistindo televisão na sala.– Holy como você chegou aqui? — perguntou o pai dela.– Eu... Eu não sei pai. Só cheguei. Não me lembro de quase nada.– E do que você se lembra? — perguntou a mãe dela se ajeitando no sofá.– Eu só lembro de chegar lá, e procurar alguém conhecido. — "e de ter o melhor beijo da minha vida com um cara que eu não lembro o rosto no meu quarto." Pensou a garota. Ela não iria falar aquilo para os pais. Mas sua missão agora era encontrar a pessoa que ela tinha beijado... A esverdeada mal sabia que já conhecia o dono do beijo.
Notas finais
Gostaram? Comentem por favorzinhooo XoXo
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