Mundo ao Contrário

9 Uma possível reaproximação entre Rey e Dio


Notas iniciais
Feliz Véspera de Natal povoooo!! Não sei se eu irei postar mais hoje, ou se eu vou postar amanhã, então aproveitem esse capítulo. E não sejam leitores fantasmas!!

Já no hospital, Lupus estava mostrando as fotos a Lass sem prestar atenção. Lin não atendia suas ligações. E se via suas mensagens, não respondia.

– ... Não é Lupus? Lupus? — perguntou Arme o acordando.

– Oi! Desculpa, eu só tava pensando na... Ah esquece. O que foi?

– Esse dia aqui foi quando nós fomos para o parque aquático. Alias, a gente podia ir algum dia desses. — falou a Arme. Hoje ela estava muito animada e com um ótimo humor.

– Sim, foi isso mesmo. — falou o Lupus. — Você se lembra de alguma coisa Lass?

– Desculpa gente.... Mas eu não me lembro de nada disso. Aqui na cidade tem um parque aquático?!

– Não precisa se desculpar Lass. — falou o médico dele, Sr Jonhs. — É normal ter algumas coisas que você não se lembra. Todo mês você vai vir aqui e trazer esse álbum. E quando você se lembrar de alguma coisa, me avise. Aqui esta meu número. — Lupus, Lass e Arme se levantaram. A consulta tinha acabado.

***

Enquanto isso, Lin chorava no colo da Amy e da sua irmã, Gih.

– Lin, não fica assim. Vocês nem namoravam, não é? — perguntou Gih.

– Eu sei! Eu to chorando porque eu pensava que ele era uma pessoa, e ele era outra. Toda a minha ilusão acabou. E isso doe demais. — ela se deitou de novo e as lágrimas começaram a cair novamente.

– Lin olha para mim. — falou Amy usando um tom autoritário, coisa que ela nunca fazia. Lin se assustou, mas olhou. — Lupus não é o único garoto do mundo! Você vai encontrar outra pessoa. Que lhe mereça. Se ele fez isso, quem perdeu foi ele! Vai aparecer outro muito melhor. Pode ter certeza. — Amy abraçou Lin, que retribuiu.

***

Os pais de Dio estavam brigando muito e o garoto não aguentava mais. Então arrumou suas coisas e foi para a primeira casa na sua cabeça.

– Olá Dio, tudo bem? Por que você esta de malas?

– Eu posso conversar com o senhor?

– Claro! Entre.

– So por precaução... Rey esta em casa? — perguntou o garoto olhando pelos lados com medo da garota esta ali.

– Não se preocupe. Ela não está. Ela foi para a casa de uma colega. Eu não sei mais o que eu faço com aquela garota. Já arrumei namorada, mas ela só colocou para correr. Já tentei conversar com ela. Mas ela não me escuta. Eu acho que ela sente muita falta da mãe. Elas eram muito ligadas. — falou o pai de Rey olhando para uma foto na parede de uma mulher muito bonita, a mãe da Rey.

– Eu também acho Sr Von Crimson. Eu tenho uma proposta para lhe fazer... Meus pais tão brigando muito... Eu posso trabalhar aqui e o senhor me deixa morar aqui?

– Dio... É claro que eu deixo você morar aqui. Mas não precisa trabalhar para mim. Você é meu convidado. Vou te mostrar um quarto. Nessa hora, a Rey chegou e viu o Dio.

– EU JÁ TE PEDI PARA FICAR LONGE DE MIM! ME DEIXE EM PAZ! E... VOCÊ VAI SE MUDAR PARA CÁ?!

– Rey eu CANSEI! — falou o pai dela. A garota se assustou, pois seu pai nunca havia falado com ela assim. — TRATE O DIO BEM! ELE É SEU AMIGO DE INFÂNCIA! SEMPRE AJUDOU VOCÊ!

– Mas na hora que eu mais precisava, ele não estava aqui. Nem você pai. — lágrimas caíram dos olhos da garota e ela subiu as escadas correndo.

– Filha espera. Eu... — mas a garota já tinha subido e fechado a porta. O Sr Von Crimson sentou e fechou os olhos.

– Desculpe, isso é tudo culpa minha. Eu nunca devia ter vindo. — falou Dio se levantando.

– Não, fique. Eu quero te pedir um favor. Quando vocês eram pequenos, Rey não escutava nem ninguém. Só você. Vai falar com ela, por favor. — Dio subiu e bateu no quarto da Rey, a garota gritou um "vai embora" mas por sorte nãp tinha fechado a porta, então Dio a abriu.

Rey estava deitada na cama e quando o viu se virou para a parede. Ele se sentou na cama dela e começou a falar.

– Rey... Eu, eu sei que você me odeia por eu não ter lhe ajudado, ficado do seu lado quando sua mãe morreu. Mas eu tive que sair do país e morar com meu avó por um tempo. Pois minha irmãzinha, a Luna, estava doente lá. E eu tinha que ficar perto dela. — aquilo chamou a atenção da Rey, que sentou e olhou para ele.

– A Luna? Ela tava doente?

– Sim, ela estava quase a beira da morte. E ela pediu para meu avó me chamar para ir para lá. E foi na mesma época que a sua mãe morreu. Mas os meus pais não queriam que a imprensa soubessem, então não contaram para ninguém.

– Dio eu... Eu não sabia. Me desculpe. — falou a Rey baixando o olhar para o chão. — Você podia ter me contado antes...

– Mas você não me deu chance...

– Me desculpa Dio. — sem mais nem menos ela o abraçou forte e ele retribuiu o abraço. A amizade deles dois voltava mais forte de que nunca.

***

Edel estava irritada. Um vizinho novo tinha chegado na vizinhança. E esse vizinho era ninguém mais ninguém menos que Zero. A mãe dela mandou ela levar uma torta de boas vindas e ele atendeu.

– Eu não posso acreditar nisso! Você não pode ser meu vizinho! Ai que droga! — falou Edel.

– Quem diria, minha aluna com mais dificuldade é minha vizinha.

– Ai que idiota você! Eu devia contar para a diretora. Mas a sua aula é a única que eu entendo...

– Eu sou um ótimo professor. Eu sei. — Edel só revirou os olhos e entregou a torta.

– Minha mãe mandou eu te da.

– Você não quer comer comigo não? — falou Zero com um olhar sedutor.

– Nunca.

– Edel, você estava demorando de mais, então eu vim ver. — e virando para Zero falou. — Olá... Edel, esse não é seu professor de História?

– Sim. Zero, essa é a minha mãe. Mãe, esse é o Zero, meu professor.

– Que bom que ele é nosso vizinho. Assim você não vai ter desculpa de ir para a aula de reforço.

– Oi?

– Aula de reforço, Edel! O senhor dá?

– Dou sim, Sra Frost. Vai ser um prazer para dar aula para ela.

– Isso só pode ser brincadeira. — resmungou a Edel.

– Você pode dia de terça e quinta? — perguntou o Zero.

– Sim, ela pode. De quatro horas?

– Claro. Nos vemos amanhã Edel. Agora eu vou comer essa torta. Tchau Sra Frost, tchau Edel. — ele deu uma piscada para ela e fechou a porta.

– Mãe, muito obrigada.

– Você precisa Edel!

– Tchau mãe, vou andar por ai. — falou Edel andando.

***

– Jin você ta diferente... — favou Vannessa. Eles estavam na praça conversando.

– Não to não, eu estou legal.

– Não, você não esta. Esta mudando. Não esta mais me beijando como le beijava, não esta mais animado como antes. O que diabos aconteceu com você, Jin?!

– Eu, eu não sei Vannessa.

– Vem, vamos para a minha casa... Vamos ver se você volta um pouco ao normal.

– Ai Jin, eu não acredito! Você esta muito estranho! — ela levantou. — Vou sair com o Danny, tchau!

Jin deixou ela ir. Não queria mais nada com ela. Ele baixou a cabeça. Mal ele sabia que a rosada estava observando tudo. Ela foi ate ele.

– Jin?

– Amy! Oi. Tudo bem? — ele sorriu forçado.

– Sim, estou... Você não esta bem Jin.

– Eu estou bem.

– Quer tomar alguma coisa e contar o que esta acontecendo?

– Claro. — falou ele. Ele sabia que a única pessoa que podia confiar era nela. Eles foram na lanchonete mais próxima e e os dois pediram um refrigerante para cada um.

– Então? O que esta acontecendo Jin?

– Lembra naquela viagem que eu fiz? Aquela do meu primo, que eu te falei. — Amy acenou com a cabeça e ele continuou. — Bem eu fui, só que eu descobrir que minha tia esta com uma doença terminal. E o meu primo esta muito preocupado. À família toda esta. Eu quero ir ficar lá com ele, mas meus pais não deixam... Eu expliquei para a Vannessa, mas ela disse que isso é besteira, e que eu estou estranho. Eu só queria alguém que me entendesse.

Amy colocou a cadeira do lado da dele e o abraçou.

– Eu entendo, Jin. Eu entendo.

Notas finais
Gostaram?? XoXo